Os dias entre a primeira vez dela com Marco e a próxima reunião do clube foram uma tortura de antecipação para Daniella. O corpo dela, agora completamente desperto, exigia atenção constante. Ela acordava no meio da noite com a sensação fantasma de Marco dentro dela, as mãos buscando alívio entre as pernas, encontrando-o só para querer mais. A lembrança da violência, da dor misturada com prazer, da perda total de controle — tinha se gravado na psique dela como um vício. Mas ela não queria só o Marco. Ela queria todos. A ideia a consumia: ter o Kevin e o Luis, senti-los como tinha sentido o Marco, se tornar o centro do desejo coletivo deles. E ela não queria carinho, não queria exploração cuidadosa. Ela queria a mesma fúria, a mesma posse brutal que o Marco tinha mostrado a ela. Na noite antes da reunião, ela foi fazer compras. A lingerie que encontrou era perfeita: uma tanga fio dental preta, tão fina que parecia feita para arrebentar, com pérolas estrategicamente colocadas que pressionariam contra o clitóris dela a cada movimento, transformando a caminhada numa tortura de prazer. Combinou com um sutiã de renda combinando, meio tamanho menor do que o necessário, que fazia os peitos dela transbordarem por cima das taças. Por cima disso, ela planejava usar uma jaqueta jeans azul escura, desgastada, que escondia o suficiente para criar mistério, e uma calça jeans tão justa que parecia pintada nas curvas dela. Ela não usaria mais nada. Quando tirasse tudo, estaria exposta, oferecida, pronta. Ela se olhou no espelho naquela noite, com a lingerie vestida, e não reconheceu a mulher que a encarava de volta. Os olhos azuis brilhavam com uma luxúria que ela não conhecia da vida anterior. Os lábios, pintados de vermelho escuro, estavam entreabertos em antecipação. O cabelo ruivo caía sobre os ombros nus como uma cascata de fogo. "Você é uma puta," sussurrou para o reflexo, testando as palavras. "Sim," respondeu o reflexo, e o sorriso que compartilharam foi cumplicidade absoluta. --- O apartamento do Marco estava diferente quando ela chegou. As luzes estavam mais baixas, as cortinas fechadas, o ambiente carregado de uma eletricidade que todo mundo sentia. Kevin e Luis já estavam lá, sentados no sofá com uma rigidez que entregava o nervosismo deles. Eles tinham falado com o Marco, ela sabia, tinham contado o que tinha rolado, o que ela tinha pedido. O Marco recebeu ela na porta, e os olhos dele devoraram ela antes mesmo dela cruzar a soleira. "Você veio," ele disse, e na voz dele tinha posse e aprovação. "Trouxe uma coisa pra vocês," ela respondeu, deixando a jaqueta abrir o suficiente pra dar um vislumbre da renda preta. Os gemidos que escaparam do Kevin e do Luis foram música pros ouvidos dela. Ela sentou no meio do sofá, cruzando as pernas de um jeito que a calça justa criou uma tensão visível na virilha da peça. Os três homens cercaram ela, o Marco à direita, o Luis à esquerda, o Kevin no chão na frente dela, olhando pra cima com adoração e fome. "Quer contar pra gente o que você planejou?" perguntou o Marco, a mão dele encontrando a coxa dela, apertando através do jeans. A Daniella deixou a cabeça cair pra trás contra o encosto, expondo o pescoço, se oferecendo. "Quero que tirem minha roupa," ela disse, a voz um sussurro rouco. "Quero que vejam o que comprei pra vocês. E depois... depois quero que me peguem. Todos. Igual o Marco fez. Violento. Sem piedade. Quero sentir vocês... quero que me arrebentem." O silêncio que veio depois foi denso, carregado de possibilidades. "Tem certeza?" perguntou o Kevin, a voz tremendo. "Eu nunca... nunca..." "Eu também não," admitiu o Luis, embora as mãos dele já estivessem nos joelhos dela, ansiosas. "Tenho certeza," ela confirmou, e pra provar, desabotoou os botões da jaqueta, deixando ela abrir completamente, revelando o sutiã de renda que segurava os peitos dela como uma oferenda. "Eu imploro. Me tomem. Me façam de vocês." O Marco assumiu o controle, como Sempre.
Tira a calça dela", ordenou para Kevin, e o garoto mais novo obedeceu com dedos trêmulos. Daniella se levantou para facilitar o processo, e Kevin, ajoelhado na frente dela, desabotoou o jeans. O som do zíper descendo foi ensurdecedor no quarto silencioso. Quando ele começou a puxar a calça pelos quadris dela, revelando a tanguinha de fio com pérolas, Kevin parou de respirar. "Jesus", sussurrou, os olhos fixos na decoração de pérolas que pressionava contra a carne mais íntima dela. "Isso é... isso é demais." "É pra vocês", ela disse, a voz trêmula de tesão. "Tudo é pra vocês." Luis se levantou atrás dela, as mãos encontrando as alças do sutiã. "Posso?", perguntou, e ela assentiu. A renda caiu, e os peitos dela ficaram expostos, pesados, os mamilos endurecidos em pontinhos escuros de desejo. As mãos de Luis os encontraram na hora, acariciando, beliscando, fazendo ela arquear as costas contra ele. Marco observava, o pau já duro e visível contra a calça, dirigindo a cena com os olhos escuros de luxúria. "Tira tudo dela", ordenou. "Quero ver ela completamente pelada. Nossa putinha. Nosso brinquedo." A tanguinha de fio foi a última peça. Quando Kevin a puxou pelas pernas dela, as pérolas roçaram o clitóris dela com uma fricção que a fez gemer, que dobrou os joelhos dela. Luis teve que segurá-la, as mãos agora nos peitos dela, a boca no pescoço, mordendo, chupando, marcando.
A cama", exigiu Marco. "Agora." Levaram ela entre os três, uma procissão de desejo. Depositaram ela no centro do colchão, e por um momento, olharam pra ela — três homens com a respiração ofegante, os olhos escuros, os corpos tensos de necessidade — e ela sentiu o poder da própria vulnerabilidade. "Quem primeiro?" perguntou Luis, já se despindo. "Todos", respondeu Marco, e o sorriso dele era de promessas sombrias. "Vamos pegar ela juntos. Uma vez cada um, violento, como ela pediu. E depois... depois vamos ver quanto essa nossa putinha aguenta." --- Foi Kevin quem começou, talvez porque a necessidade dele era a mais transparente, a mais desesperada. Ele se posicionou entre as pernas dela, tremendo, e ela guiou ele com a mão, mostrando onde, como. Quando ele empurrou, entrou com uma força que surpreendeu ela, que arrancou um grito da garganta dela que ela nem sabia que podia soltar. "É demais?" ofegou Kevin, parando. "Não!" ela gritou, as unhas cravando nos ombros dele. "Mais forte! Me destrói!" Kevin perdeu a timidez. Ele se moveu com uma fúria que contrastava com a natureza calma dele, metendo uma e outra vez, cada estocada balançando a cama, fazendo os peitos dela balançarem com força. Ela incentivou ele com gritos, com súplicas, com insultos que saíam de algum lugar primitivo na mente dela. "Isso! Me fode! Me faz tua!" Quando Kevin gozou, ele fez com um gemido abafado, desabando sobre ela, e ela segurou ele, sentindo a liberação quente dentro dela, marcando ela como os outros fariam. Não teve pausa. Luis pegou ela imediatamente, virando ela de bruços, levantando os quadris dela. A entrada dele foi diferente — mais funda, mais dolorosa, mais gloriosa — e ela gritou no travesseiro enquanto ele comia ela sem piedade, as mãos dele nos quadris dela, as unhas deixando marcas que durariam dias. "Tão apertada", grunhiu Luis, a voz dele irreconhecível. "Porra, tão perfeita. Nosso brinquedo. Nossa putinha virgem." "Isso!" ela gritou, o rosto pressionado contra o colchão, o prazer e a dor indistinguíveis. "De vocês! Só de vocês!" O orgasmo do Luis veio com uma série de estocadas selvagens que fizeram ela ver estrelas, que a levaram à beira da inconsciência. Quando ele se retirou, ela ficou ofegante, tremendo, o corpo coberto de suor e marcas de dedos. Mas não tinha acabado. Marco a pegou por último, virando ela de novo, olhando nos olhos dela enquanto se posicionava. "Quer mais?" perguntou, embora já soubesse a resposta. "Tudo," ela sussurrou, com a voz rouca. "Me dá tudo. Não para. Nunca para." Marco empurrou com uma força que fez ela deslizar para cima na cama, e então começou a se mover com um ritmo que não tinha piedade, que não dava trégua. Ele comeu ela como posse, como direito, como se o corpo dela tivesse sido criado especificamente pra ele e pros amigos dele.
Os outros dois se recuperaram o suficiente pra se juntar, as mãos deles encontrando os peitos dela, a boca, o cabelo. Estavam por cima dela, em volta dela, dentro dela, e ela se perdeu na sensação de ser completamente consumida, de ser o receptáculo de todo o desejo deles. "Vamos te encher," prometeu Marco, as estocadas ficando erráticas, desesperadas. "De novo e de novo. Até você não aguentar mais. Até você ser só nosso brinquedo, nossa putinha, nossa..." "Sim!" ela gritou, e o próprio orgasmo finalmente chegou, uma explosão que começou onde Marco a preenchia e se espalhou pelo corpo todo, se contraindo em volta dele, sugando ele, reivindicando ele. Marco rugiu a liberação dele, e então Kevin estava de novo, e Luis, pegando ela mais uma vez, duas vezes, até ela perder a conta, até o corpo dela ser só um receptáculo de porra e desejo, até ela não saber onde terminava e onde eles começavam. Quando finalmente acabou, Daniella estava deitada no centro da cama, incapaz de se mexer, o corpo coberto por eles, marcado por eles, cheio deles. Os três caras a rodeavam, tocando ela com uma ternura que contrastava com a violência de momentos antes, admirando o trabalho deles, a posse deles. "Como você tá se sentindo?" perguntou Marco, a mão acariciando a barriga lisa dela. Daniella abriu os olhos, olhando pro teto, sentindo a dor persistente lá dentro, a sensação de estar completamente usada, completamente possuída. "Completa," respondeu, e o sorriso que os quatro compartilharam foi de cumplicidade total. "Pela primeira vez... completa." Desde aquela noite, o Clube de Anime se transformou em algo mais. Toda semana, ela chegava com algo novo — uma roupa, um jogo, uma fantasia — e toda semana, eles a pegavam, a usavam, a possuíam com a mesma violência, a mesma necessidade. Daniella tinha encontrado o propósito dela. Não era mais a nerd invisível. Era o desejo personificado. E eles eram os donos dela, os adoradores dela, os amantes dela. Juntos, tinham criado algo perfeito.
Tira a calça dela", ordenou para Kevin, e o garoto mais novo obedeceu com dedos trêmulos. Daniella se levantou para facilitar o processo, e Kevin, ajoelhado na frente dela, desabotoou o jeans. O som do zíper descendo foi ensurdecedor no quarto silencioso. Quando ele começou a puxar a calça pelos quadris dela, revelando a tanguinha de fio com pérolas, Kevin parou de respirar. "Jesus", sussurrou, os olhos fixos na decoração de pérolas que pressionava contra a carne mais íntima dela. "Isso é... isso é demais." "É pra vocês", ela disse, a voz trêmula de tesão. "Tudo é pra vocês." Luis se levantou atrás dela, as mãos encontrando as alças do sutiã. "Posso?", perguntou, e ela assentiu. A renda caiu, e os peitos dela ficaram expostos, pesados, os mamilos endurecidos em pontinhos escuros de desejo. As mãos de Luis os encontraram na hora, acariciando, beliscando, fazendo ela arquear as costas contra ele. Marco observava, o pau já duro e visível contra a calça, dirigindo a cena com os olhos escuros de luxúria. "Tira tudo dela", ordenou. "Quero ver ela completamente pelada. Nossa putinha. Nosso brinquedo." A tanguinha de fio foi a última peça. Quando Kevin a puxou pelas pernas dela, as pérolas roçaram o clitóris dela com uma fricção que a fez gemer, que dobrou os joelhos dela. Luis teve que segurá-la, as mãos agora nos peitos dela, a boca no pescoço, mordendo, chupando, marcando.
A cama", exigiu Marco. "Agora." Levaram ela entre os três, uma procissão de desejo. Depositaram ela no centro do colchão, e por um momento, olharam pra ela — três homens com a respiração ofegante, os olhos escuros, os corpos tensos de necessidade — e ela sentiu o poder da própria vulnerabilidade. "Quem primeiro?" perguntou Luis, já se despindo. "Todos", respondeu Marco, e o sorriso dele era de promessas sombrias. "Vamos pegar ela juntos. Uma vez cada um, violento, como ela pediu. E depois... depois vamos ver quanto essa nossa putinha aguenta." --- Foi Kevin quem começou, talvez porque a necessidade dele era a mais transparente, a mais desesperada. Ele se posicionou entre as pernas dela, tremendo, e ela guiou ele com a mão, mostrando onde, como. Quando ele empurrou, entrou com uma força que surpreendeu ela, que arrancou um grito da garganta dela que ela nem sabia que podia soltar. "É demais?" ofegou Kevin, parando. "Não!" ela gritou, as unhas cravando nos ombros dele. "Mais forte! Me destrói!" Kevin perdeu a timidez. Ele se moveu com uma fúria que contrastava com a natureza calma dele, metendo uma e outra vez, cada estocada balançando a cama, fazendo os peitos dela balançarem com força. Ela incentivou ele com gritos, com súplicas, com insultos que saíam de algum lugar primitivo na mente dela. "Isso! Me fode! Me faz tua!" Quando Kevin gozou, ele fez com um gemido abafado, desabando sobre ela, e ela segurou ele, sentindo a liberação quente dentro dela, marcando ela como os outros fariam. Não teve pausa. Luis pegou ela imediatamente, virando ela de bruços, levantando os quadris dela. A entrada dele foi diferente — mais funda, mais dolorosa, mais gloriosa — e ela gritou no travesseiro enquanto ele comia ela sem piedade, as mãos dele nos quadris dela, as unhas deixando marcas que durariam dias. "Tão apertada", grunhiu Luis, a voz dele irreconhecível. "Porra, tão perfeita. Nosso brinquedo. Nossa putinha virgem." "Isso!" ela gritou, o rosto pressionado contra o colchão, o prazer e a dor indistinguíveis. "De vocês! Só de vocês!" O orgasmo do Luis veio com uma série de estocadas selvagens que fizeram ela ver estrelas, que a levaram à beira da inconsciência. Quando ele se retirou, ela ficou ofegante, tremendo, o corpo coberto de suor e marcas de dedos. Mas não tinha acabado. Marco a pegou por último, virando ela de novo, olhando nos olhos dela enquanto se posicionava. "Quer mais?" perguntou, embora já soubesse a resposta. "Tudo," ela sussurrou, com a voz rouca. "Me dá tudo. Não para. Nunca para." Marco empurrou com uma força que fez ela deslizar para cima na cama, e então começou a se mover com um ritmo que não tinha piedade, que não dava trégua. Ele comeu ela como posse, como direito, como se o corpo dela tivesse sido criado especificamente pra ele e pros amigos dele.
Os outros dois se recuperaram o suficiente pra se juntar, as mãos deles encontrando os peitos dela, a boca, o cabelo. Estavam por cima dela, em volta dela, dentro dela, e ela se perdeu na sensação de ser completamente consumida, de ser o receptáculo de todo o desejo deles. "Vamos te encher," prometeu Marco, as estocadas ficando erráticas, desesperadas. "De novo e de novo. Até você não aguentar mais. Até você ser só nosso brinquedo, nossa putinha, nossa..." "Sim!" ela gritou, e o próprio orgasmo finalmente chegou, uma explosão que começou onde Marco a preenchia e se espalhou pelo corpo todo, se contraindo em volta dele, sugando ele, reivindicando ele. Marco rugiu a liberação dele, e então Kevin estava de novo, e Luis, pegando ela mais uma vez, duas vezes, até ela perder a conta, até o corpo dela ser só um receptáculo de porra e desejo, até ela não saber onde terminava e onde eles começavam. Quando finalmente acabou, Daniella estava deitada no centro da cama, incapaz de se mexer, o corpo coberto por eles, marcado por eles, cheio deles. Os três caras a rodeavam, tocando ela com uma ternura que contrastava com a violência de momentos antes, admirando o trabalho deles, a posse deles. "Como você tá se sentindo?" perguntou Marco, a mão acariciando a barriga lisa dela. Daniella abriu os olhos, olhando pro teto, sentindo a dor persistente lá dentro, a sensação de estar completamente usada, completamente possuída. "Completa," respondeu, e o sorriso que os quatro compartilharam foi de cumplicidade total. "Pela primeira vez... completa." Desde aquela noite, o Clube de Anime se transformou em algo mais. Toda semana, ela chegava com algo novo — uma roupa, um jogo, uma fantasia — e toda semana, eles a pegavam, a usavam, a possuíam com a mesma violência, a mesma necessidade. Daniella tinha encontrado o propósito dela. Não era mais a nerd invisível. Era o desejo personificado. E eles eram os donos dela, os adoradores dela, os amantes dela. Juntos, tinham criado algo perfeito.
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