

Carlos, de 30 anos, apaixonado e decidido, sentiu uma atração forte por Laura, de 20, filha da vizinha e amiga da famÃlia, Dona Rosa. Um dia, juntando toda a coragem, resolveu falar com Dona Rosa pra pedir permissão pra namorar a filha dela. "Dona Rosa", começou Carlos, com a voz firme mas respeitosa, "vim pedir licença pra cortar a Laura. Gosto muito dela e quero fazer ela feliz." Dona Rosa, uma mulher de 43 anos, ainda com um corpo gostoso e uns olhos que entregavam a safadeza, olhou pra ele com um sorriso maroto.

Carlos, meu querido," respondeu ela, "a Laura é uma boa garota, mas tem a vida dela. Tem certeza de que é ela que você quer?" Carlos assentiu, confuso com a reação de Dona Rosa. "Sim, Dona Rosa. Quero a Laura de todo o meu coração." Dona Rosa se aproximou mais dele, a voz baixando para um sussurro sedutor. "Carlos, tem uma coisa que você precisa saber. Sou uma mulher com necessidades, e à s vezes as coisas não são o que parecem." Antes que Carlos pudesse reagir, Dona Rosa o beijou apaixonadamente, as mãos explorando o corpo dele com uma paixão que o deixou sem fôlego. Carlos, surpreso mas excitado, correspondeu ao beijo, as mãos encontrando o caminho até os peitos firmes dela. "Dona Rosa," murmurou ele, "o que a senhora está fazendo?" Ela se afastou um pouco, os olhos brilhando de desejo. "Te oferecendo algo melhor, Carlos. Não quer provar algo mais excitante?" Carlos, já completamente duro, assentiu. Dona Rosa, com um sorriso triunfante, o levou até o quarto dela. O despiu lentamente, as mãos e os lábios explorando cada centÃmetro do corpo dele. Quando chegou no pau ereto dele, o pegou na boca, chupando e lambendo com habilidade. Carlos, já sem se segurar, deitou ela na cama e subiu em cima, penetrando com força. Dona Rosa gemia de prazer, as unhas cravando nas costas dele enquanto o guiava com a bunda. Ele comeu ela gostoso, as estocadas ritmadas e profundas, fazendo a cama tremer. "Assim, Carlos," gemia Dona Rosa, "mais forte. Assim que eu gosto.

Carlos, excitado além do imaginável, obedeceu, agarrando com toda a força. Dona Rosa, com um sorriso safado, fez ele mudar de posição montando nele com movimentos intensos, enquanto os peitos dela balançavam soltos. Carlos, com as mãos na cintura dela, a guiava, os corpos se movendo em perfeita sincronia. Finalmente, quando sentiu que estava prestes a gozar, colocou ela de joelhos e finalizou no rosto e nos peitos dela. Dona Rosa, com um sorriso satisfeito, lambeu os lábios, saboreando cada gota. "Obrigada, Carlos," murmurou, ainda ofegante. "Foi delicioso. E lembre-se, se um dia precisar de algo mais, é só falar." Carlos, ainda recuperando o fôlego, só conseguiu sorrir, sabendo que a vida dele nunca mais seria a mesma depois daquele encontro. E assim, com uma promessa de mais prazer no futuro, Carlos e Dona Rosa selaram o acordo, deixando Laura de fora do jogo, pelo menos por enquanto.

Laura, com uma mistura de curiosidade e nervosismo, se aproximou da mãe, Dona Rosa, na sala de casa. "Mãe, o Carlos veio falar com você, né?" perguntou, tentando manter a calma. Dona Rosa, com um sorriso enigmático, assentiu. "Sim, meu amor. Veio me pedir permissão pra te cortejar." Laura franziu a testa, a raiva começando a crescer. "E a� O que você disse pra ele?" Dona Rosa deu de ombros. "Não deixei ele falar. Você sabe, as coisas ficaram um pouco... intensas." Laura, já sem conseguir segurar a raiva, disse: "Mãe, para de comer meus pretendentes! Arruma os seus!" Dona Rosa, longe de se sentir envergonhada, riu, uma risada solta e sincera. "Desculpa, filha. É que ele era gostoso." "Ai, mãe, você é uma puta, já devia se comportar, na sua idade." respondeu Laura. Machucada e com raiva, se refugiou no quarto. Dona Rosa, chocada com o que a filha disse, foi procurar Carlos. "Carlos, preciso falar com você. Tive uma briga com a Laura e ela me chamou de... puta. Tô me sentindo tão mal, Carlos", disse Dona Rosa, com lágrimas nos olhos. Carlos, com um sorriso tranquilizador, pegou as mãos de Dona Rosa e disse: "Não fique triste, Dona Rosa. Ela só tá com ciúmes. A senhora é mais gostosa que ela." "Sério? Carlos, você acha?", perguntou ela. "Sim, Dona Rosa, seus peitos são maiores e sua bunda também. Além disso, essa buceta que a senhora tem me deixa com o pau duro." Dona Rosa, surpresa e excitada com as palavras de Carlos, respondeu: "Sério, Carlos? Tô tão gostosa assim?" Carlos assentiu, se aproximando dela e beijando-a com paixão. Dona Rosa, já molhada pelas palavras e pelo beijo, começou a se despir lentamente. Carlos, animado, ajudou, beijando cada parte do corpo dela enquanto a despia. Os peitos dela, grandes e firmes, eram uma tentação pra ele, e ele não resistiu ao desejo de pegá-los nas mãos, beijando e chupando com habilidade, enquanto acariciava a buceta dela. Dona Rosa, gemendo de prazer, sussurrou: Quero chupar teu pau, Carlos". Ele assentiu, e Dona Rosa se ajoelhou na frente dele, puxando o pau pra fora, chupando e lambendo com habilidade, até chegar nas bolas, chupando elas com gosto.

Depois de um oral intenso, Carlos sentou ela no colo dele e meteu, sentindo o calor da buceta apertando o pau dele. Dona Rosa, montando com paixão, gemia e dizia: "Que pau gostoso você tem, Carlos". Ele, excitado, chupava os peitos dela, aproveitando cada segundo. Dona Rosa já não aguentava mais e ficou de quatro, dando pra Carlos uma vista perfeita da raba dela. Ele, excitado, enfiou o pau na buceta e começou a meter por trás, bombando com força. Dona Rosa, gemendo, dizia: "Como você come bem, Carlos". Carlos, já no limite, resolveu mudar de posição e meteu o pau no cu de Dona Rosa, que recebeu com um grito de dor e prazer: "Aii, Carlos".

Duro no cu, como ela merece", respondeu Carlos, aproveitando cada estocada, fazendo-a gemer. Finalmente, Carlos tirou o pau e Dona Rosa chupou ele mais uma vez, até ele gozar nos peitos dela. Dona Rosa, lambendo o esperma, sorriu e disse: "Que transa boa que a gente deu, Carlos". Ambos, satisfeitos e felizes, se abraçaram, sabendo que tinham encontrado uma conexão única e empolgante. No quarto, Dona Rosa e Carlos estavam deitados pelados, curtindo a tranquilidade depois da sessão intensa de sexo. Dona Rosa, com um sorriso safado, olhou pra Carlos e perguntou: "Me diz, Carlos, você ainda tá interessado na Laura?". Carlos suspirou e respondeu: "Dona Rosa, não vou negar que gosto da sua filha. Mas depois do que rolou entre a gente, eu gosto mais é da senhora". As palavras de Carlos excitaram Dona Rosa, que olhou pra ele com desejo e disse: "Carlos, sei que a Laura vai encontrar outra pessoa. Mas que tal a gente virar namorados? Prometo te dar o sexo que você merece e pode me comer quantas vezes quiser". Carlos, ao ouvir isso, sentiu o pau endurecer de novo. "Aceito, Dona Rosa. É uma oferta tão tentadora quanto a senhora", respondeu. Dona Rosa sorriu e disse: "Carlos, se vamos ser um casal, me chama só de Rosa, nada mais. Que você me faz sentir velha". Dito isso, pegou o pau dele e começou a chupar com habilidade. Carlos, excitado, gemia enquanto sentia a boca da Rosa envolver o pau dele. "Ai, Rosa, como você chupa bem", murmurou, curtindo cada segundo. Rosa olhou pra ele de baixo, com o pau na mão, e perguntou: "E o que você quer fazer comigo, meu amor?". Carlos, todo tarado e com vontade de mais, respondeu: "Quero te comer na buceta e no cu". Rosa, animada, se ajoelhou de quatro, pronta pra receber Carlos. Ele não demorou pra enfiar, metendo o pau no cu da Rosa, que gritou de prazer. Carlos, dando tapas na bunda dela, curtia o som dos gemidos enquanto a empurrava com força.

Depois, ele trocou de buraco e penetrou a Rosa na buceta, comendo ela com força, enquanto ela, incentivando ele, pedia: "Vai, amor, arrebenta minha buceta. Já sou tua". Carlos, excitado, metia mais forte, aproveitando cada segundo. Depois, mudou de posição, fazendo ela montar enquanto a buceta dela envolvia o pau dele. Ele, chupando os peitos dela, gemia junto com ela, sentindo uma conexão única. Finalmente, com um rugido, Carlos gozou, enchendo a buceta dela com o esperma dele, fazendo Rosa cair sobre ele, abraçando ele. "Já quero ver a reação da Laura quando souber da nossa história".

Carlos, enquanto estava deitado ao lado de Rosa, não conseguia parar de pensar: "Não sei se a Laura teria sido tão puta quanto a mãe." Mas, naquele momento, estava satisfeito com seu novo relacionamento. Rosa, depois da noite intensa com Carlos, encontrou Laura. "Filha, preciso falar com você. Carlos e eu estamos juntos agora. Peço desculpas por ter tirado seu pretendente", disse Rosa, com uma mistura de nervosismo e empolgação. Laura, surpresa, olhou para a mãe e respondeu: "Não se preocupa, mãe. Era só um pretendente. Desculpa pelo que te falei. Não devia ter te chamado de puta." Rosa, com um sorriso, respondeu: "Tá tudo bem, filha. Mas, olha, eu tenho um pouco de puta sim. E enquanto isso me mantiver no fogo, vou ficar com ele." Laura, emocionada, abraçou a mãe e disse: "Espero que você fique com ele, mãe. Se ele te faz feliz, eu também vou ficar feliz." Com essas palavras, Laura foi embora, deixando Rosa com um sorriso satisfeito.


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