Obcecada no amigo do filho. Parte II

(Relato 100% real. Baseado na experiência de um dos meus pacientes)Parte I aqui 
Obcecada no amigo do filho. Parte IIA cabeça de Esteban estava explodindo.
A última punheta com a calcinha da mulher dele tinha virado um choro histérico e frágil. Como isso podia estar acontecendo COM ELE?

Uma mente mais ou menos estável resolve, mesmo machucada, mas a partir de uma posição de diálogo. Mas tem algo torto e anterior no Esteban que impede isso.
Por enquanto.
E quando é assim, a última coisa que ele pensaria é encarar a mulher dele. Enfrentá-la.
Ainda mais agora que ele tá tão ferido quanto excitado. Suando tesão.

A ideia da mulher dele trair ele dá um puta tesão, na real ele sente que tava esperando por isso, que precisa disso.
Não tanto que seja com o amigo da escola do filho dele. Mas a imaginação dele voa. Porque soma na humilhação.

Quando foram buscar o filho e ficaram sozinhos com o Santiago, o amigo da escola.
Ela se jogou em cima dele? O cara meteu a rola na mulher dele na cama? Faz quanto tempo que tão fazendo isso?
A mente dele se encheu de tesão e perguntas. E ele começou a preencher os buracos.

(Aqui não posso deixar de comentar que o mais chamativo nisso é o nível de detalhe e minúcia de uma mente analítica em retrocesso como a do Esteban. Ele vira o Sherlock Holmes do tesão flagelante dele só pra não ligar pra mulher dele e pedir pra ela voltar porque precisam conversar, por exemplo)

No banheiro, tinham tirado o lixo do cesto. Podia estar ainda no cesto da porta. Ele saiu e encontrou.
Não ligou pra nojeira que tava fazendo. Era investigação de tesão. Abriu o saco e revistou com cuidado. Se os papéis em cima tinham líquidos. Sêmen e algo oleoso de cheiro bom que ele tinha sentido na cama. Algo com aroma de loção de bebê.
Era lubrificante? Cadê? Ele comeu o cu dela? O cara arrombou o cu da mulher dele?!
Não tinha camisinha. Nem camisinhas.
Lourdes tinha parado com a pílula há dois anos. Esteban é vasectomizado.
Aquele cara gozou fora? Gozou dentro dela?

Isso abriu a segunda busca. O esconderijo.
Ele encontrou depois de muito tempo. procurar. Uma bolsa estava, num cabideiro perdido. Uma daquelas da época de solteira dela. Mais lenha na fogueira pro Esteban.

Ela disse uma vez pra ele: "Quem procura, acha" — Falou isso por causa de algo que ela descobriu, já vamos ver, se der, mais pra frente.

Na bolsa tinha pílulas anticoncepcionais. Três caixas cheias e uma vazia. Um vidro grudento de óleo de bebê, um maço de cigarro, e um plug anal com um coração brilhante enrolado num pano. Dava pra ver que ela tinha lavado ele fazia pouco tempo.

Pegou um cigarro.

Tinham parado de fumar fazia um ano e fumou ele na varanda sentindo que tudo era mentira. Ouvindo na cabeça os gemidos da Lourdes. Imaginava os dois juntos. A mulher dele toda gostosa chupando com fúria a pica daquele moleque como fazia anos que não chupava a dele, com um plug no cu. Entregando a bunda pra um cara. Sendo que pra ele fazia anos que ela não deixava meter por ali.

Por que tinha chegado naquele ponto?

Nem terminou o baseado. Porque viu uma coisa que acendeu a luzinha pra continuar sofrendo a corna dele. A câmera! Se viu as câmeras de vigilância ligadas lá fora.

E foi pro PC.

Tinha duas câmeras lá fora e uma dentro no hall de entrada olhando pra porta. A de dentro normalmente fica desligada. A Lourdes costuma desligar pra colocar o carregador do celular. Mas tava funcionando. O Esteban religou ela com medo dos assaltos na região.

Colocaram de propósito ali, pra ver ele do quarto no fundo.

Já só sentia ansiedade enquanto voltava na gravação.

09:26 A família paterna passa pra buscar o enteado dele. A mãe se despede de roupão na porta e o amigo da escola do lado dele. Detalhes importantes: quando fecha a porta, o amigo da escola tá de shorts de futebol. Aqueles que apareceram na cama com a mancha de porra.

Outro GRANDE detalhe é que a Lou tem o celular na mão quando tá na porta e deixa ele na mesinha do hall. Se olha no espelho (a câmera tá bem em cima vendo ela). dá um beijinho no próprio reflexo, sorri de forma safada e vai pra trás do cara.
A pica dele dá um nó quando avança pras 12:56, quando sua mulher gostosa corre pelada até a mesa do hall. Na frente da câmera, pega o celular e atende uma ligação. Fala pelada em primeiro plano, com os bicos dos peitos durinhos. Não tem muita definição. Mas ele acha que vê umas áreas brilhantes, molhadas no corpo pelado lindo da mulher dele.

O mais tarado. Ela leva a mão na pussy brilhosa dela e, por baixo, enfia os dedos. Tira e cheira alguma coisa que escorre enquanto fala no telefone.
Grita alguma coisa fora da câmera quando desliga. Certeza apressando o cara.

Pouco depois manda uma mensagem (pro Esteban, que tá trabalhando, perguntando "que horas você vai voltar do trabalho").
Sai de cena pelada com o telefone. E com uma mão debaixo da pussy. Certeza que tá escorrendo porra do amigo do filho dela.

Sem nem pensar, o Esteban já tá com a pica pra fora. Os olhos vermelhos, quase chorando. E a pica dura, pronta pra mais uma punheta humilhante.

A câmera mostra 13:30 em ponto quando vão buscar esse moleque. Ele dá um sorriso maroto antes de abrir a porta. A Lourdes tá vestida pra sair pra correr, com legging que marca a bunda, cabelo preso pra trás e um boné.

O pai do Santiago, o amigo do colégio do filho, aparece pela câmera externa indo até a varanda. Cumprimenta a Lourdes e o filho.
Depois fala alguma coisa pro filho dele ir pro carro. Mas não vai. A Lourdes entra e, antes de fechar a porta, ele segue ela e segura a porta, falando de boa.

Ela abre e começam a conversar. Entra no hall e deixa a porta entreaberta, quase fechada.
Ele tenta pegar a cintura da mulher dele e puxa a boca pra dar um beijo. A Lourdes desvia do beijo e tenta se soltar das mãos.
Tudo na frente da câmera do hall, em cima do espelho.
Ela vira de lado pra evitar as mãos na cintura e, ao girar, fica de costas. Num movimento de Assédio: ele cola nela e aperta. Encosta o pau na bunda dela e beija o pescoço. Abraça ela forte.
Dá pra ver perfeitamente como a cara da sua doce esposa se transforma na de uma puta safada, adorando aquele aperto, encostada e com os beijos no pescoço.
Por um momento, ela empurra pra trás e as mãos frenéticas do homem apalpam os peitos e a buceta dela por cima da legging.

Nessa hora, ela se solta, forcejando. Santiago, o amigo do filho dele da escola, desce do carro e corre pro alpendre. A câmera de fora pega ele parado ali, perto da porta entreaberta, tentando escutar o que rola lá dentro.

Lourdes luta pra se soltar. O homem se toca e sai. O moleque fica olhando pra ele, e o cara agarra ele e vão pro carro, sumindo da porta da casa do Esteban.

Esteban fica paralisado com a pica na mão. Olhando o vídeo de como ele apalpa e encosta na mulher dele na frente da câmera.
A transformação. Da expressão da mulher dele pra uma puta no cio.

Suja o teclado de porra e mancha a roupa com a punheta em seguida.
Sente tanto tesão nisso tudo que não consegue estragar tudo largando a mulher.

Quantos passaram pela cama dela enquanto ele trabalhava?
Quanta porra? Por quanto tempo? Por que ela não era essa puta toda com ele? (acho que essa é a melhor das perguntas)
Ele realmente a conhecia?

Tudo isso passava pela cabeça dele enquanto limpava o próprio sêmen do PC de casa.
Guardou o vídeo pra não apagar e, ao abrir uma nova aba no navegador, tentou acessar o site da câmera. Quando apertou o "W", viu que a sessão do WhatsApp Web da Lourdes, da mulher dele, tava logada naquele PC.

O que faltava descobrir. Tinha 3 horas até a mulher chegar.

Continua.

(vou tentar comentar menos na próxima)

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