Como vocês já sabem, minha mina é fanática por pica de milf, ficou viciada em coroa bem velho.
E nem dá pra culpá-la, se ela é tão magrinha, baixinha e meiga, sempre consegue o que quer. E a real é que os coroas transam com um pique incrível, porque ela já tinha o professor da faculdade praticamente como um coroa fixo. Mas isso ia rolar numa sexta-feira, dia típico que ela foge pra passar um tempinho a sós com o professor (51) e, de lá, vão pra casa pra receber meu trabalho especial de limpeza pros dois.
Mas naquele dia, as coisas não sairiam como ela queria. O professor teria trabalho extra por causa dos preparativos do conselho técnico, então ele pediria um Uber pra ela ir pra casa, já que era tarde e ela tinha esperado por ele, mas o filho da puta não avisou antes. E claro, minha mina não ia levar numa boa. No começo, ela só tava puta por não ter o momento dela e, claro, não ia ter o gosto de terminar aberta como sempre. Então, meio a contragosto, ela aceitou pegar o Uber e vazar sem mais nem menos.
Ao entrar no carro, o motorista cumprimentou ela e ofereceu colocar uma música no gosto dela. Ela se surpreendeu ao ver um cara fortão, claramente maduro, bem o tipo dela. O carro tava no nome do professor, então ela usou isso pra puxar conversa.
Ele: "O namorado já te mandou pra casa?"
Ela (rindo, meio sem graça): "Tipo isso... na verdade não é meu namorado, mas é."
Ele: "Ah! É o ficante" (num tom de brincadeira).
Ela só disse que não, com um sorrisinho maroto.
Não demorou pra ele sacar quem era o outro.
Ele: "Ah... será que é algo proibido por aí?"
Ela: "Tipo isso 😅 Olha, mas não vai sair contando, hein."
Ele: "Não tenho necessidade de falar nada, mas conheço esses olhares que escondem coisa errada, haha."
Pra não alongar muito o papo, minha mina já ficou à vontade. Contou sobre mim, sobre o amante e que tava voltando puta porque não conseguiu ter o momento dela do jeito que queria. Como viu que já tava na confiança e que ele também tinha contado umas paradas dele, ela decidiu passar o número. Falou: "Pode me chamar se quiser uma revanche. Quem sabe dá chance e a gente pode aprontar essa noite."
Ela (riu de forma provocante): "Ah, sei não... seria interessante, nunca fiz nada assim."
E, mesmo sem aceitar trocar números na hora, ela disse que tinha uma proposta...
Então, chegando na nossa casa e finalizando a viagem, ela pediu pra ele seguir reto até um estacionamento que fica a três ruas de casa. Não é um lugar muito movimentado, meio abandonado, escuro, ideal pra ser o momento de prazer deles. Ela começaria a saborear o pau dele através da calça, enquanto ele não perderia tempo e já começaria a abaixar a calça dela. Ele: "Esse maldito corno tem sorte de ter você, mas vai gostar ainda mais quando a gente acabar aqui." Ela nem se deu ao trabalho de responder, só abaixou o zíper da calça dele pra começar a lustrar aquela rola. "Fedida, suja, mas bem grossa, e não muito comprida, uns 14cm talvez, mas sem dúvida a grossura era o mais interessante, e com a cabeça bem redonda" – foi assim que ela descreveu.
Uma vez que ele sentiu que ela estava molhada, não pensaria duas vezes: colocaria ela sobre as pernas dele, pra enfiar e poder morder os peitos dela enquanto isso. "Ele fazia com força, não custava nada me mexer por cima dele, enquanto chupava meus bicos, firme." Se começasse pela buceta dele, enfiando os dedos, não demoraria pra perceber como o cu da minha mulher é bem trabalhado — coisa que tenho muito orgulho, aliás — e claro que depois de elogiar, preferiria meter, pro prazer dela por causa da grossura.
E foi assim que ficaram por pelo menos uns 45 minutos. Ela, que é fã de ser tratada feito lixo, não se decepcionou: o cara ficou com a calcinha dela, gozou dentro, e ainda a tirou do carro daquele jeito. Lá fora, ela vestiu o short e tentou se ajeitar, pra depois caminhar até em casa. Um acordo que, nem preciso dizer, só fez ela ficar mais apressada pra chegar e me contar tudo isso, além de me fazer limpar o que aquele cara deixou dentro dela. Ela ainda tem o número dele, mas tá pensando se adiciona ou não.
E nem dá pra culpá-la, se ela é tão magrinha, baixinha e meiga, sempre consegue o que quer. E a real é que os coroas transam com um pique incrível, porque ela já tinha o professor da faculdade praticamente como um coroa fixo. Mas isso ia rolar numa sexta-feira, dia típico que ela foge pra passar um tempinho a sós com o professor (51) e, de lá, vão pra casa pra receber meu trabalho especial de limpeza pros dois.
Mas naquele dia, as coisas não sairiam como ela queria. O professor teria trabalho extra por causa dos preparativos do conselho técnico, então ele pediria um Uber pra ela ir pra casa, já que era tarde e ela tinha esperado por ele, mas o filho da puta não avisou antes. E claro, minha mina não ia levar numa boa. No começo, ela só tava puta por não ter o momento dela e, claro, não ia ter o gosto de terminar aberta como sempre. Então, meio a contragosto, ela aceitou pegar o Uber e vazar sem mais nem menos.Ao entrar no carro, o motorista cumprimentou ela e ofereceu colocar uma música no gosto dela. Ela se surpreendeu ao ver um cara fortão, claramente maduro, bem o tipo dela. O carro tava no nome do professor, então ela usou isso pra puxar conversa.
Ele: "O namorado já te mandou pra casa?"
Ela (rindo, meio sem graça): "Tipo isso... na verdade não é meu namorado, mas é."
Ele: "Ah! É o ficante" (num tom de brincadeira).
Ela só disse que não, com um sorrisinho maroto.
Não demorou pra ele sacar quem era o outro.
Ele: "Ah... será que é algo proibido por aí?"
Ela: "Tipo isso 😅 Olha, mas não vai sair contando, hein."
Ele: "Não tenho necessidade de falar nada, mas conheço esses olhares que escondem coisa errada, haha."
Pra não alongar muito o papo, minha mina já ficou à vontade. Contou sobre mim, sobre o amante e que tava voltando puta porque não conseguiu ter o momento dela do jeito que queria. Como viu que já tava na confiança e que ele também tinha contado umas paradas dele, ela decidiu passar o número. Falou: "Pode me chamar se quiser uma revanche. Quem sabe dá chance e a gente pode aprontar essa noite."
Ela (riu de forma provocante): "Ah, sei não... seria interessante, nunca fiz nada assim."
E, mesmo sem aceitar trocar números na hora, ela disse que tinha uma proposta...
Então, chegando na nossa casa e finalizando a viagem, ela pediu pra ele seguir reto até um estacionamento que fica a três ruas de casa. Não é um lugar muito movimentado, meio abandonado, escuro, ideal pra ser o momento de prazer deles. Ela começaria a saborear o pau dele através da calça, enquanto ele não perderia tempo e já começaria a abaixar a calça dela. Ele: "Esse maldito corno tem sorte de ter você, mas vai gostar ainda mais quando a gente acabar aqui." Ela nem se deu ao trabalho de responder, só abaixou o zíper da calça dele pra começar a lustrar aquela rola. "Fedida, suja, mas bem grossa, e não muito comprida, uns 14cm talvez, mas sem dúvida a grossura era o mais interessante, e com a cabeça bem redonda" – foi assim que ela descreveu.
Uma vez que ele sentiu que ela estava molhada, não pensaria duas vezes: colocaria ela sobre as pernas dele, pra enfiar e poder morder os peitos dela enquanto isso. "Ele fazia com força, não custava nada me mexer por cima dele, enquanto chupava meus bicos, firme." Se começasse pela buceta dele, enfiando os dedos, não demoraria pra perceber como o cu da minha mulher é bem trabalhado — coisa que tenho muito orgulho, aliás — e claro que depois de elogiar, preferiria meter, pro prazer dela por causa da grossura.
E foi assim que ficaram por pelo menos uns 45 minutos. Ela, que é fã de ser tratada feito lixo, não se decepcionou: o cara ficou com a calcinha dela, gozou dentro, e ainda a tirou do carro daquele jeito. Lá fora, ela vestiu o short e tentou se ajeitar, pra depois caminhar até em casa. Um acordo que, nem preciso dizer, só fez ela ficar mais apressada pra chegar e me contar tudo isso, além de me fazer limpar o que aquele cara deixou dentro dela. Ela ainda tem o número dele, mas tá pensando se adiciona ou não.
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