RELATO ANTERIOR
https://www.poringa.net/posts/relatos/6343488/Cruzando-la-Linea---Boca-Leche-y-Culpa.htmlA tarde em Rosário tava um forno. Já passava das 6:30 da tarde e o sol descia laranja e pesado por cima dos telhados de zinco. O ar tava carregado de umidade, cheiro de terra molhada e fumaça de churrasco de algum vizinho. Os grilos já cantavam alto e um cachorro latia lá longe.
Lucas chegou correndo do ponto do ônibus 153, mochila no ombro e cara suada de pura alegria.
Empurrou a porta da rua com tudo.
— Mãe! Passei! Tirei um seis! — gritou felizão.
Maria tava na cozinha, lavando os pratos com um avental velho por cima de uma camiseta branca folgada e uma saia curta que mal cobria as coxas grossas dela. As mãos cheias de espuma e uns fios de cabelo preto grudados no pescoço por causa do suor.
Ela virou sorrindo, com orgulho de verdade.
— Sério, meu filho? Que bom! Vem cá que eu vou te dar os parabéns…
Lucas não deu tempo. Jogou a mochila no chão, chegou perto rápido e agarrou ela firme na cintura, apertando ela contra a pia. Deu um beijo fundo, sujo e dominador. Língua com língua, chupando, mordendo, devorando ela. Um beijo babado, barulhento, quase agressivo. Apertou um peito dela por cima da camiseta enquanto com a outra mão metia a mão por baixo da saia, pegando na bunda suada dela com força.
Maria se tensou por um segundo, com as mãos molhadas ainda levantadas.
— Lucas… mmph! — reclamou contra a boca dele, mas ele continuou comendo ela.
Quando finalmente se separou, um fio grosso de saliva ligava os dois. Maria respirava ofegante, com as bochechas vermelhas.
— Lucas, pelo amor de Deus… o que cê tá fazendo? — falou com voz entre bronca e tesão —. Acabou de chegar e já vem assim comigo… Tô com as mãos molhadas, lavando os pratos e você come minha boca como se eu fosse sua putinha.
Lucas sorriu com aquela confiança nova que tava ganhando, sem soltar ela. Beliscou o mamilo duro dela por cima do pano.
— Passei de milagre, mãe. Tinha que comemorar direito — sussurrou com voz rouca, e beijou ela de novo igualmente sujo. Lambendo os lábios dela e o queixo.
Maria tentou resistir mais um pouco, virando o rosto, mas o corpo dela já se entregava.
— Para um segundo, seu idiota… Deixa eu secar as mãos… Isso tá cada vez mais intenso. Eu não sou sua namorada, Lucas. Sou sua mãe… e olha como você me deixa.
Mas enquanto falava, ela abriu um pouco as pernas. Lucas levantou a camiseta dela até o pescoço, expondo os peitos grandes, pesados e com os mamilos escuros já duros. Abaixou a cabeça e atacou com fome: chupando forte, mordendo de leve, puxando os mamilos com os lábios e a língua. Fazia barulhos molhados e obscenos.
— Devagar… que você me machuca — gemeu Maria, mas colocou as duas mãos na nuca dele e apertou mais contra o peito—. Assim… chupa os dois, meu amor. Alterna… uff, que boca do caralho você tem.
Enquanto devorava os peitos dela, Lucas desceu uma mão e começou a acariciar a buceta por cima da calcinha. Tava encharcada, quente. Enfiou dois dedos por dentro do tecido e começou a esfregar o clitóris inchado dela.
— Tá escorrendo, mãe… você adora que eu te trate assim assim que chego.
— Cala a boca… — ela ofegou, envergonhada mas excitada—. Você me deixou mal desde ontem. Não consigo pensar em outra coisa.
Lucas se ajoelhou de repente, puxou a saia e a calcinha dela até os tornozelos de uma vez. Olhou pra buceta madura da mãe dele: inchada, brilhante, com os lábios abertos e os sucos reluzindo. Enfiou a cara entre as coxas dela e começou a comer com uma vontade brutal.
Língua reta, lambidas longas, chupando o clitóris, enfiando a língua pra dentro, lambendo todo o suco que escorria.
Maria soltou um gemido rouco e longo, segurando a cabeça dele com força.
— Ai, Lucas… me come toda… me faz sentir suja… assim, meu filho, enfia a língua bem fundo.
Ele comeu ela igual um bicho, enfiando dois dedos enquanto chupava o clitóris com força. A água da pia continuava correndo. Maria gozou violentamente, apertando o rosto dele contra a buceta, tremendo e soltando gemidos abafados. enquanto molhava a boca e o queixo dele.
Quando ainda estava tremendo, olhou pra ele com os olhos turvos de prazer.
— Levanta… quero chupar teu pau.
Lucas se levantou. Maria puxou o short dele pra baixo. O pau grosso, cheio de veias e completamente duro saltou na cara dela, com a cabeça inchada e escorrendo. Ela agarrou firme, olhou por um segundo e enfiou tudo na boca sem hesitar tanto quanto antes. Chupava com fome, descendo fundo, babando, lambendo os ovos dele e subindo de novo enquanto encarava ele nos olhos.
— Assim, mamãe… chupa tudo… tu fica melhor a cada vez — Lucas grunhiu, puxando o cabelo dela com mais autoridade.
Não aguentou muito. Avisou que ia gozar. Maria não tirou a boca. Recebeu toda a porra grossa e quente na boca, engolindo com vontade, mesmo que um pouco escapasse pelos lábios. Depois lambeu o pau dele devagar, limpando com devoção.
Ficaram abraçados na pia, suados e ofegantes. Maria acariciava as costas dele, mas dessa vez o olhar dela tinha algo novo: uma mistura de vício e medo.
— Isso já não é mais brincadeira, Lucas… — sussurrou —. Cada vez tu fica mais ousado, mais mandão. E eu… cada vez deixo tu fazer mais. Me dá medo como me acostumei rápido. Já nem me reconheço mais.
Lucas beijou o pescoço dela e apertou a bunda dela com posse.
— Porque tu também quer, mamãe. Tu gosta que eu te pegue assim. E eu gosto de sentir que finalmente sou eu quem cuida de ti e te faz sentir mulher.
Maria suspirou fundo, ainda com o gosto da porra dele na boca.
— A gente tem que ter cuidado… muito cuidado. Isso pode destruir a gente se alguém descobrir. Mas tu tem razão… não quero parar.
Ainda não.
A tarde caía vermelha sobre Fisherton. A rotina de sempre continuava lá fora, mas dentro daquela casa humilde nada era mais igual. O desejo entre mãe e filho tinha deixado de ser um impulso e começava a se transformar numa necessidade perigosa e viciante.
https://www.poringa.net/posts/relatos/6343488/Cruzando-la-Linea---Boca-Leche-y-Culpa.htmlA tarde em Rosário tava um forno. Já passava das 6:30 da tarde e o sol descia laranja e pesado por cima dos telhados de zinco. O ar tava carregado de umidade, cheiro de terra molhada e fumaça de churrasco de algum vizinho. Os grilos já cantavam alto e um cachorro latia lá longe.
Lucas chegou correndo do ponto do ônibus 153, mochila no ombro e cara suada de pura alegria.
Empurrou a porta da rua com tudo.
— Mãe! Passei! Tirei um seis! — gritou felizão.
Maria tava na cozinha, lavando os pratos com um avental velho por cima de uma camiseta branca folgada e uma saia curta que mal cobria as coxas grossas dela. As mãos cheias de espuma e uns fios de cabelo preto grudados no pescoço por causa do suor.
Ela virou sorrindo, com orgulho de verdade.
— Sério, meu filho? Que bom! Vem cá que eu vou te dar os parabéns…
Lucas não deu tempo. Jogou a mochila no chão, chegou perto rápido e agarrou ela firme na cintura, apertando ela contra a pia. Deu um beijo fundo, sujo e dominador. Língua com língua, chupando, mordendo, devorando ela. Um beijo babado, barulhento, quase agressivo. Apertou um peito dela por cima da camiseta enquanto com a outra mão metia a mão por baixo da saia, pegando na bunda suada dela com força.
Maria se tensou por um segundo, com as mãos molhadas ainda levantadas.
— Lucas… mmph! — reclamou contra a boca dele, mas ele continuou comendo ela.
Quando finalmente se separou, um fio grosso de saliva ligava os dois. Maria respirava ofegante, com as bochechas vermelhas.
— Lucas, pelo amor de Deus… o que cê tá fazendo? — falou com voz entre bronca e tesão —. Acabou de chegar e já vem assim comigo… Tô com as mãos molhadas, lavando os pratos e você come minha boca como se eu fosse sua putinha.
Lucas sorriu com aquela confiança nova que tava ganhando, sem soltar ela. Beliscou o mamilo duro dela por cima do pano.
— Passei de milagre, mãe. Tinha que comemorar direito — sussurrou com voz rouca, e beijou ela de novo igualmente sujo. Lambendo os lábios dela e o queixo.
Maria tentou resistir mais um pouco, virando o rosto, mas o corpo dela já se entregava.
— Para um segundo, seu idiota… Deixa eu secar as mãos… Isso tá cada vez mais intenso. Eu não sou sua namorada, Lucas. Sou sua mãe… e olha como você me deixa.
Mas enquanto falava, ela abriu um pouco as pernas. Lucas levantou a camiseta dela até o pescoço, expondo os peitos grandes, pesados e com os mamilos escuros já duros. Abaixou a cabeça e atacou com fome: chupando forte, mordendo de leve, puxando os mamilos com os lábios e a língua. Fazia barulhos molhados e obscenos.
— Devagar… que você me machuca — gemeu Maria, mas colocou as duas mãos na nuca dele e apertou mais contra o peito—. Assim… chupa os dois, meu amor. Alterna… uff, que boca do caralho você tem.
Enquanto devorava os peitos dela, Lucas desceu uma mão e começou a acariciar a buceta por cima da calcinha. Tava encharcada, quente. Enfiou dois dedos por dentro do tecido e começou a esfregar o clitóris inchado dela.
— Tá escorrendo, mãe… você adora que eu te trate assim assim que chego.
— Cala a boca… — ela ofegou, envergonhada mas excitada—. Você me deixou mal desde ontem. Não consigo pensar em outra coisa.
Lucas se ajoelhou de repente, puxou a saia e a calcinha dela até os tornozelos de uma vez. Olhou pra buceta madura da mãe dele: inchada, brilhante, com os lábios abertos e os sucos reluzindo. Enfiou a cara entre as coxas dela e começou a comer com uma vontade brutal.
Língua reta, lambidas longas, chupando o clitóris, enfiando a língua pra dentro, lambendo todo o suco que escorria.
Maria soltou um gemido rouco e longo, segurando a cabeça dele com força.
— Ai, Lucas… me come toda… me faz sentir suja… assim, meu filho, enfia a língua bem fundo.
Ele comeu ela igual um bicho, enfiando dois dedos enquanto chupava o clitóris com força. A água da pia continuava correndo. Maria gozou violentamente, apertando o rosto dele contra a buceta, tremendo e soltando gemidos abafados. enquanto molhava a boca e o queixo dele.
Quando ainda estava tremendo, olhou pra ele com os olhos turvos de prazer.
— Levanta… quero chupar teu pau.
Lucas se levantou. Maria puxou o short dele pra baixo. O pau grosso, cheio de veias e completamente duro saltou na cara dela, com a cabeça inchada e escorrendo. Ela agarrou firme, olhou por um segundo e enfiou tudo na boca sem hesitar tanto quanto antes. Chupava com fome, descendo fundo, babando, lambendo os ovos dele e subindo de novo enquanto encarava ele nos olhos.
— Assim, mamãe… chupa tudo… tu fica melhor a cada vez — Lucas grunhiu, puxando o cabelo dela com mais autoridade.
Não aguentou muito. Avisou que ia gozar. Maria não tirou a boca. Recebeu toda a porra grossa e quente na boca, engolindo com vontade, mesmo que um pouco escapasse pelos lábios. Depois lambeu o pau dele devagar, limpando com devoção.
Ficaram abraçados na pia, suados e ofegantes. Maria acariciava as costas dele, mas dessa vez o olhar dela tinha algo novo: uma mistura de vício e medo.
— Isso já não é mais brincadeira, Lucas… — sussurrou —. Cada vez tu fica mais ousado, mais mandão. E eu… cada vez deixo tu fazer mais. Me dá medo como me acostumei rápido. Já nem me reconheço mais.
Lucas beijou o pescoço dela e apertou a bunda dela com posse.
— Porque tu também quer, mamãe. Tu gosta que eu te pegue assim. E eu gosto de sentir que finalmente sou eu quem cuida de ti e te faz sentir mulher.
Maria suspirou fundo, ainda com o gosto da porra dele na boca.
— A gente tem que ter cuidado… muito cuidado. Isso pode destruir a gente se alguém descobrir. Mas tu tem razão… não quero parar.
Ainda não.
A tarde caía vermelha sobre Fisherton. A rotina de sempre continuava lá fora, mas dentro daquela casa humilde nada era mais igual. O desejo entre mãe e filho tinha deixado de ser um impulso e começava a se transformar numa necessidade perigosa e viciante.
1 comentários - De mamãe carinhosa a puta do meu filho