Relato gay . Final!

Eu puxei a tanga dela pro lado e comi ela inteira. Me deixou louco, eu só soltava gemidos e de vez em quando largava algum comentário. Ela passava a língua nas minhas bolas e subia, puta merda, que gostoso. — Cê gosta que eu te coma assim, meu amor? — Sim, adoro. E de repente senti algo. Era o dedo dela, e depois mais um. — Uffffff, porra, mais um? — ela disse. — Vamos ver. Entrou um pouco e não quis forçar mais. Eu também não falei nada, mas queria. — Como você é fechadinha! — Sim, mas entrou um pouco. E eu olhei de lado, ela enfiou os dedos e disse — devagarzinho, e tentou colocar o terceiro e um pouco mais. COMO VOCÊ ME EXCITA COM ESSA BUNDA. AJOELHA, MEU AMOR! EU AJOELHEI NA HORA, adorava ver como ele aproveitava e isso me deixava louco! Posso subir um pouco? E eu concordei com a cabeça e comecei a chupar de novo, mas dessa vez ele me segurou mais rápido! Pensei em falar algo, mas não consegui ou não quis. Ele tava super excitado e eu também. — CÊ GOSTA ASSIM? OLHA COMO VOCÊ TÁ COMENDO A PIROCA. Que gostoso. Eu não aguentava mais! E quando saí pra respirar — que gostoso, cara! Cê gosta? Ele sorriu e passou a piroca no meu rosto, batendo de leve. — Vai tomar a porra toda? Quer que o cara te dê a porra? Eu abri a boca e coloquei a língua pra fora, lambendo as bolas dele. Tá aí. Eu coloquei a boca e engoli o máximo que pude, tava uma delícia, mas era muita, o que caía eu tentava pegar e passava a mão nas bolas dele, chupei mais um pouco e pronto. Fui pro banheiro e me limpei, tinha sido incrível, saí do banheiro. — Tudo bem? — perguntei. — Perfeito, foi foda mesmo. Como você me deixa louco quando me chupa! — Percebi, haha. Cara, você tá uma delícia também. — Cê gosta, hein. A gente marca mais um dia? E aí foi que sim. No dia seguinte, ele saiu pra comprar bebidas e voltou um tempo depois. À tarde! — Oi. Olha só o que eu trouxe pra noite. E tirou um gel e um óleo! — O que cê acha? — Demais, ajuda pra caralho. E também ajuda se você me dominar um pouco mais. — Ah, é? E se você vestir isso, melhor ainda. O cara tinha me comprado uma calcinha fio dental vermelha e uma saia preta. — Apaaaa, não vai ser muita saia não, cara. - Sim. Comprei por via das dúvidas, mas se não usar, tudo bem! Agora aquele fiozinho, por favor, sim. - Vamos ver, me fazendo de putona. Tomamos algo e a noite caiu, ele tomou banho e depois eu. Nos cruzamos no corredor, ele vinha pelado e de repente me encostou na parede. - Anda logo, tô morrendo de vontade de você chupar minha pica! Eu sentia a pica dele e ficava louca. - Muita vontade? Fiz força pra baixo, me virei e coloquei só um pouquinho pra dentro, e me levantei. - Posso tomar banho agora? .. SIM, AGORA SIM. E aí, o que aconteceu? Coloquei o fio dental e a saia. E naquele momento me senti uma atriz pornô. E se tinha uma coisa que eu gostava era me fazer de puta e ele ver, além de chupar, né. Que prazer! - Ficou bom em mim? Ele se virou e eu matei ele, viu na cara. - Que puta divina, ficou genial. Eu me fazia de putona e ele falava isso, e era lindo. - Como fica essa saia em você, filho da puta, - me esquentou demais, cara, mas não se empolga. - A pica tá crescendo. Mmmm é? Eu já tava rebolando a bunda, entregue, o tesão falou mais alto! - Ficamos um tempão nos pegando, eu tava muito excitada. - Chupa minha pica, puta. Come ela! Mais, vai. Eu já tava com ânsia e quase humilhada. Você quer ser dominada? Eu não falava nada, só chupava. Ele tirou a pica da minha boca, você gosta de se fazer de puta? Puta, se não aguenta, pede pra parar. Me encostou no sofá e ele de pé. Passou óleo e colocou gel em mim. - Devagar, por favor. - Sim, puta, quero ouvir você gemer aos poucos. E começou a brincar, eu relaxei o máximo que pude e bem devagar ele foi entrando. - Que puta gostosa você é, tá gostando? .. O cara me tinha do jeito que queria e eu sentia e gemia baixinho. - Tá sentindo, puta? Aham - O quê? Sim, tô sentindo. Ele tava indo super bem, mas a dor era inevitável. O cara tava em êxtase total! Aí está meu amor, olha que delícia, e aí eu gemi, doía, e ele tirou, senti um vazio e soltei um suspiro. - Uff, gato, é muito grande. - Já já você aguenta, Enfiei quase a cabeça toda. Os dedinhos entram sozinhos agora. Nem tinha sentido nada. Me acomodei, ele passou gel e falou: "Tá aí, bebê!" Quando fui sentindo aos poucos, aí sim eu caí na real. Ele enfiou um pouco e tirou — "Olha como essa bunda abriu." — "Ai, caralho! PQP" — "Vou te foder sempre que eu quiser." E enfiou de novo. Eu mordi o travesseiro, agarrei o lençol, gritei, haja. — "Tá doendo? Paro?" — "Não", e eu só reclamava! — "Como você gosta da pica, meu amor." Ele quis enfiar mais e eu me entreguei! Ai, ai, até aí, por favor, nego. Ele parou e saiu um pouquinho — "Não sai, mas só até aí!" — Ele tirou tudo e aí sim senti o vazio. — "Que pedaço de rabo! Como você é gostosa." — Ele começou a enfiar: "Vou encher você de porra, meu amor." — "Vai encher minha bunda?" — "Sim." — "Devagar que tá doendo." — "Aguenta um pouquinho." Eu fiquei bem de quatro, cabeça pra baixo, mordendo o travesseiro. — "Sou sua puta, goza." — "Fala de novo." — "SOU SUA PUTA." Ele enfiou e doía, ele ia um pouco mais rápido, mas não enfiava tudo, eu continuava delirando e gritando. "Já foi, já foi", e ele deu um grito! Eu continuei, era incrível como sentia tudo quente lá dentro. Na hora, doía tudo. Ele foi no banheiro, voltou, me deu um beijo e disse que foi incrível tudo. Pensei que ele ia embora, mas ficamos os dois! Depois rimos e esquentamos de novo. A gente se viu até pouco tempo e talvez a gente se veja de novo. Esse relato custou bastante, mas eu queria fazer.

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