Os 3 me olhavam bobos, com o olhar perdido nas curvas do meu corpo, o Nico vidrado no meu decote e o Ale nas minhas pernas, igual o Dani. Se pudessem me virar só com o olhar, tenho certeza que teriam feito. Acariciei meus peitos e subi um dedo até minha boca, chupei ele enquanto fechava os olhos, me levantei e girei, sentando ao contrário na cadeira. Empinei a bunda o máximo que pude, com certeza minhas nádegas se separaram tanto que eles puderam ver minha calcinha fio dental vermelha inteira de novo. Dei um leve movimento pra frente e pra trás, como se estivesse cavalgando devagar na pica de algum macho, me movendo lento pra sentir o pau em todos os cantinhos da minha pussy, só usando ele pra me dar prazer e me sentir o mais empalada possível. Olhava pra eles enquanto fazia isso, sorria e então "Plaaf", minha bunda estalou forte com a palmada que eu mesma dei.
Eu: Cês tão gostando?
Ninguém respondia, não conseguiam, só faziam um movimento quase imperceptível com a cabeça, como quem diz sim.
Eu: Vocês gostam que eu me bata? Tenho certeza que vocês morrem de vontade de fazer isso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu: Ai, que gostoso, papi. Falei me mexendo, realmente quase dava pra sentir uma rola, me bati de novo. Ai sim, mais forte. E de novo meu rabo estralou, sendo de pele branca depois das palmadas a cor da minha pele ficava mais perto da minha calcinha, um vermelho paixão.
Eu: Quero que vocês se toquem me olhando.
Ale: O quê?
Eu: Quero que vocês se masturbem enquanto olham pra mim.
Sentei de novo de frente pra eles e me recostei na cadeira, abri as pernas e fiquei brincando de quase passar a mão na minha buceta, faltavam centímetros mas eu não tocava, enquanto continuava chupando o dedo. Abri os olhos esperando ver eles se masturbando por minha causa, mas não estavam, só me olhavam incrédulos. Fechei os olhos de novo e dessa vez a ponta do dedo do meio chegou a roçar no clitóris, não foi de propósito, queria continuar no joguinho de me tocar sem chegar lá, mas assim como não consegui controlar minha mão, também não consegui controlar minha voz, soltei o primeiro gemido de prazer de verdade, e isso foi o estopim pra eles. No mesmo instante que minha boca soltou o gemido, meus olhos se abriram e as mãos deles foram direto pros seus paus, era tudo que precisavam. Minha barriga se arqueou pra frente e minha mão queria a todo custo acariciar meu clitóris, não tive escolha a não ser fazer isso, o tesão era demais, ainda mais com aquele formigamento que tomou conta do meu corpo.
Mantive os olhos mais tempo fechados do que abertos e na minha mente voltaram todos aqueles lembranças sujas que me levaram a fazer tudo isso, naquela sexta-feira em que uns caras naquela esquina me falaram tanta putaria como nunca tinham me dito na vida, nem mesmo aquele idiota do meu ex quando a gente tinha algum rolo quente e ele tentava falar umas sacanagens ou perversões, mas nunca conseguiram me fazer sentir igual aqueles caras. Muito menos a puta morbidade que esses três manos conseguiram despertar em mim com suas pequenas artimanhas que qualquer um com dois dedos de testa perceberia que eles estavam tentando fazer pra ver um pouco mais do meu corpo, pra fantasiar e bater uma sozinhos, mas quem diria que pouco tempo depois, eu teria eles na minha casa, sentados no meu próprio sofá e batendo uma ao mesmo tempo, enquanto eu, a nova amiga deles, dava o melhor show que eles teriam na vida de calcinha e sutiã, me sentir uma puta já era pouco.
As respirações ofegantes dos caras me fez abrir os olhos de novo, os 3 cravando o olhar em mim, batendo punheta numa velocidade média, com certeza se fossem mais rápido vocês não iam aguentar muito.
Eu: Mmm, assim que eu gosto de ver vocês.. continuem assim.
Passei a mão nos meus peitos por baixo do sutiã, era meio desconfortável fazer assim, mas minha outra mão tava acariciando meu clitóris e eu não pretendia tirar ela dali.
N: Ss…sa…
A respiração dela ficou cortada e ela não conseguiu terminar a frase.
Eu: E aí, gostosa?
N: Ssaac… tira isso, por favor
Eu: Que coisa? Perguntei, mesmo sabendo do que ela tava falando.
N: O sutiã, Ssaac… tira. Mostra as tetas pra gente.
Tinha uma obsessão pelos meus peitos, todo mundo gostava, mas ele era fixado nessa parte do meu corpo. Decidi ser boazinha com eles, complacente, afinal, a gente tava se ajudando mutuamente.
Eu: Traz a mesinha de centro e coloca ela aqui no meio.
Ele me olhou confuso.
Eu: Fala, antes que eu me arrependa.
Ela parou e correu rápido só uns metros pra pegar ela, a pica dura pulava e batia no corpo dela, minha língua passou nos meus lábios molhando eles com saliva.
N: Aqui tá bom?
Eu: Perfeito.
Voltei pro meu lugar, a mesinha tinha ficado no meio entre eles e eu, uma espécie de mini barreira. Tirei o sutiã bem sensual, joguei ele em cima da mesinha e, em seguida, subi um pé nela, fazendo minhas pernas ficarem um pouco mais abertas — com certeza tava dando uma vista linda pra eles. Os três gemeram, se masturbando um pouco mais forte.
Dani: Que peitão do caralho você tem, olha só isso.
Ale: Não pode ser tão gostosa assim.
N: Que vontade de apertar esses peitos, pelo amor de Deus.
Eu: Como? Assim? Falei enquanto apalpava elas com as duas mãos.
N: Sim, mas mais forte.
Eu: Assim você gosta mais, neném? Fiz como pediu e apertei meus biquinhos no final. Mmm, que gostoso.
Eles continuavam se masturbando enquanto me viam tocando meus peitos sensualmente para eles e, de vez em quando, uma mão se escondia debaixo da minha calcinha fio dental para acariciar minha pussy. Eu estava completamente excitada, assim como eles, e não queria que aquilo acabasse. Adoraria poder continuar vendo eles por horas, embora tivesse certeza de que, quando eu quisesse propor repetir em outra ocasião, nenhum deles recusaria. Eu os tinha sob meu poder, ou pelo menos era o que eu achava naquele momento. Mas, ao mesmo tempo, também queria que eles gozassem, desejava ver o cum jorrando dos seus cocks. Quem teria mais? Qual pareceria mais... gostoso? Eu iria querer provar naquele momento? Onde eles gozariam? Que cara fariam?
Eu: Isso, sim, sim, muito bem, continuem assim, façam mais forte, seus punheteirinhos.
Elas ficavam ainda mais excitadas quando eu falava com elas desse jeito.
Ale: Não vai nos mostrar mais nada?
Eu: Tô quase pelada, não acha que já é o bastante?
Ale: Não, com o Dani a gente escolheu sua buceta como nossa parte favorita e o Nico escolheu os peitos, você só mostrou os peitos, não é justo.
Eles tinham razão, não podia ser tão ruim com eles também.
Eu: Tá bom, cê tem razão. Querem ver minha bucetinha?
Ale: bunda pequena? Isso não é uma bunda pequena, olha a bunda monstra que você tem.
Eu: Ah, tá bom, que jeito é esse de falar comigo? Falei brincando.
Me levantei e, de costas, queria dar o show final da noite. Ali terminava e era isso, não iam conseguir mais nada de mim. Assim como fiz com a saia, puxei a fio dental pra baixo, fiquei uns segundos parada, agachada tentando tirar dos pés sem dobrar os joelhos. Meu cu tava escancarado na cara deles em primeira pessoa, tão perto que com certeza dava pra sentir o cheiro da minha buceta. Pela posição, dava pra ver um pouco da minha xota também. Mexi um pouco a raba pra eles e balancei as nádegas. Juro por Deus que se algum tivesse coragem de dar um tapa ou tocar, não ia me incomodar nada, até podia pedir mais. Sentei de novo.
Eu: Toca um pro outro pra mim, quero ver vocês.
Ale: É assim que você gosta?
Eu: Mais, mais forte, mais rápido.
Eu também ficava esfregando meu clitóris na frente deles, com um pé apoiado na mesa.
N: Toca as suas tetas.
Eu: Cê gosta das minhas tetas, hein, cara?
N: Adoro elas, queria pegar, chupar, apertar essas tetas.
Eu: Com isso dá pra você? Pensei que ia querer deixar elas cheias de porra.
N: Ufff, não fala assim comigo não, vai me fazer gozar. Já não aguento mais.
Eu: E aí então, quem te impede?
Dani: E pra gente, não vai mostrar mais nada? Tudo pra ele e você esquece da gente, fico com ciúmes.
Eu: Como é que vou esquecer de vocês? É o menorzinho, coitadinho..
Dani: Então, mostra mais um pouco pra gente, a gente também quer gozar junto.
Presta atenção direitinho nas rolas deles, nesse tempo só ficava olhando eles se tocarem sem reparar nelas direito. Olhei uma por uma, quando o Nico puxava a pele pra baixo e deixava a cabeça aparecendo, tava meio roxa igual a do Dani, mas a que mais me surpreendeu foi a do Ale, parecia que tinha engrossado ainda mais, as veias estavam bem marcadas e a cabeça dele tava num vermelho escuro, adorei.
Eu: O que mais vocês querem ver? Respondi pra Dani.
Ale: Para de rodeio e mostra essa buceta, tô com a porra na ponta da pica.
Não tava afim de que ninguém falasse comigo daquele jeito, mas quanto mais eu ouvia, mais molhada eu ficava. Na hora me virei na cadeira, fiquei de quatro nela, empinando bem a raba, como o Ale gosta de falar. Enquanto me tocava, continuei olhando pra eles.
Eu: É assim que vocês querem me ver, filhos da puta? Batam punheta forte, quero ver vocês gozarem já.
Ale: Pelo amor de Deus, olha essa bunda, pra chupar a noite inteira.
Eu: Só chupar ele?
Ale: Pra começar, mas olha só o que eu tenho pra colocar aí. Agarrou a base da rola e mexeu um pouco, parecia que tinha crescido ainda mais.
Eu: Cê é louco? Vai doer pra caralho.
Ale: Sabe como eu ia te deixar com isso?
Eu: Como é que é?
Ale: Ia deixar tua buceta toda arrombada.
Eu: Ah, mano, não tenho dúvida nenhuma.
Tava perto de gozar, mas queria que eles gozassem primeiro, achava que teria um orgasmo melhor se visse toda a porra que iam esguichar por mim.
N: Vou gozar, não aguento mais.
Os outros caras estavam na mesma.
Eu: Acabem então…
Ale: Onde?
A resposta rápida que veio na minha cabeça foi: "Na minha boca ou deixa eles gozarem tudo em cima de mim", mas eu me segurei, não sei como.
Eu: Acabem aqui. Joguei minha calcinha fio dental em cima da mesinha de centro.
Ale pulou do sofá e agarrou ela na hora, cheirou fundo e passou pra Dani, que fez o mesmo e passou pro Nico.
Eu: Deixem a tanga na mesa e encham ela de porra aí.
Jogaram ela e se aproximaram quase se ajoelhando, não queria perder esse espetáculo, esperei a noite toda por isso. Sentei de novo na frente deles, abri bem as pernas e apoiei os pés na mesa, minha buceta estava aberta como uma flor, completamente ensopada, enquanto via eles perto de gozar, eu também me tocava junto com eles. Ouvi gemidos altos deles, já estavam chegando lá, e finalmente consegui ver meu tão esperado prêmio. Enquanto eles faziam, eu falava com eles.
Eu: Isso aí, galera, encham ela de porra.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu: Enche minha fio dental de porra, suja ela toda.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu: Não deixem uma gota sem sair.
Eu também reclamava, a ponto de gozar junto quando vi a primeira gota sair de uma rola. Todo mundo ficou sentado, recuperando o fôlego. Mal consegui me mexer, peguei minha calcinha fio dental só com dois dedos e levei até os olhos pra ver de perto. Ela tava banhada de porra de vários tons e texturas. Não daria pra engolir tanta porra assim, pensei. Qual será a mais gostosa? Também não ia descobrir naquele momento, mas se tivesse uma próxima oportunidade, talvez pedisse pra gozarem em outro lugar.
Eu: Tá suave? Paguei pra elas?
Gurias: Sim, mais do que a gente imagina.
Eu: Tá bom, vistam a roupa e caiam fora.
Não dei muito tempo pra nada, queria que pensassem só nisso: que pagasse o que devia e pronto. Elas se vestiram e eu acompanhei até a porta de casa, não saí porque ainda tava pelada, só coloquei a cabeça pra fora pra ninguém me ver. Fecharam a porta e me cumprimentaram da calçada.
Eu: Galera.
Ao me virar pra olhar pra mim, mostrei meu corpo pelado pra eles poderem dar mais uma olhada, dei uma volta completa e falei "Boa noite", mandando um beijo e fechei a porta na hora.
Levei a tanga pro quarto e deixei em cima do criado-mudo… tava muito cansada e com sono, mas toda vez que quase pegava no sono, abria os olhos e via ela, toda melada de porra. O que eu faço com isso agora?
Eu: Cês tão gostando?
Ninguém respondia, não conseguiam, só faziam um movimento quase imperceptível com a cabeça, como quem diz sim.
Eu: Vocês gostam que eu me bata? Tenho certeza que vocês morrem de vontade de fazer isso.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu: Ai, que gostoso, papi. Falei me mexendo, realmente quase dava pra sentir uma rola, me bati de novo. Ai sim, mais forte. E de novo meu rabo estralou, sendo de pele branca depois das palmadas a cor da minha pele ficava mais perto da minha calcinha, um vermelho paixão.
Eu: Quero que vocês se toquem me olhando.
Ale: O quê?
Eu: Quero que vocês se masturbem enquanto olham pra mim.
Sentei de novo de frente pra eles e me recostei na cadeira, abri as pernas e fiquei brincando de quase passar a mão na minha buceta, faltavam centímetros mas eu não tocava, enquanto continuava chupando o dedo. Abri os olhos esperando ver eles se masturbando por minha causa, mas não estavam, só me olhavam incrédulos. Fechei os olhos de novo e dessa vez a ponta do dedo do meio chegou a roçar no clitóris, não foi de propósito, queria continuar no joguinho de me tocar sem chegar lá, mas assim como não consegui controlar minha mão, também não consegui controlar minha voz, soltei o primeiro gemido de prazer de verdade, e isso foi o estopim pra eles. No mesmo instante que minha boca soltou o gemido, meus olhos se abriram e as mãos deles foram direto pros seus paus, era tudo que precisavam. Minha barriga se arqueou pra frente e minha mão queria a todo custo acariciar meu clitóris, não tive escolha a não ser fazer isso, o tesão era demais, ainda mais com aquele formigamento que tomou conta do meu corpo.
Mantive os olhos mais tempo fechados do que abertos e na minha mente voltaram todos aqueles lembranças sujas que me levaram a fazer tudo isso, naquela sexta-feira em que uns caras naquela esquina me falaram tanta putaria como nunca tinham me dito na vida, nem mesmo aquele idiota do meu ex quando a gente tinha algum rolo quente e ele tentava falar umas sacanagens ou perversões, mas nunca conseguiram me fazer sentir igual aqueles caras. Muito menos a puta morbidade que esses três manos conseguiram despertar em mim com suas pequenas artimanhas que qualquer um com dois dedos de testa perceberia que eles estavam tentando fazer pra ver um pouco mais do meu corpo, pra fantasiar e bater uma sozinhos, mas quem diria que pouco tempo depois, eu teria eles na minha casa, sentados no meu próprio sofá e batendo uma ao mesmo tempo, enquanto eu, a nova amiga deles, dava o melhor show que eles teriam na vida de calcinha e sutiã, me sentir uma puta já era pouco.
As respirações ofegantes dos caras me fez abrir os olhos de novo, os 3 cravando o olhar em mim, batendo punheta numa velocidade média, com certeza se fossem mais rápido vocês não iam aguentar muito.
Eu: Mmm, assim que eu gosto de ver vocês.. continuem assim.
Passei a mão nos meus peitos por baixo do sutiã, era meio desconfortável fazer assim, mas minha outra mão tava acariciando meu clitóris e eu não pretendia tirar ela dali.
N: Ss…sa…
A respiração dela ficou cortada e ela não conseguiu terminar a frase.
Eu: E aí, gostosa?
N: Ssaac… tira isso, por favor
Eu: Que coisa? Perguntei, mesmo sabendo do que ela tava falando.
N: O sutiã, Ssaac… tira. Mostra as tetas pra gente.
Tinha uma obsessão pelos meus peitos, todo mundo gostava, mas ele era fixado nessa parte do meu corpo. Decidi ser boazinha com eles, complacente, afinal, a gente tava se ajudando mutuamente.
Eu: Traz a mesinha de centro e coloca ela aqui no meio.
Ele me olhou confuso.
Eu: Fala, antes que eu me arrependa.
Ela parou e correu rápido só uns metros pra pegar ela, a pica dura pulava e batia no corpo dela, minha língua passou nos meus lábios molhando eles com saliva.
N: Aqui tá bom?
Eu: Perfeito.
Voltei pro meu lugar, a mesinha tinha ficado no meio entre eles e eu, uma espécie de mini barreira. Tirei o sutiã bem sensual, joguei ele em cima da mesinha e, em seguida, subi um pé nela, fazendo minhas pernas ficarem um pouco mais abertas — com certeza tava dando uma vista linda pra eles. Os três gemeram, se masturbando um pouco mais forte.
Dani: Que peitão do caralho você tem, olha só isso.
Ale: Não pode ser tão gostosa assim.
N: Que vontade de apertar esses peitos, pelo amor de Deus.
Eu: Como? Assim? Falei enquanto apalpava elas com as duas mãos.
N: Sim, mas mais forte.
Eu: Assim você gosta mais, neném? Fiz como pediu e apertei meus biquinhos no final. Mmm, que gostoso.
Eles continuavam se masturbando enquanto me viam tocando meus peitos sensualmente para eles e, de vez em quando, uma mão se escondia debaixo da minha calcinha fio dental para acariciar minha pussy. Eu estava completamente excitada, assim como eles, e não queria que aquilo acabasse. Adoraria poder continuar vendo eles por horas, embora tivesse certeza de que, quando eu quisesse propor repetir em outra ocasião, nenhum deles recusaria. Eu os tinha sob meu poder, ou pelo menos era o que eu achava naquele momento. Mas, ao mesmo tempo, também queria que eles gozassem, desejava ver o cum jorrando dos seus cocks. Quem teria mais? Qual pareceria mais... gostoso? Eu iria querer provar naquele momento? Onde eles gozariam? Que cara fariam?
Eu: Isso, sim, sim, muito bem, continuem assim, façam mais forte, seus punheteirinhos.
Elas ficavam ainda mais excitadas quando eu falava com elas desse jeito.
Ale: Não vai nos mostrar mais nada?
Eu: Tô quase pelada, não acha que já é o bastante?
Ale: Não, com o Dani a gente escolheu sua buceta como nossa parte favorita e o Nico escolheu os peitos, você só mostrou os peitos, não é justo.
Eles tinham razão, não podia ser tão ruim com eles também.
Eu: Tá bom, cê tem razão. Querem ver minha bucetinha?
Ale: bunda pequena? Isso não é uma bunda pequena, olha a bunda monstra que você tem.
Eu: Ah, tá bom, que jeito é esse de falar comigo? Falei brincando.
Me levantei e, de costas, queria dar o show final da noite. Ali terminava e era isso, não iam conseguir mais nada de mim. Assim como fiz com a saia, puxei a fio dental pra baixo, fiquei uns segundos parada, agachada tentando tirar dos pés sem dobrar os joelhos. Meu cu tava escancarado na cara deles em primeira pessoa, tão perto que com certeza dava pra sentir o cheiro da minha buceta. Pela posição, dava pra ver um pouco da minha xota também. Mexi um pouco a raba pra eles e balancei as nádegas. Juro por Deus que se algum tivesse coragem de dar um tapa ou tocar, não ia me incomodar nada, até podia pedir mais. Sentei de novo.
Eu: Toca um pro outro pra mim, quero ver vocês.
Ale: É assim que você gosta?
Eu: Mais, mais forte, mais rápido.
Eu também ficava esfregando meu clitóris na frente deles, com um pé apoiado na mesa.
N: Toca as suas tetas.
Eu: Cê gosta das minhas tetas, hein, cara?
N: Adoro elas, queria pegar, chupar, apertar essas tetas.
Eu: Com isso dá pra você? Pensei que ia querer deixar elas cheias de porra.
N: Ufff, não fala assim comigo não, vai me fazer gozar. Já não aguento mais.
Eu: E aí então, quem te impede?
Dani: E pra gente, não vai mostrar mais nada? Tudo pra ele e você esquece da gente, fico com ciúmes.
Eu: Como é que vou esquecer de vocês? É o menorzinho, coitadinho..
Dani: Então, mostra mais um pouco pra gente, a gente também quer gozar junto.
Presta atenção direitinho nas rolas deles, nesse tempo só ficava olhando eles se tocarem sem reparar nelas direito. Olhei uma por uma, quando o Nico puxava a pele pra baixo e deixava a cabeça aparecendo, tava meio roxa igual a do Dani, mas a que mais me surpreendeu foi a do Ale, parecia que tinha engrossado ainda mais, as veias estavam bem marcadas e a cabeça dele tava num vermelho escuro, adorei.
Eu: O que mais vocês querem ver? Respondi pra Dani.
Ale: Para de rodeio e mostra essa buceta, tô com a porra na ponta da pica.
Não tava afim de que ninguém falasse comigo daquele jeito, mas quanto mais eu ouvia, mais molhada eu ficava. Na hora me virei na cadeira, fiquei de quatro nela, empinando bem a raba, como o Ale gosta de falar. Enquanto me tocava, continuei olhando pra eles.
Eu: É assim que vocês querem me ver, filhos da puta? Batam punheta forte, quero ver vocês gozarem já.
Ale: Pelo amor de Deus, olha essa bunda, pra chupar a noite inteira.
Eu: Só chupar ele?
Ale: Pra começar, mas olha só o que eu tenho pra colocar aí. Agarrou a base da rola e mexeu um pouco, parecia que tinha crescido ainda mais.
Eu: Cê é louco? Vai doer pra caralho.
Ale: Sabe como eu ia te deixar com isso?
Eu: Como é que é?
Ale: Ia deixar tua buceta toda arrombada.
Eu: Ah, mano, não tenho dúvida nenhuma.
Tava perto de gozar, mas queria que eles gozassem primeiro, achava que teria um orgasmo melhor se visse toda a porra que iam esguichar por mim.
N: Vou gozar, não aguento mais.
Os outros caras estavam na mesma.
Eu: Acabem então…
Ale: Onde?
A resposta rápida que veio na minha cabeça foi: "Na minha boca ou deixa eles gozarem tudo em cima de mim", mas eu me segurei, não sei como.
Eu: Acabem aqui. Joguei minha calcinha fio dental em cima da mesinha de centro.
Ale pulou do sofá e agarrou ela na hora, cheirou fundo e passou pra Dani, que fez o mesmo e passou pro Nico.
Eu: Deixem a tanga na mesa e encham ela de porra aí.
Jogaram ela e se aproximaram quase se ajoelhando, não queria perder esse espetáculo, esperei a noite toda por isso. Sentei de novo na frente deles, abri bem as pernas e apoiei os pés na mesa, minha buceta estava aberta como uma flor, completamente ensopada, enquanto via eles perto de gozar, eu também me tocava junto com eles. Ouvi gemidos altos deles, já estavam chegando lá, e finalmente consegui ver meu tão esperado prêmio. Enquanto eles faziam, eu falava com eles.
Eu: Isso aí, galera, encham ela de porra.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu: Enche minha fio dental de porra, suja ela toda.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Eu: Não deixem uma gota sem sair.
Eu também reclamava, a ponto de gozar junto quando vi a primeira gota sair de uma rola. Todo mundo ficou sentado, recuperando o fôlego. Mal consegui me mexer, peguei minha calcinha fio dental só com dois dedos e levei até os olhos pra ver de perto. Ela tava banhada de porra de vários tons e texturas. Não daria pra engolir tanta porra assim, pensei. Qual será a mais gostosa? Também não ia descobrir naquele momento, mas se tivesse uma próxima oportunidade, talvez pedisse pra gozarem em outro lugar.
Eu: Tá suave? Paguei pra elas?
Gurias: Sim, mais do que a gente imagina.
Eu: Tá bom, vistam a roupa e caiam fora.
Não dei muito tempo pra nada, queria que pensassem só nisso: que pagasse o que devia e pronto. Elas se vestiram e eu acompanhei até a porta de casa, não saí porque ainda tava pelada, só coloquei a cabeça pra fora pra ninguém me ver. Fecharam a porta e me cumprimentaram da calçada.
Eu: Galera.
Ao me virar pra olhar pra mim, mostrei meu corpo pelado pra eles poderem dar mais uma olhada, dei uma volta completa e falei "Boa noite", mandando um beijo e fechei a porta na hora.
Levei a tanga pro quarto e deixei em cima do criado-mudo… tava muito cansada e com sono, mas toda vez que quase pegava no sono, abria os olhos e via ela, toda melada de porra. O que eu faço com isso agora?
Comentários em Destaque
10 comentários - Vizinha gostosa 14
+10 y Favoritos como siempre!!
Sale el próximo???
Fueron 10...