Continuando na busca por novas putas, seja pra fazer dela minha vadia oficial ou uma vadia descartável pra usar uma vez e jogar fora, trombei com a dona Juana, que trabalha fazendo limpeza e administrando uns banheiros públicos no centro da cidade.
A senhora atendeu facilmente aos meus requisitos, e bastaram alguns segundos pra eu identificá-la como carne de prazer. Ela tá prestes a fazer cinquenta anos, tem uns 1,55 m de altura, cara de raposa, peitos caídos e médios, acima do peso, caderona, pernas grossas e, claro, uma bunda suculenta e gorda.
Conversando 5 minutos com ela, aproveitando que não tinha mais ninguém, mostrou desenvoltura e um jeito provocante, além de abertura pra falar de qualquer assunto, então logo joguei meu anzol.
Quando soube que ela era separada e sem um relacionamento formal no momento, aproveitei pra convidar ela pra "dar uma mimada" numa tarde. Sem mais, com um sorrisão, ela aceitou, me perguntando se eu tinha certeza do que tava falando.
Dois dias depois, já estávamos comendo uns tacos juntos, falando de besteira, e fomos pra um barzinho. Mas foi só na minha terceira cerveja que ela se animou a beber uma, já que ela disse que não tá acostumada com álcool.
O que ficou evidente, já que com só duas cervejas já tinha muita aproximação e contato físico dela pra mim, ou seja, a buceta dela esquentou.
Naquele momento, dei uns beijinhos no pescoço dela enquanto passava a mão nas pernas e senti de leve a buceta dela, já que ela tava usando um shortinho de lycra; eu só ouvia o gemido dela no meu ouvido. Foi aí que sugeri irmos pra um lugar mais privado.
Infelizmente ela disse que precisava fazer uns pagamentos urgentes de telefone e luz, e foi aí que me ofereci pra dar o dinheiro pra isso, mas que esperava ela a duas quadras de distância, no motel.
O álcool e a emoção do apoio financeiro fizeram com que ela não resistisse à proposta simples, então combinamos de nos encontrar daqui a uma hora no lugar combinado.

Mas fotos e a história completa, de graça emhttps://cazadordeperras.blogspot.com/2026/05/dona-juana-la-de-los-banos-publicos.html
A senhora atendeu facilmente aos meus requisitos, e bastaram alguns segundos pra eu identificá-la como carne de prazer. Ela tá prestes a fazer cinquenta anos, tem uns 1,55 m de altura, cara de raposa, peitos caídos e médios, acima do peso, caderona, pernas grossas e, claro, uma bunda suculenta e gorda.
Conversando 5 minutos com ela, aproveitando que não tinha mais ninguém, mostrou desenvoltura e um jeito provocante, além de abertura pra falar de qualquer assunto, então logo joguei meu anzol.
Quando soube que ela era separada e sem um relacionamento formal no momento, aproveitei pra convidar ela pra "dar uma mimada" numa tarde. Sem mais, com um sorrisão, ela aceitou, me perguntando se eu tinha certeza do que tava falando.
Dois dias depois, já estávamos comendo uns tacos juntos, falando de besteira, e fomos pra um barzinho. Mas foi só na minha terceira cerveja que ela se animou a beber uma, já que ela disse que não tá acostumada com álcool.
O que ficou evidente, já que com só duas cervejas já tinha muita aproximação e contato físico dela pra mim, ou seja, a buceta dela esquentou.
Naquele momento, dei uns beijinhos no pescoço dela enquanto passava a mão nas pernas e senti de leve a buceta dela, já que ela tava usando um shortinho de lycra; eu só ouvia o gemido dela no meu ouvido. Foi aí que sugeri irmos pra um lugar mais privado.
Infelizmente ela disse que precisava fazer uns pagamentos urgentes de telefone e luz, e foi aí que me ofereci pra dar o dinheiro pra isso, mas que esperava ela a duas quadras de distância, no motel.
O álcool e a emoção do apoio financeiro fizeram com que ela não resistisse à proposta simples, então combinamos de nos encontrar daqui a uma hora no lugar combinado.

Mas fotos e a história completa, de graça emhttps://cazadordeperras.blogspot.com/2026/05/dona-juana-la-de-los-banos-publicos.html
0 comentários - Dona Juana, a dos banheiros públicos