Oi, meus amores... bom, como fiel ao meu estilo, não consegui ficar nem um dia sem comer alguém novo... dessa vez foi um tucumano chamado Marce... 22 anos... amigo do peruano Edwin, com quem já transei. Marce era novo no bairro... veio atrás de um futuro, porque em Tucumán ele tava passando mal. Depois de uma semana, Marce começou a trabalhar com Edwin como flanelinha, oferecendo aquele serviço.
Eu cruzei com ele no mercadinho um dia e rapidinho percebi que era novo no bairro. Depois da minha aventura com minha amiga Cata... resolvi dar uma segurada. Tava comendo muito com os clientes e decidi me afastar um tempo. Uma tarde, tava tranquila em casa e bate na porta: Edwin com o Marce... ele me apresentou e ofereceu pra ele cortar o mato do meu jardim. Eu falei que não tinha problema... de cara, Marce não me chamou atenção... era um pretinho submisso e calado, que quase não falava nada. Então aceitei o serviço.
Passou uma semana... ele vinha todo dia. Tava muito verde no assunto, era lento, mas tinha vontade. Um dia ele parou de vir e deixou meu quintal incompleto... tive que ligar pro Edwin pra mandar ele de volta, até que ele apareceu. Justo nesse dia, a seleção tava jogando... eu tinha preparado uma tábua de frios, uma cerveja, e o lerdo do Marce trabalhava lá fora. Anoiteceu, o jogo tava chegando e Marce não terminava... ele era realmente lento... mas me deu pena e chamei ele pra entrar e ver o jogo. Ele recusou, mas depois de um tempo aceitou.
A gente conversou um pouco até o jogo começar... e fomos tomar chimarrão. Eu não tinha me ligado, como sempre, mas meu look tava chamativo demais.

Mesmo que eu não falasse muito... meu shortinho era apertado e marcava tanto a minha fio dental quanto o meu pai.
Até que percebi que a Marce me olhava com timidez, como sempre, mas foda-se... Continuamos tomando chimarrão até o jogo começar... Tava do caralho... Na hora, gol da Argentina... Aí foi minha primeira aproximação sem querer. Abracei ela na comemoração e encostei as tetas nela... Eu: "Vamos, Marce querida, vamos, seleção!" Marce: "Vamos, porra!
De repente, a argentina mete outro gol e o idiota do Marce se joga em cima de mim pra me abraçar... passou dos limites e derrubou todo o mate, sujando minha camiseta inteira. Eu: "Ah, Marce, você é idiota, hein... me fez sujar a camiseta de mate. Agora não sai." Marce: "É sim, coloca num balde com sabão em pó e bicarbonato. Assim vai sair." Eu: "Tá bom, vou seguir seu conselho... vou lavar a roupa.
MMarce: ahh gabi, espera aí que vou lá no quintal pra ela trocar de roupa sossegada.
Eu: não, mano... não tem problema. Olha, vou ser clara contigo, não sei se o Edwin já te contou, mas eu ando sempre leve de roupa... e ainda mais na minha casa... aqui, quem vier aqui, tem que se adaptar, porque eu gosto de ficar confortável.
Marce: mas dona Gabriela, eu não tenho problema, só não queria te deixar sem graça.
Eu: não, bobo... se não, eu não falava isso. ...vou tirar a calça que também sujou.
Marce: vou virar de costas.
Eu: naaaa, mano... não tem problema... você é amigo do Edwin. Confio em você.
Marce: claro, gabi, eu tenho respeito.
Eu: então fica de boa assistindo o jogo e não fica sem graça por causa da minha roupa.
Marce: fica tranquila.



Eu: toma, Marce, um mate.
Marce: valeu… não quero ser abusado, mas tá dando pra ver um pouco da buceta peluda.
A calcinha fio-dental tinha escapado e o Marce tava vendo minha xereca toda.
Eu: aii, que abusado… desculpa, nego… kkkk, até que me fez rir do jeito que você falou.
O olho do Marce brilhou… e ele começou a ficar mais à vontade… se aproximou de mim… até que num momento ele me apoiou.
Eu falei: ei, o que foi?
Aí ele ficou nervoso e começou a fazer umas coisas pela casa… me arrumou umas paradas até terminar o primeiro tempo…
Eu pedi se ele podia arrumar uma tomada que tava quebrada, e ele começou a trabalhar.
De repente, páááá… cortou a luz, o burrão.
Eu: o que você fez, imbecil?
Marce: ai, desculpa, Gabi…
Eu: pra que mexer…
Aí tentamos arrumar a corrente juntos, mas não deu. Não tava vendo nada.
Eu: vou te matar, nego… justo no jogo… e agora? Ainda é super tarde… ninguém vai me atender a essa hora.
Marce: Gabi, se quiser, a gente pode ir pro meu quarto ver o jogo.
Eu: não, já era, não dá mais.
Marce: eu insisto… é o mínimo que posso fazer por você…
Eu: tá bom, foda-se, vamos… você tem carro?
Marce: tenho a moto…
Eu: beleza, vamos. Depois você me traz, né?
Fomos de moto a toda velocidade pra chegar a tempo de ver o jogo… no meio do caminho, desaba uma tempestade do caralho… dilúvio total…
Chegamos no quarto dele… era tão pequeno e desconfortável… ainda por cima eu tava encharcada… aceitei ir à toa.
Entramos, ele liga a TV… ele se troca e vem até mim, pedindo desculpas por tudo… mas a raiva já tinha passado… depois de um tempo, comecei a sentir frio… queria voltar pra casa, mas a tempestade tava violenta demais.
Marce: Gabi, não posso te ver assim… vou te dar uma camisa pra você não ficar toda molhada…
Eu: tá bom, vai me fazer bem.
Ele me dá a camisa, e o lugar era tão pequeno que não tive outra opção senão me trocar na frente dele… mas quando fui tirar a roupa… uma excitação tomou conta de mim… não sei por quê.
Mas de repente me molhei… então me troquei na frente dele do jeito mais provocante possível.
Eu: bom, valeu Marce... tá me ajudando... tô toda ensopada... se não te incomodar, vou tirar o sutiã, tá?
Marce: ah, é... sim, tudo bem... tira o que tiver molhado...
Marce não podia acreditar. Dava pra ver o nervosismo nele.





De novo minha tanga escapou e viu toda a minha buceta... nessa altura a Marce já tava suando... O olhar da Marce me deixava com tesão... mas não quis demonstrar... queria que ele mesmo caísse na armadilha... O jogo termina e a gente fica conversando um pouco... lá fora continuava chovendo... Fingi que chamava um Uber, mas na real não chamei.
Eu: que merda, não consigo remis, nem Uber, nem nada... tô cansada já.
Marce: é, tá foda sair com essa tempestade... eu até levaria, mas de moto não dá.
Eu: nooossa, nem louca, mano... a gente se mata... além disso, tô toda encharcada.
Marce: se quiser, eu espero até você conseguir um remis... sem problema.
Eu: não, nem precisa, amanhã você tem que trabalhar. E eu tô morrendo de sono.
Marce: fica pra dormir... dorme aí no colchão, sem problema.
Eu: ah, sério mesmo que faria isso por mim? Que gentil (que puta que sou, pensei).
Marce: por favor, Gabi... deita tranquila que eu durmo por aí.
Eu: agradeço de montão... tô meio sem graça, mas tô muito cansada e acho que a chuva não vai parar... senão ia pra casa.
Marce: por favor, Gabi... eu sei como é... ainda mais com você sendo tão boa comigo.
Eu: bom, obrigada... então vou deitar... só que não consigo dormir com essa roupa... além disso, minha calcinha tá molhada... me passa minha bolsa que tenho uma camiseta ideal pra dormir.
Marce: sim, Gabi, vou passar.
Ela me passa a camiseta e eu me desnudo na frente dele.
Eu: ah, desculpa, mano... me despi na sua frente... mas a casa é muito pequena.
Marce: se quiser, eu saio pra fora.
Eu: nooossa, tá chovendo horrores... fica aí, que vai ser... acho que você não vai se chocar de ver uma mulher se trocando.
Marce engoliu seco, abriu os olhos puxados que tinha e contemplou meu espetáculo... não conseguiu dizer uma palavra.



Marce continuava imóvel... até que eu falei. Eu: Marce, olha só, na minha bolsa deve ter uma calcinha... me passa ela, por favor, que vou tirar essa que tá toda molhada. Aí sim. Marce foi pegar minha tanga e eu fiquei de buceta de fora.
...os olhos dela não davam conta de se virar pra me olhar...eu fingia que não tava vendo e me trocava como se nada estivesse acontecendo
Eu: agora sim... marce, achou a calcinha?
Marce: hmm, é essa aqui?
Eu: siiiim, passa pra cá que eu vou colocar.. A Marce se aproxima tremendo. Me dá a tanga e eu enfio ela na bunda... o que mais curti na situação é que ele nunca desviou o olhar.
Eu: a ver pra que eu me viro... você me diz se fica bem reta Marce: emmm sim

Deixei ela ver como eu tava toda de argola. Eu: e aí??? Fica reta aí? Marce: ehhh sim sim, fica bem gostosa em você.
Eu: e de frente tá bem?? Onse me marca os lábios? Marce: gabi, fica espetacular em você. Eu: ah, valeu, você é um doce...
Meus peitos estavam escapando da camiseta e o Marce ficava sem graça, mas não tirava os olhos deles. A gente conversou por uns 10 minutos até que eu decidi ir pra cama. Eu: "Bom, Marce, vou me deitar." Marce: "Descansa, Gaby.
Me deitei de bunda pra cima e o Marce ficou um tempão acordado... Eu fingi que tava dormindo, mas por dentro tava pegando fogo... Num dado momento, finjo que acordo e falo: "Marce, não vai se deitar não?"
Marce: "É que essa é a única cama que tem... Mas tranquilo, eu durmo aqui na mesa."
Eu: "Cê é louco? Vai dormir na mesa, é? Vem pra cá que eu te arrumo um lugar."
Marce: "Gabi, agradeço, mas não posso."
Eu: "Ué, qual o problema?"
Marce: "Não vou te faltar com respeito... A senhora dorme confortável que eu me viro."
Eu: "Não, meu bem, não vou deixar não... Vem dormir aqui."
Marce: "Sério, não consigo fazer isso, ainda mais com a senhora vestida assim."
Eu: "Ah, é por isso? Tá com medo de fazer alguma sacanagem?"
Marce: "Isso mesmo, Gaby, não quero misturar as coisas e a senhora achar que sou um tarado."
Eu: "De jeito nenhum... Pega esse cobertor, o travesseiro e deita nos meus pés agora... Tô mandando... Ou nunca mais te contrato."
Marce: "Tá bom, tá bom, Gaby, tudo bem..."
Marce se ajeita nos meus pés, mas nem imaginava o que ia rolar... Continua...
Eu cruzei com ele no mercadinho um dia e rapidinho percebi que era novo no bairro. Depois da minha aventura com minha amiga Cata... resolvi dar uma segurada. Tava comendo muito com os clientes e decidi me afastar um tempo. Uma tarde, tava tranquila em casa e bate na porta: Edwin com o Marce... ele me apresentou e ofereceu pra ele cortar o mato do meu jardim. Eu falei que não tinha problema... de cara, Marce não me chamou atenção... era um pretinho submisso e calado, que quase não falava nada. Então aceitei o serviço.
Passou uma semana... ele vinha todo dia. Tava muito verde no assunto, era lento, mas tinha vontade. Um dia ele parou de vir e deixou meu quintal incompleto... tive que ligar pro Edwin pra mandar ele de volta, até que ele apareceu. Justo nesse dia, a seleção tava jogando... eu tinha preparado uma tábua de frios, uma cerveja, e o lerdo do Marce trabalhava lá fora. Anoiteceu, o jogo tava chegando e Marce não terminava... ele era realmente lento... mas me deu pena e chamei ele pra entrar e ver o jogo. Ele recusou, mas depois de um tempo aceitou.
A gente conversou um pouco até o jogo começar... e fomos tomar chimarrão. Eu não tinha me ligado, como sempre, mas meu look tava chamativo demais.


Mesmo que eu não falasse muito... meu shortinho era apertado e marcava tanto a minha fio dental quanto o meu pai.
Até que percebi que a Marce me olhava com timidez, como sempre, mas foda-se... Continuamos tomando chimarrão até o jogo começar... Tava do caralho... Na hora, gol da Argentina... Aí foi minha primeira aproximação sem querer. Abracei ela na comemoração e encostei as tetas nela... Eu: "Vamos, Marce querida, vamos, seleção!" Marce: "Vamos, porra!
De repente, a argentina mete outro gol e o idiota do Marce se joga em cima de mim pra me abraçar... passou dos limites e derrubou todo o mate, sujando minha camiseta inteira. Eu: "Ah, Marce, você é idiota, hein... me fez sujar a camiseta de mate. Agora não sai." Marce: "É sim, coloca num balde com sabão em pó e bicarbonato. Assim vai sair." Eu: "Tá bom, vou seguir seu conselho... vou lavar a roupa.
MMarce: ahh gabi, espera aí que vou lá no quintal pra ela trocar de roupa sossegada. Eu: não, mano... não tem problema. Olha, vou ser clara contigo, não sei se o Edwin já te contou, mas eu ando sempre leve de roupa... e ainda mais na minha casa... aqui, quem vier aqui, tem que se adaptar, porque eu gosto de ficar confortável.
Marce: mas dona Gabriela, eu não tenho problema, só não queria te deixar sem graça.
Eu: não, bobo... se não, eu não falava isso. ...vou tirar a calça que também sujou.
Marce: vou virar de costas.
Eu: naaaa, mano... não tem problema... você é amigo do Edwin. Confio em você.
Marce: claro, gabi, eu tenho respeito.
Eu: então fica de boa assistindo o jogo e não fica sem graça por causa da minha roupa.
Marce: fica tranquila.




Eu: toma, Marce, um mate. Marce: valeu… não quero ser abusado, mas tá dando pra ver um pouco da buceta peluda.
A calcinha fio-dental tinha escapado e o Marce tava vendo minha xereca toda.
Eu: aii, que abusado… desculpa, nego… kkkk, até que me fez rir do jeito que você falou.
O olho do Marce brilhou… e ele começou a ficar mais à vontade… se aproximou de mim… até que num momento ele me apoiou.
Eu falei: ei, o que foi?
Aí ele ficou nervoso e começou a fazer umas coisas pela casa… me arrumou umas paradas até terminar o primeiro tempo…
Eu pedi se ele podia arrumar uma tomada que tava quebrada, e ele começou a trabalhar.
De repente, páááá… cortou a luz, o burrão.
Eu: o que você fez, imbecil?
Marce: ai, desculpa, Gabi…
Eu: pra que mexer…
Aí tentamos arrumar a corrente juntos, mas não deu. Não tava vendo nada.
Eu: vou te matar, nego… justo no jogo… e agora? Ainda é super tarde… ninguém vai me atender a essa hora.
Marce: Gabi, se quiser, a gente pode ir pro meu quarto ver o jogo.
Eu: não, já era, não dá mais.
Marce: eu insisto… é o mínimo que posso fazer por você…
Eu: tá bom, foda-se, vamos… você tem carro?
Marce: tenho a moto…
Eu: beleza, vamos. Depois você me traz, né?
Fomos de moto a toda velocidade pra chegar a tempo de ver o jogo… no meio do caminho, desaba uma tempestade do caralho… dilúvio total…
Chegamos no quarto dele… era tão pequeno e desconfortável… ainda por cima eu tava encharcada… aceitei ir à toa.
Entramos, ele liga a TV… ele se troca e vem até mim, pedindo desculpas por tudo… mas a raiva já tinha passado… depois de um tempo, comecei a sentir frio… queria voltar pra casa, mas a tempestade tava violenta demais.
Marce: Gabi, não posso te ver assim… vou te dar uma camisa pra você não ficar toda molhada…
Eu: tá bom, vai me fazer bem.
Ele me dá a camisa, e o lugar era tão pequeno que não tive outra opção senão me trocar na frente dele… mas quando fui tirar a roupa… uma excitação tomou conta de mim… não sei por quê.
Mas de repente me molhei… então me troquei na frente dele do jeito mais provocante possível.

Eu: bom, valeu Marce... tá me ajudando... tô toda ensopada... se não te incomodar, vou tirar o sutiã, tá? Marce: ah, é... sim, tudo bem... tira o que tiver molhado...
Marce não podia acreditar. Dava pra ver o nervosismo nele.






De novo minha tanga escapou e viu toda a minha buceta... nessa altura a Marce já tava suando... O olhar da Marce me deixava com tesão... mas não quis demonstrar... queria que ele mesmo caísse na armadilha... O jogo termina e a gente fica conversando um pouco... lá fora continuava chovendo... Fingi que chamava um Uber, mas na real não chamei. Eu: que merda, não consigo remis, nem Uber, nem nada... tô cansada já.
Marce: é, tá foda sair com essa tempestade... eu até levaria, mas de moto não dá.
Eu: nooossa, nem louca, mano... a gente se mata... além disso, tô toda encharcada.
Marce: se quiser, eu espero até você conseguir um remis... sem problema.
Eu: não, nem precisa, amanhã você tem que trabalhar. E eu tô morrendo de sono.
Marce: fica pra dormir... dorme aí no colchão, sem problema.
Eu: ah, sério mesmo que faria isso por mim? Que gentil (que puta que sou, pensei).
Marce: por favor, Gabi... deita tranquila que eu durmo por aí.
Eu: agradeço de montão... tô meio sem graça, mas tô muito cansada e acho que a chuva não vai parar... senão ia pra casa.
Marce: por favor, Gabi... eu sei como é... ainda mais com você sendo tão boa comigo.
Eu: bom, obrigada... então vou deitar... só que não consigo dormir com essa roupa... além disso, minha calcinha tá molhada... me passa minha bolsa que tenho uma camiseta ideal pra dormir.
Marce: sim, Gabi, vou passar.
Ela me passa a camiseta e eu me desnudo na frente dele.
Eu: ah, desculpa, mano... me despi na sua frente... mas a casa é muito pequena.
Marce: se quiser, eu saio pra fora.
Eu: nooossa, tá chovendo horrores... fica aí, que vai ser... acho que você não vai se chocar de ver uma mulher se trocando.
Marce engoliu seco, abriu os olhos puxados que tinha e contemplou meu espetáculo... não conseguiu dizer uma palavra.




Marce continuava imóvel... até que eu falei. Eu: Marce, olha só, na minha bolsa deve ter uma calcinha... me passa ela, por favor, que vou tirar essa que tá toda molhada. Aí sim. Marce foi pegar minha tanga e eu fiquei de buceta de fora.
...os olhos dela não davam conta de se virar pra me olhar...eu fingia que não tava vendo e me trocava como se nada estivesse acontecendo
Eu: agora sim... marce, achou a calcinha? Marce: hmm, é essa aqui?
Eu: siiiim, passa pra cá que eu vou colocar.. A Marce se aproxima tremendo. Me dá a tanga e eu enfio ela na bunda... o que mais curti na situação é que ele nunca desviou o olhar.
Eu: a ver pra que eu me viro... você me diz se fica bem reta Marce: emmm sim

Deixei ela ver como eu tava toda de argola. Eu: e aí??? Fica reta aí? Marce: ehhh sim sim, fica bem gostosa em você.
Eu: e de frente tá bem?? Onse me marca os lábios? Marce: gabi, fica espetacular em você. Eu: ah, valeu, você é um doce...
Meus peitos estavam escapando da camiseta e o Marce ficava sem graça, mas não tirava os olhos deles. A gente conversou por uns 10 minutos até que eu decidi ir pra cama. Eu: "Bom, Marce, vou me deitar." Marce: "Descansa, Gaby.
Me deitei de bunda pra cima e o Marce ficou um tempão acordado... Eu fingi que tava dormindo, mas por dentro tava pegando fogo... Num dado momento, finjo que acordo e falo: "Marce, não vai se deitar não?" Marce: "É que essa é a única cama que tem... Mas tranquilo, eu durmo aqui na mesa."
Eu: "Cê é louco? Vai dormir na mesa, é? Vem pra cá que eu te arrumo um lugar."
Marce: "Gabi, agradeço, mas não posso."
Eu: "Ué, qual o problema?"
Marce: "Não vou te faltar com respeito... A senhora dorme confortável que eu me viro."
Eu: "Não, meu bem, não vou deixar não... Vem dormir aqui."
Marce: "Sério, não consigo fazer isso, ainda mais com a senhora vestida assim."
Eu: "Ah, é por isso? Tá com medo de fazer alguma sacanagem?"
Marce: "Isso mesmo, Gaby, não quero misturar as coisas e a senhora achar que sou um tarado."
Eu: "De jeito nenhum... Pega esse cobertor, o travesseiro e deita nos meus pés agora... Tô mandando... Ou nunca mais te contrato."
Marce: "Tá bom, tá bom, Gaby, tudo bem..."
Marce se ajeita nos meus pés, mas nem imaginava o que ia rolar... Continua...
0 comentários - De novo tomei no cu de um flanelinha (dessa vez tucumano)