Oi, sou o Daniel. Sou bissexual (embora ultimamente tenha sido mais passivo). Atualmente tenho 24 anos. Moro com um coroa de 40 anos (já faz 1 ano que moro com ele). Tenho 1,62m. Sou loirinho. Sou pernudo e bundudo. Não tenho muita barriga. Meu cabelo é liso e um pouco comprido. Meu rosto é meio fino, então pareço um pouco feminino. Vou contar a próxima parte da minha história. Espero não ofender ninguém e espero que vocês fiquem com tesão. Como contei antes, o que aconteceu comigo foi o ponto de virada e comecei a me interessar por pica. Comecei a trabalhar em uma Taqueria do meu Tio Javier, trabalhava como garçom nos fins de semana e nesse lugar comecei a perder o medo de me comunicar com os outros. Ser garçom te torna carismático e educado. Rapidamente comecei a perder um pouco de peso, já que estava meio gordo. Naquela época, calças justas estavam na moda, então comecei a me vestir na moda, me arrumava e aos poucos notei que as clientes e os clientes me olhavam muito bem. No trabalho conheci a Rosa, uma mulher de uns 30 anos que era garçonete, o Elias, que era o taqueiro mais conhecido como Chaparro, de 50 anos, meu tio Javier e meus primos Ivan, de 20, e Benita, de 18. Comecei a me dar bem com todo mundo no trabalho, e na escola também melhorei. Meus parceiros me convidavam pra sair e as minas começaram a me notar. Passou 1 ano daquilo com a minha mãe, e eu ainda não falava com ela. No trabalho, comecei a beber álcool. O Chaparro e meu tio começaram a me dar de beber e, poxa, não demorei muito pra pegar o vício. Nunca tinha ficado bêbado, então me perdi, até que um dia lembro, foi um domingo de madrugada (nesse trabalho a gente saía às 3 da manhã). Naquele dia, bebi pra caralho. Bebi com a Rosa, o Chaparro e meus primos. Naquele dia, meu tio foi embora cedo porque se sentia mal. Fomos beber no quarto da Rosa, que morava bem perto da Taqueria. O negócio é que eu me perdi. Só lembro que me disseram pra ficar e passar a noite ali. Todos foram pra suas casas, eu fiquei com a Rosa. Isso foi umas 6 da manhã. Dona Rosa, senhora... divorciada, 1 filho que mora fora porque tá na faculdade. Mora sozinha na casa dela. Tem uns 1,60 de altura. Tinha uma rabeta enorme. Não tinha muito peito. Era loira. Cabelo comprido e liso. O marido largou ela porque saiu do armário. Lembro que acordei ainda meio bêbado, não reparei que horas eram, mas acho que umas 10. Levantei do sofá da sala onde tinha dormido, fui no banheiro mijar e de quebra lavei o rosto. Saí do banheiro e ia embora, mas subi pra dar tchau pra dona Rosa. Bati na porta dela e ela não respondia, aí foi fácil abrir a porta pra dar uma olhada (até aquele momento eu via dona Rosa como uma amiga, tipo minha mãe, nunca deu em cima de mim nem eu dela). Quando abri a porta, lá estava dona Rosa, só de pijama, mas como tava dormindo, os peitos dela estavam de fora e a bunda parecia ainda mais gorda e gostosa. Naquele dia começou minha obsessão por ela, imaginava ela como minha mãe, comendo ela igual uma puta, fiquei de pau duro. Fui pra casa todo de ressaca, talvez ainda bêbado, quando cheguei meu pai me deu uma bronca. Chegou o fim de semana seguinte e dessa vez convidei dona Rosa pra umas cervejas, ela não era de encher a cara, só tomava umas 2 ou 3, então falei pra irmos pegar umas geladas. Fomos comprar no depósito e sentamos numa calçada. Comecei a criar coragem e do nada falei um monte de coisa bonita pra ela, no começo ela ficou surpresa, mas já com um pouco mais de álcool começou a entrar na onda, aí me chamou pra casa dela pra continuar bebendo. Compramos um six e fomos pra casa dela, sentamos na sala e era só risada e flerte até que minha mão foi parar na perna dela, ela não falou nada. Comecei a subir a mão até chegar na boceta dela, aí ela levantou de repente, pensei que tinha ficado puta. Foi pro banheiro, demorou uns 5 minutos, aí saiu com uma lingerie vermelha que combinava com a pele branca dela, lavou a bunda, parecia uma puta completa. Tava tão bêbada que mal dava pra entender o que falava, ficou de quatro e começou a engatinhar na minha direção, aquilo me Super quente, ver aquela rabuda se mexendo igual uma puta me deixou duríssimo. Ela chegou em mim, subiu nas minhas pernas e começou a me beijar. Sem perder tempo, peguei ela pelas nádegas, apertando de leve. Ela começou a beijar meu pescoço, sem chupões, mas de um jeito bem quente e safado. Não quis ficar pra trás e comecei a beijar o pescoço dela do mesmo jeito. Ela começou a gemer, com a respiração ofegante, e a gente começou a suar. Ficamos assim uns 5 minutos. Ela parou, se levantou, virou de costas e eu pude ver aquela bunda gorda naquela fio dental, uffff. Ela foi pegar as cervejas e a gente bebeu. Nisso, ela encheu a boca de cerveja e me deu na boca com um beijo intenso. Óbvio que a cerveja escorreu toda pela minha roupa, então ela tirou minha camiseta, começou a lamber meu peito e foi descendo até chegar na minha calça. Ela desabotoou meu cinto e começou a baixar minha calça. Levantei pra tirar a calça de vez e, uffff, a vista que eu tinha era linda. Minha pica duríssima, e ela de joelhos tirando minha calça, o rosto vermelho igual às nádegas dela, o cabelo liso encharcado de suor e cerveja. Ela tava tão bêbada que quase não dava pra entender o que ela falava. Eu tava bêbado, mas não tanto a ponto de esquecer o que a gente tava fazendo. Ao ver minha pica, ela pegou com força e começou a babar tudo, me masturbando. E então começou. Ela desceu até minhas bolas e começou a chupá-las, chupava como se fossem balas. Aquilo me deixou louco. Ela tirava uma bola e metia a outra na boca, foi subindo assim até que finalmente subiu um pouco mais, com a língua percorrendo minha pica. Chegou na cabeça cheia de líquido pré-seminal. Começou a dar umas lambidas na cabeça e, de repente, enfiou tudo. Não acreditei que Dona Rosa fazia esse tipo de coisa. Eu não conseguia gozar, acho que por causa da bebida, aguentei muito tempo. Dona Rosa continuou enfiando a boca, a baba escorria pra caralho, os olhos dela estavam lacrimejando, até que ela tirou a boca. Tava ofegante, cansada. Não sei quanto tempo ela ficou chupando minha pica como uma verdadeira profissional. louca. Ela se recostou no sofá, como tava muito bêbada começou a dar sono, tava quase dormindo, quando tomei a iniciativa virei ela e coloquei de quatro, nunca tinha visto uma buceta até aquele dia, baixei a calcinha fio dental e vi ela, tava depilada dos lados e com uma trilha de pelo curto do umbigo até embaixo, o cu tava peludo, parecia muito gostosa, não me segurei e meti devagar, ela gemeu aaaa sim, e quando senti que tava dentro, tava quente e pulsando, sentia como ela apertava meu pau, comecei a me mover devagar, e sem perceber comecei a meter rápido e forte. ROSA: sim, sim aaaaa, aww. Forte, forte. Daniii. Eu: você é uma puta, mãe. Foi assim que comecei a fantasiar com minha mãe, lembrei da cara dela e dos gemidos da vez que vi ela com o dom Ruben, eu lambia a Rosa com ódio e chamava ela de mãe. Rosa: sim, sou uma puta, sou sua mãe puta, mais, mais. Eu: cala a boca, puta, por que você nos abandona, puta. Não aguentei mais e gozei dentro, deixei ela no sofá, ela também acho que gozou, ou não sei se era xixi por causa das cervejas, ficou molhado o sofá. Ela dormiu profundamente e eu tava em choque, literalmente tinha fantasiado que a Rosa era minha mãe, ver a cara de prazer dela e os gemidos me fez sentir muito feliz, além disso sempre vi a Rosa como uma mãe pra mim. O sono me pegou, acordei umas 12 horas, dona Rosa ainda tava dormindo, então pensei que talvez pudesse ir embora e esquecer essa noite. Mas quando levantei e fiz um barulho com umas latas, Rosa acordou. Eu tava pelado e ela só de sutiã, imediatamente ficou vermelha de vergonha e saiu correndo pro quarto dela, aproveitei pra me vestir e ela desceu já vestida. A gente teve uma conversa. ROSA: Olha, o que aconteceu ontem foi um erro, você pode ser meu filho e isso não tá certo. EU: Sim, eu sei, foi o álcool, não vai acontecer de novo. ROSA: Sim, temos que esquecer o que aconteceu e seguir normal, OK. EU: Tá bem, mãe. ROSA: Como você me chamou?! EU: Desculpa, é que ontem você deixou eu te chamar de mãe. ROSA: Tá bem. mas não me chama assim, pode me trazer problemas. esquece o de ontem.
Eu: tá bom.
Ela tava nervosa, então fui embora. Descartado e cru.
Chegou de novo o fim de semana de ir trabalhar e fui normal, tentei agir normal com a Rosa, mas ela não colaborou. Ela veio mais arrumada, maquiada, e me olhava diferente. Já não me via como filho ou amigo, me via como homem, um amante. Os olhares eram claros.
Naquele dia decidi que não dava pra ter só amizade com ela, queria comer ela de novo. Fiquei pensando nisso, mas do nada fiquei com ciúme do ex-marido dela. Tipo, ele pôde comer ela e sair do armário, então pensei: por que eu não posso provar uma rola?
Ficava com tesão só de pensar em comer a Rosa e chamar ela de mãe, mas isso me fazia querer mais sentir o que é ser uma puta que leva vara e faz cara de porca.
Naquele fim de semana, um cliente que atendi, uns 40 anos, loiro, alto tipo 1,80, careca mas barbudo, me disse que eu era gostoso e perguntou se eu não queria almoçar um dia desses. Pediu meu número de telefone, mas na época eu não tinha, e recusei, mas de um jeito tímido, como quem deixa a porta aberta pra sair com ele. Meu coração batia a mil, fiquei vermelho e subiu uma rola. Claro que meus colegas ouviram e viram tudo.
Passei a noite inteira aguentando, pensando naquele careca, pensando no convite dele. Assim se passaram quatro semanas e as coisas com a Rosa não rolavam, ela evitava ficar sozinha comigo. O cliente careca ia todo sábado e eu sempre atendia ele, ele sempre me chamava pra almoçar. Até que um sábado aconteceu algo que marcou meu começo como uma puta viciada em pinto.
Eu: tá bom.
Ela tava nervosa, então fui embora. Descartado e cru.
Chegou de novo o fim de semana de ir trabalhar e fui normal, tentei agir normal com a Rosa, mas ela não colaborou. Ela veio mais arrumada, maquiada, e me olhava diferente. Já não me via como filho ou amigo, me via como homem, um amante. Os olhares eram claros.
Naquele dia decidi que não dava pra ter só amizade com ela, queria comer ela de novo. Fiquei pensando nisso, mas do nada fiquei com ciúme do ex-marido dela. Tipo, ele pôde comer ela e sair do armário, então pensei: por que eu não posso provar uma rola?
Ficava com tesão só de pensar em comer a Rosa e chamar ela de mãe, mas isso me fazia querer mais sentir o que é ser uma puta que leva vara e faz cara de porca.
Naquele fim de semana, um cliente que atendi, uns 40 anos, loiro, alto tipo 1,80, careca mas barbudo, me disse que eu era gostoso e perguntou se eu não queria almoçar um dia desses. Pediu meu número de telefone, mas na época eu não tinha, e recusei, mas de um jeito tímido, como quem deixa a porta aberta pra sair com ele. Meu coração batia a mil, fiquei vermelho e subiu uma rola. Claro que meus colegas ouviram e viram tudo.
Passei a noite inteira aguentando, pensando naquele careca, pensando no convite dele. Assim se passaram quatro semanas e as coisas com a Rosa não rolavam, ela evitava ficar sozinha comigo. O cliente careca ia todo sábado e eu sempre atendia ele, ele sempre me chamava pra almoçar. Até que um sábado aconteceu algo que marcou meu começo como uma puta viciada em pinto.
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