Depois do primeiro encontro no meu quarto, o Diego me comeu a semana inteira, eu já era viciada na pica dele, se não tava chupando, tava dando, não via a hora de voltar da facul ou da academia pra ser a putinha daquele pivete, era tipo um vício na pica dele, uma necessidade fisiológica de ser comida por ele. Meus pais tavam felizes porque achavam que nossa relação de "irmãos" tinha melhorado. O problema foi com o Júlio, meu namorado: parei de passar tempo com ele e o sexo também foi pro saco, nem me motivava mais dar pra uma pica tão pequena, nunca entendi como, apesar da diferença de idade, o moleque tinha a pica muito maior.
O Júlio já tava desconfiado, sabia que tinha outro cara, mas como explicar? Um dia, enquanto o pivete tava cansando de me fazer gozar no meu quarto, o Júlio apareceu. Fiquei gelada. O Diego olhou pra ele como se a presença dele não importasse e continuou metendo a pica grande como se nada tivesse acontecendo. O Júlio, no meio da raiva, tentou bater no Diego, mas ele segurou o golpe e devolveu, cruzou o braço dele nas costas e jogou ele na cama. Eu só olhava, não conseguia me levantar porque minhas pernas tremiam de tanto orgasmo que a metida do Diego tinha me dado.
Fiquei chocada quando vi o negão baixando as calças do meu namorado, cuspiu no cu dele e encostou a cabeçona da pica no rabo do Júlio. Ele tentou se soltar, mas não conseguia por causa da posição. Percebi que a pica do cara começou a penetrar o cu dele pelos gritos de dor do meu namorado. Ele não aguentou mais e começou a chorar, pedindo por favor pra tirar. Óbvio que o cara não ligou e continuou metendo. Os gemidos dele se intensificaram por um momento até que deixaram de ser de dor e viraram gemidos de prazer. Num instante, vi a pica pequena do meu namorado soltar duas gotinhas de porra. Não podia acreditar: aquele pivete tinha feito ele gozar pelo cu. Não só tinha me viciado na pica dele, como agora... Também ia fazer com meu namorado. Quando terminei de comer ele, Diego Sol se foi e o Juliano ficou largado na cama com o cu bem aberto, soltando muita porra do moleque. As pernas dele tremiam e o pintinho tava doendo de tanto gozar. A partir daquele momento, Juliano também ficou viciado na pica do meu meio-irmão e agora ele tem duas putas pra comer quando tiver vontade.
O Júlio já tava desconfiado, sabia que tinha outro cara, mas como explicar? Um dia, enquanto o pivete tava cansando de me fazer gozar no meu quarto, o Júlio apareceu. Fiquei gelada. O Diego olhou pra ele como se a presença dele não importasse e continuou metendo a pica grande como se nada tivesse acontecendo. O Júlio, no meio da raiva, tentou bater no Diego, mas ele segurou o golpe e devolveu, cruzou o braço dele nas costas e jogou ele na cama. Eu só olhava, não conseguia me levantar porque minhas pernas tremiam de tanto orgasmo que a metida do Diego tinha me dado.
Fiquei chocada quando vi o negão baixando as calças do meu namorado, cuspiu no cu dele e encostou a cabeçona da pica no rabo do Júlio. Ele tentou se soltar, mas não conseguia por causa da posição. Percebi que a pica do cara começou a penetrar o cu dele pelos gritos de dor do meu namorado. Ele não aguentou mais e começou a chorar, pedindo por favor pra tirar. Óbvio que o cara não ligou e continuou metendo. Os gemidos dele se intensificaram por um momento até que deixaram de ser de dor e viraram gemidos de prazer. Num instante, vi a pica pequena do meu namorado soltar duas gotinhas de porra. Não podia acreditar: aquele pivete tinha feito ele gozar pelo cu. Não só tinha me viciado na pica dele, como agora... Também ia fazer com meu namorado. Quando terminei de comer ele, Diego Sol se foi e o Juliano ficou largado na cama com o cu bem aberto, soltando muita porra do moleque. As pernas dele tremiam e o pintinho tava doendo de tanto gozar. A partir daquele momento, Juliano também ficou viciado na pica do meu meio-irmão e agora ele tem duas putas pra comer quando tiver vontade.
4 comentários - Meu enteado me fez de puta 2