Faz tempo que não escrevo, já umas semanas. Na real, os relatos que venho escrevendo aconteceram há meses, até anos, mas conforme vou me animando, vou contando aquelas experiências que acho que podem ser interessantes pra comunidade.
Dessa vez, trago uma experiência com um garoto novo que foi bem boa, mas enquanto escrevia, o texto escapou do controle e acabei fazendo um relato bem longo, não sei se vai agradar. Mas mesmo assim, vejam como um exercício de leitura hahaha.
Começa assim:
Normalmente, os encontros que tive pelo Grindr foram com pessoas mais ou menos da minha idade. Tenho uns 30 anos e quase sempre fiquei com gente da minha faixa, talvez uns cinco anos pra mais ou cinco pra menos. Uma vez fiquei com um cara de 40, relato que contei pra vocês há um tempo. Mas mais novos que isso, nunca; acho que pra evitar problemas ou situações chatas.
Dessa vez, encontrei um perfil no Grindr que dizia ter 18 anos. Esse tipo de perfil sempre me dá desconfiança porque muita gente mente sobre a idade e, cês sabem, isso pode trazer problemas bem sérios, até legais. Mas esse garoto tinha o Instagram dele linkado no perfil do Grindr. Dando uma olhada, vi fotos da formatura do colégio dele de uns ano e meio atrás, então, fazendo as contas, batia com a idade que ele dizia ter. Por esse lado, fiquei tranquilo.
Começamos a conversar e, na real, o papo foi bem seco, nada fora do comum. O típico "como cê tá?" e "beleza?". Naquela noite, umas onze, eu tava voltando de tomar uns drinks com uns amigos. Além disso, tinha ficado antes com uma mina muito gostosa, uma mina bem yummy. Até tinha gozado, então já tava bem relaxado. Cheguei em casa, tomei um banho e fui dar uma olhada no aplicativo quando retomei o papo com esse garoto.
Ele me perguntou qual era meu papel e eu respondi que era passivo. Ele disse que era ativo. O normal. Depois me mandou uma foto do pau dele e aí pude ver que tinha uns quinze centímetros, grosso, mas nada desproporcional; bem normal. Parecia limpo, saudável e sem nada estranho, que é sempre algo que a gente repara. Embora, claro, sempre fica a dúvida se as fotos são falsas.
Depois me enviou uma foto do rosto dele e pediu pra eu fazer o mesmo. Eu, sinceramente, sempre fico bem desconfiado com isso. Se alguém me reconhece, prefiro cortar tudo e pronto. Embora, claro, qualquer um poderia tirar uma foto com outro celular, mas não é esse o ponto. Mandei uma foto efêmera do meu rosto no começo.
No final, mandei uma foto das que já tinha guardadas, onde aparecia minha bunda, minhas costas e minha silhueta. Tenho um corpo bem esbelto: boas costas, boas pernas e um bom abdômen. Não sou super definido, mas já me falaram várias vezes que tenho um corpo bonito e, principalmente, uma bunda gostosa.
A parada com esse cara era que no aplicativo aparecia que ele estava bem perto, uns 600 metros, que por aqui dá umas cinco quadras, no máximo. E, bom, meu bairro tem um monte de ruas, becos e vielas secundárias. É uma área que foi povoada não faz muito tempo, principalmente na parte de trás da minha casa. Então pensei que podia ser alguém discreto e que não teria problema.
Antes disso, ele me perguntou o que a gente ia fazer, e eu falei que, se ele quisesse, a gente podia transar um pouco. Sugeri que ele viesse na minha casa pra gente se ver aqui, mas também perguntei se ele tinha lugar. Aí ele me mandou uma foto de onde morava. A verdade é que era um apartamento pequeno, bem modesto. Um pouco rústico, mas arrumado. Aí ele falou que era melhor eu ir.
Eu fiquei com um pouco de medo porque normalmente ando de moto e não gosto de deixar ela do lado de fora. Então perguntei se ele tinha garagem e ele disse que sim, que dava pra colocar a moto dentro de casa. Me explicou que alugava lá e que tinha mais quartos; era tipo uma vila.
Também perguntei se ele Perguntei se o lugar era discreto e ele respondeu: "Você entra como se fosse um amigo e pronto, tudo tranquilo". Ainda disse que, lá dentro, não se ouvia nada. Mas, como também não sou de gritar, isso não me preocupava muito.
Depois perguntei se ele tinha camisinha e ele disse que não. Por sorte, eu tinha um par guardado. Então pedi uns quinze minutos.
Cheguei no local que ele me passou. Tava de bermuda, chinelo e camiseta. O problema é que começou a chuviscar e, quando cheguei, mandei mensagem, mas o cara não respondia.
A parada é que já tava quase indo embora quando ele escreveu: "É você da moto preta?". E eu respondi: "Sim, mas não tem ninguém. Me fez vir à toa". Aí ele disse: "Volta, eu tava saindo agora".
Voltei e vi ele espiando por um portão grande. Ele abriu, eu entrei com a moto e tranquei o portão com cadeado. Assim que entrei, ele me cumprimentou como se fosse um amigo de longa data, obviamente pra não levantar suspeitas. Eu entrei na onda e falei:
— E aí, brother? Como é que cê tá?
E ele respondeu:
— E aí, mô? Beleza?
— Tudo certo. Ei, a moto fica segura mesmo, né?
— Fica sim, fica. Você disse que tava com medo de roubarem.
Nós dois sabíamos perfeitamente que aquela encenação de nos conhecermos era pra disfarçar pros outros.
Depois ele falou:
— Vamos, vamos. Anda que tenho que sair.
E eu acompanhei o ritmo enquanto entrávamos rápido no quarto, meio que disfarçando tudo.
Como eu disse, o quarto era bem simples, mas arrumado. Meio escuro também.
Deixei minhas coisas numa mesa que tinha e sentei na cama.
E aqui vem a parte interessante.
Já sei que vocês tão esperando a parte sexual. Aqui vai:
Enquanto ele foi um tempinho no banheiro — acho que lavar o rosto ou algo assim —, percebi que ele parecia já estar de saída. Acho que ele desconfiava que eu realmente fosse aparecer, porque ainda tava calça, sapatos e tudo vestido.
Aí perguntei pra ele:
—O que rolou? Já ia embora?
E ele respondeu:
—Sim, tava saindo agora. Achei que você não vinha.
—Não, já cheguei — falei.
Aí ele soltou uma parada que me deu uma mistura de risada com ternura:
—Cara, a real é que eu nunca fiz isso antes.
E eu fiquei tipo: “Ah, putz, e agora como é que eu ajudo?”. Porque, mesmo não sendo nenhum expert, a gente já conhece uns protocolos nessas situações e sabe mais ou menos o que esperar.
Aí perguntei:
—Bom, você falou que é ativo, né?
—Sim — ele respondeu.
—Mas, tipo, você é gay ou bi? Qual é a sua?
E ele disse:
—Não, eu levo uma vida hétero, mas sempre quis saber qual é a sensação de ficar com um cara.
E eu respondi:
—Ah… então, é quase igual a ficar com uma mulher, mas bom, você vai ter que ver o que sente.
E aí veio a parte interessante. Porque geralmente eu, como passivo, sempre fui meio dominado. A gente costuma ser mais complacente; se mandam “fica de quatro”, você fica de quatro; se enfiam a pica na sua boca, você chupa; se falam “deita” ou “põe as pernas pro alto”, você faz.
Mas dessa vez foi diferente.
Falei pra ele:
—Tira a roupa. Senta ali… deita.
E ele simplesmente obedeceu. Tipo, praticamente eu ia ser comido por aquele cara, mas ao mesmo tempo ia ser eu quem comandava tudo.
Chupei a pica dele uns dez minutos, porque eu adoro chupar pica quando não tão empurrando minha cabeça nem fazendo eu engasgar. Gosto de chupar, lamber e saborear no meu ritmo.
O cara só ficava respirando e falando:
—Ai, sim… ai, sim… ai, sim…
Num momento, levantei um pouco e perguntei:
—Tá gostando?
E ele respondeu:
—Sim… é gostoso pra caralho. Você chupa até melhor que as mulheres.
Falei:
—Valeu. É uma parada bem comum entre os caras, hahaha, você vai sacar com o tempo.
E continuei chupando a pica dele igual um desesperado, igual um bicho no cio. Às vezes rápido, às vezes devagar. Lambia de cima a baixo, chupava as bolas, eu passava a língua por debaixo dos ovos dele. O cara tava completamente limpo e cheiroso; não tinha cheiro ruim nenhum.
Eu continuava tentando enfiar aquela pica toda na boca, mas não conseguia. Eu mesmo provocava meus ânsias de vômito de tanto querer engolir ela toda. E continuava mamando a pica dele, chupando sem parar.
Claro que eu entendia que ele ia deixar eu continuar chupando se eu não falasse nada, mas pra mim isso era até melhor porque eu adoro ficar um tempão ali.
A única coisa que perguntei foi:
— Ei, você vai gozar assim? Porque eu não queria que você gozasse na minha boca.
E ele respondeu:
— Não, fica tranquilo. Eu não gozo com sexo oral.
Aí eu falei:
— Ok, então sem problema.
E continuei chupando a pica dele. A cabeça era muito bonita, lisinha. Tava uma delícia. Eu seguia chupando e chupando.
Pra provocar um pouco mais de tesão, eu me ajoelhei do lado dele, deixando minha bunda perto do ombro dele. Aquela pica continuava dura e eu enfiava ela na boca, só parando de vez em quando pra respirar.
De repente, sinto que esse menino entra em ação e começa a acariciar minha bunda, a tocar minhas pernas e minhas costas enquanto eu continuava mamando a pica dele.
Nisso, percebo que ele pega na minha perna e tenta me colocar em cima dele, praticamente colocando minha bunda na cara dele, como se quisesse fazer um 69.
Aí eu só me deixei levar. Me acomodei em cima dele e acabei colocando a bunda diretamente na cara dele enquanto continuava mamando a pica.
Nessa altura, eu já tinha a pica dele toda babada, embora nunca tenha gostado muito de fazer tudo muito melado. Sempre acabo engolindo a saliva de vez em quando pra continuar chupando confortável.
De repente, sinto que ele começa a pegar na minha pica. Começou a me masturbar um pouco e, sinceramente, eu deixei. Tem um detalhe curioso comigo: quando enfiam a pica em mim, quando me comem, quase nunca fico duro. Óbvio que eu curto pra caralho, adoro ser comido, mas a pica raramente sobe. Fica dura. Por isso também é muito difícil eu gozar; só aconteceu umas poucas vezes.
Então, enquanto ele continuava segurando minha rola e me masturbando, meu pau começou a reagir e ficou duro. Isso até me pareceu estranho.
Mas beleza, só me deixei levar porque era gostoso demais.
Aí o cara pegou minha rola, puxou pra perto dele e começou a chupar. Nessa hora eu fiquei tipo: “Espera… não era pra ser ativo?”. Mas não falei nada. Achei que era só mais um daqueles caras ativos que também curtem chupar rola. Nada demais. Mas no fundo era um passivo disfarçado kkkkk.
Ele começou a me chupar enquanto eu continuava chupando a rola dele, então no fim a gente acabou fazendo um 69.
O cara mamou minha rola por uns um ou dois minutos, até que de repente fez exatamente o que eu queria: segurou minhas nádegas e começou a enfiar um dedinho devagar no meu cu enquanto lambia.
Primeiro ele só roçava, brincando com o dedo em volta do buraco, enfiando um pouco e tirando de novo. Me estimulava devagar enquanto continuava me chupando e lambendo.
E de repente sinto ele puxar meu quadril ainda mais pra perto do rosto dele.
Aí eu sentei de vez em cima dele, me acomodando mais pra trás, e o cara começou a lamber meu cu.
Óbvio que eu tava completamente limpo; como sempre. E o cara começou a chupar e lamber como se tivesse comendo uma buceta.
Eu, ainda mais excitado, continuei chupando a rola dele. Aquela rola era deliciosa demais.
E a gente ficou uns cinco minutos naquela posição. Nessa altura, eu já tinha deixado aquela rola brilhando de tanto chupar.
Bom, a questão é que o cara começou a morder minha bunda enquanto eu tava em cima dele, e eu continuei chupando a rola dele. Sinceramente, podia ter ficado ali horas, mas já tava muito excitado e queria que ele metesse.
Então simplesmente saí de cima, fiquei de pé e falei:
— Vem.
Puxei ele pela mão e coloquei do meu lado. enquanto pegava a camisinha. Eu simplesmente me coloquei de quatro na cama, esfregando um pouco a bunda pra garantir que estivesse bem lubrificada com toda a saliva dele.
Não falei “mete em mim” nem “me come”. Só me pus de quatro na frente dele. Ele estava em pé na beira da cama e eu ali, feito uma puta, com a cabeça inclinada no travesseiro e os braços esticados, como quem diz “quero ver o que você faz com essa bunda”.
Então ele pegou a pica e começou a roçar no meu cu. Ainda não tinha metido e, verdade, também não teria deixado porque ele ainda não tinha colocado a camisinha. Mas dava pra ver que ele tava nervoso; talvez já tivesse transado com mulheres antes ou até com algum homem, mas ainda assim sentia que ele tinha dificuldade de se soltar.
Começou a roçar a pica na minha bunda, devagar, uma vez e outra. E num momento, quando eu recuei um pouco, parei de sentir ele atrás de mim. Pensei que até tinha ido embora.
Mas de repente percebo que o cara tinha se ajoelhado. Agarrou minhas nádegas com as duas mãos, abriu elas e começou a chupar meu cu enquanto eu ainda tava de quatro.
E eu pensei: “Esse menino é foda pra caralho”.
Então ele começou a chupar meu cu, a passar a língua e a enfiar o máximo que podia. Eu já tava completamente dilatado; parecia que ele tava me comendo com a língua. Era gostoso demais.
O cara começou a lamber de cima a baixo enquanto eu só suspirava de prazer. Ele ficou assim pelo menos uns dois minutos, chupando meu cu sem parar.
Aí lembrei da camisinha, peguei, passei pra ele e falei:
— Coloca.
Ele não disse nada; só pegou e colocou.
Depois tentou enfiar a pontinha.
Tentou entrar, mas tava apontando errado e empurrava mais ao redor do que no buraco. Então eu mesmo peguei a pica dele com a mão e fui encaixando a cabeça devagar na entrada. Mesmo já dilatado, sentia que podia doer.
Tirei por um momento, cuspi na minha mão e Botei mais saliva no meu cu. Também passei um pouco na cabeça da pica e ele tentou de novo.
Dessa vez ele simplesmente ficou parado. Não tentou mais enfiar de uma vez. Então fui eu que comecei a recuar devagar, sentindo aquela pica me abrindo aos poucos.
A verdade é que era bem grande. Umas seis polegadas de grossura, fácil. O cara segurava minha cintura com força, mas continuava imóvel.
De repente, enquanto eu ia recuando lentamente, esse menino também começou a empurrar suave pra frente. Até que, de uma hora pra outra, senti ele enfiar a pica toda em mim, toda quente e completamente lisinha.
Aí eu só empurrei ele um pouco pra trás e falei:
—Fica aí… um tempinho.
Porque ele, por nervosismo ou por ser novato, parecia querer se mexer demais e até quase tirou ela toda. Então segurei as pernas dele e repeti:
—Não, fica aí um momento.
E ficamos parados uns segundos, sentindo a pica se acomodar dentro de mim.
Depois começamos a nos mover devagar. A gente se afastava e se aproximava lentamente. Eu sentia toda aquela dureza saindo quase por completo e, bem antes da ponta escapar, a gente se juntava de novo pra ela me enterrar outra vez.
E assim ficamos umas vinte ou trinta vezes, fácil. Era gostoso demais.
Mas nessa altura eu já esperava que o garoto tomasse mais iniciativa. Embora, sinceramente, eu também tava curtindo muito o momento.
Então me inclinei um pouco pra frente, tirei a pica e falei:
—Agora vou te ensinar como se faz.
Deitei ele e montei em cima. Eu realmente não gosto muito de contato visual durante sexo com homens, então virei de costas pra ele. Fiquei na ponta dos pés, com os pés de cada lado do quadril dele, e comecei a descer e subir, descer e subir.
Em poucos segundos já tava quicando em cima daquela pica. O cara tinha as mãos grudadas no meu cu. enquanto eu continuava me movendo. Era incrível.
A pica tinha uma grossura excelente, um bom comprimento também. Mas o mais gostoso era que entrava completamente dura e a curva que tinha massageava todo o interior do meu cu.
Enquanto eu continuava quicando e quicando, chegou uma hora que minhas pernas cansaram. Aí simplesmente me deixei cair completamente sobre ele, sentei e comecei a me mexer em círculos com a pica enfiada. Obviamente já não estava enterrando tão fundo, mas ainda assim sentia delicioso como a pica roçava por dentro enquanto eu descansava um pouco.
Nessa hora o menino não falava muito. Só tinha uma cara de tesão que deixava bem claro que ele também estava curtindo.
Aí perguntei pra ele:
— O que foi? Tá gostando mesmo?
E ele me respondeu que sim, enquanto dizia:
— Uf, gostoso demais… você tem um cu bem gostoso, é todo branquinho.
E do nada ele fala:
— Ei, será que eu posso chupar ela de novo?
Na verdade me pegou um pouco de surpresa e eu falei:
— Claro… eu fico de quatro de novo ou você quer continuar assim? Quer chupar meu cu de novo ou o quê?
E ele respondeu:
— Não, você não entendeu. Eu quero chupar sua pica.
Aí sim fiquei meio surpreso e até dei uma risada porque, naquela altura, já tinha outra imagem dele.
Então falei, meio zuando:
— Mas… e não era que você era ativo? Além disso, se a gente parar de transar, capaz dela dormir de novo.
E ele respondeu:
— Não me importa.
Como já tinha um pouco mais de intimidade, falei:
— Mas fala a verdade… não é que você já deu o cu?
Obviamente falei brincando, não pra zoar.
E ele respondeu:
— Na verdade, acho que um dia vou deixar um homem me comer… mas ainda não.
Aí percebi que ele ainda tinha aquela ideia de que, enquanto ele fosse o que dá pica, continuava sendo completamente “hétero” ou algo assim. Como se ainda protegesse muito essa imagem masculina.
Então ele falou:
— Não, agora eu confiei mesmo contigo.
E eu respondi:
—Beleza, então já estamos aqui. É só aproveitar.
Aí perguntei:
—Como você quer que eu fique? De joelhos ou deitado?
E ele disse:
—Fica de pé. Eu sento na cama e chupo você assim.
—Ok, sem problema — respondi.
A verdade é que também serviu pra dar uma descansada no cu.
Então fiquei de pé e o cara começou a chupar minha pica. Chupava e chupava enquanto me segurava pelas pernas. Sinceramente, não chupava tão bem. Dava pra ver que era novato porque às vezes raspava com os dentes. Era igual quando uma mina ainda não sabe direito como fazer.
Mas beleza, também entendia que era a primeira vez dele fazendo sexo oral num homem. E, sendo sincero, em quase todos meus encontros eu sempre tinha sido o passivo, o que chupava. Então dessa vez simplesmente deixei o garoto se satisfazer.
Depois de um tempo, ele tirou a pica da boca fazendo aquele som molhado e respirou fundo.
Aí ele disse:
—Você tem uma pica bonita.
A verdade é que minha pica não é grande; tem uns catorze centímetros, talvez um pouco abaixo da média. Mas tem uma estética bonita: é branca, com a cabeça rosada, uma leve curva pra cima quase imperceptível e bem lisinha. Sempre foi algo que as minas gostam, e suponho que nesse nível também chamou a atenção dele.
Então, depois de terminar de chupar, ele me olhou e disse:
—Agora sim... vamos continuar.
E eu respondi:
—Claro.
Nesse momento já me sentia muito mais dominante, então falei:
—Vai lá, enxágua a pica porque já deve estar com cheiro de látex e além disso a camisinha já tá caindo.
O cara queria continuar com a mesma camisinha meio frouxa, e eu disse:
—Não, tem que usar outra. Mas vai lá, lava a pica, que daqui a pouco vou chupar você de novo.
E o cara, todo obediente, foi pro banheiro. Aí, como já tinha muito mais intimidade entre nós, fui atrás dele. Ele tava na pia se lavando e passando sabão quando eu simplesmente peguei o sabão dele a mão e comecei a lavar eu mesmo a pica e os ovos dele, como se estivesse masturbando ele. Ensaboei a pica, peguei nas bolas e fiquei esfregando tudo devagar enquanto ele só se deixava fazer. Aí eu falei: — Pronto, já deu. Vamos. Saímos do banheiro e eu disse: — Ok, parceiro, agora sim vou te chupar de joelhos. Você fica de pé. Antes, quando ele me chupou, estava sentado e era meio desconfortável porque ele tinha que se abaixar. Então eu me acomodei bem. Peguei uma almofada que achei por ali, coloquei no chão e me ajoelhei na frente dele. E comecei a mamar a pica dele de novo. Aí sim, completamente submisso, até olhando nos olhos dele enquanto chupava. E o cara só nesse momento começou a segurar minha cabeça e empurrar um pouco pra dentro da pica dele. Mas eu continuei no meu ritmo. Chupei ele passando a língua das bolas até em cima de novo. Aquela pica começou a ficar dura de novo. Dura, dura, dura. Eu continuei chupando, mas dessa vez foram só uns dois ou três minutos porque também não deixava ele me empurrar demais. Segurava a pica dele pela base e controlava o movimento pra ele não forçar tanto. Enquanto isso, também acariciava as nádegas dele, que eram completamente lisas. Aí, depois que já tinha deixado a pica do amigo dura de novo depois de chupar, peguei a outra camisinha, que já era a última que tinha, e coloquei eu mesmo. Aproveitando que ele ainda estava de pé, fui direto pra cama e fiquei de quatro na frente dele, mostrando a bunda completamente aberta. Não falei “mete em mim”; só peguei na pica dele e fui encaixando no meu cu enquanto me movia um pouco pra trás. Ele já entendeu perfeitamente o que tinha que fazer, então também começou a empurrar devagar. Aí voltamos ao que estávamos fazendo antes: nos aproximávamos e nos afastávamos devagar. Mas, sinceramente, mesmo que no início estivesse bom, eu já queria que o cara tomasse mais iniciativa e começasse a Mexer de verdade. Eu já tava completamente dilatada, molhada e relaxada depois de tudo que a gente tinha feito.
Aí tive que falar pra ele:
— Vai mais rápido.
E o cara começou a meter mais rápido, mas ainda não tava metendo forte. Eu sentia ele entrando, mas não tava enfiando com força.
Então falei igual uma puta:
— Mete mais forte… vai… mais forte.
Sinceramente, não sou muito de falar assim durante o sexo, mas tive que fazer isso pro cara se animar e entender o que eu queria.
E aí ele reagiu.
Começou a meter rápido e forte de verdade. Empurrando e empurrando até o ponto que pensei: “puta, onde fui me meter?”. Porque o cara não era enorme, mas tinha um tamanho bem considerável.
Aí ele começou a meter com força e eu acabei enterrando a cara no travesseiro enquanto segurava os lençóis porque sentia que ele tava me comendo como se fosse um tambor em festa.
Nisso, vejo o cara subir na cama e começar a meter de cima, praticamente montado em mim. Já não tava mais de pé; tava em cima de mim e a pica dele entrava quase na vertical no meu cu.
E aí senti um prazer incrível porque muito pouca gente tinha me comido assim.
Naquele momento percebi que o cara sabia comer sim; só precisava ser estimulado um pouco.
Então ele começou a me agarrar pelas cadeiras enquanto se aproximava e empurrava. Às vezes até me dava beijinhos no pescoço. Bem carinhoso, pra ser sincera.
Quando colava completamente nas minhas costas, acariciava minhas cadeiras enquanto continuava metendo. E aí senti como ele começou a me comer cada vez com mais ritmo.
Depois desceu da cama de novo e me deixou de quatro, abrindo mais minhas pernas enquanto me puxava pelas cadeiras na direção dele. O cara já tava me comendo de verdade.
Eu, sinceramente, tava aguentando feliz.
Aí ele continuou enfiando a pica por um bom tempo. Num momento, me deitou completamente de barriga pra baixo e começou a meter enquanto ele tava ajoelhado atrás de mim. Aí sentia ele enfiar só uma parte. da cock, mas que gostoso que era. Ele começou a beijar meu pescoço e acariciar minhas costas enquanto enfiava a cock toda e ficava lá dentro uns segundos.
E tinha horas que eu sentia que já tinha chegado no fundo, mas de repente parecia que ainda entrava mais. Não sei de onde aquele homem tirava mais cock, mas eu sentia que, bem quando o quadril dele encostava na minha bunda, ele ainda conseguia ir mais fundo.
Depois ele começou a me comer num ritmo mais devagar, mas forte. Aí levantou de novo, me segurou pelos quadris e me colocou de quatro pra continuar me comendo uma vez atrás da outra.
E eu simplesmente tava no paraíso, me segurando onde dava: no travesseiro, nos lençóis...
O cara tava tão excitado que, de repente, parou de meter a cock e desceu de novo pra chupar meu cu. Passava a língua por todo lado enquanto eu continuava completamente relaxado.
Depois ele chupou dois dedos e enfiou no meu cu enquanto me masturbava um pouco. Sinceramente, não curti tanto porque prefiro a cock do que os dedos, mas também não falei nada e só me deixei levar. Aí ele pegou a cock de novo e começou a meter com tudo, bem forte e bem rápido. Dava pra ver que ele já queria gozar. E foi aí que ele começou a me comer igual um bicho.
Depois de um tempo, ele tirou de novo pra continuar chupando meu cu e enfiando a língua outra vez. Honestamente, se tivesse uma câmera gravando por trás, aquilo parecia porno hardcore.
O cara lambia meu cu igual um louco e depois voltava a meter a cock por vários minutos, completamente sem controle. E repetiu isso umas três ou quatro vezes.
De repente, o menino tirou a cock, mas não porque tinha gozado, e sim porque já tava exausto. E era compreensível, porque ele tinha me dado cock por quase meia hora, fácil.
Além disso, ele variava o tempo todo. Às vezes metia rapidão por uns minutos; aí tirava, chupava meu cu e depois voltava a meter, dessa vez devagar mas com força. Outra umas vezes ele tirava, outras vezes chupava minha bunda. Ia alternando entre ritmos, chupadas de cu e metidas enquanto eu continuava ali, de quatro como uma puta, completamente aberta de pernas.
Às vezes eu juntava as pernas, outras abria mais. Ele se aproximava pra me dar beijinhos, empurrava minhas costas pra me virar de barriga pra cima e depois me pegava de novo pela cintura pra me colocar de quatro outra vez.
Aí percebi que ele cansou e, como sabia que não tinha terminado, perguntei:
— O que foi? Já acabou?
E ele respondeu:
— Não… não consigo gozar.
Então falei:
— Como assim? O que houve? Por que você não goza?
E ele só dizia:
— Não sei…
Perguntei:
— Você tava bebendo ou algo assim?
— Não… simplesmente não consigo gozar.
Aí eu falei:
— Bom, e você não quer mais continuar ou o quê?
E ele respondeu na hora:
— Não, quero… sim, posso continuar se você quiser.
E eu disse:
— Claro que quero. Eu posso continuar.
A verdade é que eu queria mesmo continuar porque tava adorando.
Então falei:
— Descansa um pouco. Vou no banheiro.
Fui no banheiro, mijei e, de quebra, aproveitei pra dar uma olhada na minha bunda pra ver como tava. Me limpei um pouco, passei um paninho e conferi se tava tudo certo. Não tinha sangue, nada estranho e por fora também não sentia dor.
Então pensei: “Podemos continuar de boa”.
Aí me lavei um pouco e voltei.
O cara continuava deitado na cama, batendo uma devagar na rola, mas já tava meio broxando. E aí lembrei que não tínhamos mais camisinhas, então se a rola dele dormisse de vez, a foda acabava ali.
Então não deixei cair. Cheguei rápido, peguei a rola dele e comecei a masturbar ele de novo. Mas senti que com a mão ele não reagia igual.
E aí pensei: “Não vou botar na boca depois de ter enfiado tanto tempo no meu cu”. Não porque tivesse cheiro ruim nem nada, porque sinceramente tava limpo, mas simplesmente preferi não fazer.
Então continuei batendo uma pra ele e falei:
— Vem, levanta.
E me coloquei de novo De quatro na frente dele, segurando a pica dele com a mão e batendo uma pra ele mesmo.
E funcionou que foi uma maravilha.
O cara, me vendo de novo de quatro enquanto eu masturbava a pica dele, começou a ficar duro de novo.
Aí, aproveitando pra não deixar ele broxar de novo, falei:
—Deita. Vou montar em você de novo.
E dessa vez montei de frente pra ele.
Sinceramente, de lá de cima aquela pica parecia impressionante. Então comecei a subir e descer, subir e descer, enquanto ele me segurava pelas pernas e pelas mãos.
Enquanto eu continuava quicando em cima dele, começamos a conversar um pouco. Nisso ele perguntou:
—Será que a gente pode transar outro dia?
E eu respondi:
—Pode ser… desde que você seja discreto.
Aí ele falou:
—Fica tranquilo. Se te ver em algum lugar, age como se não te conhecesse.
E eu respondi:
—Beleza, você faz o mesmo comigo.
E ele riu e disse:
—Claro, pode deixar.
E enquanto a gente continuava conversando, eu seguia quicando naquela pica.
Mas, sinceramente, eu já sabia que ele não ia gozar assim. Além disso, tava meio preocupado porque era a primeira vez que eu ficava com alguém que demorava tanto pra gozar.
Então, depois de um tempo, ele falou:
—Já chega… fica de quatro de novo.
E eu só respondi:
—Sem problema.
Fiquei de quatro de novo, abri as pernas e aí ele meteu de uma vez.
Então começou a bombar de novo, rápido e forte. E eu, pra ajudar, também me movia pra trás igual uma puta desesperada cada vez que ele empurrava.
Sinceramente, aí já tava sentindo um pouco mais de dor, mas não tava nem aí. Queria que o cara ficasse à vontade e aproveitasse.
Aí ele falou:
—Vira. Fica de barriga pra cima.
Queria colocar minhas pernas no ombro dele. Eu realmente não curto muito porque tem muito contato visual, mas naquele ponto já não tava ligando.
Então fiquei de barriga pra cima, com as pernas abertas, e o cara começou a me comer enquanto eu me masturbava ao mesmo tempo. tempo.
Ele me dava uma porrada forte e constante. Não tão rápido quanto quando eu tava de quatro, mas bem forte.
E curiosamente, enquanto eu me masturbava, meu pau começou a endurecer de novo. E parece que isso também excitou ele mais, porque ele começou a meter o pau ainda mais rápido.
Até que, de repente, senti ele apertar meu pau com força, ofegou e ficou completamente parado, meio que tremendo um pouco.
Aí ele falou:
— Já… já gozei.
E eu ri e falei:
— Faz tempo que você não fazia nada, né? Sê sincero.
E ele, rindo também, respondeu:
— É…
Aí ele tirou o pau do meu cu, tirou a camisinha e eu vi que tinha gozado pra caralho.
Depois foi pro banheiro, jogou a camisinha fora e tomou banho. Enquanto isso, eu fiquei lá deitado, exatamente como ele tinha me deixado.
Quando ele saiu, perguntei:
— Posso ficar mais um pouco?
E ele falou:
— Claro, pode.
Aí fui eu também pro banheiro, me limpei um pouco, tomei um banho rápido e lavei bem o cu.
E quando saí, ele ainda tava lá deitado, já bem mais tranquilo, com o pau completamente mole de novo.
Ele sentou na cama todo cansado, coitado. Aí eu simplesmente falei:
— Descansa um pouco. E aí, o que achou da sua primeira vez com um homem?
E ele disse:
— Sinceramente, no começo tava nervoso pra caralho. Não sabia nem o que fazer.
— E no final, o que achou? — insisti.
— Não, foi legal. É sempre assim?
E eu falei:
— Na real, não. Depende muito de quem você tá. Mas enfim, eu sou super tranquilo. Espero que tenha gostado, só isso.
E ele respondeu:
— Não, foi excelente.
Aí eu falei:
— Se um dia a gente se trombar de novo no aplicativo, me avisa e aí quem sabe a gente se vê de novo.
E ele respondeu:
— Claro.
De novo ele pediu pra eu ser discreto e eu falei:
— Não, melhor a gente ser discreto os dois.
Isso me pareceu legal da parte dele porque, sei lá, não sei que vida ele leva nem como lida com isso, mas ele insistia bastante na discrição.
Enquanto a gente continuava conversando, eu comecei a acariciar a perna dele e ele deixava, tranquilo. Aí perguntei:
—Quer ficar duro de novo?
E ele respondeu:
—Sim.
Então comecei a masturbar ele devagar enquanto continuávamos conversando como se nada. Sinceramente, eu achava graça porque parecia um papo super normal enquanto eu tava batendo uma pra ele.
Num momento, sem ele quase perceber, simplesmente desci e comecei a chupar ele de novo, agora bem mais suave e calmo.
Ele continuava deitado enquanto eu chupava ele na boa. De vez em quando parava pra descansar um pouco e seguir conversando.
Aí perguntei:
—Essa moto aí fora é sua?
E ele respondeu:
—É.
—Ah, bonita — falei.
E aí começamos a falar de moto enquanto eu continuava chupando a rola dele.
Depois perguntei:
—E você estudou aqui mesmo nessa cidade?
E ele disse que sim.
A parada é que eu continuava puxando assunto enquanto chupava ele e sentia como, aos poucos, a rola dele ia endurecendo de novo.
Mas a real é que não dava mais pra gente transar porque não tinha mais camisinha e já era tarde pra caralho.
Então só dei um beijinho na cabeça da rola dele e falei:
—Bom, agora vou embora mesmo.
Já tinha passado um tempão ali. Fácil mais de uma hora e meia.
Aí a gente se vestiu, peguei minhas coisas, agarrei meu capacete e perguntei:
—Você sai comigo ou saio sozinho?
E ele respondeu:
—Não, tranquilo, saio com você. Sem problema.
Embora, sinceramente, eu achasse meio suspeito alguém poder ver a gente saindo junto, mas fazer o quê, também não era tão grave.
Então saímos juntos e, já na porta, a gente se despediu.
—A gente se vê — ele falou.
—Ok, tchau.
E cada um foi pro seu lado.
E essa é a história.
A real é que o relato ficou bem longo. Não sei se vou entediar vocês, mas senti que tinha muita coisa pra contar. Além disso, foi a primeira vez que fiquei com um cara tão novo e a experiência acabou sendo muito melhor do que eu esperava.
Espero transar com ele de novo em algum momento. momento.
Se curtiram o conto, comentem, isso me anima a continuar contando minhas putarias aqui kkkk. E desculpa por fazer tão longo, mas sinceramente valia a pena contar.
Se cuidem. Até a próxima.
Dessa vez, trago uma experiência com um garoto novo que foi bem boa, mas enquanto escrevia, o texto escapou do controle e acabei fazendo um relato bem longo, não sei se vai agradar. Mas mesmo assim, vejam como um exercício de leitura hahaha.
Começa assim:
Normalmente, os encontros que tive pelo Grindr foram com pessoas mais ou menos da minha idade. Tenho uns 30 anos e quase sempre fiquei com gente da minha faixa, talvez uns cinco anos pra mais ou cinco pra menos. Uma vez fiquei com um cara de 40, relato que contei pra vocês há um tempo. Mas mais novos que isso, nunca; acho que pra evitar problemas ou situações chatas.
Dessa vez, encontrei um perfil no Grindr que dizia ter 18 anos. Esse tipo de perfil sempre me dá desconfiança porque muita gente mente sobre a idade e, cês sabem, isso pode trazer problemas bem sérios, até legais. Mas esse garoto tinha o Instagram dele linkado no perfil do Grindr. Dando uma olhada, vi fotos da formatura do colégio dele de uns ano e meio atrás, então, fazendo as contas, batia com a idade que ele dizia ter. Por esse lado, fiquei tranquilo.
Começamos a conversar e, na real, o papo foi bem seco, nada fora do comum. O típico "como cê tá?" e "beleza?". Naquela noite, umas onze, eu tava voltando de tomar uns drinks com uns amigos. Além disso, tinha ficado antes com uma mina muito gostosa, uma mina bem yummy. Até tinha gozado, então já tava bem relaxado. Cheguei em casa, tomei um banho e fui dar uma olhada no aplicativo quando retomei o papo com esse garoto.
Ele me perguntou qual era meu papel e eu respondi que era passivo. Ele disse que era ativo. O normal. Depois me mandou uma foto do pau dele e aí pude ver que tinha uns quinze centímetros, grosso, mas nada desproporcional; bem normal. Parecia limpo, saudável e sem nada estranho, que é sempre algo que a gente repara. Embora, claro, sempre fica a dúvida se as fotos são falsas.
Depois me enviou uma foto do rosto dele e pediu pra eu fazer o mesmo. Eu, sinceramente, sempre fico bem desconfiado com isso. Se alguém me reconhece, prefiro cortar tudo e pronto. Embora, claro, qualquer um poderia tirar uma foto com outro celular, mas não é esse o ponto. Mandei uma foto efêmera do meu rosto no começo.
No final, mandei uma foto das que já tinha guardadas, onde aparecia minha bunda, minhas costas e minha silhueta. Tenho um corpo bem esbelto: boas costas, boas pernas e um bom abdômen. Não sou super definido, mas já me falaram várias vezes que tenho um corpo bonito e, principalmente, uma bunda gostosa.
A parada com esse cara era que no aplicativo aparecia que ele estava bem perto, uns 600 metros, que por aqui dá umas cinco quadras, no máximo. E, bom, meu bairro tem um monte de ruas, becos e vielas secundárias. É uma área que foi povoada não faz muito tempo, principalmente na parte de trás da minha casa. Então pensei que podia ser alguém discreto e que não teria problema.
Antes disso, ele me perguntou o que a gente ia fazer, e eu falei que, se ele quisesse, a gente podia transar um pouco. Sugeri que ele viesse na minha casa pra gente se ver aqui, mas também perguntei se ele tinha lugar. Aí ele me mandou uma foto de onde morava. A verdade é que era um apartamento pequeno, bem modesto. Um pouco rústico, mas arrumado. Aí ele falou que era melhor eu ir.
Eu fiquei com um pouco de medo porque normalmente ando de moto e não gosto de deixar ela do lado de fora. Então perguntei se ele tinha garagem e ele disse que sim, que dava pra colocar a moto dentro de casa. Me explicou que alugava lá e que tinha mais quartos; era tipo uma vila.
Também perguntei se ele Perguntei se o lugar era discreto e ele respondeu: "Você entra como se fosse um amigo e pronto, tudo tranquilo". Ainda disse que, lá dentro, não se ouvia nada. Mas, como também não sou de gritar, isso não me preocupava muito.
Depois perguntei se ele tinha camisinha e ele disse que não. Por sorte, eu tinha um par guardado. Então pedi uns quinze minutos.
Cheguei no local que ele me passou. Tava de bermuda, chinelo e camiseta. O problema é que começou a chuviscar e, quando cheguei, mandei mensagem, mas o cara não respondia.
A parada é que já tava quase indo embora quando ele escreveu: "É você da moto preta?". E eu respondi: "Sim, mas não tem ninguém. Me fez vir à toa". Aí ele disse: "Volta, eu tava saindo agora".
Voltei e vi ele espiando por um portão grande. Ele abriu, eu entrei com a moto e tranquei o portão com cadeado. Assim que entrei, ele me cumprimentou como se fosse um amigo de longa data, obviamente pra não levantar suspeitas. Eu entrei na onda e falei:
— E aí, brother? Como é que cê tá?
E ele respondeu:
— E aí, mô? Beleza?
— Tudo certo. Ei, a moto fica segura mesmo, né?
— Fica sim, fica. Você disse que tava com medo de roubarem.
Nós dois sabíamos perfeitamente que aquela encenação de nos conhecermos era pra disfarçar pros outros.
Depois ele falou:
— Vamos, vamos. Anda que tenho que sair.
E eu acompanhei o ritmo enquanto entrávamos rápido no quarto, meio que disfarçando tudo.
Como eu disse, o quarto era bem simples, mas arrumado. Meio escuro também.
Deixei minhas coisas numa mesa que tinha e sentei na cama.
E aqui vem a parte interessante.
Já sei que vocês tão esperando a parte sexual. Aqui vai:
Enquanto ele foi um tempinho no banheiro — acho que lavar o rosto ou algo assim —, percebi que ele parecia já estar de saída. Acho que ele desconfiava que eu realmente fosse aparecer, porque ainda tava calça, sapatos e tudo vestido.
Aí perguntei pra ele:
—O que rolou? Já ia embora?
E ele respondeu:
—Sim, tava saindo agora. Achei que você não vinha.
—Não, já cheguei — falei.
Aí ele soltou uma parada que me deu uma mistura de risada com ternura:
—Cara, a real é que eu nunca fiz isso antes.
E eu fiquei tipo: “Ah, putz, e agora como é que eu ajudo?”. Porque, mesmo não sendo nenhum expert, a gente já conhece uns protocolos nessas situações e sabe mais ou menos o que esperar.
Aí perguntei:
—Bom, você falou que é ativo, né?
—Sim — ele respondeu.
—Mas, tipo, você é gay ou bi? Qual é a sua?
E ele disse:
—Não, eu levo uma vida hétero, mas sempre quis saber qual é a sensação de ficar com um cara.
E eu respondi:
—Ah… então, é quase igual a ficar com uma mulher, mas bom, você vai ter que ver o que sente.
E aí veio a parte interessante. Porque geralmente eu, como passivo, sempre fui meio dominado. A gente costuma ser mais complacente; se mandam “fica de quatro”, você fica de quatro; se enfiam a pica na sua boca, você chupa; se falam “deita” ou “põe as pernas pro alto”, você faz.
Mas dessa vez foi diferente.
Falei pra ele:
—Tira a roupa. Senta ali… deita.
E ele simplesmente obedeceu. Tipo, praticamente eu ia ser comido por aquele cara, mas ao mesmo tempo ia ser eu quem comandava tudo.
Chupei a pica dele uns dez minutos, porque eu adoro chupar pica quando não tão empurrando minha cabeça nem fazendo eu engasgar. Gosto de chupar, lamber e saborear no meu ritmo.
O cara só ficava respirando e falando:
—Ai, sim… ai, sim… ai, sim…
Num momento, levantei um pouco e perguntei:
—Tá gostando?
E ele respondeu:
—Sim… é gostoso pra caralho. Você chupa até melhor que as mulheres.
Falei:
—Valeu. É uma parada bem comum entre os caras, hahaha, você vai sacar com o tempo.
E continuei chupando a pica dele igual um desesperado, igual um bicho no cio. Às vezes rápido, às vezes devagar. Lambia de cima a baixo, chupava as bolas, eu passava a língua por debaixo dos ovos dele. O cara tava completamente limpo e cheiroso; não tinha cheiro ruim nenhum.
Eu continuava tentando enfiar aquela pica toda na boca, mas não conseguia. Eu mesmo provocava meus ânsias de vômito de tanto querer engolir ela toda. E continuava mamando a pica dele, chupando sem parar.
Claro que eu entendia que ele ia deixar eu continuar chupando se eu não falasse nada, mas pra mim isso era até melhor porque eu adoro ficar um tempão ali.
A única coisa que perguntei foi:
— Ei, você vai gozar assim? Porque eu não queria que você gozasse na minha boca.
E ele respondeu:
— Não, fica tranquilo. Eu não gozo com sexo oral.
Aí eu falei:
— Ok, então sem problema.
E continuei chupando a pica dele. A cabeça era muito bonita, lisinha. Tava uma delícia. Eu seguia chupando e chupando.
Pra provocar um pouco mais de tesão, eu me ajoelhei do lado dele, deixando minha bunda perto do ombro dele. Aquela pica continuava dura e eu enfiava ela na boca, só parando de vez em quando pra respirar.
De repente, sinto que esse menino entra em ação e começa a acariciar minha bunda, a tocar minhas pernas e minhas costas enquanto eu continuava mamando a pica dele.
Nisso, percebo que ele pega na minha perna e tenta me colocar em cima dele, praticamente colocando minha bunda na cara dele, como se quisesse fazer um 69.
Aí eu só me deixei levar. Me acomodei em cima dele e acabei colocando a bunda diretamente na cara dele enquanto continuava mamando a pica.
Nessa altura, eu já tinha a pica dele toda babada, embora nunca tenha gostado muito de fazer tudo muito melado. Sempre acabo engolindo a saliva de vez em quando pra continuar chupando confortável.
De repente, sinto que ele começa a pegar na minha pica. Começou a me masturbar um pouco e, sinceramente, eu deixei. Tem um detalhe curioso comigo: quando enfiam a pica em mim, quando me comem, quase nunca fico duro. Óbvio que eu curto pra caralho, adoro ser comido, mas a pica raramente sobe. Fica dura. Por isso também é muito difícil eu gozar; só aconteceu umas poucas vezes.
Então, enquanto ele continuava segurando minha rola e me masturbando, meu pau começou a reagir e ficou duro. Isso até me pareceu estranho.
Mas beleza, só me deixei levar porque era gostoso demais.
Aí o cara pegou minha rola, puxou pra perto dele e começou a chupar. Nessa hora eu fiquei tipo: “Espera… não era pra ser ativo?”. Mas não falei nada. Achei que era só mais um daqueles caras ativos que também curtem chupar rola. Nada demais. Mas no fundo era um passivo disfarçado kkkkk.
Ele começou a me chupar enquanto eu continuava chupando a rola dele, então no fim a gente acabou fazendo um 69.
O cara mamou minha rola por uns um ou dois minutos, até que de repente fez exatamente o que eu queria: segurou minhas nádegas e começou a enfiar um dedinho devagar no meu cu enquanto lambia.
Primeiro ele só roçava, brincando com o dedo em volta do buraco, enfiando um pouco e tirando de novo. Me estimulava devagar enquanto continuava me chupando e lambendo.
E de repente sinto ele puxar meu quadril ainda mais pra perto do rosto dele.
Aí eu sentei de vez em cima dele, me acomodando mais pra trás, e o cara começou a lamber meu cu.
Óbvio que eu tava completamente limpo; como sempre. E o cara começou a chupar e lamber como se tivesse comendo uma buceta.
Eu, ainda mais excitado, continuei chupando a rola dele. Aquela rola era deliciosa demais.
E a gente ficou uns cinco minutos naquela posição. Nessa altura, eu já tinha deixado aquela rola brilhando de tanto chupar.
Bom, a questão é que o cara começou a morder minha bunda enquanto eu tava em cima dele, e eu continuei chupando a rola dele. Sinceramente, podia ter ficado ali horas, mas já tava muito excitado e queria que ele metesse.
Então simplesmente saí de cima, fiquei de pé e falei:
— Vem.
Puxei ele pela mão e coloquei do meu lado. enquanto pegava a camisinha. Eu simplesmente me coloquei de quatro na cama, esfregando um pouco a bunda pra garantir que estivesse bem lubrificada com toda a saliva dele.
Não falei “mete em mim” nem “me come”. Só me pus de quatro na frente dele. Ele estava em pé na beira da cama e eu ali, feito uma puta, com a cabeça inclinada no travesseiro e os braços esticados, como quem diz “quero ver o que você faz com essa bunda”.
Então ele pegou a pica e começou a roçar no meu cu. Ainda não tinha metido e, verdade, também não teria deixado porque ele ainda não tinha colocado a camisinha. Mas dava pra ver que ele tava nervoso; talvez já tivesse transado com mulheres antes ou até com algum homem, mas ainda assim sentia que ele tinha dificuldade de se soltar.
Começou a roçar a pica na minha bunda, devagar, uma vez e outra. E num momento, quando eu recuei um pouco, parei de sentir ele atrás de mim. Pensei que até tinha ido embora.
Mas de repente percebo que o cara tinha se ajoelhado. Agarrou minhas nádegas com as duas mãos, abriu elas e começou a chupar meu cu enquanto eu ainda tava de quatro.
E eu pensei: “Esse menino é foda pra caralho”.
Então ele começou a chupar meu cu, a passar a língua e a enfiar o máximo que podia. Eu já tava completamente dilatado; parecia que ele tava me comendo com a língua. Era gostoso demais.
O cara começou a lamber de cima a baixo enquanto eu só suspirava de prazer. Ele ficou assim pelo menos uns dois minutos, chupando meu cu sem parar.
Aí lembrei da camisinha, peguei, passei pra ele e falei:
— Coloca.
Ele não disse nada; só pegou e colocou.
Depois tentou enfiar a pontinha.
Tentou entrar, mas tava apontando errado e empurrava mais ao redor do que no buraco. Então eu mesmo peguei a pica dele com a mão e fui encaixando a cabeça devagar na entrada. Mesmo já dilatado, sentia que podia doer.
Tirei por um momento, cuspi na minha mão e Botei mais saliva no meu cu. Também passei um pouco na cabeça da pica e ele tentou de novo.
Dessa vez ele simplesmente ficou parado. Não tentou mais enfiar de uma vez. Então fui eu que comecei a recuar devagar, sentindo aquela pica me abrindo aos poucos.
A verdade é que era bem grande. Umas seis polegadas de grossura, fácil. O cara segurava minha cintura com força, mas continuava imóvel.
De repente, enquanto eu ia recuando lentamente, esse menino também começou a empurrar suave pra frente. Até que, de uma hora pra outra, senti ele enfiar a pica toda em mim, toda quente e completamente lisinha.
Aí eu só empurrei ele um pouco pra trás e falei:
—Fica aí… um tempinho.
Porque ele, por nervosismo ou por ser novato, parecia querer se mexer demais e até quase tirou ela toda. Então segurei as pernas dele e repeti:
—Não, fica aí um momento.
E ficamos parados uns segundos, sentindo a pica se acomodar dentro de mim.
Depois começamos a nos mover devagar. A gente se afastava e se aproximava lentamente. Eu sentia toda aquela dureza saindo quase por completo e, bem antes da ponta escapar, a gente se juntava de novo pra ela me enterrar outra vez.
E assim ficamos umas vinte ou trinta vezes, fácil. Era gostoso demais.
Mas nessa altura eu já esperava que o garoto tomasse mais iniciativa. Embora, sinceramente, eu também tava curtindo muito o momento.
Então me inclinei um pouco pra frente, tirei a pica e falei:
—Agora vou te ensinar como se faz.
Deitei ele e montei em cima. Eu realmente não gosto muito de contato visual durante sexo com homens, então virei de costas pra ele. Fiquei na ponta dos pés, com os pés de cada lado do quadril dele, e comecei a descer e subir, descer e subir.
Em poucos segundos já tava quicando em cima daquela pica. O cara tinha as mãos grudadas no meu cu. enquanto eu continuava me movendo. Era incrível.
A pica tinha uma grossura excelente, um bom comprimento também. Mas o mais gostoso era que entrava completamente dura e a curva que tinha massageava todo o interior do meu cu.
Enquanto eu continuava quicando e quicando, chegou uma hora que minhas pernas cansaram. Aí simplesmente me deixei cair completamente sobre ele, sentei e comecei a me mexer em círculos com a pica enfiada. Obviamente já não estava enterrando tão fundo, mas ainda assim sentia delicioso como a pica roçava por dentro enquanto eu descansava um pouco.
Nessa hora o menino não falava muito. Só tinha uma cara de tesão que deixava bem claro que ele também estava curtindo.
Aí perguntei pra ele:
— O que foi? Tá gostando mesmo?
E ele me respondeu que sim, enquanto dizia:
— Uf, gostoso demais… você tem um cu bem gostoso, é todo branquinho.
E do nada ele fala:
— Ei, será que eu posso chupar ela de novo?
Na verdade me pegou um pouco de surpresa e eu falei:
— Claro… eu fico de quatro de novo ou você quer continuar assim? Quer chupar meu cu de novo ou o quê?
E ele respondeu:
— Não, você não entendeu. Eu quero chupar sua pica.
Aí sim fiquei meio surpreso e até dei uma risada porque, naquela altura, já tinha outra imagem dele.
Então falei, meio zuando:
— Mas… e não era que você era ativo? Além disso, se a gente parar de transar, capaz dela dormir de novo.
E ele respondeu:
— Não me importa.
Como já tinha um pouco mais de intimidade, falei:
— Mas fala a verdade… não é que você já deu o cu?
Obviamente falei brincando, não pra zoar.
E ele respondeu:
— Na verdade, acho que um dia vou deixar um homem me comer… mas ainda não.
Aí percebi que ele ainda tinha aquela ideia de que, enquanto ele fosse o que dá pica, continuava sendo completamente “hétero” ou algo assim. Como se ainda protegesse muito essa imagem masculina.
Então ele falou:
— Não, agora eu confiei mesmo contigo.
E eu respondi:
—Beleza, então já estamos aqui. É só aproveitar.
Aí perguntei:
—Como você quer que eu fique? De joelhos ou deitado?
E ele disse:
—Fica de pé. Eu sento na cama e chupo você assim.
—Ok, sem problema — respondi.
A verdade é que também serviu pra dar uma descansada no cu.
Então fiquei de pé e o cara começou a chupar minha pica. Chupava e chupava enquanto me segurava pelas pernas. Sinceramente, não chupava tão bem. Dava pra ver que era novato porque às vezes raspava com os dentes. Era igual quando uma mina ainda não sabe direito como fazer.
Mas beleza, também entendia que era a primeira vez dele fazendo sexo oral num homem. E, sendo sincero, em quase todos meus encontros eu sempre tinha sido o passivo, o que chupava. Então dessa vez simplesmente deixei o garoto se satisfazer.
Depois de um tempo, ele tirou a pica da boca fazendo aquele som molhado e respirou fundo.
Aí ele disse:
—Você tem uma pica bonita.
A verdade é que minha pica não é grande; tem uns catorze centímetros, talvez um pouco abaixo da média. Mas tem uma estética bonita: é branca, com a cabeça rosada, uma leve curva pra cima quase imperceptível e bem lisinha. Sempre foi algo que as minas gostam, e suponho que nesse nível também chamou a atenção dele.
Então, depois de terminar de chupar, ele me olhou e disse:
—Agora sim... vamos continuar.
E eu respondi:
—Claro.
Nesse momento já me sentia muito mais dominante, então falei:
—Vai lá, enxágua a pica porque já deve estar com cheiro de látex e além disso a camisinha já tá caindo.
O cara queria continuar com a mesma camisinha meio frouxa, e eu disse:
—Não, tem que usar outra. Mas vai lá, lava a pica, que daqui a pouco vou chupar você de novo.
E o cara, todo obediente, foi pro banheiro. Aí, como já tinha muito mais intimidade entre nós, fui atrás dele. Ele tava na pia se lavando e passando sabão quando eu simplesmente peguei o sabão dele a mão e comecei a lavar eu mesmo a pica e os ovos dele, como se estivesse masturbando ele. Ensaboei a pica, peguei nas bolas e fiquei esfregando tudo devagar enquanto ele só se deixava fazer. Aí eu falei: — Pronto, já deu. Vamos. Saímos do banheiro e eu disse: — Ok, parceiro, agora sim vou te chupar de joelhos. Você fica de pé. Antes, quando ele me chupou, estava sentado e era meio desconfortável porque ele tinha que se abaixar. Então eu me acomodei bem. Peguei uma almofada que achei por ali, coloquei no chão e me ajoelhei na frente dele. E comecei a mamar a pica dele de novo. Aí sim, completamente submisso, até olhando nos olhos dele enquanto chupava. E o cara só nesse momento começou a segurar minha cabeça e empurrar um pouco pra dentro da pica dele. Mas eu continuei no meu ritmo. Chupei ele passando a língua das bolas até em cima de novo. Aquela pica começou a ficar dura de novo. Dura, dura, dura. Eu continuei chupando, mas dessa vez foram só uns dois ou três minutos porque também não deixava ele me empurrar demais. Segurava a pica dele pela base e controlava o movimento pra ele não forçar tanto. Enquanto isso, também acariciava as nádegas dele, que eram completamente lisas. Aí, depois que já tinha deixado a pica do amigo dura de novo depois de chupar, peguei a outra camisinha, que já era a última que tinha, e coloquei eu mesmo. Aproveitando que ele ainda estava de pé, fui direto pra cama e fiquei de quatro na frente dele, mostrando a bunda completamente aberta. Não falei “mete em mim”; só peguei na pica dele e fui encaixando no meu cu enquanto me movia um pouco pra trás. Ele já entendeu perfeitamente o que tinha que fazer, então também começou a empurrar devagar. Aí voltamos ao que estávamos fazendo antes: nos aproximávamos e nos afastávamos devagar. Mas, sinceramente, mesmo que no início estivesse bom, eu já queria que o cara tomasse mais iniciativa e começasse a Mexer de verdade. Eu já tava completamente dilatada, molhada e relaxada depois de tudo que a gente tinha feito.
Aí tive que falar pra ele:
— Vai mais rápido.
E o cara começou a meter mais rápido, mas ainda não tava metendo forte. Eu sentia ele entrando, mas não tava enfiando com força.
Então falei igual uma puta:
— Mete mais forte… vai… mais forte.
Sinceramente, não sou muito de falar assim durante o sexo, mas tive que fazer isso pro cara se animar e entender o que eu queria.
E aí ele reagiu.
Começou a meter rápido e forte de verdade. Empurrando e empurrando até o ponto que pensei: “puta, onde fui me meter?”. Porque o cara não era enorme, mas tinha um tamanho bem considerável.
Aí ele começou a meter com força e eu acabei enterrando a cara no travesseiro enquanto segurava os lençóis porque sentia que ele tava me comendo como se fosse um tambor em festa.
Nisso, vejo o cara subir na cama e começar a meter de cima, praticamente montado em mim. Já não tava mais de pé; tava em cima de mim e a pica dele entrava quase na vertical no meu cu.
E aí senti um prazer incrível porque muito pouca gente tinha me comido assim.
Naquele momento percebi que o cara sabia comer sim; só precisava ser estimulado um pouco.
Então ele começou a me agarrar pelas cadeiras enquanto se aproximava e empurrava. Às vezes até me dava beijinhos no pescoço. Bem carinhoso, pra ser sincera.
Quando colava completamente nas minhas costas, acariciava minhas cadeiras enquanto continuava metendo. E aí senti como ele começou a me comer cada vez com mais ritmo.
Depois desceu da cama de novo e me deixou de quatro, abrindo mais minhas pernas enquanto me puxava pelas cadeiras na direção dele. O cara já tava me comendo de verdade.
Eu, sinceramente, tava aguentando feliz.
Aí ele continuou enfiando a pica por um bom tempo. Num momento, me deitou completamente de barriga pra baixo e começou a meter enquanto ele tava ajoelhado atrás de mim. Aí sentia ele enfiar só uma parte. da cock, mas que gostoso que era. Ele começou a beijar meu pescoço e acariciar minhas costas enquanto enfiava a cock toda e ficava lá dentro uns segundos.
E tinha horas que eu sentia que já tinha chegado no fundo, mas de repente parecia que ainda entrava mais. Não sei de onde aquele homem tirava mais cock, mas eu sentia que, bem quando o quadril dele encostava na minha bunda, ele ainda conseguia ir mais fundo.
Depois ele começou a me comer num ritmo mais devagar, mas forte. Aí levantou de novo, me segurou pelos quadris e me colocou de quatro pra continuar me comendo uma vez atrás da outra.
E eu simplesmente tava no paraíso, me segurando onde dava: no travesseiro, nos lençóis...
O cara tava tão excitado que, de repente, parou de meter a cock e desceu de novo pra chupar meu cu. Passava a língua por todo lado enquanto eu continuava completamente relaxado.
Depois ele chupou dois dedos e enfiou no meu cu enquanto me masturbava um pouco. Sinceramente, não curti tanto porque prefiro a cock do que os dedos, mas também não falei nada e só me deixei levar. Aí ele pegou a cock de novo e começou a meter com tudo, bem forte e bem rápido. Dava pra ver que ele já queria gozar. E foi aí que ele começou a me comer igual um bicho.
Depois de um tempo, ele tirou de novo pra continuar chupando meu cu e enfiando a língua outra vez. Honestamente, se tivesse uma câmera gravando por trás, aquilo parecia porno hardcore.
O cara lambia meu cu igual um louco e depois voltava a meter a cock por vários minutos, completamente sem controle. E repetiu isso umas três ou quatro vezes.
De repente, o menino tirou a cock, mas não porque tinha gozado, e sim porque já tava exausto. E era compreensível, porque ele tinha me dado cock por quase meia hora, fácil.
Além disso, ele variava o tempo todo. Às vezes metia rapidão por uns minutos; aí tirava, chupava meu cu e depois voltava a meter, dessa vez devagar mas com força. Outra umas vezes ele tirava, outras vezes chupava minha bunda. Ia alternando entre ritmos, chupadas de cu e metidas enquanto eu continuava ali, de quatro como uma puta, completamente aberta de pernas.
Às vezes eu juntava as pernas, outras abria mais. Ele se aproximava pra me dar beijinhos, empurrava minhas costas pra me virar de barriga pra cima e depois me pegava de novo pela cintura pra me colocar de quatro outra vez.
Aí percebi que ele cansou e, como sabia que não tinha terminado, perguntei:
— O que foi? Já acabou?
E ele respondeu:
— Não… não consigo gozar.
Então falei:
— Como assim? O que houve? Por que você não goza?
E ele só dizia:
— Não sei…
Perguntei:
— Você tava bebendo ou algo assim?
— Não… simplesmente não consigo gozar.
Aí eu falei:
— Bom, e você não quer mais continuar ou o quê?
E ele respondeu na hora:
— Não, quero… sim, posso continuar se você quiser.
E eu disse:
— Claro que quero. Eu posso continuar.
A verdade é que eu queria mesmo continuar porque tava adorando.
Então falei:
— Descansa um pouco. Vou no banheiro.
Fui no banheiro, mijei e, de quebra, aproveitei pra dar uma olhada na minha bunda pra ver como tava. Me limpei um pouco, passei um paninho e conferi se tava tudo certo. Não tinha sangue, nada estranho e por fora também não sentia dor.
Então pensei: “Podemos continuar de boa”.
Aí me lavei um pouco e voltei.
O cara continuava deitado na cama, batendo uma devagar na rola, mas já tava meio broxando. E aí lembrei que não tínhamos mais camisinhas, então se a rola dele dormisse de vez, a foda acabava ali.
Então não deixei cair. Cheguei rápido, peguei a rola dele e comecei a masturbar ele de novo. Mas senti que com a mão ele não reagia igual.
E aí pensei: “Não vou botar na boca depois de ter enfiado tanto tempo no meu cu”. Não porque tivesse cheiro ruim nem nada, porque sinceramente tava limpo, mas simplesmente preferi não fazer.
Então continuei batendo uma pra ele e falei:
— Vem, levanta.
E me coloquei de novo De quatro na frente dele, segurando a pica dele com a mão e batendo uma pra ele mesmo.
E funcionou que foi uma maravilha.
O cara, me vendo de novo de quatro enquanto eu masturbava a pica dele, começou a ficar duro de novo.
Aí, aproveitando pra não deixar ele broxar de novo, falei:
—Deita. Vou montar em você de novo.
E dessa vez montei de frente pra ele.
Sinceramente, de lá de cima aquela pica parecia impressionante. Então comecei a subir e descer, subir e descer, enquanto ele me segurava pelas pernas e pelas mãos.
Enquanto eu continuava quicando em cima dele, começamos a conversar um pouco. Nisso ele perguntou:
—Será que a gente pode transar outro dia?
E eu respondi:
—Pode ser… desde que você seja discreto.
Aí ele falou:
—Fica tranquilo. Se te ver em algum lugar, age como se não te conhecesse.
E eu respondi:
—Beleza, você faz o mesmo comigo.
E ele riu e disse:
—Claro, pode deixar.
E enquanto a gente continuava conversando, eu seguia quicando naquela pica.
Mas, sinceramente, eu já sabia que ele não ia gozar assim. Além disso, tava meio preocupado porque era a primeira vez que eu ficava com alguém que demorava tanto pra gozar.
Então, depois de um tempo, ele falou:
—Já chega… fica de quatro de novo.
E eu só respondi:
—Sem problema.
Fiquei de quatro de novo, abri as pernas e aí ele meteu de uma vez.
Então começou a bombar de novo, rápido e forte. E eu, pra ajudar, também me movia pra trás igual uma puta desesperada cada vez que ele empurrava.
Sinceramente, aí já tava sentindo um pouco mais de dor, mas não tava nem aí. Queria que o cara ficasse à vontade e aproveitasse.
Aí ele falou:
—Vira. Fica de barriga pra cima.
Queria colocar minhas pernas no ombro dele. Eu realmente não curto muito porque tem muito contato visual, mas naquele ponto já não tava ligando.
Então fiquei de barriga pra cima, com as pernas abertas, e o cara começou a me comer enquanto eu me masturbava ao mesmo tempo. tempo.
Ele me dava uma porrada forte e constante. Não tão rápido quanto quando eu tava de quatro, mas bem forte.
E curiosamente, enquanto eu me masturbava, meu pau começou a endurecer de novo. E parece que isso também excitou ele mais, porque ele começou a meter o pau ainda mais rápido.
Até que, de repente, senti ele apertar meu pau com força, ofegou e ficou completamente parado, meio que tremendo um pouco.
Aí ele falou:
— Já… já gozei.
E eu ri e falei:
— Faz tempo que você não fazia nada, né? Sê sincero.
E ele, rindo também, respondeu:
— É…
Aí ele tirou o pau do meu cu, tirou a camisinha e eu vi que tinha gozado pra caralho.
Depois foi pro banheiro, jogou a camisinha fora e tomou banho. Enquanto isso, eu fiquei lá deitado, exatamente como ele tinha me deixado.
Quando ele saiu, perguntei:
— Posso ficar mais um pouco?
E ele falou:
— Claro, pode.
Aí fui eu também pro banheiro, me limpei um pouco, tomei um banho rápido e lavei bem o cu.
E quando saí, ele ainda tava lá deitado, já bem mais tranquilo, com o pau completamente mole de novo.
Ele sentou na cama todo cansado, coitado. Aí eu simplesmente falei:
— Descansa um pouco. E aí, o que achou da sua primeira vez com um homem?
E ele disse:
— Sinceramente, no começo tava nervoso pra caralho. Não sabia nem o que fazer.
— E no final, o que achou? — insisti.
— Não, foi legal. É sempre assim?
E eu falei:
— Na real, não. Depende muito de quem você tá. Mas enfim, eu sou super tranquilo. Espero que tenha gostado, só isso.
E ele respondeu:
— Não, foi excelente.
Aí eu falei:
— Se um dia a gente se trombar de novo no aplicativo, me avisa e aí quem sabe a gente se vê de novo.
E ele respondeu:
— Claro.
De novo ele pediu pra eu ser discreto e eu falei:
— Não, melhor a gente ser discreto os dois.
Isso me pareceu legal da parte dele porque, sei lá, não sei que vida ele leva nem como lida com isso, mas ele insistia bastante na discrição.
Enquanto a gente continuava conversando, eu comecei a acariciar a perna dele e ele deixava, tranquilo. Aí perguntei:
—Quer ficar duro de novo?
E ele respondeu:
—Sim.
Então comecei a masturbar ele devagar enquanto continuávamos conversando como se nada. Sinceramente, eu achava graça porque parecia um papo super normal enquanto eu tava batendo uma pra ele.
Num momento, sem ele quase perceber, simplesmente desci e comecei a chupar ele de novo, agora bem mais suave e calmo.
Ele continuava deitado enquanto eu chupava ele na boa. De vez em quando parava pra descansar um pouco e seguir conversando.
Aí perguntei:
—Essa moto aí fora é sua?
E ele respondeu:
—É.
—Ah, bonita — falei.
E aí começamos a falar de moto enquanto eu continuava chupando a rola dele.
Depois perguntei:
—E você estudou aqui mesmo nessa cidade?
E ele disse que sim.
A parada é que eu continuava puxando assunto enquanto chupava ele e sentia como, aos poucos, a rola dele ia endurecendo de novo.
Mas a real é que não dava mais pra gente transar porque não tinha mais camisinha e já era tarde pra caralho.
Então só dei um beijinho na cabeça da rola dele e falei:
—Bom, agora vou embora mesmo.
Já tinha passado um tempão ali. Fácil mais de uma hora e meia.
Aí a gente se vestiu, peguei minhas coisas, agarrei meu capacete e perguntei:
—Você sai comigo ou saio sozinho?
E ele respondeu:
—Não, tranquilo, saio com você. Sem problema.
Embora, sinceramente, eu achasse meio suspeito alguém poder ver a gente saindo junto, mas fazer o quê, também não era tão grave.
Então saímos juntos e, já na porta, a gente se despediu.
—A gente se vê — ele falou.
—Ok, tchau.
E cada um foi pro seu lado.
E essa é a história.
A real é que o relato ficou bem longo. Não sei se vou entediar vocês, mas senti que tinha muita coisa pra contar. Além disso, foi a primeira vez que fiquei com um cara tão novo e a experiência acabou sendo muito melhor do que eu esperava.
Espero transar com ele de novo em algum momento. momento.
Se curtiram o conto, comentem, isso me anima a continuar contando minhas putarias aqui kkkk. E desculpa por fazer tão longo, mas sinceramente valia a pena contar.
Se cuidem. Até a próxima.
2 comentários - Fui comida por um novinho de 18 (primeira vez dele com homem