Cerca de 3 anos atrás, minha esposa tinha ido com outros colegas de trabalho para uma reserva por causa de um programa de educação. Ela, o superior dela e mais duas pessoas ficaram hospedados lá por quase uma semana inteira. Por causa da má qualidade do sinal de telefone, não conseguíamos conversar. Nas noites em que dava pra trocar mensagens, lá pelo terceiro dia ela me contava que tinha uns rapazes indígenas muito gostosos e interessantes nelas. Eu, no meu tesão, falava pra ela por que não explorava e dava uma provadinha, nada demais, era só experimentar tipos diferentes, dadas as circunstâncias. Mas ela não se animou por causa do superior que estava junto.
Uns meses atrás, um cara de 22 anos entrou em contato com ela e tava contando que tinham instalado internet via satélite em vários pontos. Ela fez amizade com ele a ponto de começarem a se provocar e trocar fotos. Eu só olhava as fotos dele e, puta merda, ele tinha um pau bonito. Uma noite, enquanto ela dormia, eu vi as mensagens dela. Quase não entendia direito porque ele mandava áudios e ela só respondia por texto. Chegou num ponto em que eles falavam que ele gostou muito do que ela tinha feito, mas não dava pra entender o que era. No dia seguinte, perguntei pra ela e, bem envergonhada, me contou que horas antes de eles voltarem, esse cara chegou na barraca dela e, de uma coisa e outra, ela acabou dando um boquete nele, e ele gozou tudo na boca dela.
Dias depois, falei pra ela por que não visitava o cara, mas ela dizia que era muito complicado ir até lá sem motivo. Com o tempo, ela foi designada pra levar dois professores que dariam umas aulas pros jovens de lá. Ela precisava arrumar hospedagem por conta própria, e o cara ajudou a achar uma cabana pra esses dias. Ela me perguntou se eu tinha certeza, e eu falei: "Claro, love". Na primeira semana, o cara dormia com ela e tava deixando ela louca de tesão. Ela me contava que ele não era muito experiente, então ela se encarregou de dar o melhor sexo pra ele. No primeiro fim de semana, eu fui até lá. Levei pra ela, nos arredores do lugar, pílulas e absorventes, porque parecia que a menstruação dela ia descer. A gente deu uma rapidinha no carro e, uau, que mudada tava a buceta dela, não era a mesma, curta e apertada. Até ela confessou que não sentia a mesma sensação. Na semana seguinte, mesma comunicação, ela me contava que tinha muita intimidade com aquele cara. Nos dias que faltavam pra voltar, ela me disse que, pra toda a reserva, ela era a mulher dele. Terminadas as tutorias, ela voltou, tudo normal, até que ficou muito doente naqueles dias, teve que tirar uns dias de descanso. Pagou exames pra ver o que era, se era algum vírus por causa dos tipos de comida, mas no final o que ela tinha era um embrião crescendo dentro dela. E então, aqui estamos nós, levando o processo de gestação pra ver como vai sair nosso filho 😬😬😬
Uns meses atrás, um cara de 22 anos entrou em contato com ela e tava contando que tinham instalado internet via satélite em vários pontos. Ela fez amizade com ele a ponto de começarem a se provocar e trocar fotos. Eu só olhava as fotos dele e, puta merda, ele tinha um pau bonito. Uma noite, enquanto ela dormia, eu vi as mensagens dela. Quase não entendia direito porque ele mandava áudios e ela só respondia por texto. Chegou num ponto em que eles falavam que ele gostou muito do que ela tinha feito, mas não dava pra entender o que era. No dia seguinte, perguntei pra ela e, bem envergonhada, me contou que horas antes de eles voltarem, esse cara chegou na barraca dela e, de uma coisa e outra, ela acabou dando um boquete nele, e ele gozou tudo na boca dela.
Dias depois, falei pra ela por que não visitava o cara, mas ela dizia que era muito complicado ir até lá sem motivo. Com o tempo, ela foi designada pra levar dois professores que dariam umas aulas pros jovens de lá. Ela precisava arrumar hospedagem por conta própria, e o cara ajudou a achar uma cabana pra esses dias. Ela me perguntou se eu tinha certeza, e eu falei: "Claro, love". Na primeira semana, o cara dormia com ela e tava deixando ela louca de tesão. Ela me contava que ele não era muito experiente, então ela se encarregou de dar o melhor sexo pra ele. No primeiro fim de semana, eu fui até lá. Levei pra ela, nos arredores do lugar, pílulas e absorventes, porque parecia que a menstruação dela ia descer. A gente deu uma rapidinha no carro e, uau, que mudada tava a buceta dela, não era a mesma, curta e apertada. Até ela confessou que não sentia a mesma sensação. Na semana seguinte, mesma comunicação, ela me contava que tinha muita intimidade com aquele cara. Nos dias que faltavam pra voltar, ela me disse que, pra toda a reserva, ela era a mulher dele. Terminadas as tutorias, ela voltou, tudo normal, até que ficou muito doente naqueles dias, teve que tirar uns dias de descanso. Pagou exames pra ver o que era, se era algum vírus por causa dos tipos de comida, mas no final o que ela tinha era um embrião crescendo dentro dela. E então, aqui estamos nós, levando o processo de gestação pra ver como vai sair nosso filho 😬😬😬
2 comentários - Na reserva indígena