Minha Namorada e Meu Amigo na Viagem de Verão Parte 6

Pega o Sujeito, segura a Lucy pelos pulsos na cama. Quanto tempo você tava querendo isso, Lucy?
O verão inteiro fingindo que era a namoradinha santinha do Julián enquanto morria de vontade da minha pica?Minha Namorada e Meu Amigo na Viagem de Verão Parte 6LUCY
(Arqueando as costas, com a respiração ofegante) O tempo todo! Não aguentava mais, Tomás. Ficava louca pensando em você enquanto ele me tocava. Por favor, para de falar e enfia logo. Quero que me destrua. Observa como Tomás arranca a calcinha dela com um puxão violento. Os peitos dela saltam, os mamilos eretos e escuros vibrando a cada gemido. Sinto uma onda de raiva que queima minha garganta, mas ao mesmo tempo, meu pau fica duro, empurrando contra o tecido da calça com uma força dolorosa.vadiaTOMÁS
Olha só você, uma putinha completa. Só pensa em como vou te encher todinha, né, puta?

LUCY
(Gemendo alto, esfregando o clitóris com os dedos) Sim, sou sua putinha. Faz o que quiser comigo! Me usa, me enche toda, não deixa um buraco vazio! Tomás vira ela com força, obrigando-a a ficar de quatro. O ângulo da câmera me deixa ver tudo. O som é molhado, uma lambida constante e visceral enquanto ele esfrega a glande encharcada de pré-gozo nos lábios inchados e escorrendo de Lucy.

LUCY
(Gritando, com o rosto enterrado no travesseiro) Mais forte! Não para, mete logo, pelo amor de Deus! Ele empurra com uma estocada seca e profunda. Escuto o squelch violento do ar sendo expulso da buceta enquanto a pica do Tomás se enterra até o talo. As bolas do Tomás batem ritmicamente na bunda de Lucy, um som surdo, carnal, que ecoa no silêncio da minha sala.cornudoTOMÁS
Toma, vagabunda! Sente como eu te abro! Cê gosta que eu te use assim?

LUCY
(Ofegante, com a voz trêmula) Ai, meu Deus, sim! Adoro! Continua, não para! Sou uma puta, sou sua puta! Me masturbo feito uma louca, com os olhos injetados. O ódio me consome, mas ver ela assim, entregue, pedindo mais com aquela vulgaridade que nunca mostrou comigo, me excita como nada no mundo. Ela não é a mulher que eu achava que era. É um bicho, uma puta faminta de sexo.cornudoTOMÁS
Quer que eu goze dentro, putinha? Quer levar meu leite pra casa pra que o Julián não saiba que você tá cheia de mim?

LUCY
(Tremendo, com os músculos da buceta apertando a pica do Tomás) Sim! Enche meu útero! Me faz tua, esquece o Julián, só existe você agora! Tomás acelera o ritmo, as estocadas ficam erráticas e violentas. O roçar da pele suada, o cheiro de sexo que quase dá pra sentir pela tela. Ele geme, um som gutural, e se joga com um último empurrão fundo, enterrando até o talo.namorada vadiaLUCY
(Num grito agudo) Siim! Me enche toda! Eu gozo na minha mão, ofegante, com os olhos fixos na imagem dos dois desabando na cama, unidos pelo líquido e pelo suor. Me sinto enojado, traído e terrivelmente excitado. Agora eu sei quem Lucy realmente é. E não consigo parar de olhar.

Já não restava nada da calma que eu tinha tentado manter.
Então, depois de ver o vídeo, me aproximei da Lucy.

— Por quê? — perguntei.

Ela não pareceu surpresa. Nem sequer tentou fingir.

Me observou por alguns segundos e depois balançou a cabeça.

LUCY
— Você quer mesmo saber?

— Sim.

— Porque você viu e não fez nada.

Aquelas palavras me acertaram mais forte do que qualquer confissão.

— O que isso quer dizer?

— Durante as férias, você me viu me aproximar dele. Viu como ele agia. Viu como ele te olhava quando você estava distraído. E não disse nada. Nem uma palavra.

Senti a raiva percorrer meu corpo.

— Agora a culpa é minha?

— Não. A decisão foi minha. Mas você passou meses sem me ver. Sem me ouvir. Sem se perguntar o que estava rolando.

O quarto ficou em silêncio.

Pela primeira vez, eu não estava mais vendo a mulher por quem me apaixonei. Tinha algo estranho nela. Algo distante. Como se ela tivesse tomado uma decisão muito antes daquela noite.

— E o Tomás? — perguntei.

Lucy baixou o olhar.

— Tomás também escolheu.

Isso foi o que mais doeu.

Porque ela era minha namorada.

Mas ele era meu irmão.

Ou pelo menos era o que eu achava.

Saí de casa sem dizer mais nada.

Depois de algumas horas, voltei e acabei pedindo desculpas.

Às vezes ainda me pergunto se fiz isso porque realmente achava que tinha sido injusto com ela ou porque tinha medo de perdê-la.

Lucy aceitou minhas desculpas com uma dignidade que me fez sentir ainda pior. Durante dias, manteve uma certa distância, como se ainda estivesse magoada com a briga. Aos poucos, as coisas foram se ajeitando. Voltaram ao normal.
E depois de um tempo, ela voltou a ser ela mesma.

A Lucy de sempre.
A que ria vendo filmes ruins comigo no sofá. A que deixava bilhetes na geladeira quando eu tinha um dia ruim. A que dormia encostada no meu ombro enquanto a gente lia em silêncio.

Os meses passaram.
Nosso apartamento voltou a parecer um lar.
As feridas pareciam fechadas.
Pelo menos por fora.

Porque dentro de mim ainda existia algo que eu não conseguia entender.
Não era só rancor.
Não era só desconfiança.
Era curiosidade.

Uma curiosidade sombria que aparecia nos momentos mais inesperados.
Às vezes eu observava a Lucy enquanto cozinhava ou falava ao telefone e lembrava daquelas gravações.
Tentava afastar esses pensamentos, mas eles sempre voltavam.
Como uma sombra.
Como uma porta que tinha sido aberta e que agora era impossível fechar.

E então, numa tarde qualquer, meu celular tocou.
Era o Tomás.
Fiquei olhando pra tela por vários segundos antes de atender.

— Alô.

A voz dele soava cansada.
Mais velha.
Mais apagada do que eu lembrava.

— Preciso te pedir um favor.

Senti um nó no estômago.
Ouvi ele explicar que tinha perdido o emprego. Que tava tendo problemas pra pagar o aluguel. Que precisava de um lugar pra ficar enquanto encontrava algo novo.

— Só umas semanas — ele disse —. Depois vou embora.

Olhei pra cozinha.
A Lucy tava fazendo café, sem saber quem estava do outro lado da ligação.

Meu coração começou a bater mais rápido.
Porque uma parte de mim queria dizer não.
Queria proteger a paz que a gente tinha recuperado.
Queria manter o passado enterrado.

Mas outra parte...
Outra parte sentiu algo diferente.
Algo desconfortável.
Algo que me dava vergonha admitir até pra mim mesmo.

Curiosidade.
A mesma curiosidade que me acompanhava há meses.
A pergunta que nunca tinha sumido. E se o Tomás voltasse a entrar nas nossas vidas?

Enquanto ele esperava uma resposta do outro lado da linha, percebi que não tinha medo só de perder a Lucy.

Também tinha medo de descobrir que, no fundo, uma parte de mim queria saber a resposta.

— Deixa eu falar com ela — respondi finalmente.

Desliguei.

Naquela noite, a gente quase não tocou no assunto durante o jantar.

A Lucy parecia focada em qualquer coisa menos na conversa que nós dois sabíamos que mais cedo ou mais tarde ia rolar.

Eu também não tava com pressa.

Só de pensar em mencionar o Tomás em voz alta, o clima ficava estranho.

Quando terminamos de comer, ela recolheu os pratos e eu fiquei sentado na mesa, olhando a chuva pela janela.

— Era o Tomás, né? — ela perguntou finalmente.

Não me surpreendeu.

Assenti.

— Ele perdeu o emprego.

A Lucy ficou em silêncio.

— Precisa de um lugar pra ficar por algumas semanas.

Pela primeira vez desde que a conversa começou, ela parou de se mexer.

Não disse nada por vários segundos.

— E o que você respondeu pra ele?

— Que ia falar com você.

Ela soltou um suspiro lento.

Não parecia brava.

Também não tava desconfortável.

Só cansada.

Como se aquele nome trouxesse lembranças que ela preferia manter longe.

— E você, o que acha? — ela perguntou.

A pergunta era simples.

A resposta, não.

Porque uma parte de mim queria negar.

Fechar a porta.

Evitar qualquer risco.

Mas também tinha outra parte de mim que há meses vinha se fazendo perguntas.

Perguntas que nunca encontravam resposta.

No fim, só dei de ombros.

— Ele é meu melhor amigo.

Ou pelo menos tinha sido.

A Lucy baixou o olhar.

— Se você quer ajudar ele, ajuda.

— Não te incomoda?

Ela demorou uns segundos pra responder.

— O que passou, passou, Julián.

Aquelas palavras ficaram pairando entre a gente.

Não sabia se ela realmente acreditava nisso ou se só queria seguir em frente.

Talvez As duas coisas.

Na manhã seguinte, liguei pro Tomás.

— Pode ficar aqui.

Do outro lado, teve um silêncio de alívio.

— Valeu, irmão.

Aquela palavra me deu uma sensação estranha.

Irmão.

Fazia um tempão que eu não ouvia isso da boca dele.

— Só umas semanas — falei.

— Tô ligado.

Dois dias depois, ele apareceu no nosso apê com uma mala surrada e uma cara de quem já tinha desistido.

A Lucy abriu a porta.

Por um instante, ninguém falou nada.

Só se olharam.

Que nem duas pessoas que dividiam uma lembrança desconfortável que preferiam não tocar no assunto.

Depois, ela sorriu com educação.

— Entra.

O Tomás entrou.

E, do nada, ele voltou a fazer parte da nossa rotina.

Os primeiros dias foram totalmente normais.

Normais demais.

A gente tomava café da manhã junto.

Via TV de noite.

Conversava sobre trabalho, grana, qualquer besteira.

A Lucy agia igual sempre.

O Tomás mantinha distância.

E, ainda assim, eu não conseguia parar de observar.

Cada olhar.

Cada conversa.

Cada momento compartilhado.

Era como se minha cabeça estivesse esperando alguma coisa.

Um sinal.

Uma rachadura.

Qualquer indício de que, por baixo daquela aparente normalidade, ainda tinha algo escondido.

Mas os dias iam passando.

E quanto mais normal tudo parecia...

Mais inquieto eu ficava.

Porque eu comecei a suspeitar que o verdadeiro problema já não era o Tomás.

Nem a Lucy.

O verdadeiro problema era que eu tinha começado a olhar pra minha própria vida como se tivesse assistindo a uma história de fora.

Esperando que alguma coisa acontecesse.

As semanas seguintes foram complicadas.

No trampo, começaram a exigir mais horas do que o normal. Eu saía cedo e voltava quando já era noite. No começo, achei que isso ia ser bom. Menos tempo em casa significava menos tempo pensando no Tomás.

Eu me enganei.

Porque quanto menos eu estava lá, mais eu imaginava coisas.

A dúvida se virou um costume.

E o costume acabou virando obsessão.

Sem contar pra ninguém, comecei a vigiar cada detalhezinho da rotina do apartamento. Não porque tivesse visto algo estranho, mas porque precisava me convencer de que não tava rolando nada.

Mas quanto mais eu procurava provas de normalidade, mais inquieto eu ficava.

Lucy parecia feliz.

Tomás parecia grato.

E era exatamente isso que me perturbava.

Tudo era normal demais.

Calmo demais.

Uma noite, enquanto revisava uns arquivos do trabalho, me peguei olhando uma foto antiga dos três.

Tirada anos atrás.

Antes das brigas.

Antes das suspeitas.

Antes da minha mente começar a criar histórias em volta de cada silêncio.

Me perguntei quando o problema realmente tinha começado.

E uma resposta desconfortável veio na hora.

Talvez o problema não fosse o que eles faziam.

Talvez fosse o que eu esperava encontrar.

Os dias foram passando.

Lucy e Tomás recuperaram uma certa naturalidade ao conversar entre si. Trocavam papos casuais, piadas e lembranças de tempos melhores. Nada fora do lugar.

Mas na minha cabeça, cada palavra parecia esconder um significado secreto.

Cada olhar parecia durar tempo demais.

Cada silêncio parecia dizer alguma coisa.

Comecei a sentir que tava assistindo um filme cuja trama só existia pra mim.

E aí aconteceu algo que me assustou mais do que qualquer suspeita.

Uma noite cheguei no apartamento depois da meia-noite.

Lucy tava dormindo.

Tomás também.

Tudo em paz.

No dia seguinte, no escritório, o medo corroía minhas entranhas, mas o morbo é um veneno mais doce. Quero ver o momento exato em que me traírem de novo. Quero sentir aquele ódio e aquela excitação rasgando meu peito.

No monitor, Lucy caminha até a cozinha. Tá de minissaia preta que mal cobre a buceta e uma blusa branca meio transparente que deixa ver a falta de sutiã.
e assim ficou por vários dias, cada dia usando roupas mais diminutas e provocativas, cara, parecia uma puta de verdade e claro que Tomás não tirava os olhos dela.Minha Namorada e Meu Amigo na Viagem de Verão Parte 6Uma manhã, a Lucy está de costas, servindo café. Ela só tá usando uma fio dental vermelha que some no meio da racha da bunda firme dela. Os peitos, grandes e durinhos, balançam soltos; os bicos tão eretos, escuros e sensíveis ao frio do ambiente.vadiaTomás entra na cozinha. Para de repente. Os olhos dele percorrem a curva das costas de Lucy até chegar na área onde o fio vermelho se perde na carne dela.

TOMÁS
Porra, Lucy... você tá exatamente igual àquela viagem.

Lucy vira devagar, sorrindo com malícia. Os peitos dela balançam levemente com o movimento.

LUCY
Tá gostando?

TOMÁS
Ele me deixou sozinho com a namorada dele, haha.

LUCY
Ele queria que você me usasse, Tomi. Olha como eu tô. Tô toda molhada só de pensar que você tá me olhando.

TOMÁS
Tô tão duro que dói.

Tomás se aproxima e agarra ela pela cintura, enterrando os dedos na carne macia dos quadris dela. Levanta ela com força e senta em cima da bancada de granito gelada.

LUCY
Ah! Tá congelando...

TOMÁS
Você tá pegando fogo.

Tomás desabotoa a calça e libera um pau grosso, pulsando e já todo melado de porra. Lucy abre as pernas, mostrando o clitóris inchado e os lábios carnudos, brilhando de tesão.

LUCY
Mete em mim, caralho. Agora mesmo. Me enche do jeito que ele queria que você fizesse!

TOMÁS
Você é uma puta deliciosa, Lucy.

LUCY
Sou sua puta...

JULIÃO
Eu me odeio. Me odeio por ser um... por sentir esse fogo enquanto me destroem. Mas ver ela assim, aberta e entregue pra ele, é a única coisa que me faz sentir vivo.

Tô gozando, jorrando com força na tela, embaçando a imagem de Lucy gemendo enquanto Tomás come ela.

ANTES DE TUDO, UM PEDIDO DE DESCULPAS A TODOS. PERDI MINHA CONTA DO PORINGA POR VÁRIOS MESES, MAS JÁ VOLTEI E PELO MENOS UMA VEZ POR SEMANA VOU TRAZER CONTOS NOVOS. OBRIGADO POR LEREM.

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