(Relato 100% real. Baseado na experiência de um dos meus pacientes)
Aconteceu que uma madrugada ele acordou com um movimento na cama. Bem do lado dele.
Era a esposa jovem dele.
Ela estava completamente coberta, parecia que tinha um pesadelo. Se mexia nervosamente e ofegava.
Ele tentou consolar ela pra voltar a dormir em cima dos lençóis, mas parou quando ouviu ela gemer e um movimento repetitivo curto.
Levantou os cobertores pesados e lá embaixo tava quente a parada.
A respiração acelerada, os gemidos e o som molhado da punheta que a mulher dele tava batendo.
Ele chamou ela no reflexo.
— "Lou, o que cê tá fazendo?"
A punheta parou quando ela ouviu a voz do marido.
Ela virou e voltou a dormir profundamente.
Ele não resistiu e com a luz do celular iluminou as costas lisas dela. O short tinha descido até o joelho e ela dormia com uma tanga preta bem fininha. Daquelas que ela usa em momentos especiais.
O reflexo dos fluidos dela tava na coxa.
Ele não quis acordar ela.
Mas tava muito excitado agora.
Com o que ela tava sonhando?!
Demorou pra pegar no sono. Duas horas depois, não teve jeito, teve que ir sem fazer barulho pro banheiro e bater uma punheta cheirando uma tanga do dia anterior.
Voltou em silêncio sem acordar o enteado e o amigo dele da escola que tava dormindo lá. Como toda sexta-feira.
Antes de dormir, ele ouviu um dos meninos levantar pra ir no banheiro também, na ponta dos pés no assoalho de madeira.
A casa era muito silenciosa. A madeira range fácil.
Ele achou que ouviu o som inconfundível de uma punheta molhada. Disfarçada. Uns resmungos abafados do banheiro.
Adolescentes punheteiros, pensou.
Antes de finalmente pegar no sono.
Acordou umas duas horas depois cansado.
Pra encarar o sábado.
A mulher dele ainda dormia com o short preso num tornozelo.
Como ele sentia falta de ter intimidade com ela. Tavam muito parados. O que aconteceu de noite tinha surpreendido ele.
Antes de sair, deu outro beijo na cabeça na sua mulher.
Ela tinha se virado e a bunda linda dela aparecia por baixo dos lençóis. Empinada.
Ele cobriu ela. Deu aquele beijo e foi trabalhar.
Pelos cálculos dele, o pai do enteado passava pra buscar ele lá pelas 10 da manhã e, mais ou menos na mesma hora, a mãe ou o pai do amigo da escola vinham pegar ele. Ele ficava lá às sextas-feiras já fazia uns 2 meses. Por necessidade da mãe do menino, que tava passando por um divórcio e precisava do dia pra trabalhar.
Ele mandou um salve pra mulher dele no WhatsApp às 9. Mais pra garantir que ela não dormisse demais. E ela tava mesmo preparando café da manhã.
Teve um pico de trabalho e ele não conseguiu responder a última pergunta da mulher:
"Que horas você volta pra casa, amor?"
Ele respondeu só lá pelas 11:30:
"Vou umas 15h, minha deusa. Depois me conta com o que você tava sonhando ontem à noite. Você tava tendo um pesadelo quente, acho."
Não teve resposta até as 13h.
— "Nada a ver meu sonho, amor. Foi um pesadelo. Sonhei que alguma coisa acontecia com o Santi (amigo do filho dela da escola). Vou dar uma passada na casa da minha mãe, amor. Volto umas 19h."
Esteban ficou estranho no trabalho.
Se sentindo contrariado. Tinha perguntas esquisitas na cabeça. Mas não compartilhou na hora.
Quando chegou em casa, foi tomar banho e no cesto de roupa suja tava a calcinha fio dental de ontem, molhada.
Ele nunca confessou pra esposa jovem que adora cheirar elas e às vezes chupar. E tinha uma segunda de hoje também.
Estranho.
Não era daquelas "de ficar em casa".
Era uma "especial". De renda. Estilo V atrás. Perfeita pra ver ela de quatro.
Também tava molhada. E o cheiro era forte.
Ele se sentia estranho. Com tesão por um lado. Alguma coisa tava rolando ali. E ele não fazia parte.
Procurou por tudo, pensando.
Ele era 15 anos mais velho que a Lourdes.
A esposa nova dele tem uns 30 anos e foi mãe aos 15.
Lourdes parece uma mina de 22. Gostosa. Pele clara. Peitos rosados lindos, não muito grandes. Mas uma bunda enorme com detalhes rosados.
Super focada. Séria. Quando a Conhecia ela como algo meio diferente, igual. Mas puta na intimidade. Tavam meio apagados ultimamente.
Esteban duvidava de tudo.
Revisou gavetas, bolsas e, quando já ia bater uma nervosa na cama, encontrou algo no fundo da cama. Na parte mais profunda da dobra. Uma calça de futebol do filho dele.
Ontem à noite tinham emprestado pro Santi, o amigo do filho, pra dormir lá.
Agora segurava a calça de futebol nas mãos. Tinha uma auréola do que parecia sêmen do lado de dentro.
Olhava sem saber bem o que sentir. Pensando em como aquele pivete tinha comido a mulher dele. Tinha certeza que sim.
E vieram imagens paranoicas na cabeça.
Claro!
Antes do jantar, ela tomou banho e vestiu aquela calcinha fio-dental incrível e semi-transparente com um short de gaze. Que marcava toda a raba.
Viu ela abaixada tirando uma bandeja do forno. De frente pro cara.
No chuveiro tava a maquininha de depilar. Então ontem à noite ela depilou a buceta.
A cabeça dele tava explodindo.
Tava imaginando a mulher dele se deixando foder por um cara desenfreado na cama deles.
Abriu a cama nervoso. Não tinha percebido que faltava o lençol de baixo.
Na roupa pra lavar não tava.
No quartinho da lavanderia, ele esperava.
Era uma obra de arte.
Encharcada e salpicada com os sucos de duas pessoas. Cheiro de sexo.
Não tinha dúvida.
Cheirou os lençóis.
O pau dele explodia.
Bateu uma ali mesmo. No quartinho. Um orgasmo forte. Muita porra. Profusa.
Deixou tudo assim, sem limpar. Tava em choque.
Abaixou um pouco a tesão.
Mas a raiva e a traição continuavam. Um pouco de nojo também.
Mesmo assim, cheirando a calcinha fio-dental do pesadelo e com a outra enrolada no pênis, bateu outra se sentindo um corno manso.
Continuo
Aconteceu que uma madrugada ele acordou com um movimento na cama. Bem do lado dele.
Era a esposa jovem dele.
Ela estava completamente coberta, parecia que tinha um pesadelo. Se mexia nervosamente e ofegava.
Ele tentou consolar ela pra voltar a dormir em cima dos lençóis, mas parou quando ouviu ela gemer e um movimento repetitivo curto.
Levantou os cobertores pesados e lá embaixo tava quente a parada.
A respiração acelerada, os gemidos e o som molhado da punheta que a mulher dele tava batendo.
Ele chamou ela no reflexo.
— "Lou, o que cê tá fazendo?"
A punheta parou quando ela ouviu a voz do marido.
Ela virou e voltou a dormir profundamente.
Ele não resistiu e com a luz do celular iluminou as costas lisas dela. O short tinha descido até o joelho e ela dormia com uma tanga preta bem fininha. Daquelas que ela usa em momentos especiais.
O reflexo dos fluidos dela tava na coxa.
Ele não quis acordar ela.
Mas tava muito excitado agora.
Com o que ela tava sonhando?!
Demorou pra pegar no sono. Duas horas depois, não teve jeito, teve que ir sem fazer barulho pro banheiro e bater uma punheta cheirando uma tanga do dia anterior.
Voltou em silêncio sem acordar o enteado e o amigo dele da escola que tava dormindo lá. Como toda sexta-feira.
Antes de dormir, ele ouviu um dos meninos levantar pra ir no banheiro também, na ponta dos pés no assoalho de madeira.
A casa era muito silenciosa. A madeira range fácil.
Ele achou que ouviu o som inconfundível de uma punheta molhada. Disfarçada. Uns resmungos abafados do banheiro.
Adolescentes punheteiros, pensou.
Antes de finalmente pegar no sono.
Acordou umas duas horas depois cansado.
Pra encarar o sábado.
A mulher dele ainda dormia com o short preso num tornozelo.
Como ele sentia falta de ter intimidade com ela. Tavam muito parados. O que aconteceu de noite tinha surpreendido ele.
Antes de sair, deu outro beijo na cabeça na sua mulher.
Ela tinha se virado e a bunda linda dela aparecia por baixo dos lençóis. Empinada.
Ele cobriu ela. Deu aquele beijo e foi trabalhar.
Pelos cálculos dele, o pai do enteado passava pra buscar ele lá pelas 10 da manhã e, mais ou menos na mesma hora, a mãe ou o pai do amigo da escola vinham pegar ele. Ele ficava lá às sextas-feiras já fazia uns 2 meses. Por necessidade da mãe do menino, que tava passando por um divórcio e precisava do dia pra trabalhar.
Ele mandou um salve pra mulher dele no WhatsApp às 9. Mais pra garantir que ela não dormisse demais. E ela tava mesmo preparando café da manhã.
Teve um pico de trabalho e ele não conseguiu responder a última pergunta da mulher:
"Que horas você volta pra casa, amor?"
Ele respondeu só lá pelas 11:30:
"Vou umas 15h, minha deusa. Depois me conta com o que você tava sonhando ontem à noite. Você tava tendo um pesadelo quente, acho."
Não teve resposta até as 13h.
— "Nada a ver meu sonho, amor. Foi um pesadelo. Sonhei que alguma coisa acontecia com o Santi (amigo do filho dela da escola). Vou dar uma passada na casa da minha mãe, amor. Volto umas 19h."
Esteban ficou estranho no trabalho.
Se sentindo contrariado. Tinha perguntas esquisitas na cabeça. Mas não compartilhou na hora.
Quando chegou em casa, foi tomar banho e no cesto de roupa suja tava a calcinha fio dental de ontem, molhada.
Ele nunca confessou pra esposa jovem que adora cheirar elas e às vezes chupar. E tinha uma segunda de hoje também.
Estranho.
Não era daquelas "de ficar em casa".
Era uma "especial". De renda. Estilo V atrás. Perfeita pra ver ela de quatro.
Também tava molhada. E o cheiro era forte.
Ele se sentia estranho. Com tesão por um lado. Alguma coisa tava rolando ali. E ele não fazia parte.
Procurou por tudo, pensando.
Ele era 15 anos mais velho que a Lourdes.
A esposa nova dele tem uns 30 anos e foi mãe aos 15.
Lourdes parece uma mina de 22. Gostosa. Pele clara. Peitos rosados lindos, não muito grandes. Mas uma bunda enorme com detalhes rosados.
Super focada. Séria. Quando a Conhecia ela como algo meio diferente, igual. Mas puta na intimidade. Tavam meio apagados ultimamente.
Esteban duvidava de tudo.
Revisou gavetas, bolsas e, quando já ia bater uma nervosa na cama, encontrou algo no fundo da cama. Na parte mais profunda da dobra. Uma calça de futebol do filho dele.
Ontem à noite tinham emprestado pro Santi, o amigo do filho, pra dormir lá.
Agora segurava a calça de futebol nas mãos. Tinha uma auréola do que parecia sêmen do lado de dentro.
Olhava sem saber bem o que sentir. Pensando em como aquele pivete tinha comido a mulher dele. Tinha certeza que sim.
E vieram imagens paranoicas na cabeça.
Claro!
Antes do jantar, ela tomou banho e vestiu aquela calcinha fio-dental incrível e semi-transparente com um short de gaze. Que marcava toda a raba.
Viu ela abaixada tirando uma bandeja do forno. De frente pro cara.
No chuveiro tava a maquininha de depilar. Então ontem à noite ela depilou a buceta.
A cabeça dele tava explodindo.
Tava imaginando a mulher dele se deixando foder por um cara desenfreado na cama deles.
Abriu a cama nervoso. Não tinha percebido que faltava o lençol de baixo.
Na roupa pra lavar não tava.
No quartinho da lavanderia, ele esperava.
Era uma obra de arte.
Encharcada e salpicada com os sucos de duas pessoas. Cheiro de sexo.
Não tinha dúvida.
Cheirou os lençóis.
O pau dele explodia.
Bateu uma ali mesmo. No quartinho. Um orgasmo forte. Muita porra. Profusa.
Deixou tudo assim, sem limpar. Tava em choque.
Abaixou um pouco a tesão.
Mas a raiva e a traição continuavam. Um pouco de nojo também.
Mesmo assim, cheirando a calcinha fio-dental do pesadelo e com a outra enrolada no pênis, bateu outra se sentindo um corno manso.
Continuo
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