Beleza, como vocês tão?
Queria contar uma historinha que rolou com meu advogado do divórcio.
Uns anos atrás, tava começando a dar uma olhada pra fazer os trâmites do divórcio do pai da minha filha. Perguntando pra uns parentes e amigos, consegui o contato de um advogado bem gente boa, jovem, que como era primo de uma amiga minha, ia me fazer um preço especial.
Começamos com todos os trâmites normais, nada de anormal. Até aquele momento, a gente não tinha falado sobre o honorário dele, só me falava da taxa de justiça, que isso quem definia era o juiz, e que o resto não ia ser muito, que ia me ajudar por ser amiga de não sei quem. Chega o dia, assinamos tudo e ele me manda o boleto que tinha que pagar obrigatoriamente e que à tarde me mandava a fatura dele.
Fui num Bapro, paguei e mandei o comprovante, e o advogado me manda uma fatura dele por uma grana absurda, algo impagável pra mim.
Mando uma mensagem meio chocada e meio puta:
Eu: Marcos, me quebrou com essa fatura, não tem como pagar.
Advogado: Calma, sabe que a gente pode parcelar, fica tranquila.
Eu: Mas era pra você me ajudar, não me afundar, não tenho como pagar tudo isso. Se era tanto, tinha esperado ou consultado outro advogado.
Advogado: Tô te cobrando menos e te dando parcelamento, não sei o que você esperava pagar. E foda-se o parcelamento por ser você, porque senão até você pagar a última parcela não tem assinatura nenhuma.
Eu: Me quebrou, Marcos! Não sei como vou fazer com tudo isso! Pensei que ia me ajudar e acabou sendo o contrário.
Advogado: Te ajudei pra caralho, neguinha, não me fala isso. Posso ver se faço um desconto, mas tem um extra.
Eu: Por favor, Marcos, tô falando sério, tô com a corda no pescoço. Se me ajudar com um desconto, vou te agradecer muito.
Advogado: Te faço um desconto de 30% e parcero em 3 vezes. Mas…
Eu: Mas o quê???
Advogado: Quero que você aceite sair comigo pra tomar algo e, se rolar, um extra.
Eu: Ah, não! Cê é sem vergonha! Não acredito!
Advogado: Só uma saída, também não te pedi nada demais. Nada de mais. Vem à tarde no escritório que daqui a gente vai num café, o que acha? Assim você assina o que falta e pronto, resolvido.
Eu: Ok. A gente se vê daqui a pouco!
Cheguei no escritório dele, o clima tava tenso. Ele tava nervoso. Começa a falar comigo.
Advogado: Assina aqui e pronto! Saiu rápido, até que dentro do possível. Pra outros clientes, até pagarem, não deixo assinar, mas beleza, você tava com pressa porque assim a gente pressiona pra conseguir um acordo, pelo menos com seu ex.
Eu: É. Valeu, mas me matou com o custo. Não consigo bancar a conta toda.
Advogado: Não quero passar dos limites, você sabe que a gente se conhece de outro lugar, mas sem ser chantagem, hein!! Já vou deixar claro… mas se quiser mais desconto, a gente pode conseguir algo mais… algo mano a mano, digamos.
Eu: E o que seria mano a mano? Te ajudo com alguma coisa aqui no escritório?
Advogado: Quero que você me chupe e me faça gozar com essas tetas.
Eu: Se eu te fizer gozar, você não me cobra nada!!
Advogado: Fechado! Na mesma hora, ele abaixa a calça e a cueca.
Fiquei chocada, ele já tava duro como uma pedra e tinha um tamanho bem bom. Me surpreendi porque não parecia que ele vinha muito bem. Ele se aproximou de mim e colocou a centímetros do meu rosto, ele de pé e eu sentada. Comecei a lamber um pouco primeiro.
Ele me tratava como puta, eu só queria que acabasse rápido, mas ele tava curtindo pra caralho. Comecei a bater uma pra ele e passar a língua nas bolas, a cara dele de tarado, de punheteiro, não esqueço mais, tava duríssimo. Enfio tudo na boca e ele começou a foder minha boca com velocidade, me segurou com muita força e eu tava quase sem respirar. Tão excitado que esqueceu de pedir pra eu fazer um boobs fuck. Continuou fodendo minha boca com força até que senti todo o esperma dele explodir dentro de mim, fiz sinal pra ele se afastar um pouco porque tava engasgando. Tentei recuperar o ar, ele tinha fodido minha boca como um desgraçado e tava com cara de safado. Falei:
Eu: trato é trato, te fiz gozar. Pronto.
Advogado: mas faltaram os peitos.
Eu: trato é trato. Você esqueceu.
Engoli o que deu e o resto limpei rápido. Peguei os papéis e vazei.
Liguei pra minha amiga que me recomendou o primo dela e falei: "seu primo é um punheteiro de merda."
Fim.
Queria contar uma historinha que rolou com meu advogado do divórcio.
Uns anos atrás, tava começando a dar uma olhada pra fazer os trâmites do divórcio do pai da minha filha. Perguntando pra uns parentes e amigos, consegui o contato de um advogado bem gente boa, jovem, que como era primo de uma amiga minha, ia me fazer um preço especial.
Começamos com todos os trâmites normais, nada de anormal. Até aquele momento, a gente não tinha falado sobre o honorário dele, só me falava da taxa de justiça, que isso quem definia era o juiz, e que o resto não ia ser muito, que ia me ajudar por ser amiga de não sei quem. Chega o dia, assinamos tudo e ele me manda o boleto que tinha que pagar obrigatoriamente e que à tarde me mandava a fatura dele.
Fui num Bapro, paguei e mandei o comprovante, e o advogado me manda uma fatura dele por uma grana absurda, algo impagável pra mim.
Mando uma mensagem meio chocada e meio puta:
Eu: Marcos, me quebrou com essa fatura, não tem como pagar.
Advogado: Calma, sabe que a gente pode parcelar, fica tranquila.
Eu: Mas era pra você me ajudar, não me afundar, não tenho como pagar tudo isso. Se era tanto, tinha esperado ou consultado outro advogado.
Advogado: Tô te cobrando menos e te dando parcelamento, não sei o que você esperava pagar. E foda-se o parcelamento por ser você, porque senão até você pagar a última parcela não tem assinatura nenhuma.
Eu: Me quebrou, Marcos! Não sei como vou fazer com tudo isso! Pensei que ia me ajudar e acabou sendo o contrário.
Advogado: Te ajudei pra caralho, neguinha, não me fala isso. Posso ver se faço um desconto, mas tem um extra.
Eu: Por favor, Marcos, tô falando sério, tô com a corda no pescoço. Se me ajudar com um desconto, vou te agradecer muito.
Advogado: Te faço um desconto de 30% e parcero em 3 vezes. Mas…
Eu: Mas o quê???
Advogado: Quero que você aceite sair comigo pra tomar algo e, se rolar, um extra.
Eu: Ah, não! Cê é sem vergonha! Não acredito!
Advogado: Só uma saída, também não te pedi nada demais. Nada de mais. Vem à tarde no escritório que daqui a gente vai num café, o que acha? Assim você assina o que falta e pronto, resolvido.
Eu: Ok. A gente se vê daqui a pouco!
Cheguei no escritório dele, o clima tava tenso. Ele tava nervoso. Começa a falar comigo.
Advogado: Assina aqui e pronto! Saiu rápido, até que dentro do possível. Pra outros clientes, até pagarem, não deixo assinar, mas beleza, você tava com pressa porque assim a gente pressiona pra conseguir um acordo, pelo menos com seu ex.
Eu: É. Valeu, mas me matou com o custo. Não consigo bancar a conta toda.
Advogado: Não quero passar dos limites, você sabe que a gente se conhece de outro lugar, mas sem ser chantagem, hein!! Já vou deixar claro… mas se quiser mais desconto, a gente pode conseguir algo mais… algo mano a mano, digamos.
Eu: E o que seria mano a mano? Te ajudo com alguma coisa aqui no escritório?
Advogado: Quero que você me chupe e me faça gozar com essas tetas.
Eu: Se eu te fizer gozar, você não me cobra nada!!
Advogado: Fechado! Na mesma hora, ele abaixa a calça e a cueca.
Fiquei chocada, ele já tava duro como uma pedra e tinha um tamanho bem bom. Me surpreendi porque não parecia que ele vinha muito bem. Ele se aproximou de mim e colocou a centímetros do meu rosto, ele de pé e eu sentada. Comecei a lamber um pouco primeiro.
Ele me tratava como puta, eu só queria que acabasse rápido, mas ele tava curtindo pra caralho. Comecei a bater uma pra ele e passar a língua nas bolas, a cara dele de tarado, de punheteiro, não esqueço mais, tava duríssimo. Enfio tudo na boca e ele começou a foder minha boca com velocidade, me segurou com muita força e eu tava quase sem respirar. Tão excitado que esqueceu de pedir pra eu fazer um boobs fuck. Continuou fodendo minha boca com força até que senti todo o esperma dele explodir dentro de mim, fiz sinal pra ele se afastar um pouco porque tava engasgando. Tentei recuperar o ar, ele tinha fodido minha boca como um desgraçado e tava com cara de safado. Falei:Eu: trato é trato, te fiz gozar. Pronto.
Advogado: mas faltaram os peitos.
Eu: trato é trato. Você esqueceu.
Engoli o que deu e o resto limpei rápido. Peguei os papéis e vazei.
Liguei pra minha amiga que me recomendou o primo dela e falei: "seu primo é um punheteiro de merda."
Fim.
17 comentários - O Desconto do Advogado