É assim que ensinei uns irmãozinhos a nadar com minhas tetonas.
Vou dar um espacinho aqui porque quero me desculpar com vocês. Tive muitas ocupações e não trouxe mais conteúdo, mas espero que isso que vou contar agrade vocês. Desculpa por sumir tanto tempo, sei que isso vai sair dias depois que eu publicar, mas obrigada por seguirem meu conteúdo, amo muito vocês.
Tenho praticado vários esportes na escola, me enfiei mais na natação, mas dessa vez como auxiliar de professores. Tipo, sou tipo a ajudante deles. Costumo ajudar as professoras com aulas tanto com crianças quanto com adultos. É uma atividade que não levo muito como prática, gosto e me entretém porque, quando me formar, quero fazer a pós-graduação.
As professoras que ajudei me ensinaram várias técnicas de ensino com crianças e adultos, tipo, pra deixar as aulas mais divertidas e pra eles não ficarem entediados e continuarem indo.
Mas também recebo olhares tortos de outras professoras, e já era de se esperar. Nas aulas que eu ajudo, tenho que usar meu maiô porque entro na água com as crianças e adultos, e o maiô obviamente é justo. Minhas tetas ficam apertadas de um jeito bem erótico, e minha bunda também. Mesmo que me dessem os maiôs de tamanho maior, eles ainda são apertados pra minhas proporções.
Essa história é sobre o seguinte: comecei a ir todo dia de manhã pra uma piscina que fica numa praça perto da minha casa. Fiz amizade com as senhoras que cuidam do lugar porque vou todo dia. Contei pra elas o que estudo e o que faço como ajudante das professoras de natação. Vou nessa piscina pra fazer exercício de manhã antes de ir pra escola.
A piscina é pública, então muitas vezes vai a mesma galera que mora perto. Nessa piscina, vou de maiô pra me acostumar, e obviamente os olhares estão o tempo todo. Tempo comigo, tanto de adultos quanto de adolescentes.
Uma vez cheguei cedo e me troquei, coloquei o maiô e fiquei um tempinho conversando com as senhoras, e nisso chega uma mãe com os filhos dela, dois adolescentes e uma menina pequena.
A senhora levou os filhos pra praticar e aprender a nadar, perguntou pras senhoras se tinha uma piscina menos funda onde pudessem conversar. Eu fui me meter na piscina pra dar umas voltas, e as senhoras, bem típicas de senhoras, falaram pra mãe:
“Ah, mas a moça pode ensinar eles, ela é professora na escola dela, professora de natação.”
Nisso me chamaram pra sair. Saí toda molhada, com as coxas e a bunda brilhando por causa da água. A senhora no começo me olhou meio torto, mas eu podia ajudar. As senhoras explicaram que eu podia dar umas aulas pros meninos. Aceitei, e a senhora me deixou com eles e levou a filha pra um parquinho d'água. Comecei a conversar com os meninos, perguntei se já tinham alguma experiência. Tinham pouca, mas não em piscinas tão fundas.
Mas pra mim não tinha problema. Eu já tinha deixado muita gente com tesão. Sentei com eles na borda da piscina e comecei a ensinar uns exercícios básicos com as pernas, técnicas de movimento pra flutuar. Mas os olhares deles estavam vidrados nas minhas tetas. E claro que percebi, então entrei na piscina pra dar uma vista melhor pra eles.
Agora eles me olhando de cima pra baixo, com uma visão melhor das minhas tetas, continuei instruindo mais exercícios e depois incentivei eles a entrarem na piscina.
No começo não queriam, mas no final um se animou. Falei pra começarmos a praticar aqueles exercícios, mas agora dentro da água. Disse pra ele segurar nos meus ombros e se apoiar pra ir fazendo os movimentos, mas ele tava com um pouco de medo, então falei pra ele me abraçar pelo pescoço pra se sentir mais seguro. Me senti mais seguro, e claro que por causa dos movimentos bruscos que ele fazia de repente, me abraçava por completo e eu podia sentir o volume dele na minha lombar.
Ele pedia desculpa o tempo todo, mas eu dizia que não tinha problema. Enquanto a gente passeava, eu ia puxando assunto pra ele se acalmar e os movimentos das pernas saírem mais naturais, com ele relaxado. Mas num momento pisei errado e escorreguei, e ele, por reflexo, me abraçou com tudo, inclusive com as pernas, pra não afundar, e uma das mãos dele acabou apertando um peito. Me recuperei e levantei, mas ele ficou abraçado por causa do susto repentino, então eu o levei de volta pra borda. Ele só afrouxou o aperto, mas não soltou meu peito. Não foi por safadeza, não, foi pelo susto. Quando chegamos na borda, nem percebi que ele estava de olhos fechados, então comecei a acalmá-lo…
“Ei, ei… já tá tudo bem, desculpa, escorreguei um pouco, mas tá tudo certo, não aconteceu nada, já pode sair da piscina.”
Falei enquanto dava tapinhas na mão dele, que apertava meu peito. Ele se tocou e começou a se desculpar pela situação, mas eu disse que não tinha problema, rindo…
“Não se preocupa, mas acho que você vai se sentir mais seguro assim, né?”
Falei enquanto pegava a outra mão dele e colocava sobre meu outro peito.
“Que tal a gente dar mais uma voltinha assim?”
Dei uma volta até o meio da piscina com ele e voltei, deixando ele tocar meus peitos. Ele apoiou a cabeça na minha nuca e me abraçou com as pernas, eu podia sentir as batidas do volume dele na minha lombar…
“Aperta um pouco, aproveita porque seu irmão já vem e você vai perder sua chance.”
Ele se animou e começou a apertar e brincar com meus peitos até chegar na borda onde o irmão dele estava de novo. Já na borda, falei que era a vez do irmão, mas o garoto se encorajou um pouco mais e me disse… “Espera… pu… posso fazer mais alguma coisa?”
“Claro, o que mais você quer fazer?”
“Posso colocar minhas mãos?”
“hahaha claro que sim hahaha”
Ele começou a enfiar as mãos por baixo da minha roupa, tentando sentir meus peitos, mas como é uma roupa justa, eu ajudei um pouco esticando o tecido pra ele conseguir enfiar as mãos e sentir meus peitos. Ele começou a apertar de leve e acariciar meus mamilos, e isso me deixa com muito tesão.
Ao sentir os dedos dele brincando e apertando meus mamilos, soltei um gemido e na hora coloquei minhas mãos nas pernas do irmão que estava sentado na borda. Coloquei minhas mãos nas coxas dele e ele, por reflexo, colocou as mãos dele sobre as minhas. Ele tinha uma vista perfeita dos meus peitos sendo apalpados pelo irmão dele. Tinha uma mulher erótica e sensual, peituda, na frente dele gemendo. Ele disse que também queria, que já era a vez dele, e de repente se deixou cair dentro da piscina. Agora eu tinha os dois irmãos apalpando meus peitos, sentindo os volumes pulsantes deles, um na minha lombar e o outro quase na minha buceta.
Pelo menos houve um avanço: eles perderam o medo de entrar na piscina e já conseguiam fazer os movimentos pra flutuar sem medo. hahaha como é fácil ensinar quando seus peitos são o material pra esse aprendizado hahaha.
Quero saber se vocês gostaram dessa parte do relato. Depois vou postar a próxima parte, mas quero que me avisem nos comentários se querem a continuação. Obrigado por lerem meu conteúdo, amo vocês, beijos.
parte2: singlerelatos.blogspot.com/2026/06/clases-de-natacion-muy-sexuales-2.html
Vou dar um espacinho aqui porque quero me desculpar com vocês. Tive muitas ocupações e não trouxe mais conteúdo, mas espero que isso que vou contar agrade vocês. Desculpa por sumir tanto tempo, sei que isso vai sair dias depois que eu publicar, mas obrigada por seguirem meu conteúdo, amo muito vocês.
Tenho praticado vários esportes na escola, me enfiei mais na natação, mas dessa vez como auxiliar de professores. Tipo, sou tipo a ajudante deles. Costumo ajudar as professoras com aulas tanto com crianças quanto com adultos. É uma atividade que não levo muito como prática, gosto e me entretém porque, quando me formar, quero fazer a pós-graduação.
As professoras que ajudei me ensinaram várias técnicas de ensino com crianças e adultos, tipo, pra deixar as aulas mais divertidas e pra eles não ficarem entediados e continuarem indo.
Mas também recebo olhares tortos de outras professoras, e já era de se esperar. Nas aulas que eu ajudo, tenho que usar meu maiô porque entro na água com as crianças e adultos, e o maiô obviamente é justo. Minhas tetas ficam apertadas de um jeito bem erótico, e minha bunda também. Mesmo que me dessem os maiôs de tamanho maior, eles ainda são apertados pra minhas proporções.
Essa história é sobre o seguinte: comecei a ir todo dia de manhã pra uma piscina que fica numa praça perto da minha casa. Fiz amizade com as senhoras que cuidam do lugar porque vou todo dia. Contei pra elas o que estudo e o que faço como ajudante das professoras de natação. Vou nessa piscina pra fazer exercício de manhã antes de ir pra escola.
A piscina é pública, então muitas vezes vai a mesma galera que mora perto. Nessa piscina, vou de maiô pra me acostumar, e obviamente os olhares estão o tempo todo. Tempo comigo, tanto de adultos quanto de adolescentes.
Uma vez cheguei cedo e me troquei, coloquei o maiô e fiquei um tempinho conversando com as senhoras, e nisso chega uma mãe com os filhos dela, dois adolescentes e uma menina pequena.
A senhora levou os filhos pra praticar e aprender a nadar, perguntou pras senhoras se tinha uma piscina menos funda onde pudessem conversar. Eu fui me meter na piscina pra dar umas voltas, e as senhoras, bem típicas de senhoras, falaram pra mãe:
“Ah, mas a moça pode ensinar eles, ela é professora na escola dela, professora de natação.”
Nisso me chamaram pra sair. Saí toda molhada, com as coxas e a bunda brilhando por causa da água. A senhora no começo me olhou meio torto, mas eu podia ajudar. As senhoras explicaram que eu podia dar umas aulas pros meninos. Aceitei, e a senhora me deixou com eles e levou a filha pra um parquinho d'água. Comecei a conversar com os meninos, perguntei se já tinham alguma experiência. Tinham pouca, mas não em piscinas tão fundas.
Mas pra mim não tinha problema. Eu já tinha deixado muita gente com tesão. Sentei com eles na borda da piscina e comecei a ensinar uns exercícios básicos com as pernas, técnicas de movimento pra flutuar. Mas os olhares deles estavam vidrados nas minhas tetas. E claro que percebi, então entrei na piscina pra dar uma vista melhor pra eles.
Agora eles me olhando de cima pra baixo, com uma visão melhor das minhas tetas, continuei instruindo mais exercícios e depois incentivei eles a entrarem na piscina.
No começo não queriam, mas no final um se animou. Falei pra começarmos a praticar aqueles exercícios, mas agora dentro da água. Disse pra ele segurar nos meus ombros e se apoiar pra ir fazendo os movimentos, mas ele tava com um pouco de medo, então falei pra ele me abraçar pelo pescoço pra se sentir mais seguro. Me senti mais seguro, e claro que por causa dos movimentos bruscos que ele fazia de repente, me abraçava por completo e eu podia sentir o volume dele na minha lombar.
Ele pedia desculpa o tempo todo, mas eu dizia que não tinha problema. Enquanto a gente passeava, eu ia puxando assunto pra ele se acalmar e os movimentos das pernas saírem mais naturais, com ele relaxado. Mas num momento pisei errado e escorreguei, e ele, por reflexo, me abraçou com tudo, inclusive com as pernas, pra não afundar, e uma das mãos dele acabou apertando um peito. Me recuperei e levantei, mas ele ficou abraçado por causa do susto repentino, então eu o levei de volta pra borda. Ele só afrouxou o aperto, mas não soltou meu peito. Não foi por safadeza, não, foi pelo susto. Quando chegamos na borda, nem percebi que ele estava de olhos fechados, então comecei a acalmá-lo…
“Ei, ei… já tá tudo bem, desculpa, escorreguei um pouco, mas tá tudo certo, não aconteceu nada, já pode sair da piscina.”
Falei enquanto dava tapinhas na mão dele, que apertava meu peito. Ele se tocou e começou a se desculpar pela situação, mas eu disse que não tinha problema, rindo…
“Não se preocupa, mas acho que você vai se sentir mais seguro assim, né?”
Falei enquanto pegava a outra mão dele e colocava sobre meu outro peito.
“Que tal a gente dar mais uma voltinha assim?”
Dei uma volta até o meio da piscina com ele e voltei, deixando ele tocar meus peitos. Ele apoiou a cabeça na minha nuca e me abraçou com as pernas, eu podia sentir as batidas do volume dele na minha lombar…
“Aperta um pouco, aproveita porque seu irmão já vem e você vai perder sua chance.”
Ele se animou e começou a apertar e brincar com meus peitos até chegar na borda onde o irmão dele estava de novo. Já na borda, falei que era a vez do irmão, mas o garoto se encorajou um pouco mais e me disse… “Espera… pu… posso fazer mais alguma coisa?”
“Claro, o que mais você quer fazer?”
“Posso colocar minhas mãos?”
“hahaha claro que sim hahaha”
Ele começou a enfiar as mãos por baixo da minha roupa, tentando sentir meus peitos, mas como é uma roupa justa, eu ajudei um pouco esticando o tecido pra ele conseguir enfiar as mãos e sentir meus peitos. Ele começou a apertar de leve e acariciar meus mamilos, e isso me deixa com muito tesão.
Ao sentir os dedos dele brincando e apertando meus mamilos, soltei um gemido e na hora coloquei minhas mãos nas pernas do irmão que estava sentado na borda. Coloquei minhas mãos nas coxas dele e ele, por reflexo, colocou as mãos dele sobre as minhas. Ele tinha uma vista perfeita dos meus peitos sendo apalpados pelo irmão dele. Tinha uma mulher erótica e sensual, peituda, na frente dele gemendo. Ele disse que também queria, que já era a vez dele, e de repente se deixou cair dentro da piscina. Agora eu tinha os dois irmãos apalpando meus peitos, sentindo os volumes pulsantes deles, um na minha lombar e o outro quase na minha buceta.
Pelo menos houve um avanço: eles perderam o medo de entrar na piscina e já conseguiam fazer os movimentos pra flutuar sem medo. hahaha como é fácil ensinar quando seus peitos são o material pra esse aprendizado hahaha.
Quero saber se vocês gostaram dessa parte do relato. Depois vou postar a próxima parte, mas quero que me avisem nos comentários se querem a continuação. Obrigado por lerem meu conteúdo, amo vocês, beijos.
parte2: singlerelatos.blogspot.com/2026/06/clases-de-natacion-muy-sexuales-2.html
1 comentários - Aulas de natação bem gostosas