Vadia infiel fodida no parque

Conheci ela no auge da pandemia (2021), o nome dela era Karen e ela trabalhava na lojinha de um módulo esportivo. Não tenho fotos, mas vou descrever ela em detalhes: pele morena e cabelo ondulado, devia ter uns 1,70, peitos 36 C, uma bunda grande e firme, cintura fina e quadril largo. Toda vez que meus colegas e eu saíamos pra jogar basquete, eu via ela atendendo na loja; mas era aquela bunda enorme que eu olhava. Ela adorava usar roupa justa. Assim passaram semanas, eu não tinha coragem de falar com ela até que um belo dia, Javier (um dos meus amigos me desafiou): "Cê não tem culhão de falar com a da cantina". Aquilo mexeu com meu ego, pedi pra ele me acompanhar, cheguei com a desculpa de comprar uma garrafa d'água (não era a primeira vez que eu fazia isso e, só pra ver aquele par de bundão, devia ter comprado uns 150 litros de água, hahaha), perguntei o nome dela e ela disse "Karen", perguntei se tinha namorado e ela disse "sim". "Fala sério, quanto é a água?" Paguei e vazei. No dia seguinte, fui comprar mais água (dessa vez eu realmente precisava) e já não ia com a intenção de olhar a bunda dela. — Quanto é? K: — $35 — Valeu. K: Ei, você treina basquete, né? — Sim. Por quê? K: É que eu te vi e, sinceramente, você joga muito bem, eu gostaria de aprender a jogar. Ela pediu meu número do WhatsApp e no dia seguinte me mandou mensagem, supostamente pra pedir informações sobre o grupo com que eu treinava. Eu queria ter certeza de que era realmente ela, então pedi uma foto dos bancos do módulo esportivo. Sabia que se ela tirasse do ângulo da loja, seria ela — e foi. Aos poucos, fui soltando indiretas até que ela disse que também tinha reparado em mim, que eu tinha chamado a atenção dela e que se arrependia de ter namorado (o namorado dela era um dos seguranças daquele módulo). Eu já tinha ela na mira e tinha certeza de que ia comer ela. Fui persuadindo, uma ou duas conversas e, numa sexta-feira santa, já tínhamos um encontro marcado na reserva natural do condado. Chegamos e a primeira coisa que fizemos foi almoçar. Ela tinha feito sushi e eu tinha contrabandeado umas cervejas. Com o calor do álcool e uma caminhada até um lugar afastado, onde não tinha mais ninguém... ficou fácil para eu apertar uma nádega dela. Ela me olhou e, por um minuto, ficou aquele silêncio constrangedor. Ela se aproximou, pegou minha mão, colocou no cu dela e falou baixinho: — É que não senti direito. Eu beijei ela e apertei as nádegas dela, ela gemeu baixinho. O lugar era uma mini mata, com um avião abandonado que antes era usado como atração. Ela me pegou pela mão e me levou para o lugar mais isolado da área. Quando chegou, se ajoelhou, abaixou minha calça e começou a chupar minha pica até ela ficar dura. Ela metia até o fundo, garganta profunda. A minha tem uns 15 ou 16 centímetros. Em um momento, ela enfiou inteira e, segurando a nuca dela, apertei contra minha pica até que, com os espasmos, ela mostrou que estava se engasgando. Soltei ela e, assim que ela pegou ar, começou a me chupar de novo. Na hora que eu ia gozar, ela só colocou a língua para fora e me bateu uma punheta até eu gozar. Claro que ela engoliu tudo. Depois, ela pediu para eu masturbá-la. Sem suar, fiz ela gozar: enfiei meus dedos na buceta dela, com a outra mão apertava os mamilos dela, e ela gemia alto... a adrenalina de alguém nos pegar era forte. Minha pica ficou dura de novo, e eu comi ela até o fundo. Os dias seguintes eram assim: ela na cafeteria, eu ia treinar e, quando terminava, ela me esperava perto da quadra. Depois, atrás do campo de futebol americano, ela me chupava até eu gozar na boca dela. Uma vez, eu fui encher a bola de futebol, e foi aí que conheci o Jorge (o namorado da Karen). Fingi que não conhecia ela e só paguei pelo ar na bola; eles estavam se beijando sem parar. Eu fui embora e, no fim do treino, ela estava me esperando. Naquela noite, levei ela para o estacionamento, entramos na minha caminhonete e, antes que ela me beijasse, eu falei: — Hoje não. Hoje você vai chupar minha pica até deixar minhas bolas secas. Ela não Ela resistiu, mas sem perder tempo começou a chupar meu pau. Eu empurrava ela contra meu pau de propósito, só pra reafirmar meu domínio. Passei a mão na bunda dela e enfiei um dedo no cu dela. Fiquei surpreso ao ver que, quando fiz isso, ela mamou com ainda mais força. Gozei na boca dela e depois segurei o rosto dela — com essa boquinha cheia de porra, você vai beijar seu corno manso. Ela obedeceu. Foi sozinha até a entrada do módulo e beijou ele. — "Que gosto tem o meu pau, hein?" Peçam a segunda parte nos comentários. Talvez eu procure ela de novo e traga um vídeo ou, pelo menos, umas fotos.

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