De confiança

Primeiro nasceu minha relação com a Estela, uma senhora que é a dona do meu aluguel. Conheci ela assinando o contrato junto com o marido, que anos depois viria a falecer. Já viúva, comecei a ajudá-la com serviços de pintura e pequenos reparos. Ela conheceu minha namorada e até nos convidava pra comer, já que estava bem sozinha. Ela devia ter uns 67 anos, mais ou menos, quando me convidou pra jantar uma noite com a minha parceira, mas fui sozinho e contei que a gente tinha brigado e que ela não ia. Pensando na minha namorada, a Estela abriu um vinho. Nem eu nem ela gostamos de vinho, mas os dois beberam mesmo assim pra não jogar fora, e a conversa foi se aprofundando. Fui pegar outra garrafa e o papo derivou pros benefícios da solteirice: "Agora você pode ficar com outras minas", ela dizia, "olha o lado bom..." Eu desviei a conversa pro lado dela: "Você curte a solteirice?" Com um pouco de vergonha e pra não se contradizer, ela disse que às vezes sim, mas que na idade dela já não tem encontro. Mas uma mulher como você tem que seguir a vida, e além de ter ou não ter parceiro, tem a questão do sexo e a vontade é a vontade, falei. "Isso sim", respondeu. Ela já tava meio bêbada, tentando manter o papel de senhora direita, e eu falei: "Lá em casa tem outra garrafa, trago?" "Sei lá, você quer mais?" "Quero mais uma taça, mas nada além disso..." "Eu também", diz. "Não sei se vale a pena abrir..." "Como você quiser..." "E se a gente deixar pra outro dia?" "Fechou", respondi. Naquela noite, jurei que ia provar aquela senhora. A relação foi avançando na confiança e essa coisa de se dar em cima foi crescendo. Uma vez, o encanador veio trocar canos e as duas casas estavam uma bagunça, então convidei ela pra jantar e pedir comida pra não ter que cozinhar... Ela veio e a gente jantou no sofá de frente pra TV. Servi vinho e ela bebeu por educação, e a segunda taça também foi por educação, mas dali em diante não foi mais de boca fria. Vendo um filme, ela puxou o assunto da minha namorada... Falei que tava solteiro e ela perguntou se eu não tinha ninguém pra aliviar a vontade... Falei que Não... infelizmente não falei pra ela, e digo infelizmente porque tô com muita vontade. Uma hora aparece alguma... você... eu, o quê? E você, como tá nessa onda de vontade? Não penso muito nisso... tô bem. Faz bem em não pensar, é pior. Além do mais, com tudo que passa na TV, não quero conhecer ninguém... tem cada maluco. Totalmente, ela se acomoda no sofá e fica mais colada em mim. Sabe o que seria melhor? Me diz. Ficar com alguém que você sabe que é de confiança... que não vive pulando de uma pra outra... que cuide de você. Que você saiba que não é violento nem nada disso... que te respeite. Abraço ela. E claro, ela diz... sinto ela tremer. E eu também quero alguém assim, que saiba que não faz qualquer coisa. Beijo ela... ai, meu Deus, ela diz, mas a gente continua. Passo a mão nos peitos dela por cima da roupa, e ela ameaça tocar na minha cock, mas parece que não tem coragem. Tiro a cock rapidamente... me toca. Ela segura, ainda meio mole, mas quando sinto a mão dela, fica dura que nem ferro, e ela fala: Ai... Levanto, deixando minha cock na altura dos lábios dela. Ela continua tocando, mas olha pra baixo com vergonha. Nunca fiz isso... Experimenta, e se não quiser continuar, sem problema. Ela coloca a ponta da língua na cabeça e só prova... aos poucos foi provando mais. Num momento, para... se não quiser, sem problema. Gostei, ela fala. Tira a língua, eu digo... ela tira, e eu esfrego a cock na língua dela e, devagar e bem lentamente, vou enfiando mais na boca dela, como se tivesse comendo ela pela boca, e depois desço meus dedos até a pussy dela e noto que a buceta tá uma cachoeira. Ela levanta e eu tiro a roupa dela. Apalpo os peitos. Toco a pussy dela e sinto ela com a pussy aberta pra ser comida. Coloco a cabeça nos lábios dela e enfio bem devagar, e vejo como ela suspira. Depois começo a bombar, e quanto mais ela geme, mais eu me excito... Essa é só a primeira vez. Na próxima, vou contar como uma amiga da Estela se juntou a nós. Tiro a cock e continuo com os... dedos. Ela joga água e o líquido escorre pelas pernas dela. Eu sento no sofá batendo punheta e ela monta em mim, primeiro devagar e depois desenfreadamente. Gritos. Gemidos. Eu olhava as tetas dela balançando, mas fiquei surpreso com o nível que essa senhora me cavalga, até que ela para, gozando e se contorcendo, e depois de um instante continua cavalgando. Como estou perto de gozar, seguro ela pela cintura e empurro pra sentir os movimentos dela mais fortes, até que deixo a pussy dela cheia de porra e nós dois caímos exaustos.

0 comentários - De confiança