Olá, pessoal que está lendo isso. Meu nome é Andrea, e embora não me considere uma escritora de contos eróticos, acho muito excitante colocar no papel o que venho vivendo nos últimos meses. Já que estamos num site de histórias eróticas, vou direto ao ponto e começar descrevendo minha aparência. Para o bem ou para o mal, eu me encaixo em certos estereótipos: sou uma mulher madura, gostosa, loira, com peitos grandes e uma boa silhueta. E é assim que eu sou de verdade. Tenho 55 anos, nasci em outubro de 1970, e embora já tenha vivido algumas décadas, me cuido bem, já que as pessoas dizem que pareço mais nova e que sou uma mulher muito bonita e sedutora, cheia de curvas.
Sou loira, mas de salão, porque minha cor natural é castanha. Meus olhos são castanhos escuros e bem expressivos, e tenho o cabelo na altura dos ombros, liso; muitas vezes uso franja, algo que realmente curto.
E sou peituda, muito peituda, meu sutiã atual é 95/K. Desde nova tenho as tetas muito grandes e volumosas, mas com a menopausa ganhei alguns quilos e os peitos cresceram ainda mais em tamanho e volume, o melhor é que cresceram sem cair. Isso é a única coisa boa que a menopausa me trouxe, porque o resto é um saco.
Não tenho barriga lisa nem cintura de pilão. Tenho 1,70m e minhas medidas são 115/72/98 com uns quilinhos a mais. Tenho muito orgulho do meu corpo, principalmente dos meus peitos, adoro como são grandes e volumosos e como são pouco caídos para o tamanho e minha idade, são uma verdadeira bênção genética. Têm um formato bonito de gota, com volume já no começo do decote, nascem quase juntos e vão se separando e crescendo para baixo e para os lados. São coroados por auréolas bem rosadas e grandes como bolachas Maria e por mamilos rosados, grandes e saltados que apontam sempre para frente.
Tenho um Bunda boa, redonda e ainda bem firme e compacta. E no meio, um furinho estriado de cor marrom clarinho.
No púbis, tenho uma moita de pelo escuro e cacheado que faz um contraste chamativo com minha cabeleira loira. Nunca gostei de me depilar completamente ali porque depois fico com muita coceira e também não curto aquela sensação de bucetinha de menina. Se eu abro as pernas, dá pra ver uma buceta rosa escura, com uma fenda alongada e um clitóris proeminente que fica sempre à mostra, mesmo sem eu estar excitada.
Agora vou contar um pouco da minha história sexual. Não perdi a virgindade até os 23 anos, com meu terceiro namorado (três anos mais velho que eu). Minha primeira vez não foi nada ruim, embora não tenha chegado ao orgasmo, tive sensações prazerosas e quase não senti dor na penetração. A partir daquele dia, transávamos com frequência e logo vieram meus primeiros orgasmos. Não rolou sexo oral.
Eu tinha 25 anos quando terminamos o relacionamento e, em poucos meses, arranjei outro namorado (da minha idade). Esse cara era muito ativo e dominante na cama, tanto que às vezes passava do ponto. Realmente era intenso demais pra mim, mas tinha aquele algo que os bad boys têm e que vicia. A primeira pica que chupei foi a dele e, em pouco tempo, aprendi a fazer boquetes muito bons. E esse sim, me chupava a buceta, e porra, como ele chupava bem. Era capaz de me dar vários orgasmos em pouco tempo, fodendo ou me chupando. Mas nem tudo eram orgasmos: às vezes ele exagerava na intensidade e, como tem um pauzão muito grande, me machucava na penetração. E se eu reclamava, ele ficava puto e me deixava no meio do caminho.
Quando queria meter no meu cu, eu nunca recusava se ele fizesse com cuidado. Mas era intenso demais, sempre me colocava de quatro e me enrabava sem nenhum respeito. Resumo: doía pra caralho e eu mal aguentava uns segundos com aquele pauzão enorme dentro do cu. E aí já tínhamos mais um motivo pra ele se irritar e me deixar de lado. Ele costumava zoar de mim, dizendo que a pica dele sempre Ele me venceria e dizia que eu era pouca mulher pra tanta pica. Isso fez com que eu fosse gostando cada vez menos de transar com ele.
E outra coisa que eu também não gostava nada era quando ele gozava dentro da minha boca sem avisar. No começo ele ria de mim, mas no fim ficava puto porque eu cuspia o leite dele na hora e não engolia nada. No final, peguei um nojo danado de gozada na boca e de engolir porra (embora nunca tenha chegado a engolir). Desde então, nunca mais deixei nenhum cara gozar na minha boca.
Decidi terminar o relacionamento com esse cara. Eu tinha 28 anos e resolvi esquecer namorados e curtir a vida. Foram uns anos bem loucos, em que saía pra farra com minhas amigas solteiras todo fim de semana e feriado. Conheci uma variedade enorme de caras (nem todos eram babacas) e transei com alguns deles. Logicamente teve de tudo: gozadas boas, gozadas mais ou menos, umas fodas do caralho, e também umas pra esquecer. Cada vez eu chupava melhor os paus e resolvi tentar o sexo anal de novo. Dessa vez, eu curtia na maioria das vezes que me comiam pelo cu — alguns caras sabem fazer muito bem.
O fato é que eu me sentia muito bem solteira e sem compromisso, saindo pra festa e curtindo o sexo. O mês de agosto de 2002 foi uma puta bagunça: aluguei um apartamento o mês inteiro em Benidorm com três colegas solteiras do trabalho, e não tivemos ideia melhor do que apostar pra ver quem transava mais, com um prêmio especial pra quem conseguisse foder todos os dias. Quem vencesse não pagaria a parte dela no aluguel. Pois acreditem ou não, eu fui a vencedora: transei em cada um dos 31 dias de agosto, algumas vezes também pelo cu, e teve um dia bem quente (o dia 23) em que comi três caras diferentes (de manhã cedinho na praia, ao meio-dia numa enseadinha e à noite no apartamento).
Depois dessas férias desbundadas, voltamos à rotina. Poucos dias depois... num almoço em família, bebi bastante e soltei a língua com uma prima, muito beata por sinal, e contei minhas aventuras sexuais, principalmente as mais recentes em Benidorm. Ela ficou escandalizada pra caralho e me deu um sermão interminável que se resumia em eu ser uma "promíscua" e uma "pecadora" à disposição do vício de qualquer homem, que eu usava muito mal e em excesso minha buceta e, o que era muito pior, usava minha boca e meu cu pra transar de um jeito totalmente contrário ao natural. Que assim nenhum homem decente ia me dar bola nem me levar a sério e que eu acabava com algum cafajeste imprestável.
No começo, levei na brincadeira e mandei ela pastar. Mas nos dias seguintes, sei lá por que, comecei a pensar demais no que ela tinha dito e acabei ficando muito noiada. Fui entrando numa espiral de "moralidade e correção", me sentia mal pelo que tinha feito nas férias e quando transava com um cara, terminava com uma sensação de indecência e culpa que cada vez me deixava aproveitar menos o sexo.
E foi assim que, no dia em que completei 32 anos, me encontrei de novo num restaurante com um cara que já tinha conhecido umas semanas antes das minhas férias loucas em Benidorm, o que hoje é meu marido, Toni (da minha idade), e que não tinha nada de mauzão, por sinal. Foi amor à primeira vista dos dois lados e em menos de 3 anos começamos a namorar, casamos e tivemos nosso primeiro filho; o segundo nasceu poucos anos depois.
Com Toni, tudo foi muito bem desde o primeiro dia, claro que temos nossos altos e baixos como casal depois de 23 anos juntos. Nossa vida sexual sempre foi ativa, embora muito tranquila e convencional. Toni era bem moderado no sexo e nunca quis confessar pra ele como era minha vida sexual antes de nos conhecermos. Por exemplo, o sexo anal ficou guardado na gaveta porque eu tinha vergonha de confessar que não era virgem no cu e que gostava de fazer por ali, nunca quis que ele pensasse mal de mim... o O sermão que a minha prima me deu ficou ecoando na minha cabeça por tempo demais.
Não vou surpreender ninguém se disser que, dos dois lados, nossa atividade sexual foi diminuindo com os anos. E isso piorou desde o final de 2023 até o verão de 2025, quando meu subconsciente e meu corpo começaram a se rebelar.
Junto com a chegada do verão de 2025, comecei a ter quase todas as noites sonhos eróticos de todo tipo, alguns bem pesados. Um que se repetia muito era este: eu completamente nua e rodeada por um monte de caras gostosos que não conseguem parar de se masturbar ao me ver e que acabavam fazendo fila pra me foder, passo a noite inteira transando porque passo todos eles na pedra. Muitas vezes acordava toda suada e com a buceta escorrendo e tinha que me masturbar duas ou três vezes seguidas pra me acalmar.
Outro sonho que também se repetia é um em que vejo o pau daquele namorado dominador e gostoso que tive, aquele cacete fode minha buceta com força ou entra no meu cu até o fundo e deixa bem aberto. Em alguns sonhos ele começa a cuspir porra sem parar como se fosse uma mangueira, até que tudo fica branco e eu me sinto completamente submersa no esperma, que agonia! Quando acordava no meio de um desses sonhos, além de me masturbar o clitóris, também enfiava um dedo ou dois no cu até gozar. Não sei por que sonho tanto com o pau do meu ex, se aquele caralho me deu mais desgostos que alegrias na vida real.
Não sabia o que estava acontecendo comigo, o porquê desses sonhos, não sabia se era por alguma bagunça hormonal causada pela menopausa, ou porque precisava de mais sexo, ou por alguma outra coisa. O fato é que isso acontecia quase todas as noites. Meu marido nunca percebeu nada e eu me sentia muito mal por ele, sentia como se estivesse traindo ele sem motivo, mas era como se meu subconsciente e meu corpo fizessem totalmente o que queriam. E a verdade é que eu não sabia. Como contar pro Toni, eu morria de vergonha.
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Um dia no começo de julho, no meio do calor infernal, eu tava trabalhando na minha floricultura. Aí chega a Maribel, uma cliente minha, pra dizer que em uns dias faz 56 anos e que a gente tá convidado pra festa que ela armou pra comemorar. "Show, uma festa sempre cai bem pra quebrar a rotina da semana", pensei.
"E como é que cê comemora 56 anos com festa? Normalmente o pessoal comemora os 50, os 60, os 40..." perguntei.
"Sei que não é o normal, mas olha, os 50 eu comemorei com tudo em 2019, aí veio a porra da covid e não pude comemorar nada nem em 2020 nem em 2021. Quando em 2022 as coisas normalizaram, comemorei os 53 com uma festa, e a partir daí decidi que todo ano ia fazer um festão pro meu aniversário. Do jeito que o mundo tá, a gente tem que comemorar tudo, porque não sabe o que pode acontecer amanhã."
"Pois cê tem toda razão, acho ótimo isso de comemorar tudo, que nos tirem o dançado. Pode contar com a gente pro seu aniversário", respondi animada.
Chegou o dia da comemoração num restaurante de eventos e lá fui eu com meu marido e meus filhos. A gente tava se divertindo pra caramba, e me estranhou que a Maribel e o marido dela mal se falavam, ele tava sempre batendo papo e bebendo com os amigos e ela na dela, conversando com todo mundo. A janta acabou e começou o som, teve uma hora que meu marido e a Maribel tavam dançando animados, me aproximei e entrei na dança.
"Que festa foda que cê armou, Maribel", falei.
"Valeu, tão se divertindo?"
"Pra caralho, cê não vê o Toni como ele tá se acabando contigo? hahaha"
"É, teu marido tá dando tudo de si, hahaha"
Quando ela falou isso, aproveitei pra perguntar:
"E o seu... cadê? Quase não vi ele a noite inteira. Em toda a festa..."
"Puf... sei lá. Deve estar por aí bebendo cuba-libre com os amigos, que é o que ele mais gosta de fazer em festas, isso e me ignorar."
"É, mas é a sua festa de aniversário. Talvez eu esteja me metendo onde não devo, mas acho que ele devia te dar mais atenção." me atrevi a dizer.
"Claro que sim, mas você já deve ter percebido que ele tem outras prioridades."
Aí o Toni entrou na conversa:
"Pois é bem burro com a mulherão que tem. Com a quantidade de caras por aqui e na festa do outro lado do restaurante, mais de um vai dar em cima de você... e ele não vai estar por perto pra impedir, ha-ha-ha."
"Muito obrigada, Toni, você é um amor. Sua mulher também é um mulherão, o que eu digo?... um mulherão e meio, então você fica de olho pra não darem em cima dela também, ha-ha-ha. Que as mulheres cinquentonas estão no nosso melhor momento, ha-ha-ha."
"Com certeza, que par de cinquentonas peitudas vocês são, ha-ha-ha, são a inveja de todas as mulheres daqui, nenhuma tem esses peitões." disse Toni, já meio alterado.
"Toni, não fala besteira, que você toma dois cubas e já se empolga." falei pro meu marido, meio surpresa porque normalmente ele é bem tímido, mas os cubas e a dança com a Maribel pareciam ter animado ele.
"Você tem toda razão, Toni, sua mulher e eu estamos deliciosas. E tenho certeza de que podemos comer o cara que quisermos. O que você acha?" perguntou Maribel com um tom que me pareceu mais de sacanagem do que de brincadeira e que me deixou muito surpresa, já que eu a considerava uma garota reservada e tradicional.
"100% de acordo com você, ha-ha-ha." respondeu meu marido sem hesitar.
"E... você também estaria 100% de acordo em transar comigo ou em sua mulher dar pra outros caras? Vou além... você gostaria de ver outro cara comendo a Andrea e fazendo ela gozar igual uma putinha?" perguntou Maribel de surpresa, deixando Cara de safada e me deixando super sem graça.
«Pooooois… ufffff… sei lá, isso é uma coisa que até acontecer… que sei eu. Merda, que perguntas que você me faz…» gaguejou Toni
«Como assim você não sabe?, você quer que isso aconteça?, quer comer a Maribel? você gostaria de me ver na cama com outro cara?, você é idiota ou o quê?» metralhei o Toni com minhas perguntas, bem puta da vida com ele por não responder pra Maribel um “não” bem claro.
Aí a Maribel me pegou pelo braço, me afastou do Toni e sugeriu que ele fosse pedir outra dose, coisa que meu marido fez na velocidade da luz pra sumir da minha frente.
«Não fica assim com seu marido e dá um pouco de corda pra ele, que ele tá meio alterado pelo álcool… entre isso e nossos peitos o coitado não consegue pensar direito, ha-ha-ha. Olha ele ali, tá com um barato super engraçado.»
«Não defende ele não, não defende ele não, que esse aí vai entrar na brincadeira e falar mais besteira ainda. E você… já chega dessa brincadeira» respondi meio irritada.
«Vamos, Andrea, não leva assim. E não, não tô brincando. Sério que você nunca pensou que, com a gostosa que você é, poderia comer o cara que quisesse? Você não ia gostar de se amassar com outro cara pra foder mais forte do que com seu marido? Só sexo intenso e se divertir, sem complicação nenhuma»
«Bom, já pensei sim, uma vez ou outra. Olha, pensamentos e sonhos desses toda mulher tem, mas são só isso, sonhos e fantasias que não vão passar disso»
«Ah, sua safada, viu como você pensa nisso sim.»
«Sim, verdade, ultimamente ando tendo uns sonhos muito pesados…» escapou de mim quase sem perceber e me calei na hora pra não falar mais nada, eu também tinha bebido e o álcool sempre me faz falar demais.
Mas a Maribel deu um jeito de me arrancar tudo e eu contei com todos os detalhes os sonhos tão molhados que eu tava tendo nas últimas semanas. Soltei a língua de vez e também contei como era minha vida sexual de solteira. Isso Sim, deixei bem claro que na questão do sexo eu tava muito feliz com meu marido.
"Pois que bom que você tá contente com seu marido, o meu não me toca um fio de cabelo há meses. Já viu, quase nem fiquei com ele na minha festa de aniversário inteira." disse Maribel meio irritada.
"Pois, amiga, não entendo. Você é lindíssima, simpática, inteligente, tem um corpaço… não sei o que mais seu marido quer." respondi tentando animá-la.
"Eu também não sei o que ele quer, mas vou te dizer o que eu quero… Quero foder! Agora mesmo tô morrendo de vontade de levar uma boa pirocada! E de alguém que não seja meu marido!"
"Abaixa a voz, doida, que vão te ouvir."
"Tô nem aí se me ouvirem. E pra você ver que eu tô certa, vou transar com o cara que eu bem entender. E você vem comigo pra putaria, porque pelo que você me contou tá claro que sua buceta precisa de muito mais lenha do que você dá."
"Você ficou louca?" só consegui falar isso antes de Maribel me pegar pelo braço e me arrastar com ela pro lugar onde tinha mais gente.
Nós duas começamos a dançar no meio do povo. Em cada dança, Maribel se encostava o máximo que podia nos caras, mas eu tava tranquila porque todos eram parentes ou amigos dela e tava claro que nada ia rolar.
"Aqui não temos nada pra fazer, vamos pra outra festa. Olha… vejo que tem dois grupinho de caras e não conheço nenhum. Deixo você escolher com quem vamos putear, ha-ha-ha" me disse Maribel.
Eu devia ter tirado essa loucura da cabeça dela, mas entre o que tinha bebido e o tesão da situação, minhas defesas caíram e eu fui na onda, pensando que no fim não podia rolar nada sério.
"Vamos ver, aquele grupinho mais perto é uns moleques, até poderíamos ser mães deles." falei.
"Pois melhor, com o par de peitões que a gente tem, damos teta e eles vão ter mais energia pra nos foder! ha-ha-ha" respondeu Maribel eufórica.
"Cala a boca, Louca! Acho que o grupinho lá no fundo combina mais com a gente, e ainda é o mais afastado do resto do povo. Ah, não sei por que tô te dando ouvidos, a gente vai se meter numa enrascada.»
«É disso que se trata… de se meter numa enrascada, mas com eles, ha-ha-ha!» gritava Maribel, já bem eufórica.
Eu tinha reparado naquele grupo porque, além de não ter ninguém por perto e não serem moleques (deviam ter lá seus trinta e poucos anos), alguns tinham cara de malvados, uma das minhas fraquezas. Dito e feito, Maribel me pegou pela mão e lá fomos nós duas sem eu fazer nada pra impedir. Sinceramente, achava que esses caras iam nos ignorar, mas foi o contrário: a gente se apresentou e o grupinho de malvados nos recebeu super bem, não paravam de nos olhar de cima a baixo, principalmente não tiravam o olho das nossas tetas, isso nunca falha, não importa a idade ou a personalidade dos caras.
Uns minutos depois, a gente ficou conversando sobre coisas bestas com dois desses caras até que um deles, Juancar, falou:
«E como é que vocês vieram pra nossa festa?»
«Bom, talvez a gente estivesse meio entediada na outra» respondeu Maribel.
«Não acredito que duas pedaços de gostosas como vocês fiquem entediadas numa festa. O que que tem os caras daquela festa?» continuou Juancar.
«É que eles não dão a lenha que a gente precisa… né, Andrea?» disse Maribel de um jeito provocante, me olhando pra eu confirmar.
Ao ouvir Maribel e ver os sorrisos dos dois caras, o chão se abriu debaixo de mim, desviei o olhar pro lado e não falei nada.
«Opa, opa, vocês são duas coroas que curtem uma lenha, hein?» disse outro malvado (Kiko).
«Claro! E quanto mais, melhor!» gritava Maribel toda animada, enquanto eu, morrendo de vergonha, continuava olhando pro lado.
Então Juancar veio por trás, me pegou pela cintura com as duas mãos, se encostou em mim e a gente começou a dançar bem juntinho. Kiko Fez o mesmo com a Maribel. Minha cabeça tentava me afastar um pouco do Juancar, mas meu corpo pedia o contrário, e a coisa ficou ainda mais difícil quando Juancar se colou em mim e, através da calça jeans dele, pude sentir um volume enorme nas minhas nádegas. Putz, o cara tinha ficado duro e o pau dele, tesudo e rijo, percorria minha bunda e toda a parte inferior das minhas costas por cima do meu vestido longo de alças.
Maribel e Kiko dançavam totalmente colados e ela não fazia absolutamente nada para se soltar, aliás, passava a mão sem vergonha no pau do Kiko por cima da calça enquanto ele apertava as nádegas dela com uma mão e, com a outra, amassava descaradamente os peitos dela.
Então Juancar se afastou um pouco para trás, pegou minha mão, colocou em cima do volume da calça dele e moveu nossas duas mãos juntas para que a minha esfregasse a pica dele de cima pra baixo. Mesmo coberta pela calça, eu sentia perfeitamente aquele pau, que parecia ser bem grande.
"O quê?... O tamanho do que você tá tocando não te deixa com tesão?" Sussurrou Juancar no meu ouvido, lambendo minha orelha.
Tudo isso me excitou na hora e, sem pensar no que dizia, respondi:
"Affff... siiiim... como eu tô sentindo ele! Que cacete enorme que você tem, cara!" sussurrei.
"E você vai sentir ainda mais quando ele estiver todo dentro de você. É grande e grosso, igual aos seus peitões, e vai te deixar louca." ele respondeu, lambendo minha orelha de novo, mas agora apertando um dos meus peitos com a mão. O aperto forte que ele deu no meu peito me fez voltar à realidade e recuperar um pouco o bom senso.
"Com certeza seu pau é incrível e deixa qualquer mulher louca, mas eu sou bem mais velha que você, sou casada e meu marido e meus filhos estão aqui do lado na outra festa, isso não... não pode acontecer" falei, tentando não perder o controle.
Achei que Juancar aceitaria meu argumento e que tudo terminaria logo, mas ele era um safado e a resposta dele não foi a que Eu esperava.
«Puxa, agora apareceu a mãe casada e decente. Você vem aqui com sua amiga atrás de pica e quando vou te dar, você se faz de difícil. Comigo isso não cola, no fundo você morre de vontade de ser macetada. Não vem de santinha, que aposto que tem muita safadeza guardada, só deixa sair» — sussurrou Juancar, mordiscando minha orelha e apalpando sem nenhum disfarço meus dois peitos com as mãos. E eu estava me deixando levar, sem oferecer resistência nenhuma.
Aquele filho da puta malvado estava me desmontando aos poucos. Minha respiração ficava mais forte e ofegante a cada segundo, sentia a buceta molhada e meus bicos ficando bem grossos e duros. Coloquei minhas mãos por cima das de Juancar para ele soltar meus peitos, mas a única coisa que consegui foi que minhas mãos acompanhassem as dele, apalpando minhas tetas junto.
Eu estava toda confusa: queria ficar com Juancar e queria sair correndo dali na mesma medida. Virei para Maribel pedindo ajuda, mas naquele momento ela estava ocupada dando um beijo de língua bem molhado no Kiko. Juancar não parava de esfregar a pica na minha bunda, de apalpar meus peitos e de beijar meu pescoço. E isso não ajudava nada a sair dali.
Passaram-se mais alguns minutos até Maribel dizer:
«Ei, mesmo estando no fundo do lugar, estamos chamando atenção e no final alguém vai perceber… Ali vai a gerente, volto já»
Maribel se desgrudou do Kiko para falar com a gerente do restaurante, Juancar e eu também nos separamos, e isso aliviou um pouco meu tesão. Maribel voltou logo, toda feliz, balançando umas chaves na mão.
«Pronto! Como conheço bem a gerente, perguntei se tinha algum lugar pra gente ficar mais à vontade. E ela me deu as chaves do depósito lá no fundo, lá ninguém vai nos incomodar, kkkk. Vamos pra lá.»
«Definitivamente você pirou de vez!» — exclamei.
Com o olhar, disse a Maribel que não. Fomos pro depósito, mas ela, com cara de safada, balançou a cabeça e fez sinal pra gente ir. Kiko e Juancar pegaram na nossa mão e fomos andando rumo ao depósito, no caso da Maribel era ela quem ia na frente e puxava o Kiko com tudo, mas no meu caso era diferente e até cômico: o Juancar ia na frente puxando eu, eu seguia ele com um pé enquanto com o outro tentava voltar, já disse, algo cômico e pode até parecer absurdo, mas nesse tipo de situação qualquer reação, por mais estranha ou ridícula que pareça, é possível.
Juancar pegou as chaves e abriu a porta do depósito e, depois de deixá-la fechada de novo, fomos pra dentro, tinha caixas de bebida, uns armários grandes, algumas mesas e várias cadeiras empilhadas. Kiko e Maribel logo foram pro fundo, eu continuava andando com um pé e recuando com o outro enquanto Juancar ria e me arrastava com força, até que consegui dar um puxão forte pra trás e soltar da mão dele.
«Que não, que não, isso aí eu não tô nada segura» falei pro Juancar.
Então ele me empurrou contra uma parede e começou a me beijar com tudo, enfiando a língua inteira também, percorrendo com ela o interior da minha boca e procurando minha língua. Eu correspondi, começamos a nos comer de boca aberta e a brincar com nossas línguas dentro da minha boca. Ele foi descendo aos poucos as alças do meu vestido e tirando pelos meus braços, eu continuei deixando ele fazer e quando me dei conta ele já tinha descido o vestido até meu umbigo. Logo ele baixou as alças do sutiã e puxou pra baixo, deixando os bojos por baixo dos meus peitos que ficaram completamente à vista do Juancar. O sutiã me incomodava daquele jeito, então tive que desabotoar e tirar ele de vez.
«Caralho, que par de melancias que você tem! Que peitão enorme e, porra, que bem colocados! Essas peras são inacreditáveis!» gritou eufórico.
Embora eu já estivesse muito excitada, Instintivamente tentei cobrir meus peitos com as mãos, mas ele usou as dele pra impedir e, de quebra, dar um belo amasso nas minhas tetas. Fazia um tempão que não me apalpavam assim.
«E que bicos enormes, grossos e duros como pedrinhas! Quem me dera que minha mulher tivesse umas tetas e uns bicos desse jeito!»
Minha nossa, ele também era casado, onde é que eu estava me metendo?
Juancar partiu pra cima dos meus peitos, começou a chupar meus bicos, cada vez com mais tesão, e sem parar de amassá-los ao mesmo tempo. Ele me fazia sentir cada vez mais prazer.
«Para, Juancar, para, por favor. Somos pessoas casadas e isso não pode ser… bem… tá claro que pode ser, mas não devemos continuar…» já não sabia mais o que dizer pra sair dessa.
parte 2: singlerelatos.blogspot.com/2026/04/la-fiesta-que-lo-cambio-todo-2.html
Sou loira, mas de salão, porque minha cor natural é castanha. Meus olhos são castanhos escuros e bem expressivos, e tenho o cabelo na altura dos ombros, liso; muitas vezes uso franja, algo que realmente curto.
E sou peituda, muito peituda, meu sutiã atual é 95/K. Desde nova tenho as tetas muito grandes e volumosas, mas com a menopausa ganhei alguns quilos e os peitos cresceram ainda mais em tamanho e volume, o melhor é que cresceram sem cair. Isso é a única coisa boa que a menopausa me trouxe, porque o resto é um saco.
Não tenho barriga lisa nem cintura de pilão. Tenho 1,70m e minhas medidas são 115/72/98 com uns quilinhos a mais. Tenho muito orgulho do meu corpo, principalmente dos meus peitos, adoro como são grandes e volumosos e como são pouco caídos para o tamanho e minha idade, são uma verdadeira bênção genética. Têm um formato bonito de gota, com volume já no começo do decote, nascem quase juntos e vão se separando e crescendo para baixo e para os lados. São coroados por auréolas bem rosadas e grandes como bolachas Maria e por mamilos rosados, grandes e saltados que apontam sempre para frente.
Tenho um Bunda boa, redonda e ainda bem firme e compacta. E no meio, um furinho estriado de cor marrom clarinho.
No púbis, tenho uma moita de pelo escuro e cacheado que faz um contraste chamativo com minha cabeleira loira. Nunca gostei de me depilar completamente ali porque depois fico com muita coceira e também não curto aquela sensação de bucetinha de menina. Se eu abro as pernas, dá pra ver uma buceta rosa escura, com uma fenda alongada e um clitóris proeminente que fica sempre à mostra, mesmo sem eu estar excitada.
Agora vou contar um pouco da minha história sexual. Não perdi a virgindade até os 23 anos, com meu terceiro namorado (três anos mais velho que eu). Minha primeira vez não foi nada ruim, embora não tenha chegado ao orgasmo, tive sensações prazerosas e quase não senti dor na penetração. A partir daquele dia, transávamos com frequência e logo vieram meus primeiros orgasmos. Não rolou sexo oral.
Eu tinha 25 anos quando terminamos o relacionamento e, em poucos meses, arranjei outro namorado (da minha idade). Esse cara era muito ativo e dominante na cama, tanto que às vezes passava do ponto. Realmente era intenso demais pra mim, mas tinha aquele algo que os bad boys têm e que vicia. A primeira pica que chupei foi a dele e, em pouco tempo, aprendi a fazer boquetes muito bons. E esse sim, me chupava a buceta, e porra, como ele chupava bem. Era capaz de me dar vários orgasmos em pouco tempo, fodendo ou me chupando. Mas nem tudo eram orgasmos: às vezes ele exagerava na intensidade e, como tem um pauzão muito grande, me machucava na penetração. E se eu reclamava, ele ficava puto e me deixava no meio do caminho.
Quando queria meter no meu cu, eu nunca recusava se ele fizesse com cuidado. Mas era intenso demais, sempre me colocava de quatro e me enrabava sem nenhum respeito. Resumo: doía pra caralho e eu mal aguentava uns segundos com aquele pauzão enorme dentro do cu. E aí já tínhamos mais um motivo pra ele se irritar e me deixar de lado. Ele costumava zoar de mim, dizendo que a pica dele sempre Ele me venceria e dizia que eu era pouca mulher pra tanta pica. Isso fez com que eu fosse gostando cada vez menos de transar com ele.
E outra coisa que eu também não gostava nada era quando ele gozava dentro da minha boca sem avisar. No começo ele ria de mim, mas no fim ficava puto porque eu cuspia o leite dele na hora e não engolia nada. No final, peguei um nojo danado de gozada na boca e de engolir porra (embora nunca tenha chegado a engolir). Desde então, nunca mais deixei nenhum cara gozar na minha boca.
Decidi terminar o relacionamento com esse cara. Eu tinha 28 anos e resolvi esquecer namorados e curtir a vida. Foram uns anos bem loucos, em que saía pra farra com minhas amigas solteiras todo fim de semana e feriado. Conheci uma variedade enorme de caras (nem todos eram babacas) e transei com alguns deles. Logicamente teve de tudo: gozadas boas, gozadas mais ou menos, umas fodas do caralho, e também umas pra esquecer. Cada vez eu chupava melhor os paus e resolvi tentar o sexo anal de novo. Dessa vez, eu curtia na maioria das vezes que me comiam pelo cu — alguns caras sabem fazer muito bem.
O fato é que eu me sentia muito bem solteira e sem compromisso, saindo pra festa e curtindo o sexo. O mês de agosto de 2002 foi uma puta bagunça: aluguei um apartamento o mês inteiro em Benidorm com três colegas solteiras do trabalho, e não tivemos ideia melhor do que apostar pra ver quem transava mais, com um prêmio especial pra quem conseguisse foder todos os dias. Quem vencesse não pagaria a parte dela no aluguel. Pois acreditem ou não, eu fui a vencedora: transei em cada um dos 31 dias de agosto, algumas vezes também pelo cu, e teve um dia bem quente (o dia 23) em que comi três caras diferentes (de manhã cedinho na praia, ao meio-dia numa enseadinha e à noite no apartamento).
Depois dessas férias desbundadas, voltamos à rotina. Poucos dias depois... num almoço em família, bebi bastante e soltei a língua com uma prima, muito beata por sinal, e contei minhas aventuras sexuais, principalmente as mais recentes em Benidorm. Ela ficou escandalizada pra caralho e me deu um sermão interminável que se resumia em eu ser uma "promíscua" e uma "pecadora" à disposição do vício de qualquer homem, que eu usava muito mal e em excesso minha buceta e, o que era muito pior, usava minha boca e meu cu pra transar de um jeito totalmente contrário ao natural. Que assim nenhum homem decente ia me dar bola nem me levar a sério e que eu acabava com algum cafajeste imprestável.
No começo, levei na brincadeira e mandei ela pastar. Mas nos dias seguintes, sei lá por que, comecei a pensar demais no que ela tinha dito e acabei ficando muito noiada. Fui entrando numa espiral de "moralidade e correção", me sentia mal pelo que tinha feito nas férias e quando transava com um cara, terminava com uma sensação de indecência e culpa que cada vez me deixava aproveitar menos o sexo.
E foi assim que, no dia em que completei 32 anos, me encontrei de novo num restaurante com um cara que já tinha conhecido umas semanas antes das minhas férias loucas em Benidorm, o que hoje é meu marido, Toni (da minha idade), e que não tinha nada de mauzão, por sinal. Foi amor à primeira vista dos dois lados e em menos de 3 anos começamos a namorar, casamos e tivemos nosso primeiro filho; o segundo nasceu poucos anos depois.
Com Toni, tudo foi muito bem desde o primeiro dia, claro que temos nossos altos e baixos como casal depois de 23 anos juntos. Nossa vida sexual sempre foi ativa, embora muito tranquila e convencional. Toni era bem moderado no sexo e nunca quis confessar pra ele como era minha vida sexual antes de nos conhecermos. Por exemplo, o sexo anal ficou guardado na gaveta porque eu tinha vergonha de confessar que não era virgem no cu e que gostava de fazer por ali, nunca quis que ele pensasse mal de mim... o O sermão que a minha prima me deu ficou ecoando na minha cabeça por tempo demais.
Não vou surpreender ninguém se disser que, dos dois lados, nossa atividade sexual foi diminuindo com os anos. E isso piorou desde o final de 2023 até o verão de 2025, quando meu subconsciente e meu corpo começaram a se rebelar.
Junto com a chegada do verão de 2025, comecei a ter quase todas as noites sonhos eróticos de todo tipo, alguns bem pesados. Um que se repetia muito era este: eu completamente nua e rodeada por um monte de caras gostosos que não conseguem parar de se masturbar ao me ver e que acabavam fazendo fila pra me foder, passo a noite inteira transando porque passo todos eles na pedra. Muitas vezes acordava toda suada e com a buceta escorrendo e tinha que me masturbar duas ou três vezes seguidas pra me acalmar.
Outro sonho que também se repetia é um em que vejo o pau daquele namorado dominador e gostoso que tive, aquele cacete fode minha buceta com força ou entra no meu cu até o fundo e deixa bem aberto. Em alguns sonhos ele começa a cuspir porra sem parar como se fosse uma mangueira, até que tudo fica branco e eu me sinto completamente submersa no esperma, que agonia! Quando acordava no meio de um desses sonhos, além de me masturbar o clitóris, também enfiava um dedo ou dois no cu até gozar. Não sei por que sonho tanto com o pau do meu ex, se aquele caralho me deu mais desgostos que alegrias na vida real.
Não sabia o que estava acontecendo comigo, o porquê desses sonhos, não sabia se era por alguma bagunça hormonal causada pela menopausa, ou porque precisava de mais sexo, ou por alguma outra coisa. O fato é que isso acontecia quase todas as noites. Meu marido nunca percebeu nada e eu me sentia muito mal por ele, sentia como se estivesse traindo ele sem motivo, mas era como se meu subconsciente e meu corpo fizessem totalmente o que queriam. E a verdade é que eu não sabia. Como contar pro Toni, eu morria de vergonha.
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Um dia no começo de julho, no meio do calor infernal, eu tava trabalhando na minha floricultura. Aí chega a Maribel, uma cliente minha, pra dizer que em uns dias faz 56 anos e que a gente tá convidado pra festa que ela armou pra comemorar. "Show, uma festa sempre cai bem pra quebrar a rotina da semana", pensei.
"E como é que cê comemora 56 anos com festa? Normalmente o pessoal comemora os 50, os 60, os 40..." perguntei.
"Sei que não é o normal, mas olha, os 50 eu comemorei com tudo em 2019, aí veio a porra da covid e não pude comemorar nada nem em 2020 nem em 2021. Quando em 2022 as coisas normalizaram, comemorei os 53 com uma festa, e a partir daí decidi que todo ano ia fazer um festão pro meu aniversário. Do jeito que o mundo tá, a gente tem que comemorar tudo, porque não sabe o que pode acontecer amanhã."
"Pois cê tem toda razão, acho ótimo isso de comemorar tudo, que nos tirem o dançado. Pode contar com a gente pro seu aniversário", respondi animada.
Chegou o dia da comemoração num restaurante de eventos e lá fui eu com meu marido e meus filhos. A gente tava se divertindo pra caramba, e me estranhou que a Maribel e o marido dela mal se falavam, ele tava sempre batendo papo e bebendo com os amigos e ela na dela, conversando com todo mundo. A janta acabou e começou o som, teve uma hora que meu marido e a Maribel tavam dançando animados, me aproximei e entrei na dança.
"Que festa foda que cê armou, Maribel", falei.
"Valeu, tão se divertindo?"
"Pra caralho, cê não vê o Toni como ele tá se acabando contigo? hahaha"
"É, teu marido tá dando tudo de si, hahaha"
Quando ela falou isso, aproveitei pra perguntar:
"E o seu... cadê? Quase não vi ele a noite inteira. Em toda a festa..."
"Puf... sei lá. Deve estar por aí bebendo cuba-libre com os amigos, que é o que ele mais gosta de fazer em festas, isso e me ignorar."
"É, mas é a sua festa de aniversário. Talvez eu esteja me metendo onde não devo, mas acho que ele devia te dar mais atenção." me atrevi a dizer.
"Claro que sim, mas você já deve ter percebido que ele tem outras prioridades."
Aí o Toni entrou na conversa:
"Pois é bem burro com a mulherão que tem. Com a quantidade de caras por aqui e na festa do outro lado do restaurante, mais de um vai dar em cima de você... e ele não vai estar por perto pra impedir, ha-ha-ha."
"Muito obrigada, Toni, você é um amor. Sua mulher também é um mulherão, o que eu digo?... um mulherão e meio, então você fica de olho pra não darem em cima dela também, ha-ha-ha. Que as mulheres cinquentonas estão no nosso melhor momento, ha-ha-ha."
"Com certeza, que par de cinquentonas peitudas vocês são, ha-ha-ha, são a inveja de todas as mulheres daqui, nenhuma tem esses peitões." disse Toni, já meio alterado.
"Toni, não fala besteira, que você toma dois cubas e já se empolga." falei pro meu marido, meio surpresa porque normalmente ele é bem tímido, mas os cubas e a dança com a Maribel pareciam ter animado ele.
"Você tem toda razão, Toni, sua mulher e eu estamos deliciosas. E tenho certeza de que podemos comer o cara que quisermos. O que você acha?" perguntou Maribel com um tom que me pareceu mais de sacanagem do que de brincadeira e que me deixou muito surpresa, já que eu a considerava uma garota reservada e tradicional.
"100% de acordo com você, ha-ha-ha." respondeu meu marido sem hesitar.
"E... você também estaria 100% de acordo em transar comigo ou em sua mulher dar pra outros caras? Vou além... você gostaria de ver outro cara comendo a Andrea e fazendo ela gozar igual uma putinha?" perguntou Maribel de surpresa, deixando Cara de safada e me deixando super sem graça.
«Pooooois… ufffff… sei lá, isso é uma coisa que até acontecer… que sei eu. Merda, que perguntas que você me faz…» gaguejou Toni
«Como assim você não sabe?, você quer que isso aconteça?, quer comer a Maribel? você gostaria de me ver na cama com outro cara?, você é idiota ou o quê?» metralhei o Toni com minhas perguntas, bem puta da vida com ele por não responder pra Maribel um “não” bem claro.
Aí a Maribel me pegou pelo braço, me afastou do Toni e sugeriu que ele fosse pedir outra dose, coisa que meu marido fez na velocidade da luz pra sumir da minha frente.
«Não fica assim com seu marido e dá um pouco de corda pra ele, que ele tá meio alterado pelo álcool… entre isso e nossos peitos o coitado não consegue pensar direito, ha-ha-ha. Olha ele ali, tá com um barato super engraçado.»
«Não defende ele não, não defende ele não, que esse aí vai entrar na brincadeira e falar mais besteira ainda. E você… já chega dessa brincadeira» respondi meio irritada.
«Vamos, Andrea, não leva assim. E não, não tô brincando. Sério que você nunca pensou que, com a gostosa que você é, poderia comer o cara que quisesse? Você não ia gostar de se amassar com outro cara pra foder mais forte do que com seu marido? Só sexo intenso e se divertir, sem complicação nenhuma»
«Bom, já pensei sim, uma vez ou outra. Olha, pensamentos e sonhos desses toda mulher tem, mas são só isso, sonhos e fantasias que não vão passar disso»
«Ah, sua safada, viu como você pensa nisso sim.»
«Sim, verdade, ultimamente ando tendo uns sonhos muito pesados…» escapou de mim quase sem perceber e me calei na hora pra não falar mais nada, eu também tinha bebido e o álcool sempre me faz falar demais.
Mas a Maribel deu um jeito de me arrancar tudo e eu contei com todos os detalhes os sonhos tão molhados que eu tava tendo nas últimas semanas. Soltei a língua de vez e também contei como era minha vida sexual de solteira. Isso Sim, deixei bem claro que na questão do sexo eu tava muito feliz com meu marido.
"Pois que bom que você tá contente com seu marido, o meu não me toca um fio de cabelo há meses. Já viu, quase nem fiquei com ele na minha festa de aniversário inteira." disse Maribel meio irritada.
"Pois, amiga, não entendo. Você é lindíssima, simpática, inteligente, tem um corpaço… não sei o que mais seu marido quer." respondi tentando animá-la.
"Eu também não sei o que ele quer, mas vou te dizer o que eu quero… Quero foder! Agora mesmo tô morrendo de vontade de levar uma boa pirocada! E de alguém que não seja meu marido!"
"Abaixa a voz, doida, que vão te ouvir."
"Tô nem aí se me ouvirem. E pra você ver que eu tô certa, vou transar com o cara que eu bem entender. E você vem comigo pra putaria, porque pelo que você me contou tá claro que sua buceta precisa de muito mais lenha do que você dá."
"Você ficou louca?" só consegui falar isso antes de Maribel me pegar pelo braço e me arrastar com ela pro lugar onde tinha mais gente.
Nós duas começamos a dançar no meio do povo. Em cada dança, Maribel se encostava o máximo que podia nos caras, mas eu tava tranquila porque todos eram parentes ou amigos dela e tava claro que nada ia rolar.
"Aqui não temos nada pra fazer, vamos pra outra festa. Olha… vejo que tem dois grupinho de caras e não conheço nenhum. Deixo você escolher com quem vamos putear, ha-ha-ha" me disse Maribel.
Eu devia ter tirado essa loucura da cabeça dela, mas entre o que tinha bebido e o tesão da situação, minhas defesas caíram e eu fui na onda, pensando que no fim não podia rolar nada sério.
"Vamos ver, aquele grupinho mais perto é uns moleques, até poderíamos ser mães deles." falei.
"Pois melhor, com o par de peitões que a gente tem, damos teta e eles vão ter mais energia pra nos foder! ha-ha-ha" respondeu Maribel eufórica.
"Cala a boca, Louca! Acho que o grupinho lá no fundo combina mais com a gente, e ainda é o mais afastado do resto do povo. Ah, não sei por que tô te dando ouvidos, a gente vai se meter numa enrascada.»
«É disso que se trata… de se meter numa enrascada, mas com eles, ha-ha-ha!» gritava Maribel, já bem eufórica.
Eu tinha reparado naquele grupo porque, além de não ter ninguém por perto e não serem moleques (deviam ter lá seus trinta e poucos anos), alguns tinham cara de malvados, uma das minhas fraquezas. Dito e feito, Maribel me pegou pela mão e lá fomos nós duas sem eu fazer nada pra impedir. Sinceramente, achava que esses caras iam nos ignorar, mas foi o contrário: a gente se apresentou e o grupinho de malvados nos recebeu super bem, não paravam de nos olhar de cima a baixo, principalmente não tiravam o olho das nossas tetas, isso nunca falha, não importa a idade ou a personalidade dos caras.
Uns minutos depois, a gente ficou conversando sobre coisas bestas com dois desses caras até que um deles, Juancar, falou:
«E como é que vocês vieram pra nossa festa?»
«Bom, talvez a gente estivesse meio entediada na outra» respondeu Maribel.
«Não acredito que duas pedaços de gostosas como vocês fiquem entediadas numa festa. O que que tem os caras daquela festa?» continuou Juancar.
«É que eles não dão a lenha que a gente precisa… né, Andrea?» disse Maribel de um jeito provocante, me olhando pra eu confirmar.
Ao ouvir Maribel e ver os sorrisos dos dois caras, o chão se abriu debaixo de mim, desviei o olhar pro lado e não falei nada.
«Opa, opa, vocês são duas coroas que curtem uma lenha, hein?» disse outro malvado (Kiko).
«Claro! E quanto mais, melhor!» gritava Maribel toda animada, enquanto eu, morrendo de vergonha, continuava olhando pro lado.
Então Juancar veio por trás, me pegou pela cintura com as duas mãos, se encostou em mim e a gente começou a dançar bem juntinho. Kiko Fez o mesmo com a Maribel. Minha cabeça tentava me afastar um pouco do Juancar, mas meu corpo pedia o contrário, e a coisa ficou ainda mais difícil quando Juancar se colou em mim e, através da calça jeans dele, pude sentir um volume enorme nas minhas nádegas. Putz, o cara tinha ficado duro e o pau dele, tesudo e rijo, percorria minha bunda e toda a parte inferior das minhas costas por cima do meu vestido longo de alças.
Maribel e Kiko dançavam totalmente colados e ela não fazia absolutamente nada para se soltar, aliás, passava a mão sem vergonha no pau do Kiko por cima da calça enquanto ele apertava as nádegas dela com uma mão e, com a outra, amassava descaradamente os peitos dela.
Então Juancar se afastou um pouco para trás, pegou minha mão, colocou em cima do volume da calça dele e moveu nossas duas mãos juntas para que a minha esfregasse a pica dele de cima pra baixo. Mesmo coberta pela calça, eu sentia perfeitamente aquele pau, que parecia ser bem grande.
"O quê?... O tamanho do que você tá tocando não te deixa com tesão?" Sussurrou Juancar no meu ouvido, lambendo minha orelha.
Tudo isso me excitou na hora e, sem pensar no que dizia, respondi:
"Affff... siiiim... como eu tô sentindo ele! Que cacete enorme que você tem, cara!" sussurrei.
"E você vai sentir ainda mais quando ele estiver todo dentro de você. É grande e grosso, igual aos seus peitões, e vai te deixar louca." ele respondeu, lambendo minha orelha de novo, mas agora apertando um dos meus peitos com a mão. O aperto forte que ele deu no meu peito me fez voltar à realidade e recuperar um pouco o bom senso.
"Com certeza seu pau é incrível e deixa qualquer mulher louca, mas eu sou bem mais velha que você, sou casada e meu marido e meus filhos estão aqui do lado na outra festa, isso não... não pode acontecer" falei, tentando não perder o controle.
Achei que Juancar aceitaria meu argumento e que tudo terminaria logo, mas ele era um safado e a resposta dele não foi a que Eu esperava.
«Puxa, agora apareceu a mãe casada e decente. Você vem aqui com sua amiga atrás de pica e quando vou te dar, você se faz de difícil. Comigo isso não cola, no fundo você morre de vontade de ser macetada. Não vem de santinha, que aposto que tem muita safadeza guardada, só deixa sair» — sussurrou Juancar, mordiscando minha orelha e apalpando sem nenhum disfarço meus dois peitos com as mãos. E eu estava me deixando levar, sem oferecer resistência nenhuma.
Aquele filho da puta malvado estava me desmontando aos poucos. Minha respiração ficava mais forte e ofegante a cada segundo, sentia a buceta molhada e meus bicos ficando bem grossos e duros. Coloquei minhas mãos por cima das de Juancar para ele soltar meus peitos, mas a única coisa que consegui foi que minhas mãos acompanhassem as dele, apalpando minhas tetas junto.
Eu estava toda confusa: queria ficar com Juancar e queria sair correndo dali na mesma medida. Virei para Maribel pedindo ajuda, mas naquele momento ela estava ocupada dando um beijo de língua bem molhado no Kiko. Juancar não parava de esfregar a pica na minha bunda, de apalpar meus peitos e de beijar meu pescoço. E isso não ajudava nada a sair dali.
Passaram-se mais alguns minutos até Maribel dizer:
«Ei, mesmo estando no fundo do lugar, estamos chamando atenção e no final alguém vai perceber… Ali vai a gerente, volto já»
Maribel se desgrudou do Kiko para falar com a gerente do restaurante, Juancar e eu também nos separamos, e isso aliviou um pouco meu tesão. Maribel voltou logo, toda feliz, balançando umas chaves na mão.
«Pronto! Como conheço bem a gerente, perguntei se tinha algum lugar pra gente ficar mais à vontade. E ela me deu as chaves do depósito lá no fundo, lá ninguém vai nos incomodar, kkkk. Vamos pra lá.»
«Definitivamente você pirou de vez!» — exclamei.
Com o olhar, disse a Maribel que não. Fomos pro depósito, mas ela, com cara de safada, balançou a cabeça e fez sinal pra gente ir. Kiko e Juancar pegaram na nossa mão e fomos andando rumo ao depósito, no caso da Maribel era ela quem ia na frente e puxava o Kiko com tudo, mas no meu caso era diferente e até cômico: o Juancar ia na frente puxando eu, eu seguia ele com um pé enquanto com o outro tentava voltar, já disse, algo cômico e pode até parecer absurdo, mas nesse tipo de situação qualquer reação, por mais estranha ou ridícula que pareça, é possível.
Juancar pegou as chaves e abriu a porta do depósito e, depois de deixá-la fechada de novo, fomos pra dentro, tinha caixas de bebida, uns armários grandes, algumas mesas e várias cadeiras empilhadas. Kiko e Maribel logo foram pro fundo, eu continuava andando com um pé e recuando com o outro enquanto Juancar ria e me arrastava com força, até que consegui dar um puxão forte pra trás e soltar da mão dele.
«Que não, que não, isso aí eu não tô nada segura» falei pro Juancar.
Então ele me empurrou contra uma parede e começou a me beijar com tudo, enfiando a língua inteira também, percorrendo com ela o interior da minha boca e procurando minha língua. Eu correspondi, começamos a nos comer de boca aberta e a brincar com nossas línguas dentro da minha boca. Ele foi descendo aos poucos as alças do meu vestido e tirando pelos meus braços, eu continuei deixando ele fazer e quando me dei conta ele já tinha descido o vestido até meu umbigo. Logo ele baixou as alças do sutiã e puxou pra baixo, deixando os bojos por baixo dos meus peitos que ficaram completamente à vista do Juancar. O sutiã me incomodava daquele jeito, então tive que desabotoar e tirar ele de vez.
«Caralho, que par de melancias que você tem! Que peitão enorme e, porra, que bem colocados! Essas peras são inacreditáveis!» gritou eufórico.
Embora eu já estivesse muito excitada, Instintivamente tentei cobrir meus peitos com as mãos, mas ele usou as dele pra impedir e, de quebra, dar um belo amasso nas minhas tetas. Fazia um tempão que não me apalpavam assim.
«E que bicos enormes, grossos e duros como pedrinhas! Quem me dera que minha mulher tivesse umas tetas e uns bicos desse jeito!»
Minha nossa, ele também era casado, onde é que eu estava me metendo?
Juancar partiu pra cima dos meus peitos, começou a chupar meus bicos, cada vez com mais tesão, e sem parar de amassá-los ao mesmo tempo. Ele me fazia sentir cada vez mais prazer.
«Para, Juancar, para, por favor. Somos pessoas casadas e isso não pode ser… bem… tá claro que pode ser, mas não devemos continuar…» já não sabia mais o que dizer pra sair dessa.
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