No final, de tanto nervoso, levantei e fui tomar um banho. Não podia acreditar que tinha chupado ele daquele jeito. Mas o mais contraditório era o tesão que tinha ficado. Ficava pensando comigo: "isso não pode acontecer de novo", porque queria me convencer de que gostava de cuties, mas não conseguia tirar a pica da cabeça. Pra minha surpresa, no domingo não rolou nada, e até quarta-feira foi tudo normal. Na quarta, lá pela metade da manhã, ele aparece no meu quarto, abre a porta que tava sem chave, e eu tava de camisa e da cintura pra baixo pelado, com a pica já mais dura que mole. Ele entrou com o notebook nos braços e o headset ligado, como se tivesse falando com alguém e fosse a coisa mais normal do mundo entrar assim. Eu tava trabalhando num relatório. Ele pegou minha mão direita e levou direto pra pica dele, e mesmo eu olhando com cara de indignação e resistindo na metade, acabei cedendo e masturbei ele. Mas não passaram nem dez segundos, ele me pegou pela nuca e se aproximou pra eu chupar ele, e meio que forçando, eu falei pra mim mesmo: "pra que que eu tenho que trabalhar..." Mas ele não deixou eu terminar a frase, só repetiu umas vezes: "shhh... shh", enquanto já esfregava a pica na minha cara até conseguir enfiar na minha boca. Dessa vez ele tinha tomado banho, sorte a minha, porque dava pra sentir a pica limpinha entrando e saindo da minha boca. Ele apoiou o notebook do lado do meu, e sem tirar a pica da minha boca, me tirou da cadeira e sentou ele. Eu fiquei na posição "L", querendo reclamar, mas com a pica até a garganta, dando ânsia de tão grossa que era, e ele só repetia "shh... shh" pra eu não fazer barulho. Ficou assim uns minutos, enquanto continuava na vídeo conferência dele. Começou a apalpar minha bunda, apertando tudo com força, soltando e apertando de novo, me levou as mãos no rosto, tirou a pica da minha boca só pra enfiar os dedos pra eu chupar, e depois de uns segundos, meteu a pica de novo na minha boca e enfiou a mão por baixo da minha calça, procurando meu cu de uma vez. Eu Eu abafava os gritos enquanto os dedos dele iam entrando no meu cu, intercalando entre o dedo anelar e o maior, que eu tinha chupado antes. Cada vez que ele fazia pressão pra enfiar o dedo, mais apertava minha nuca pra me afogar na pica. Meus olhos estavam brilhando de lágrimas querendo escapar, e eu engasgava com a pica me sufocando. Depois de um tempo, ele conseguiu enfiar os dedos, primeiro um de cada vez e, depois, os dois juntos. A dor e a sensação eram tão intensas que quase tiravam a força das minhas pernas. De repente, toca uma videochamada que estavam me fazendo. Ele virou meu PC pra um canto, me deitou em cima da mesa. Fiquei com as pernas no chão e o torso meio recostado na mesa, e ele colocou o notebook nas minhas costas. Atendi a videochamada, e era um dos chefes perguntando como tava o relatório. Dava pra ver só minha cabeça e, atrás, o fundo falso. Então eu parecia sentado num escritório, e não jogado numa mesa de cu pra cima com dois dedos enfiados até o fundo. Na chamada, entraram mais alguns, incluindo o Gustavo. Ele também tava com o fundo falso de escritório. Enquanto eu falava, senti ele tirar os dedos e ouvi ele colocando a camisinha e aproximando a pica. Eu não podia ver, mas era óbvio que era a pica entrando no meu cu. Enquanto eu tentava explicar o relatório, de vez em quando ficava mudo, abafando um grito, me desculpando dizendo que tava com uma dor no estômago. Enquanto isso, a pica já tava dentro, e com investidas suaves ele foi empurrando aos poucos até eu sentir ela no fundo, onde continuava bombando devagar, mas de vez em quando tirava quase toda e metia com força, me fazendo tremer inteiro. Eu via estrelas e fingia que o suor era da dor, e na tela dava pra ver o Gustavo com um risinho cínico, mordendo o lábio de leve, sabendo que ele era o culpado. Terminei o relatório como deu, e todo mundo foi se desconectando. Mas o Gustavo falou pra eu deixar ele ali, que queria ver minha cara, então... Ficamos só nós dois. Embora ele também estivesse gravando tudo com o celular, mostrando como a pica estava enfiada no meu cu até o talo, entrando e saindo e socando em cima da mesa. Enquanto me bombava cada vez com mais força e velocidade, a ponto de eu não conseguir segurar o notebook nas minhas costas e me dar com tanta força ao mesmo tempo, então tirei ele, mas mudei a videochamada pro celular e agora eu via como a pica saía e entrava no meu cu. Enquanto aguentava como podia a dor das estocadas cada vez mais fortes e barulhentas. Entre gemidos, Gustavo me diz:
— Agora eu gozo e, enquanto te encho de porra, você se masturba pra mim.
Ele tira a pica do meu cu, tira a camisinha, se masturba por uns segundos e goza no meu rabo. Eu, que já tinha gozado sem perceber umas duas vezes enquanto ele me comia, me masturbei até gozar de novo e, mesmo não saindo quase nada, a sensação estava lá.
Gustavo:
— Que delícia estrear essa bunda assim. Mas viu, dessa vez eu tomei banho. Agora você me provou limpinho, mas não se acostuma, hahaha.
Ele falava com um tom exato, mas excitado. E eu estava ali, largado na mesa com o cu arrombado e cheio de porra no meio da manhã. Continua...
— Agora eu gozo e, enquanto te encho de porra, você se masturba pra mim.
Ele tira a pica do meu cu, tira a camisinha, se masturba por uns segundos e goza no meu rabo. Eu, que já tinha gozado sem perceber umas duas vezes enquanto ele me comia, me masturbei até gozar de novo e, mesmo não saindo quase nada, a sensação estava lá.
Gustavo:
— Que delícia estrear essa bunda assim. Mas viu, dessa vez eu tomei banho. Agora você me provou limpinho, mas não se acostuma, hahaha.
Ele falava com um tom exato, mas excitado. E eu estava ali, largado na mesa com o cu arrombado e cheio de porra no meio da manhã. Continua...
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