Mi amigo el mañanero

Isso aconteceu há uns dois anos, no máximo. Eu tinha um conhecido/amigo com quem a gente conversava muito sempre que eu tava sozinha (sem marido) ou quando tava no trampo e dava pra bater um papo. O nome dele é Alejandro e ele era uns quatro anos mais velho que eu. Ele trabalhava com construção e também era eletricista. Então, às vezes, ele vinha fazer uns serviços aqui em casa quando eu precisava de algum reparo. No último ano, ele tinha ido morar em Buenos Aires por causa do trabalho, então vinha de vez em quando visitar a mãe e os filhos. Ele era separado. Nessa época, nossas conversas já tinham esquentado bastante, porque a gente já se conhecia há um tempão e tava na maior intimidade. Ele sempre falava que tinha a fantasia de transar com uma professora. Mas até aquele momento, nunca tinha rolado nada entre a gente. Assim passaram mais uns meses e, quando chegou a primavera, ele me contou que viria visitar e ficaria uns dez dias mais ou menos em Neuquén. E me pediu, por favor, se a gente podia se ver pra conversar e tomar alguma coisa. Justo nesses dias, tive um problema em casa. Uma manhã, a luz caiu e, como meu marido não tava, comentei do problema que tive e ele, sem pensar duas vezes, veio dar uma olhada. Depois de resolver, a gente ficou tomando uns mates, até que ele se levantou pra ir embora. Perguntei quanto eu devia e ele disse que nada, que um beijo bastava. Então, antes de sair, dei um beijo no canto dos lábios dele, ele me apertou um pouquinho e eu senti a dureza no meio das pernas dele. — Você me deixa louco — ele disse e finalmente foi embora. Depois disso, a gente continuou trocando ideia a semana toda e o Alejandro continuava me enchendo de indiretas sobre a vontade que ele tinha de ficar junto e poder me aproveitar. Eu ia na onda, mas não tava decidida, porque via ele mais como um amigo do que como algo a mais, mesmo gostando muito dele e sentindo a vontade que ele tinha de mim. Mas como diz o ditado: tanto vai o pote à fonte... e além disso, eu sabia que naquele fim de semana ele voltava. pra Buenos Aires. Aí combinamos de nos ver no mesmo domingo. O voo dele saía à tarde, então falei pra ele vir me ver de manhã cedo, depois que meu marido fosse trabalhar, e trazer a caixa de ferramentas pra disfarçar, só por precaução, hehe. O maior problema que eu tinha era que minha filha estava em casa, dormindo no quarto dela naquele dia. Eu tinha me levantado assim que meu marido saiu, tomei banho, me certifiquei de que minha menina tava dormindo, me vesti e depois fechei a porta do quarto dela, só por garantia. Eu tinha colocado um vestido curto e soltinho azul claro, mas que marcava bem as curvas do meu corpo. Por baixo, só uma calcinha fio dental vermelha e sem sutiã. Às 9 em ponto, a campainha tocou. Desci as escadas e fui atender. Era o Alejandro mesmo, com a caixinha de ferramentas dele esperando. Abri a porta e, assim que me viu, ele cravou os olhos nos meus peitos. O vestidinho era bem decotado e dava pra ver meus mamilos através dele, e também minha calcinha. — Mamita, que gostosa que você tá — ele falou. E assim que ele entrou e eu fechei a porta, ele se jogou em cima de mim e me apertou contra a parede. Começou a me beijar igual um louco e a me apalpar toda. Na hora, senti o pau dele endurecendo por baixo da calça. Ele não perdeu tempo, puxou minhas alças pra baixo e começou a lamber meus peitos sem parar, enquanto eu, ainda surpresa, aproveitava. O Ale continuou me tocando e acariciando minha bunda, seguindo o fio da minha calcinha até chegar na minha buceta. Eu mordia os lábios porque não podíamos fazer barulho, já que minha filha tava dormindo e eu tinha medo que ela ouvisse. Primeiro, ele começou a esfregar meu clitóris enquanto falava: — Que molhada que você tá, Andre. Depois, enfiou o dedo do meio entre os lábios da minha buceta e começou a me masturbar. Eu não aguentei mais e soltei um gemido enquanto apertava o pau dele, duro e ereto, por cima da roupa com a mão. Na hora, o Alejandro baixou a calça e a cueca, deixando o pau dele pra fora pra eu que eu pudesse admirar. Comecei a masturbá-lo e a passar minha outra mão nas bolinhas dele. Ele gemia baixinho e me dizia: — que bem que você me bate uma punheta, meu amor, continua, continua —. Enquanto nos beijávamos com muita paixão e ele passava a língua do meu pescoço até meus peitos. Daí, do corredor da entrada, fomos para a sala sem parar de nos apalpar nem nos desgrudar. Ele pegou uma cadeira, aproximou, tirou minha calcinha e me fez subir em cima dela, me colocando de cócoras. Levantou bem meu vestido, abriu minhas pernas, afastou a tanga e começou a fazer um sexo oral fantástico. Pensei que ia gozar naquele instante de tanto prazer que ele tava me dando. Mas segurei e só gemia baixinho, dizendo: — que gostoso, Ale! Não para, por favor! — Ele tava louco com a minha buceta. Passava a língua e lambia meu clitóris, e depois enfiava bem fundo, o máximo que conseguia. Eu já tava voando e não queria terminar. — Que delícia sua buceta, bebê! — ele dizia — Quanto tempo esperei pra te comer toda, mamãe! — Naquele momento, senti que ia explodir, então falei: — Não aguento mais, amor! Coloca a camisinha e mete em mim! — Ele me olhou e, sorrindo, disse que não tinha camisinha. Então tive que parar um pouco e ir no meu quarto pegar as que a gente usava com meu marido às vezes. De quebra, dei uma olhada no quarto da minha filha e, sim, ela ainda tava bem dormindo. Desci rapidinho e encontrei ele cheirando minha tanga. Eu ri e falei: — Ale, o que você tá fazendo? Ha ha —. Ele disse que tava louco com meu cheirinho de buceta e que queria levar a calcinha de lembrança depois. Eu só me apressei em dar um beijo bem gostoso nele, enfiando a língua até o fundo da boca dele. Sentei ele na cadeira, abaixei bem a calça e a cueca dele, me ajoelhei, peguei o pau dele com as duas mãos e comecei a chupar. Era um tamanho normal, mas tinha murchado um pouco. Eu tava com muito tesão com tudo que a gente tava fazendo, então só subia e descia a cabeça, comendo bem aquele pedaço de carne e depois lambendo as bolinhas também. Ele delirava de prazer e eu dizia: -Ai Andrea, que bom que você chupa, mamãe! Por Deus, que boa cabeça que você tem! Quando ficou bem dura de novo, coisa que não custou nada, levantei um pouco o vestido e sentei devagar, sentindo o membro dele bem ereto entrando na minha gruta. Ficamos assim um tempinho. Ale me dizia: -Você gosta do pau, gosta, mamãe? E eu dizia que sim e ele ficava mais louco e a gente se mexia mais rápido. Depois de um tempo, coloquei um colchonete que tenho pra fazer ginástica no chão. Ele me colocou de quatro e me penetrou de uma vez só. Eu só gemia de prazer e dizia pra ele não parar, que eu gostava muito. Ele me comia cada vez mais rápido e dizia: -Toma, senhora, toma o pau que você tanto gosta, como eu queria te comer, senhora! Eu pedia pra ele bombar bem forte e não parar. -Vai, papai, vai, me come assim que vou gozar!-. Na hora, ele tirou, me virou de barriga pra cima, abriu bem minhas pernas e colocou nos ombros dele e entrou de novo. A gente tava muito excitado e ele aumentou o ritmo e dizia: -Ai, senhora, ai, senhora, que gostoso que você trepa, tô quase gozando, vai, senhora, vai-. E eu também apertava a buceta no pau dele e dizia que gostava e queria sentir, até que a gente não aguentou mais de prazer e os dois gozaram ao mesmo tempo, gemendo e mordendo os lábios. A gente tava todo suado. Ele ficou um tempão assim em cima de mim, como se não quisesse sair. Até que tirou, levantou e me ajudou a levantar também. Ale tirou a camisinha, deu um nó, e eu falei pra ele levar e jogar em outro lugar longe, por precaução. Enquanto eu arrumava o vestido, ele guardou no bolso, pegou a caixa de ferramentas e me pediu pra dar a calcinha fio dental de lembrança. Então aceitei e dei pra ele. Ele colocou no outro bolso e eu acompanhei ele até a porta. A gente se deu um belo beijo e eu desejei boa viagem de volta. Ele me disse: -Foi o melhor presente de despedida que eu poderia ter sonhado. Você é uma mulher linda! Tomara que a gente fique junto de novo- Dito isso, ele atravessou a porta e foi embora. Eu fiquei em casa como se nada tivesse acontecido, pensando em tudo que tinha que fazer naquele dia e, ao mesmo tempo, com aquele sorriso que se desenha na cara de uma mulher depois de um sexo gostoso pela manhã...

6 comentários - Mi amigo el mañanero

h_ccapo +1
Linda historia...
Deberias haberla coronado presentandote con una fotito...
Felicidades
El sexo mañanero, es de lo mejor , ademas para los y las infieles es casi un regla ....Hermosa historia
Qué buen relato que lindo saber que hay alguien así acá en Neuquén 😋😋😋
Me encantó el relato!! Seguí asi porfa y si podes, subi una foto para que sepamos como sos!!