As velas tremeluziam pela casa toda. A chuva torrencial tamborilava nas janelas. Ross viu o pai e o tio se dirigirem à porta da frente. Um relâmpago iluminou o interior da casa. Ross se levantou. "Tem certeza de que não quer que eu vá também?"
"Fica com as mulheres. Mantém elas seguras." O pai de Ross olhou para o relógio de pulso. "Eu e Chris vamos ajudar, a menos que a ponte desabe. Vamos evacuar o asilo de idosos. Devemos estar de volta em casa amanhã de manhã." Ele olhou para o cunhado. "Pronto pra ser herói, Chris?"
Chris assentiu e fechou o zíper do casaco.
"Feliz Ano Novo, querido." Peggy se esticou na ponta dos pés e beijou o marido na bochecha. "Se cuida.
Clara se aproximou do marido, deu um tapa na bunda dele, apalpou e empurrou ele em direção à porta. "Vai pegar eles, tigrão." Fez um gesto decidido com a mão e arranhou o ar.
Peggy encarou fixamente a irmã gêmea, tentando entendê-la sem sucesso.
Os homens riram, se despediram pela última vez e se aventuraram a sair na tempestade. A caminhonete do Chris ligou um minuto depois, os faróis se moveram pelas janelas da frente e então as lanternas traseiras vermelhas se apagaram.
"Que merda." Ross se jogou numa poltrona.
Não se preocupa. Essa noite vai ser divertida." Clara mostrou a língua e fingiu fazer um rock. "Você tá com as duas minas mais fodas da cidade." Ela sacudiu o cabelo em círculos, fazendo os peitos grandes e sem sutiã balançarem por baixo da camiseta.
"Ah, caramba." Peggy ajeitou o vestido, certificando-se de que o sutiã tava bem colocado. "Falei pra você não falar assim, Clara. Nossa... que vulgar.
Você já tem dezoito anos", disse Clara ao sobrinho. "Gosta que tratem você como um adulto." Clara puxou um cigarro e fez ele quicar na boca enquanto procurava um isqueiro. "Acha que sua tia é uma tia legal?"
Sinceramente, Ross não sabia o que pensar da tia. Ela parecia com a mãe dele, mas agia como uma bagunceira. "Você é foda, tia Clara." Ele sorriu radiante para ela.
Um relâmpago brilhou de novo, seguido rápido por um trovão. Peggy estremeceu, Clara deu um grito de alegria e Ross se afundou ainda mais no sofá.
"Bom, pelo menos estamos juntos." Peggy balançou a cabeça como se estivesse decidindo algo. Olhou o relógio. "Temos algumas horas até a meia-noite. Vamos jogar alguma coisa pra passar o tempo."
"Achei um jogo no parque que parece..." Ross olhou pra tia, "...foda." Foi pro quarto dele, pegou a caixa de papelão e voltou pra sala. Colocou ela na mesinha de centro enquanto a mãe servia um refrigerante, uma taça de vinho branco e uma cerveja pra irmã. Sentaram no chão ao redor da mesinha e examinaram a caixa.
Isso parece maneiro." Clara assentiu com a cabeça e coçou o queixo. Sem conseguir encontrar um isqueiro, jogou o cigarro fora e deu um gole na cerveja.
"Veio com instruções, querido?" Peggy sorriu para o filho.
"Não. Só o que tá escrito na caixa." Ross apontou para o texto.
A Semente é um jogo simples de estratégia e sorte. Jogue os dados. Mova sua peça. Puxe uma carta. Tome uma decisão. Depois que começar, o jogo vai continuar até você plantar A Semente.
"Bom, isso não tá muito claro, né?" Peggy franziu a testa ao olhar pro jogo.
Ross abriu a caixa e desembalou o jogo. "Veio com essas cartas." Ele colocou pilhas de cartas viradas pra baixo nos retângulos indicados no tabuleiro. Elas estavam organizadas por cor.
Gostei." Clara escolheu uma peça, colocou na casa inicial e tirou um quatro. Moveu a peça. "Tire uma carta azul", leu. Puxou uma carta azul do monte e leu em voz alta: "Você quer...?" Clara fez uma pausa, franzindo a testa.
"O que diz, tia Clara?" Ross se perguntou que porra poderia fazer Clara hesitar.
Quer um bebê?" Clara deu de ombros. "Fácil. Não. Eu e o Chris não queremos filhos." Revirou os olhos, deixando claro para Ross que achava o jogo dele estranhamente bizarro. Um pensamento estranho veio à mente. Ela colocou a mão na barriga. Será que quero um bebê? Por algum motivo, não tinha tanta certeza de ter tomado a decisão certa sobre formar uma família.
"Tá bem, tia Clara? Cê tá com cara de estranha." Ross tomou um gole de refrigerante, sem tirar os olhos da tia.
"Tô bem. Vamos continuar, Peggy." As bochechas de Clara ficaram vermelhas.
"Beleza." Peggy colocou a peça dela na casa inicial, jogou os dados, andou cinco casas e puxou uma carta vermelha. Leu: "Que saco, você perde uma rodada e seu vestido." Peggy se levantou. "Isso é muito estranho. Não acredito... Vou fazer isso." Desabotoou o vestido e o tirou lentamente pela cabeça. Rapidamente, sentou-se de novo, só de sutiã e calcinha.
As duas irmãs agora estavam coradas até o talo.
– Mamãe?"
Ross olhou para a mãe dele com os olhos bem arregalados.
Talvez a gente devesse parar." Peggy cruzou os braços sobre os peitos quando pegou o filho olhando pra sua decote profundo.
"Não consigo parar." Ross colocou a peça dele no início, jogou os dados e andou quatro casas. Puxou uma carta verde. Levantou ela pra que as mulheres vissem. "Escolhe um jogador pra tomar a Semente ou voltar duas casas."
"O que isso significa?" Peggy olhou em volta do tabuleiro, tentando ver se tinha perdido alguma coisa. Tinha uma pedra preta polida com veias vermelhas brilhantes. Tocou nela e sentiu um calor subindo pelo braço. As pupilas dela dilataram e o maxilar relaxou.
Ross não viu a reação da mãe à pedra. Continuava estudando a carta. "Não sei o que significa." Voltou a peça dele duas casas.
Clara rapidamente pegou os dados e jogou. Moveu a peça dela pelo caminho. Puxou uma carta azul como foi instruída. "Só diz: Beijo! Beijo! Beijo! Beijo! Sempre quis experimentar. Agora é sua chance."
"O quê?" Peggy pegou a carta e leu ela mesma. "Isso é tão... estranho."
"Radical!" Clara olhou com carinho pra irmã. "Vai, Peggy." Levantou e ajudou Peggy a se levantar. Deram as mãos e entraram na cozinha, fora da vista da sala.
Ross sentou no chão ao lado da mesa de centro, com a pica dura feito aço. Com o barulho da chuva batendo no telhado e nas janelas, ele não conseguia ouvir o que tava rolando na cozinha. Sentou e esperou. Depois do que pareceu uma eternidade, olhou pro relógio. Tinham passado cinco minutos. "Mãe? Cê tá bem?
Bem... querido." Uns segundos depois, Peggy voltou pra sala. O batom dela tava borrado, os olhos meio perdidos e a testa franzida de preocupação. Uma das alças do sutiã tinha caído do ombro. Ela se apoiou na parede.
Porra, que loucura." Clara voltou para a sala depois da irmã. Ela também parecia atordoada.
"Então, é a minha vez?" Peggy sentou e tentou se recompor. Um trovão sacudiu a casa. Ela fez o movimento e puxou uma carta vermelha. "Diz: Você vai aceitar a Semente agora? Se sim, avance dez casas. Se não, outro jogador pega a Semente." Peggy balançou a cabeça, confusa.
Ross estendeu a mão para a pedra preta. Estava hipnotizado pelas veias vermelhas brilhantes. Quando o dedo tocou a superfície quente e lisa, sentiu um choque percorrer o corpo. O pau dele de repente ficou grande demais pra calça. Tava tão apertado que doía.
Clara se levantou, tirou a camisa e se despiu da calça jeans.
"Meu Deus! O que você tá fazendo, Clara?" Peggy olhou pra irmã, horrorizada.
"Você não vai aceitar a Semente, né?" Clara sorriu pra irmã. "Então... a carta disse que outro jogador pegaria a Semente no seu lugar. Essa sou eu!" Pulou de empolgação, as tetas desafiando a gravidade por um breve instante no ponto mais alto de cada pulo e voltando ao peito com movimentos hipnotizantes.
“O quê?”. Ross tirou a mão da pedra preta, finalmente voltando a atenção para o cômodo. “Tia Clara?”. Ficou encarando os peitos nus que balançavam do outro lado da mesa de centro.
“Claro que não vou aceitar A Semente. Soa... vulgar”. Peggy agitou a mão pra chamar a atenção do filho. Parecia que os olhos iam pular pra fora das órbitas. “Por favor, não olha pra ela assim, Ross. É sua tia”.
“Não liga pra ela, Rossy”. Clara contornou a mesa e levantou Ross. As duas mulheres gritaram ao ver o volume na calça dele. O grito da Peggy foi de horror, o da Clara, de puro tesão. “Meu sobrinho bonzinho e honrado”. Clara levou Ross pra cozinha, olhando pra irmã. “Não entra se não quiser ver o que vai rolar”.
“Não vou entrar”. Peggy cruzou os braços e esperou. Tudo que ela ouvia era o tamborilar constante da chuva e o trovão ocasional. Esperou um tempão até eles voltarem. “Tá tudo bem aí dentro?”
“Sim... ugh... ugh, mãe.” A voz de Ross saiu tensa. “Tamo... de boa.”
“Ross, querido?”. Peggy mordeu o lábio inferior. “Espero que você não esteja fazendo... o que eu acho que está fazendo”.
“Tomate... oooohhhhhhhhh... é incrível. Toma esse comprimido pra relaxar... Peg.” A voz de Clara era rouca e tensa. “Seu filho... tá me comendo”.
Peggy sentou em silêncio. Mal conseguia ouvir os gemidos dos dois por cima do barulho da chuva. Ross fazia sons baixos e guturais. Clara parecia um passarinho louco dopado de cocaína. Finalmente, Peggy não aguentou mais. Levantou-se e foi devagar em direção à cozinha. Olhou pra dentro e encontrou exatamente o que esperava. Apesar das suspeitas, ainda assim ficou chocada. A irmã e o filho estavam pelados. Clara estava sentada na borda da bancada. Ross estava entre as pernas dela. Ficava na ponta dos pés, empurrando os quadris com determinação.
Peggy não conseguia ver o pau dele, mas pelo tamanho de cada estocada, era muito, muito grande. Ela olhou para ele de olhos bem abertos. Ainda sentia o calor daquela pedra estranha. Enfiou a mão na calcinha e encontrou a buceta toda molhada.
"Tia Clara... Tia... Clara, é tão gostoso", sussurrou Ross no ouvido da tia.
Clara arranhou as costas dele com as unhas. Olhou e viu a irmã na porta. "Já não precisa mais sussurrar. Sua mãe tá de olho na gente.
Ross olhou e sorriu. "Mamãe, mamãe... isso é tão bom. Esse é o melhor... Ano Novo... da história.
Me dá a semente... me dá a semente." As mãos de Clara desceram até a bunda do sobrinho. Puxou ele, incentivando-o a se mover com mais violência.
"Ah... Meu Deus..." Peggy nunca tinha se sentido tão perdida como naquele momento. Seus dedos encontraram seu clitóris agitado e o prazer a percorreu. Os três estavam prontos para gozar. "Ooohhhhhhhhhh... meu docinho... Ross, você é um homem de verdade, meu homem."
"A semente, a semente... a semente..." O canto de Clara ficou mais forte.
Dez minutos depois, eles se sentaram de novo em volta da mesa de centro. Ross e Clara estavam pelados. Peggy, ainda de sutiã e calcinha, deu uma toalha pra irmã. "Coloca debaixo de você. Não quero estragar o carpete.
Clara fez o que pediram. Depois jogou os dados, moveu a peça dela e tirou uma carta vermelha. Leu a carta em silêncio para si mesma, sorriu pra irmã e depois passou pro sobrinho.
Ross leu em voz alta: "Faça o outro jogador pegar A Semente e se mover para Finalizar".
"Não entendi. Eu..." Peggy se assustou quando sua irmã desabotoou bruscamente o corpete e o tirou. Ela empurrou a irmã, que de repente ficou agressiva. "O que está rolando?
Apesar de ter o mesmo DNA, a Clara era a irmã mais forte. Ela arrancou a calcinha da Peggy à força e, meio levantada, meio arrastada, colocou ela em cima da mesa de centro.
“Tá... uuugghhhh... pronto, Ross?”. Clara colocou a Peggy de quatro em cima do tabuleiro de jogo, manipulando ela com um aperto firme no cabelo dela.
“Não sei”. O Ross ficou parado atrás da mãe, olhando os lábios da buceta dela, rosados e brilhantes. A luz das velas tremeluzia nas nádegas redondas dela, projetando sombras sedutoras.
Ela tem que tomar a Semente." Clara suspirou aliviada. A irmã dela tinha parado de se debater, então soltou o cabelo dela e se posicionou atrás deles.
A mão de Peggy descansava sobre a pedra preta. O calor irradiava pelo braço dela até o interior. "Está... está tudo bem, querido." Ela olhou o relógio. Era quase meia-noite. "Vamos receber o Ano Novo com... a Semente." Peggy se preparou e apertou os dentes quando sentiu a cabeçona da pica do filho na entrada dela. "Vai fundo."
"Do jeito que você quiser, mãe." Ross empurrou os quadris pra frente, afundando dentro da mãe dele.
Pode ser que eu seja um bicho estranho, mas eu adoro como isso se parece." Clara tinha uma visão privilegiada para ver como o pau grosso e cheio de veias do sobrinho deslizava dentro da irmã dela. "Queria que você pudesse ver isso, Peggy."
"Aaaaaaahhhhhhhhhhhhh," disse Peggy.
"Parece incrível." Ross agarrou os quadris da mãe, inclinou-se para trás e meteu nela. Deu mais algumas estocadas experimentais e encontrou um ritmo. "Uau… mãe, sua buceta tá se mexendo.
Eu sei... eu sei... eu sei... querido." Peggy arranhava a mesa. Não sabia se os clarões que via eram relâmpagos lá fora ou fogos de artifício de êxtase na mente dela. "Tá tremendo... por você... aiiiiiiiiiiii." Os olhos dela reviraram e ela teve o segundo orgasmo da noite.
Clara enterrou os dedos na buceta dela e observou a irmã e o sobrinho se acasalando.
Mãe e filho se entregaram ao prazer no ano novo. Um pouco depois da meia-noite, Ross tava pronto. "Porra... mãe, você tá muito apertada... vou..."
"A Semente, A Semente... A Semente..." Peggy e Clara cantaram em uníssono.
Quando Ross rugiu ao chegar ao clímax, as mulheres gritaram de êxtase juntas. Estavam em perfeita harmonia. Quando o prazer diminuiu, Ross tirou a pica da mãe e apoiou ela na bunda dela. Gozou mais duas vezes, projetando longos fios de líquido branco e pegajoso pelas costas e cabelo dela. "Acho que terminamos o jogo", arfou Ross.
Por um momento, os três ficaram em silêncio, ouvindo a própria respiração ofegante e o tamborilar da chuva.
Finalmente, Clara quebrou o silêncio. "A gente tem até de manhã. Querem jogar de novo?"
Peggy e Ross olharam pra ela, sorrindo. "Sim", disseram em uníssono. Peggy desceu da mesa de centro e elas colocaram suas peças de volta na casa inicial.
"Fica com as mulheres. Mantém elas seguras." O pai de Ross olhou para o relógio de pulso. "Eu e Chris vamos ajudar, a menos que a ponte desabe. Vamos evacuar o asilo de idosos. Devemos estar de volta em casa amanhã de manhã." Ele olhou para o cunhado. "Pronto pra ser herói, Chris?"
Chris assentiu e fechou o zíper do casaco.
"Feliz Ano Novo, querido." Peggy se esticou na ponta dos pés e beijou o marido na bochecha. "Se cuida.
Clara se aproximou do marido, deu um tapa na bunda dele, apalpou e empurrou ele em direção à porta. "Vai pegar eles, tigrão." Fez um gesto decidido com a mão e arranhou o ar.Peggy encarou fixamente a irmã gêmea, tentando entendê-la sem sucesso.
Os homens riram, se despediram pela última vez e se aventuraram a sair na tempestade. A caminhonete do Chris ligou um minuto depois, os faróis se moveram pelas janelas da frente e então as lanternas traseiras vermelhas se apagaram.
"Que merda." Ross se jogou numa poltrona.
Não se preocupa. Essa noite vai ser divertida." Clara mostrou a língua e fingiu fazer um rock. "Você tá com as duas minas mais fodas da cidade." Ela sacudiu o cabelo em círculos, fazendo os peitos grandes e sem sutiã balançarem por baixo da camiseta."Ah, caramba." Peggy ajeitou o vestido, certificando-se de que o sutiã tava bem colocado. "Falei pra você não falar assim, Clara. Nossa... que vulgar.
Você já tem dezoito anos", disse Clara ao sobrinho. "Gosta que tratem você como um adulto." Clara puxou um cigarro e fez ele quicar na boca enquanto procurava um isqueiro. "Acha que sua tia é uma tia legal?"Sinceramente, Ross não sabia o que pensar da tia. Ela parecia com a mãe dele, mas agia como uma bagunceira. "Você é foda, tia Clara." Ele sorriu radiante para ela.
Um relâmpago brilhou de novo, seguido rápido por um trovão. Peggy estremeceu, Clara deu um grito de alegria e Ross se afundou ainda mais no sofá.
"Bom, pelo menos estamos juntos." Peggy balançou a cabeça como se estivesse decidindo algo. Olhou o relógio. "Temos algumas horas até a meia-noite. Vamos jogar alguma coisa pra passar o tempo."
"Achei um jogo no parque que parece..." Ross olhou pra tia, "...foda." Foi pro quarto dele, pegou a caixa de papelão e voltou pra sala. Colocou ela na mesinha de centro enquanto a mãe servia um refrigerante, uma taça de vinho branco e uma cerveja pra irmã. Sentaram no chão ao redor da mesinha e examinaram a caixa.
Isso parece maneiro." Clara assentiu com a cabeça e coçou o queixo. Sem conseguir encontrar um isqueiro, jogou o cigarro fora e deu um gole na cerveja."Veio com instruções, querido?" Peggy sorriu para o filho.
"Não. Só o que tá escrito na caixa." Ross apontou para o texto.
A Semente é um jogo simples de estratégia e sorte. Jogue os dados. Mova sua peça. Puxe uma carta. Tome uma decisão. Depois que começar, o jogo vai continuar até você plantar A Semente.
"Bom, isso não tá muito claro, né?" Peggy franziu a testa ao olhar pro jogo.
Ross abriu a caixa e desembalou o jogo. "Veio com essas cartas." Ele colocou pilhas de cartas viradas pra baixo nos retângulos indicados no tabuleiro. Elas estavam organizadas por cor.
Gostei." Clara escolheu uma peça, colocou na casa inicial e tirou um quatro. Moveu a peça. "Tire uma carta azul", leu. Puxou uma carta azul do monte e leu em voz alta: "Você quer...?" Clara fez uma pausa, franzindo a testa. "O que diz, tia Clara?" Ross se perguntou que porra poderia fazer Clara hesitar.
Quer um bebê?" Clara deu de ombros. "Fácil. Não. Eu e o Chris não queremos filhos." Revirou os olhos, deixando claro para Ross que achava o jogo dele estranhamente bizarro. Um pensamento estranho veio à mente. Ela colocou a mão na barriga. Será que quero um bebê? Por algum motivo, não tinha tanta certeza de ter tomado a decisão certa sobre formar uma família."Tá bem, tia Clara? Cê tá com cara de estranha." Ross tomou um gole de refrigerante, sem tirar os olhos da tia.
"Tô bem. Vamos continuar, Peggy." As bochechas de Clara ficaram vermelhas.
"Beleza." Peggy colocou a peça dela na casa inicial, jogou os dados, andou cinco casas e puxou uma carta vermelha. Leu: "Que saco, você perde uma rodada e seu vestido." Peggy se levantou. "Isso é muito estranho. Não acredito... Vou fazer isso." Desabotoou o vestido e o tirou lentamente pela cabeça. Rapidamente, sentou-se de novo, só de sutiã e calcinha.
As duas irmãs agora estavam coradas até o talo.

– Mamãe?" Ross olhou para a mãe dele com os olhos bem arregalados.
Talvez a gente devesse parar." Peggy cruzou os braços sobre os peitos quando pegou o filho olhando pra sua decote profundo."Não consigo parar." Ross colocou a peça dele no início, jogou os dados e andou quatro casas. Puxou uma carta verde. Levantou ela pra que as mulheres vissem. "Escolhe um jogador pra tomar a Semente ou voltar duas casas."
"O que isso significa?" Peggy olhou em volta do tabuleiro, tentando ver se tinha perdido alguma coisa. Tinha uma pedra preta polida com veias vermelhas brilhantes. Tocou nela e sentiu um calor subindo pelo braço. As pupilas dela dilataram e o maxilar relaxou.
Ross não viu a reação da mãe à pedra. Continuava estudando a carta. "Não sei o que significa." Voltou a peça dele duas casas.
Clara rapidamente pegou os dados e jogou. Moveu a peça dela pelo caminho. Puxou uma carta azul como foi instruída. "Só diz: Beijo! Beijo! Beijo! Beijo! Sempre quis experimentar. Agora é sua chance."
"O quê?" Peggy pegou a carta e leu ela mesma. "Isso é tão... estranho."
"Radical!" Clara olhou com carinho pra irmã. "Vai, Peggy." Levantou e ajudou Peggy a se levantar. Deram as mãos e entraram na cozinha, fora da vista da sala.
Ross sentou no chão ao lado da mesa de centro, com a pica dura feito aço. Com o barulho da chuva batendo no telhado e nas janelas, ele não conseguia ouvir o que tava rolando na cozinha. Sentou e esperou. Depois do que pareceu uma eternidade, olhou pro relógio. Tinham passado cinco minutos. "Mãe? Cê tá bem?
Bem... querido." Uns segundos depois, Peggy voltou pra sala. O batom dela tava borrado, os olhos meio perdidos e a testa franzida de preocupação. Uma das alças do sutiã tinha caído do ombro. Ela se apoiou na parede.
Porra, que loucura." Clara voltou para a sala depois da irmã. Ela também parecia atordoada."Então, é a minha vez?" Peggy sentou e tentou se recompor. Um trovão sacudiu a casa. Ela fez o movimento e puxou uma carta vermelha. "Diz: Você vai aceitar a Semente agora? Se sim, avance dez casas. Se não, outro jogador pega a Semente." Peggy balançou a cabeça, confusa.
Ross estendeu a mão para a pedra preta. Estava hipnotizado pelas veias vermelhas brilhantes. Quando o dedo tocou a superfície quente e lisa, sentiu um choque percorrer o corpo. O pau dele de repente ficou grande demais pra calça. Tava tão apertado que doía.
Clara se levantou, tirou a camisa e se despiu da calça jeans.
"Meu Deus! O que você tá fazendo, Clara?" Peggy olhou pra irmã, horrorizada.
"Você não vai aceitar a Semente, né?" Clara sorriu pra irmã. "Então... a carta disse que outro jogador pegaria a Semente no seu lugar. Essa sou eu!" Pulou de empolgação, as tetas desafiando a gravidade por um breve instante no ponto mais alto de cada pulo e voltando ao peito com movimentos hipnotizantes.
“O quê?”. Ross tirou a mão da pedra preta, finalmente voltando a atenção para o cômodo. “Tia Clara?”. Ficou encarando os peitos nus que balançavam do outro lado da mesa de centro. “Claro que não vou aceitar A Semente. Soa... vulgar”. Peggy agitou a mão pra chamar a atenção do filho. Parecia que os olhos iam pular pra fora das órbitas. “Por favor, não olha pra ela assim, Ross. É sua tia”.
“Não liga pra ela, Rossy”. Clara contornou a mesa e levantou Ross. As duas mulheres gritaram ao ver o volume na calça dele. O grito da Peggy foi de horror, o da Clara, de puro tesão. “Meu sobrinho bonzinho e honrado”. Clara levou Ross pra cozinha, olhando pra irmã. “Não entra se não quiser ver o que vai rolar”.
“Não vou entrar”. Peggy cruzou os braços e esperou. Tudo que ela ouvia era o tamborilar constante da chuva e o trovão ocasional. Esperou um tempão até eles voltarem. “Tá tudo bem aí dentro?”
“Sim... ugh... ugh, mãe.” A voz de Ross saiu tensa. “Tamo... de boa.”
“Ross, querido?”. Peggy mordeu o lábio inferior. “Espero que você não esteja fazendo... o que eu acho que está fazendo”.“Tomate... oooohhhhhhhhh... é incrível. Toma esse comprimido pra relaxar... Peg.” A voz de Clara era rouca e tensa. “Seu filho... tá me comendo”.
Peggy sentou em silêncio. Mal conseguia ouvir os gemidos dos dois por cima do barulho da chuva. Ross fazia sons baixos e guturais. Clara parecia um passarinho louco dopado de cocaína. Finalmente, Peggy não aguentou mais. Levantou-se e foi devagar em direção à cozinha. Olhou pra dentro e encontrou exatamente o que esperava. Apesar das suspeitas, ainda assim ficou chocada. A irmã e o filho estavam pelados. Clara estava sentada na borda da bancada. Ross estava entre as pernas dela. Ficava na ponta dos pés, empurrando os quadris com determinação.
Peggy não conseguia ver o pau dele, mas pelo tamanho de cada estocada, era muito, muito grande. Ela olhou para ele de olhos bem abertos. Ainda sentia o calor daquela pedra estranha. Enfiou a mão na calcinha e encontrou a buceta toda molhada."Tia Clara... Tia... Clara, é tão gostoso", sussurrou Ross no ouvido da tia.
Clara arranhou as costas dele com as unhas. Olhou e viu a irmã na porta. "Já não precisa mais sussurrar. Sua mãe tá de olho na gente.
Ross olhou e sorriu. "Mamãe, mamãe... isso é tão bom. Esse é o melhor... Ano Novo... da história.
Me dá a semente... me dá a semente." As mãos de Clara desceram até a bunda do sobrinho. Puxou ele, incentivando-o a se mover com mais violência."Ah... Meu Deus..." Peggy nunca tinha se sentido tão perdida como naquele momento. Seus dedos encontraram seu clitóris agitado e o prazer a percorreu. Os três estavam prontos para gozar. "Ooohhhhhhhhhh... meu docinho... Ross, você é um homem de verdade, meu homem."
"A semente, a semente... a semente..." O canto de Clara ficou mais forte.
Tô... pronto." Rossenterrou o rosto nos peitos grandes da tia dele. Os quadris dele se mexeram sem controle. "Tô gozando, tô gozando, toma a porra toda. Aaaaaaaahhhhhhhhhhhh!
Eeeeeeeeiiiiiiiiiiiiiiii!" As irmãs gêmeas cantaram seu êxtase em harmonia.
Dez minutos depois, eles se sentaram de novo em volta da mesa de centro. Ross e Clara estavam pelados. Peggy, ainda de sutiã e calcinha, deu uma toalha pra irmã. "Coloca debaixo de você. Não quero estragar o carpete.
Clara fez o que pediram. Depois jogou os dados, moveu a peça dela e tirou uma carta vermelha. Leu a carta em silêncio para si mesma, sorriu pra irmã e depois passou pro sobrinho.
Ross leu em voz alta: "Faça o outro jogador pegar A Semente e se mover para Finalizar"."Não entendi. Eu..." Peggy se assustou quando sua irmã desabotoou bruscamente o corpete e o tirou. Ela empurrou a irmã, que de repente ficou agressiva. "O que está rolando?
Apesar de ter o mesmo DNA, a Clara era a irmã mais forte. Ela arrancou a calcinha da Peggy à força e, meio levantada, meio arrastada, colocou ela em cima da mesa de centro.“Tá... uuugghhhh... pronto, Ross?”. Clara colocou a Peggy de quatro em cima do tabuleiro de jogo, manipulando ela com um aperto firme no cabelo dela.
“Não sei”. O Ross ficou parado atrás da mãe, olhando os lábios da buceta dela, rosados e brilhantes. A luz das velas tremeluzia nas nádegas redondas dela, projetando sombras sedutoras.
Ela tem que tomar a Semente." Clara suspirou aliviada. A irmã dela tinha parado de se debater, então soltou o cabelo dela e se posicionou atrás deles.A mão de Peggy descansava sobre a pedra preta. O calor irradiava pelo braço dela até o interior. "Está... está tudo bem, querido." Ela olhou o relógio. Era quase meia-noite. "Vamos receber o Ano Novo com... a Semente." Peggy se preparou e apertou os dentes quando sentiu a cabeçona da pica do filho na entrada dela. "Vai fundo."
"Do jeito que você quiser, mãe." Ross empurrou os quadris pra frente, afundando dentro da mãe dele.
Pode ser que eu seja um bicho estranho, mas eu adoro como isso se parece." Clara tinha uma visão privilegiada para ver como o pau grosso e cheio de veias do sobrinho deslizava dentro da irmã dela. "Queria que você pudesse ver isso, Peggy.""Aaaaaaahhhhhhhhhhhhh," disse Peggy.
"Parece incrível." Ross agarrou os quadris da mãe, inclinou-se para trás e meteu nela. Deu mais algumas estocadas experimentais e encontrou um ritmo. "Uau… mãe, sua buceta tá se mexendo.
Eu sei... eu sei... eu sei... querido." Peggy arranhava a mesa. Não sabia se os clarões que via eram relâmpagos lá fora ou fogos de artifício de êxtase na mente dela. "Tá tremendo... por você... aiiiiiiiiiiii." Os olhos dela reviraram e ela teve o segundo orgasmo da noite.Clara enterrou os dedos na buceta dela e observou a irmã e o sobrinho se acasalando.
Mãe e filho se entregaram ao prazer no ano novo. Um pouco depois da meia-noite, Ross tava pronto. "Porra... mãe, você tá muito apertada... vou..."
"A Semente, A Semente... A Semente..." Peggy e Clara cantaram em uníssono.
Quando Ross rugiu ao chegar ao clímax, as mulheres gritaram de êxtase juntas. Estavam em perfeita harmonia. Quando o prazer diminuiu, Ross tirou a pica da mãe e apoiou ela na bunda dela. Gozou mais duas vezes, projetando longos fios de líquido branco e pegajoso pelas costas e cabelo dela. "Acho que terminamos o jogo", arfou Ross.
Por um momento, os três ficaram em silêncio, ouvindo a própria respiração ofegante e o tamborilar da chuva.
Finalmente, Clara quebrou o silêncio. "A gente tem até de manhã. Querem jogar de novo?" Peggy e Ross olharam pra ela, sorrindo. "Sim", disseram em uníssono. Peggy desceu da mesa de centro e elas colocaram suas peças de volta na casa inicial.
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