Dirigiu até o bar da Miriam, que estava fechado. Estacionou e saímos do carro. Ela nos esperava na porta. Depois dos cumprimentos, andamos uns 10 minutos. Chegamos a um portão, tocaram a campainha e uma garota de altura e físico parecido com o meu abriu. — Oi, Sole, já chegamos. — Entrem. Entramos e ela nos convidou pra sentar no sofá. — Querem uma cerveja? — Eu quero, sim. A Toñi não bebe álcool, bebe laranjada ou Coca Booty. — Também tenho laranjada. Trouxe a bebida. A laranjada era uma garrafinha de plástico. Ela mesma colocou no copo e me deu. Só eles falavam, e eu escutava de boa no sofá. Depois de um tempo, comecei a sentir uma sensação estranha na cabeça, as vozes deles foram sumindo e não lembro mais de nada até acordar sentada no sofá com a visão embaçada. A primeira coisa que vi foram três figuras na minha frente e meus joelhos nus. Levei as mãos às pernas e, ao olhar, vi unhas compridas e rosas nelas. Tentei falar, mas só saiu um balbucio. Então ouvi uma voz distante dizendo que eu já estava acordando. Meu olhar subiu pelas pernas até a metade da coxa: uma peça rosa se ajustava nelas. Continuei subindo o olhar e vi dois volumes no peito cobertos por um vestido. Levei as mãos até eles e eram dois peitos de silicone. Assustada, tentei falar de novo. — Cadê eu? O que vocês fizeram comigo? Já consegui falar, mesmo com dificuldade. — Esse é seu castigo por ignorar minhas mensagens e desobedecer. Assim vai ficar claro quem manda. — Você é louco. Me dá minha roupa, vou pra casa. Tentei me levantar do sofá e, ao apoiar um pé, torci o tornozelo. Quando olhei, vi que estava usando uns saltos rosa abertos, deixando o pé à mostra, presos com uma tira no tornozelo e outra tira mais grossa na ponta dos dedos, mostrando as unhas pintadas de rosa. Nessa hora, o Ángel me agarrou pelo braço e me levantou com força. Com a outra mão, me pegou pelo pescoço, apertando e levantando, ficando cara a cara comigo. — Você não vai a lugar nenhum sem mim, entendeu? Que te dei de presente as calcinhas e você vestiu pra mim, você me pertence, é minha e vai me obedecer em tudo. Você me ignorou por algumas horas, não foi obediente, não usou calcinha pra dormir, e eu decidi que merecia um bom castigo. Sole é uma garota transexual e é esteticista, uma expert em feminização, e te fez uma bela mudança de visual. Agora você não vai só usar calcinha, também vai usar sutiã pra esconder uns lindos peitos de silicone que comprei pra você, que vai cobrir com vestidos bonitos e saias curtas escondendo sua bundinha linda que vai rebolando no ritmo dos saltos.
Comecei ouvindo com medo, vendo o rosto sério dele, falando sem levantar a voz mas com autoridade, e me ver agarrada assim por ele, tão pequena do lado dele, me sentia frágil e delicada, e comecei a ficar excitada. De repente, senti meu pau fazendo pressão em algo e levei a mão entre as pernas e toquei algo duro que não era meu pau. — O que você tá procurando aí? Já não está mais. Te excita, né? Se sentir dominada te faz sentir submissa, e a excitação te levou a se tocar. Então se toca nessa maravilha que coloquei em você, uma gaiola rosa com formato de buceta que esconde essa coisinha que você tem. Você vai usar sempre a partir de hoje, é feita pra mijar sem tirar e fazer sentada. Só vou tirar pra você se lavar. Agora me diz, você gosta, né? De ser assim submissa e me obedecer? — Sim. — Sabia. E por isso você não se dava bem com mulheres, elas te veem como mais uma, além da cara que fariam ao ver a bundinha minúscula de bebê que você tem. Agora que você já aceitou, é hora de ver todo o trabalho que a Sole fez, que vai te levar até um espelho.
Elas duas ficaram na minha frente o tempo todo, me levaram por um corredor, então vi um relógio e eram quase 6 da tarde, tinha ficado quase 8 horas inconsciente. Segui os passos delas com dificuldade pra andar de salto. Ela abriu uma porta e entramos num salão de beleza onde tinham feito a minha transformação. Me levaram na frente de um espelho onde o reflexo me mostrava uma garota loira de cabelo ondulado, sobrancelhas... Perfilada, olhos maquiados, lábios rosados, com um vestido rosa justo no corpo quase na altura da bunda, fiquei paralisada. — Gostou do seu novo visual, Toñi? — O que vocês fizeram, como vou voltar pra casa assim? Os vizinhos vão me ver, e assim vou procurar emprego? — Calma, não fica nervosa, os vizinhos não vão te ver muito, e sobre o emprego, já que você tá passando aperto e em breve não vai conseguir pagar o aluguel, você vai morar comigo a partir de hoje, sendo a mulher da casa. Mulher como antigamente, vai fazer todas as tarefas de casa, como era sua obrigação, e assim vai ganhar as calcinhas que vai usar. — Eu não quero isso, preciso de um emprego, tenho contas pra pagar. — Você não decide o que quer, quem decide sou eu, entendeu? — disse ele, levantando um pouco a voz com autoridade. Senti uma mistura de medo e excitação ao mesmo tempo, e deu vontade de fazer xixi. — Sim. — Assim, boazinha. — Preciso ir ao banheiro. Sole me indicou onde era. Entrei, levantei o vestido, estava usando umas calcinhas rosas de renda, abaixei elas e então vi aquele aparelho que prendia meu pau e formava uma espécie de vulva com uma fenda no meio. Mesmo estando sozinha, me senti envergonhada por ter que sentar como uma mulher. Senti a urina saindo enquanto via as calcinhas na altura dos joelhos com uma mancha molhada. A situação me excitou tanto que eu as molhei sem nem me tocar. Saí do banheiro e elas estavam me esperando pra sair da sala e entramos na casa da Sole. — Já volto, vou pegar uns sacos de roupa que não uso, ia doar, e a Toñi vai poder aproveitar, temos tamanho parecido. Voltou em poucos minutos com três sacos cheios de roupa. — Sole, obrigada por tudo. É hora de ir, quero mostrar a nova casa pra Toñi. Nos despedimos e, quando fui sair na rua, um pânico terrível me tomou. — Não posso sair assim na rua, tenho muita vergonha, vão ver que sou um homem. Ángel me puxou pelo braço e me apertou contra ele. — Você vai ter que se acostumar a sair assim. O trajeto andando até O carro ficou muito grande pra mim andando com dificuldade nos saltos, Miriam de um lado e eu no meio dos dois com o Ángel, que me segurava agarrada na altura da bunda, colada nele. Quando chegamos no carro, dessa vez ele me fez sentar na frente. O vestido tão curto deixava a calcinha à mostra, e eu coloquei as mãos na frente. Assim que começou a dirigir, ele trocava de marcha e colocava a mão direita numa das minhas pernas. Levamos a Miriam no apartamento dela e depois ele me levou no dele. Assim que abriu a porta: — Bem-vinda ao seu novo lar, Toñi. — Eu não quero vir morar aqui, tenho meu apartamento e quero encontrar um trabalho. — Você vai morar aqui porque eu estou mandando, e trabalho? Assim feminizada como você está, acha que vai encontrar alguma coisa? A não ser que arrume uma esquina e trabalhe como uma puta. Quer isso, né? Pois então vai fazer o que eu mandar. Ficou claro? Ele falou sem gritar, mas com autoridade, enquanto eu ouvia parada na porta com as sacolas que a Sole tinha me dado nas mãos. — Sim. — Entra que vou te mostrar o apartamento. Primeiro, depois da entrada com um pequeno hall, tinha a sala de jantar, à direita a cozinha, um corredor, a primeira porta era o lavabo, na frente um quarto pequeno e no fundo o quarto de casal, com cama grande, uma cômoda com espelho em cima, dois criados-mudos de cada lado da cama e um armário que ocupava a parede inteira. — Isso é tudo, é pequeno mas é muito bom. Deixa as sacolas em cima da cama. Eu durmo deste lado e você do outro. Deste lado do armário está minha roupa, e do outro você vai colocar a sua. Ali tem algumas coisas que minhas ex deixaram, e você pode aproveitar alguma coisa. E nas gavetas do criado-mudo tem calcinhas, sutiãs e meias, isso você pode aproveitar tudo. Vamos pra sala que vou explicar as regras que você precisa seguir. Ele parou no meio da sala, se virou e ficou de frente pra mim, a pouco mais de um palmo de distância. — Este é meu apartamento e aqui quem manda sou eu, e você obedece. Sempre vou te tratar com respeito, mas se você se comportar mal, vou ser duro com você. Sua função é fácil. Você deve manter o chão limpo, cozinhar e dar conta na cama, não peço mais nada, consegue fazer isso. - Sim. - Boa garota, assim que eu gosto. Hoje a gente janta aqui e você vai preparar a janta na cozinha, tem de tudo pra escolher, mas ainda é cedo pra preparar e a gente precisa matar o tempo com alguma coisa, e que melhor jeito do que te manter entretida me fazendo um boquete? Fica de joelhos. Não sei que poder o Anjo tinha sobre mim, mas sem dizer nada, me ajoelhei na frente dele. Ele desabotoou a calça, tirou a pica pra fora, chegou mais perto de mim segurando ela na mão e colocou roçando nos meus lábios, que se abriram começando a chupar a ponta. Ele tirou a mão e levou até minha cabeça, acariciando meu cabelo. - Assim é uma boa garota, como tem que ser, de joelhos aproveitando a pica do seu macho. Olha nos meus olhos. Isso, continua, você tá fazendo muito bem, minha loira. Seu cabelo ficou muito bonito, faz seus olhos azuis se destacarem, esses lábios rosados rodeando minha pica com cara de puta. Me deixa louco ver vocês assim, submissas, obedientes. Não me enganei com você no primeiro dia que te vi, sabia que você seria minha puta, e foi assim. Ele parou de falar, mas sem tirar a mão da minha cabeça, e eu continuei chupando até que de repente ele soltou um grunhido, despejando uma gozada imensa na minha boca que eu não consegui engolir e escorreu pelos cantos dos lábios enquanto ele empurrava minha cabeça, impedindo que eu tirasse a boca. Ele soltou mais algumas, eu não conseguia respirar e pensei que ia me afogar até que ele tirou a pica da minha boca. - Levanta. Eu fiquei de pé e parei na frente dele, sem dizer nada. Ele passou um dedo do meu pescoço pra cima e mostrou pra mim cheio de porra. - Você é muito boa com a boca, mas ainda tem que aprender: minha porra não se desperdiça, chupa meu dedo. Chupei, recolhendo a porra que tinha nele, e ele passou de novo, juntando mais. - Você gosta, né? Ainda tem mais, toma, chupa. Assim, boa puta. Ele foi juntando tudo e levando até minha boca em silêncio, me encarando fixamente até um momento depois da gozada. - Acabou, já. Só mais uma coisa pra você ver que não Diferença. Levanta o vestido e abaixa a calcinha um pouco. Levantei o vestido um pouco e abaixei a calcinha até a metade da coxa, dei um passo para trás e ele ficou me olhando. — Gaiola bonita, né? Vê a diferença entre você e eu? Agora você tem uma racha entre as pernas e eu tenho um belo pau. Já pode subir a calcinha e ir pra cozinha preparar o jantar. — Posso ir no banheiro primeiro? — Pode. No banheiro, levantei o vestido, abaixei um pouco a calcinha e sentei pela segunda vez como as mulheres fazem xixi. Saí e fui pra cozinha, abri a geladeira pra ver o que tinha. Na prateleira de cima tinha embutidos e queijo, na seguinte peito de frango, lombo e bife de alcatra, mais embaixo alface e vários legumes, algumas cervejas e um par de garrafas de vinho. Depois olhei nos armários, onde tinha potes de leguminosas, latas variadas, e aí vi o creme de leite pra cozinhar e já soube o que faria pro jantar. Na geladeira tinha queijo roquefort. Faria bife de alcatra com molho roquefort. Peguei os ingredientes que precisava, uma frigideira e uma panela. Olhei no congelador e, por sorte, tinha batata frita pra acompanhar junto com uma salada. Preparei tudo em pouco mais de 30 minutos. — O jantar tá pronto, só falta pôr a mesa. — Naquela gaveta tem toalhas de mesa. Peguei uma, coloquei e fui atrás dos talheres. — Onde o senhor vai sentar? — Meu lugar é aqui e o seu é na frente, que fica mais perto da cozinha. Levei o jantar pra mesa e, enquanto fazia isso, percebi que não tinha pensado na bebida. — O que o senhor quer beber? — Vinho. Vamos beber vinho pra celebrar essa nova fase que estamos começando. — Eu prefiro água. — Hoje você vai beber vinho. Peguei uma garrafa da geladeira e levei pra mesa. — Naquela gaveta tem um abridor, pega ele e abre. Peguei e fiquei olhando pra ele. — Nunca abri uma garrafa de vinho, não sei como faz. — Traz aqui que vou te ensinar. Ele abriu a garrafa me mostrando como se fazia e serviu os copos ele mesmo. — Antes de começar, vamos brindar. Batemos os copos e eu dei um gole que me soube a... raios, começamos a jantar e ele foi me obrigando a beber durante a ceia. Quando gozei, me senti meio tonta, depois do jantar. — Gostei muito da ceia, parabéns. Agora recolhe e limpa tudo sem perder tempo, que vamos sair pra tomar umas. Meia hora depois já estávamos no carro e, embora ele não tenha me dito nada, pelo caminho que pegou eu soube que íamos pro bar da Miriam. Ele estacionou a poucos minutos do bar, e na rua me levava agarrada com a mão na minha bunda. Ao entrar no bar, a Miriam saiu do balcão e nos cumprimentou com dois beijos em cada um. O bar estava mais cheio que nas outras noites. — Põe dois rum com coca pra gente, Booty, que estamos em clima de comemoração e hoje a Toñi vai beber um pouco. Depois de conversar um tempinho com a Miriam. — Porra, a bebida... vou te apresentar uns amigos. Ele me levou agarrada até uma mesa no fundo, onde tinham 4 homens jogando pôquer. Ficamos um tempo parados em silêncio enquanto eles jogavam uma mão. — Oi, posso me juntar a vocês? — Claro que sim, Ángel. Ele apertou a mão de todos. — Apresento a Toñi, minha mina. Todos me cumprimentaram sem se levantar da mesa. Ángel pegou uma cadeira e sentou com eles. — Você fica aqui do meu lado, em pé e quietinha, pra ver se me dá sorte. Ele começou a jogar pôquer com eles. Eu não entendo muito, mas eles jogavam grana alta. — Ángel, você não tinha dito que não queria namorada? — É recente. Lembram que eu contei que conheci um cara que tava desiludido com mulher? É ele. — Você e suas loucuras com travestis. — Já sabe, é o que eu gosto. Mas essa é especial, tô moldando ela do meu jeito. Faz só um mês que era um moleque perdido e olha ela agora, já tá bem feminizada. Eu escutava em silêncio, em pé, com uma mão dele que às vezes subia pelas minhas pernas até a bunda. Depois de um bom tempo, bateu vontade de mijar. — Com licença, preciso ir ao banheiro. — Tá bom, quando voltar, pede pra Miriam servir uns drinques pra nós seis. — Eu não quero mais. — É uma noite especial, toma o último. No caminho pro banheiro, eu pedi. Ao chegar no banheiro, abri a porta do masculino pra entrar e dei de cara com um cara saindo. — Se enganou, o feminino é aquele ali na frente. — Desculpa. Entrei no feminino, era diferente do outro que eu já tinha entrado outro dia, tava mais limpo e cheirava melhor. Depois voltei pra mesa e na hora chegou a Miriam com os cubas-libre, eu já tava meio tonta e com essa bebida fiquei bêbada. Ela me deixou lá em pé por mais uma hora, calada, remoendo na cabeça como tinha chegado naquilo. Pararam de jogar, se despediram e na volta pro carro eu tinha que me segurar bem nele porque tava caindo. O caminho pra casa em silêncio, enquanto minha cabeça continuava girando tudo. Subimos pro apartamento e, assim que entramos, ele parou na minha frente. — Pronta pra passar a primeira noite comigo? Acho que foi o álcool e o caos na minha cabeça que me deram coragem. — Não, não quero mais isso, me leva pra minha casa. — falei, levantando um pouco a voz. Ele me encarou sério e me deu um tapa na cara, com autoridade. — Você não vai a lugar nenhum, entendeu? E me deu outro. Isso mudou minha atitude na hora, a voz autoritária dele me fazia sentir submissa. — Sim. — Assim que eu gosto, fica de joelhos agora. Me ajoelhei, ele puxou a rola pra fora. — Me diz o que é isso que eu tô esfregando na sua cara. — Uma rola. — Muito bem, garota esperta. Agora enfia as mãos na calcinha e me diz o que você tem. — Uma jaula de castidade. — Sim, é verdade, mas isso é a sua buceta. Vamos lá, me diz o que você tem entre as pernas. — Uma buceta. — Boa garota. Abre a boquinha e satisfaz o seu macho. Comecei a chupar ele, ele acariciava minha cabeça. — Isso, boa garota, obediente e submissa, mmmm, chupa, puta. Não sei quanto tempo fiquei chupando, pareceu uma eternidade até ele gozar. — Delicioso, puta. Vamos pra cama. Entramos no quarto. — Debaixo do travesseiro deixei algo pra você dormir. Levantei um pouco o travesseiro e peguei um babydoll rosa de renda. Fiquei parada na frente da cama, com vergonha de tirar a roupa na frente dele, que já tava meio pelado. — Anda. que espera, acorda. Sentei na cama, tirei os sapatos, depois o vestido e coloquei o babydoll. Tinha duas tiras finas nos ombros, ficava justo no peito e na cintura, e mal cobria a calcinha, que aparecia por baixo do tecido. — Deixa eu ver como ficou em você, hummmm, ficou perfeito. Vira pra eu te ver por trás, você tá linda, não me enganei com você, tem corpo de mulher e uma bunda gostosa. Hora de ir pra cama. Deitamos e nos cobrimos com o lençol. Eu tava nervosa e virei de costas pra ele. Ele apagou a luz e ficou de barriga pra cima. Passou a mão na minha bunda e começou a acariciar. Fiquei tensa, esperando o pior, mas ele tirou a mão. — Boa noite, Toñi. Descansa. — Boa noite. Ele dormiu rápido, enquanto eu não conseguia pegar no sono. Umas horas depois, levantei pra ir ao banheiro. Depois de mijar, fiquei me olhando no espelho, que refletia a imagem de uma loira de cabelo cacheado, usando um babydoll rosa transparente e calcinha. Voltei pra cama e, sem perceber, acabei dormindo. Acordei sentindo uma mão tocando minha bunda. — Bom dia, gostosa. Hora de acordar, temos muita coisa pra fazer. — Hummm, bom dia. Virei pra ele, ele me segurou pela cintura, fiquei de lado, e ele virou de barriga pra cima. A primeira coisa que vi foi o rosto dele na minha frente, e a próxima foi uma das mãos dele segurando o pau duro, completamente pelado. — O melhor jeito de começar o dia é levando um boquete gostoso. Ele empurrou minha cabeça pra baixo até chegar no pau. Me deixei levar, sem resistir, e comecei a chupar. — Isso, que gostoso. Assim a gente começa o dia com energia. Mmmmm, sim, coloca ele todo na boca. Isso, que putinha você é. Enquanto eu chupava, ele ficava acariciando minha bunda. Não demorou muito pra ele gozar. Me fez limpar bem ele. — Você se comportou muito bem, putinha minha. Agora vai preparar o café enquanto eu tomo um banho. Levantei, fui primeiro ao banheiro. Quando sentei pra fazer xixi, vi que a calcinha tinha resto de porra. Tinha me Corri sem perceber e já estava com a calcinha molhada, limpei com papel, saí do banheiro e ele esperava na porta pra entrar. Preparei o café e tive que esperar uns minutos até ele vir, tomamos na cozinha, lavei os copos enquanto ele continuava sentado me observando, só de olhar. — Vai tomar um banho, em cima da cama deixei uma toalha e a roupa pra hoje e o kit de maquiagem pra você ficar gostosa. — Não sei me maquiar. — É verdade, não tinha pensado nisso. Toma banho, se veste e agora eu resolvo. Fui pro quarto e em cima da cama tinha uma calcinha com sutiã branco de renda, um vestido curto branco e, aos pés da cama, saltos brancos. Peguei tudo e ia sair do quarto quando ele entrou. — Deixa a roupa na cama que esqueci de tirar a gaiola, abaixa a calcinha. Abaixei e enquanto ele tirava, senti muita vergonha. — Leva pro lavabo e limpa bem. Quando terminar de tomar banho, me avisa e espera só de calcinha até eu ir colocar de novo. Tomei banho sem lavar o cabelo, estava me secando quando a campainha tocou. Coloquei a calcinha e chamei ele, demorou uns dois minutos pra vir, ouvia ele conversando com uma garota. Veio, colocou a gaiola de volta e saiu dizendo pra eu me apressar pra me vestir que ele esperava no comedor. Coloquei os peitos, o sutiã e o vestido, que foi difícil subir o zíper nas costas, uma tira branca em cada ombro que descia até a altura do peito cobrindo em linha reta e uma abertura no meio até a parte de baixo dos peitos, ficava totalmente justo na barriga e na bunda, cobrindo até a metade da coxa, justo nelas e mantendo as pernas juntas. Calcei os sapatos, o salto não era muito alto, mas era fino e deixava a ponta dos dedos à mostra. Saí do banheiro e, ao entrar no comedor, estavam ele e uma garota quase tão alta quanto ele. — Ahh, olha só, minha garota chegou. Toñi, te apresento minha irmã mais nova, Teresa. Ela vai vai ajudar com a maquiagem. - Oi Toñi, prazer. - oi Teresa. Ela se aproximou de mim e me deu dois beijos. - bem, meninas, não percam tempo, no quarto você tem tudo que precisa, Teresa. - vamos, Toñi. Ela foi na frente, eu a segui, ela me fez sentar na frente do penteadeira e começou a me maquiar, e enquanto fazia isso, ia me explicando como fazer e que tinha combinado com o irmão dela que nos próximos dias ele viria me ensinar enquanto ele estivesse fora trabalhando. - Pronto, você está pronta. Saímos do quarto. - Já terminamos, já deixei ela bonita. - obrigado, irmãzinha. Ela se despediu e foi embora. - Toñi, temos muitas coisas pra fazer, pega as chaves do teu apartamento que vamos buscar suas coisas, mas só o necessário que você precisar. - não posso ir pro meu apartamento assim, agora alguém pode me ver. - aqui quem decide o que fazer sou eu, e você vai assim pra ficar claro. - sim. De carro fomos até meu apartamento, por sorte não cruzei com ninguém conhecido ao entrar. - só pega o necessário, nada de roupa, você não vai precisar, só as calcinhas que te dei, isso sim precisa, o notebook, a TV que vejo que é boa, documentos importantes. Comecei a catar as coisas e numa mala coloquei o notebook, uma caixinha de joias com coisas de ouro e prata, uns dois livros junto com as calcinhas. - o apartamento, quem te aluga? - Aurora, a vizinha de baixo. - chama ela pra ver se está e pede pra ela vir, e você diz que vai largar o apartamento. - quê? Não, isso não, não vou fazer isso, ela não pode me ver assim. - você vai ligar pra ela. - não vou fazer isso. - vai sim, você vai obedecer na hora. Ela me agarrou pelo braço puxando, pegou uma cadeira, sentou, tentei resistir mas minha força comparada com a dela não deixou, ela me virou, me colocou sobre as pernas dela, levantou meu vestido e me deu 3 palmadas na bunda por cima da calcinha. - agora você vai obedecer. - não quero que ela me veja assim. Sem dizer nada, ela abaixou um pouco minha calcinha e me deu mais 3. - você vai obedecer. - sim, vou. - assim que eu gosto, boa menina, sabia que umas palmadas iam te fazer obedecer. obediente. Levantei e fiquei de pé com a bunda de fora e o vestido levantado, arrumei direitinho a calcinha e abaixei o vestido. Ele já estava com meu celular na mão, me oferecendo. — Liga pra ela. Aurora é uma mulher de uns 50 anos, divorciada, dona de uma empresa de serigrafia e o prédio onde eu moro é todo dela — são 6 apartamentos, num mora ela e os outros ela aluga. Liguei e ela disse que já subia. Mal 5 minutos depois, a campainha tocou. — Já chegou, vai abrir pra ela. Os meros 6 metros que me separavam da porta fizeram meu rosto queimar de vergonha e ficar vermelho. Abri a porta. — Oi, vim ver o Tony, que me ligou. — Pode entrar, dona Aurora — falei com a voz embargada. Ela parou, me olhando incrédula. — Tony, o que você está fazendo vestido assim? — Pode entrar, dona Aurora, a gente já explica — disse o Ángel. Ela entrou e o Ángel se apresentou. — Expliquem o que está rolando aqui, porque não tô entendendo nada. — Fala pra ela por que você ligou. — Dona Aurora, liguei porque vou sair do apartamento hoje mesmo. — Por quê? E o que você está fazendo vestido assim? — Ele vai morar comigo, sou parceiro dele. — Não acredito, não sabia que você era gay. — Não é bem isso. A Toñi se sente mulher, por isso tá vestida assim. — Não esperava por isso, nunca vi ele sair vestido de mulher. — Nunca saía assim vestida. Aqui em casa, só usava calcinha. A Toñi é muito reservada e se vestia na minha casa, onde vive como mulher. — Bom, não sei o que dizer, mas fico feliz por vocês. E me dá pena que ele vá embora do apartamento, nunca deu problema, sempre muito respeitoso e, como você disse, reservado. Gosto muito dele. — Foi um prazer conhecê-la. A Toñi já juntou as coisas dela e pode te entregar as chaves. Aqui ficou roupa e algumas coisas, vou mandar uma empresa de mudanças buscar tudo. Depois me diz que dia é melhor pra você. — Não precisa, obrigada. Eu mesma cuido disso e levo as roupas pra paróquia, que vai fazer bem pra outras pessoas. — Acho uma boa ideia. Toñi, entrega as chaves, se despede e vamos nessa. Vamos. A gente se despediu e saiu do apartamento — ele levando a TV e eu minha mala. No caminho pra casa dele, a gente parou e desceu pra comprar comida pronta, porque ele disse que já era tarde pra cozinhar. Daí fomos pro apartamento dele. — Leva a comida pra cozinha, deixa a mala no quarto e volta logo pra arrumar a mesa pra gente comer. Uns minutos depois, eu já tava colocando a toalha na mesa, os talheres e servindo a comida. A gente comeu sem falar nada — o Ángel era de pouca conversa e eu, menos ainda. — Lava a louça e depois a gente vai arrumar suas roupas. Quero ver o que a Sole te deu e você provar pra ver como fica. Assim que entrei no quarto: — Primeiro, coloca as calcinhas que você trouxe na gaveta junto com as outras. Depois a gente vê o que a Sole te deu. Peguei as sacolas da Sole e ele sentou numa cadeira no fundo do quarto, enquanto eu arrumava as calcinhas. — Fica aqui na minha frente e tira o vestido. Com dificuldade, abaixei o zíper e fiquei de lingerie na frente dele. Ele enfiou a mão numa das sacolas, tirou uma minissaia preta e me deu pra eu provar. E foi assim, tirando peça por peça: minissaias, vestidos, blusas, camisetas e uns shorts e calças que ele não mandou eu provar, deixando de lado e me dizendo que calça é coisa de homem e saia, de mulher. Depois de provar tudo e ficar em cima da cama: — Fica tudo bem em você. Agora veste o vestido que você tava usando e guarda tudo direitinho no armário. Você tem roupa suficiente por enquanto pra cada dia. Nos próximos dias, a gente vai dar uma olhada nas roupas que já estão guardadas lá. Guardei tudo no armário enquanto ele saía do quarto e voltava uns minutos depois com uma sacola na mão, sentando de novo enquanto eu terminava. — Fica na minha frente. Vou te mostrar uma coisa e ensinar pra que serve e como funciona. Ele tirou uma caixa da sacola e o que tinha dentro. — Isso é uma pera pra fazer limpeza interna. Enche de água, coloca esse tubo lá dentro e aperta a pera. Te enche por dentro e depois você tem que expelir, e vai deixar sua buceta limpinha e arrumadinha como você deve sempre manter. E agora você vai fazer sua primeira limpeza. Eu ouvi o que ele dizia com espanto e paralisada. — Isso não, por ali não vou meter nada, dessa vez me recuso firmemente. Me virei para sair irritada do quarto, mas ele se levantou, me pegou pelo braço e me sentou de novo, me colocando de bruços sobre os joelhos dele, levantou minha saia e me deu a primeira palmada. — Você vai fazer. — Não. Outra palmada, e outra pergunta, e uma terceira negativa, ele me deu mais uma. — Sabe, me excita muito bater numa putinha desobediente de calcinha fofa. Ele continuou me dando até chegar a dez sem dizer nada, enquanto eu levava cada uma e soltava gemidos de dor. Me ver humilhada daquele jeito, cada tapa que ele me dava começava a me excitar cada vez mais. No décimo tapa, ele parou. — Você vai fazer. — Sim, vou fazer o que você mandar. — Assim que eu gosto, garota boazinha. Umas palmadas na bunda sempre dão resultado. Vamos ao banheiro que eu te ensino como fazer. Já dentro do banheiro. — Vamos começar. Levanta o vestido, abaixa a calcinha e se apoia na pia. Ele encheu a pera de água e me introduziu, explicando o que estava fazendo. Comecei a sentir aquilo preenchendo meu interior. — Agora, quando eu tirar, você tem que segurar uns 10 minutos sem expelir. Ele tirou, a sensação era desconfortável, me sentia cheia. Passei os minutos em pé, com a bunda de fora e a calcinha nos tornozelos, fazendo força pra não soltar. — Já deu tempo. Senta no vaso e expulsa. Sentei e, assim que fiz isso, soltei tudo que tinha dentro. — Agora você tá limpa por dentro. Isso você vai fazer todo dia. Agora lava bem essa buceta e vem pro quarto. Me lavei bem e fui pro quarto. O Anjo estava sentado na cama. — Deita na cama de bruços. Deitei. Ele continuou sentado, virou um pouco o corpo e colocou uma mão na minha cabeça. — Agora quero que você relaxe. Ele desceu a mão pelas costas fazendo carinho, contornou a bunda pela lateral, descendo a mão pelas pernas que eu mantinha juntas até os pés. Tornozelos pra começar a subir agora com a mão entre minhas pernas, paro quando chego acima dos joelhos. - Abre as pernas. Abri um pouco. - Mais, bem aberta de pernas. Abri mais, subiu pela coxa até a bunda por cima do vestido, acaricia um momento, ainda doía das palmadas, levantou meu vestido enfiando a mão por baixo, continuou acariciando por cima da calcinha um tempo, virou um pouco mais levando a outra mão e com as duas baixou minha calcinha até o meio da coxa, deixando esticada, levou as duas mãos pra cada uma das minhas nádegas e me deu uns apertos que me fizeram soltar gemidos de dor. - Deixei bem vermelho, tá doendo, né? - Sim. - Essas são as consequências de não ser boazinha e obediente. Parou de me tocar e virou pro outro lado, abriu a gaveta da mesinha e tirou algo que não consegui ver, virou de novo e uns segundos depois levou uma mão na bunda enfiando os dedos na racha, senti algo fresco naquele momento, virou de novo e foi buscar na gaveta de novo, tirando algo que também não consegui ver o que era. - Fecha os olhos e não abre até eu mandar. Fechei os olhos e em segundos algo deslizou pelos meus lábios pra um lado e pro outro várias vezes até parar no meio. - Abre a boca e chupa. Quando entrou na boca e chupei a ponta, senti uma textura macia, ao entrar mais na boca, soube que era um consolo de borracha, ele meteu e tirou umas 5 ou 6 vezes e tirou da minha boca. - Já pode abrir os olhos. Na minha frente tinha um consolo de borracha rosa. - É pra você, pra dilatar essa bucetinha apertada, cê gostou? Demorei uns segundos pra responder, pensei em reclamar e recusar, mas minha bunda não tava em condições de levar mais palmadas que eu teria levado e acabaria de qualquer jeito com a piroca de borracha enfiada dentro. - Sim. Com a outra mão pegou algo em cima da cama, era a primeira coisa que tinha tirado da gaveta, quando colocou na frente do meu rosto vi que era um tubo de lubrificante, colocou um pouco no consolo e o Ele esfregou em mim. - Você está preparada? Seu brinquedo já está pronto. Embora não estivesse preparada, na verdade estava aterrorizada, respondi com a voz apagada. - Sim. - Vamos nessa. Senti uma mão abrindo minha bunda e, em seguida, aquilo fazendo pressão no meu buraco, fiquei tensa de repente. - Relaxa, não fica tensa que vai doer. Respirei fundo tentando relaxar, mas cada vez que sentia aquela pressão abrindo caminho, me tensionava. Ele percebia, parava e voltava atrás. Isso se repetiu algumas vezes até que senti de novo entrando um pouco e saindo um pouco, assim várias vezes, e cada vez sentia mais pra dentro. Não sentia dor, só pressão lá dentro. - Já entrou tudo. Custou pra meter os 15 cm, mas entraram. Ele tirou e meteu algumas vezes, parou deixando dentro, subiu minha calcinha. - Levanta, arruma bem o vestido que vamos sair pra passear e tomar algo. - Assim? Não vou conseguir andar com isso dentro. - Claro que vai, e depois te explico pra que vai servir andar assim. Ao sentar na cama pra levantar, senti aquilo afundar mais pra dentro. Fiquei de pé, a pressão que sentia lá dentro fez meus pés se afastarem meio metro, abrindo minhas pernas. Ajeitei bem a calcinha, abaixei o vestido que se ajustou nas coxas, juntando as pernas e sentindo ainda mais o consolo dentro. - Vamos, bora. Comecei a andar pelo chão desajeitada, sentindo aquilo dentro junto com os saltos e o vestido bem justo nas coxas. Saímos do apartamento, eu ia desconfortável andando na rua. Ele andava um metro na frente e eu o seguia desajeitada até chegar no carro. Ao sentar, o vestido apertava ainda mais e a pica me pressionava mais ainda. Ele saiu em direção ao bar da Miriam, passou na frente sem estacionar nas vagas livres que tinham, passou reto e, uns quilômetros depois, estacionou. Saímos do carro e ele começou a andar na minha frente. No começo, eu andava desajeitada atrás dele, e alguns metros adiante foi normalizando. Ele não andava rápido, mas eu era incapaz de alcançar ele, eu ficava virando a cabeça e me olhava no meio do caminho até o bar, ele diminuiu o passo e eu me coloquei na altura dele, mas ele mandou eu passar na frente. Andei uns 100 metros na frente, ele se colocou do meu lado, passou o braço por trás e colocou a mão na minha bunda. — Vou te explicar a importância de eu ter te feito sair assim. Se você percebeu, eu não andava rápido, mas dava passos largos, e você não conseguia ficar na minha altura. Ficar com o dildo enfiado na buceta andando de salto faz você dar passos mais curtos, mais femininos, e ao mesmo tempo faz você rebolar o rabo a cada passo. E eu quero que você aprenda a andar assim sem ele. No próximo dia, você vai sair sem ele, e se não fizer direito, no dia seguinte vai sair com ele. Assim até você andar do jeito que eu gosto que uma mulher ande. Chegamos no bar, não tinha ninguém lá dentro. Miriam saiu de trás do balcão, nos cumprimentou, e o Ángel pediu cuba-libre para os dois. Eu tava com mais vontade de um suco de laranja ou uma Coca Booty, mas não falei nada. Em pé na frente do balcão, o Ángel começou a conversar com a Miriam. Contou que eu já morava com ele, meu castigo por desobedecer e como ele tinha me obrigado a sair. Eu escutava em silêncio. Depois falaram de várias outras coisas. Já eram quase 9 horas e desde que a gente chegou não tinha entrado ninguém. — Ángel, que tal se eu fechar o bar? Acho que não vem mais ninguém, a tarde foi muito fraca. Vou preparar uns petiscos e convidar vocês pra jantar. — Acho uma boa. — Então vou fechar a persiana e preparar as coisas. — Eu fecho a persiana, você vai preparar os petiscos e a Toñi te ajuda. — Tá bom, vamos, Toñi. Eu segui ela até a cozinha, que ficava atrás do balcão. Ajudei cortando queijo e fuet enquanto ela preparava umas batatas bravas, lulas e mais algumas coisas. Colocamos tudo numa mesa e sentamos pra jantar. Na hora, senti de novo aquilo se enterrando dentro de mim. Durante o jantar, eles não pararam de conversar enquanto eu escutava em silêncio. No fim da janta, a Miriam foi fazer café pra eles, eu não quis tomar. — Como assim não quer café? Você pode tirar a mesa e lavar tudo pra Miriam, assim você agradece ela pelo jantar. Enquanto eu arrumava e limpava, eles continuavam sentados conversando. Terminei e voltei pra mesa com eles, me sentei e eles continuaram falando como se eu fosse invisível por um bom tempo, até que o Anjo olhou pro relógio. "Que horas são, amanhã eu trabalho, a gente já vai." Levantamos, nos despedimos e fomos pro carro. Ele me agarrou por trás como sempre, com a mão na minha bunda, e eu andei de passinhos curtos do lado dele, com dificuldade pra acompanhar o ritmo. Chegamos no apartamento e fui direto fazer xixi. Sentei com medo de aquilo escapar na hora, mas aguentou dentro. Quando entrei no quarto, o Anjo já estava tirando a calça. "Tira a roupa e veste o que eu deixei na cama." Tirei os sapatos e o vestido, e vesti uma camisola branca que estava em cima da cama, mal cobrindo minha bunda. O Anjo já estava deitado na cama, pelado, com uma mão no pau. Fez um sinal pra eu deitar do lado dele. Levou a outra mão direto pros meus peitos de silicone, apalpando. A outra mão agarrou meu pulso e colocou minha mão no pau dele. "Faz uma punheta pra mim." Segurei e comecei a masturbar ele na minha mão, sentindo ele crescendo e ficando duro. Ele parou de me tocar e ficou de barriga pra cima, passando um braço por baixo do meu pescoço. Uns dois minutos depois, ele me agarrou pelo ombro e puxou pra perto dele, colocando minha cabeça no peito dele. "Chupa." Levei a boca até o pau, rodeando a ponta com os lábios. Chupei a ponta por uns segundos e fui enfiando cada vez mais pra dentro. Pelo meu nariz entrou um cheiro que eu não tinha notado antes, era cheiro de macho, e em vez de sentir nojo, me excitou sentir aquilo. Me fez me entregar completamente ao boquete. O tempo que ele demorou pra gozar foi totalmente em silêncio, só ouvi gemidos e respiração ofegante. Quando terminei, ele me puxou pelo pescoço, me deixou deitada de barriga pra cima, sentou na cama, pegou um travesseiro e... Levanto a bunda e coloquei o travesseiro debaixo, passei a mão acariciando a barriga pra baixo, enfiou a mão por baixo da calcinha até a jaula. - Hummm, você tá com a calcinha molhadinha e a racha viscosa, isso eu gosto porque significa que você tá curtindo como uma boa slut. Tirei a mão e levei entre as pernas por cima, afastei a calcinha pro lado e de repente senti o consolo saindo e entrando de novo várias vezes, sentia uma sensação estranha de prazer mas suave, enfiou tudo e deixou lá dentro, pegou alguma coisa da gaveta e poucos segundos depois largou e puxou de uma vez a pica de borracha pra fora. - Vamos ver se você tá com a buceta bem dilatada. Deitou na cama e se meteu entre minhas pernas, senti medo naquele momento, sabia o que ia acontecer e não podia evitar, dizer que não queria não ia adiantar nada e resistir impossível nos braços dele, eu era só uma boneca fraca e frágil, senti a pica dele começando a entrar e não sei quanto tinha entrado. - Ahhhh, para, dói. - Relaxa, claro que dói, isso é uma pica de verdade. Tirou e enfiou de novo. - Não, não, aiiii, para, dói muito. - Eu sei, calma, daqui a pouco você vai estar pedindo pra eu não tirar. Continuou tirando um pouco e metendo entre minhas reclamações. - Já tá tudo dentro. Sentia pressão e dor ao mesmo tempo lá dentro, começou a me foder com movimentos suaves e lentos e foi acelerando aos poucos, a dor foi se misturando com sinais de prazer e fazendo eu soltar gemidinhos que foram aumentando. - Ahhhhh, ahhhh. - Isso aí, agora você gosta, aproveita, sua putinha. Sentia os ovos dele batendo em mim, enquanto eu gritava e gemia e ele aumentava a velocidade dos movimentos, senti uma sensação forte entre as pernas como se fosse mijar e gozei, pensei que ia desmaiar, até perdi a visão enquanto ele continuava sem parar e com a respiração cada vez mais ofegante por uns minutos. - Hummmm, vou gozar, ahhhhhh. Senti um calor de repente dentro de mim. Foi parando devagar até que tirou e ficou deitado entre minhas pernas. — Bufff, agora você já é toda uma mulher, te deixei prenha. Ficou assim por um minuto parado e saiu de cima de mim, ajeitou direitinho minha calcinha. — Vai lavar sua buceta antes de sujar a cama. Fui ao banheiro, a calcinha já estava manchada de sêmen, me lavei e voltei sem calcinha, coloquei uma limpa e me deitei na cama. — Vamos dormir, tenho que levantar às 7 e meia, nessa hora te acordo. Dormiu na hora, eu não sei quanto tempo demorei pra pegar no sono, mas acordei com o som do despertador. — Bom dia, levanta e prepara o café enquanto eu tomo um banho. Levantei, primeiro fui ao banheiro, sentei pra mijar e a calcinha estava manchada de sêmen e sangue. Ainda estava sentada quando ele entrou sem pedir permissão nem nada, pelado. Levantei com vergonha e lavei o rosto enquanto ele mijava de pé, e fui saindo. — Lava um pouco e troca essa calcinha, não seja promíscua. Me lavei no bidê e saí, coloquei outra calcinha e preparei o café. Daqui a pouco ele chegou e sentou pra tomar. — Daqui a pouco vou embora, você fica sozinha. Faz as tarefas de casa e umas 2 horas eu volto pra almoçar. Assim todo dia, depende do trabalho, tem tarde que volto pro escritório e outras não. Terminou de tomar o café, foi terminar de se arrumar enquanto eu lavava as xícaras. Estava secando as mãos. — Toñi, vem na sala. Saí da cozinha e ele estava me esperando sentado numa cadeira. — Vem cá. Fiquei do lado dele, ele me agarrou por trás e me forçou a deitar de bruços sobre o colo dele, levantou um pouco minha camisola e me deu 3 palmadas no rabo e me levantou. — Isso pra você não esquecer de ser boazinha e obediente. Em cima da cama deixei sua roupa. Levantou e foi embora. Fiquei ali um tempo parada olhando pra porta, depois fui pro quarto. Em cima da cama tinha um vestido vermelho e calcinha vermelha. Antes de me vestir, tinha que tomar banho, tava cheirando a suor, mas tinha um problema: não conseguia tirar a jaula. Tomei com ela mesmo, me enxuguei bem. e me vesti com o que ela tinha deixado, dessa vez era uma tanga e o vestido preto curtinho e saltos, tentei me maquiar mas foi um desastre, os olhos não sabia como fazer e a única coisa que ficou boa foram os lábios vermelhos. Depois arrumei a cama, limpei o banheiro, aspirei e passei pano no chão do apartamento e comecei a fazer um macarrão com atum, tinha a água no fogo pra ferver quando a campainha de baixo tocou, pensei que fosse o carteiro e não fui atender, mas tocou mais duas vezes e fui pegar o interfone. - Quem é? - Sou a Teresa, irmã do Ángel. Abri e ela subiu. - Oi, Toñi. - Oi, Teresa, seu irmão não está. - Vim te ver e vejo que precisa de ajuda com essa maquiagem, vamos arrumar isso. Ela entrou direto no quarto, eu segui, ela mandou eu sentar, falei que tinha a panela no fogo e ela foi lá e apagou, me desmaquiou e me maquiou de novo explicando o que fazia, quando terminou me ajudou com a comida e um tempo depois foi embora. Ángel chegou umas 2 horas, coloquei a comida na mesa e comemos, ele disse que à tarde não precisava voltar e que a gente ia sair pra fazer compras, tive que fazer o enema antes de sair pra colocar o consolo e saímos pra fazer a compra semanal no shopping, depois de colocar no carrinho o que ele escolheu de comida, me levou pra seção de roupas femininas. - Escolhe um par de calcinhas pra comprar pra você. Com vergonha entre as mulheres, escolhi duas calcinhas e depois ele me levou pra seção de sapatos, onde me fez comprar um par, e daí fomos pagar e pra casa, quando chegamos, por sorte, ele tirou o dildo. Todas as manhãs a Teresa vinha e me ensinava a me maquiar, à tarde o Ángel me levava pra passear uns dias com o dildo e outros sem, eu me esforçava pra andar de um jeito feminino, toda noite ele me comia e antes de ir trabalhar me dava três palmadas, pensei mais de um dia em fugir dali mas não tinha pra onde ir e minha única roupa era de mulher, assim passaram os dias e semanas, depois de dois meses ele arrumou um emprego pra mim numa loja de cosméticos, 6 horas por dia, Depende se eu vou de manhã ou à tarde, faço as tarefas de casa antes de ir ou depois. Já se passaram 6 meses e já me acostumei com essa rotina diária. Fim.
Comecei ouvindo com medo, vendo o rosto sério dele, falando sem levantar a voz mas com autoridade, e me ver agarrada assim por ele, tão pequena do lado dele, me sentia frágil e delicada, e comecei a ficar excitada. De repente, senti meu pau fazendo pressão em algo e levei a mão entre as pernas e toquei algo duro que não era meu pau. — O que você tá procurando aí? Já não está mais. Te excita, né? Se sentir dominada te faz sentir submissa, e a excitação te levou a se tocar. Então se toca nessa maravilha que coloquei em você, uma gaiola rosa com formato de buceta que esconde essa coisinha que você tem. Você vai usar sempre a partir de hoje, é feita pra mijar sem tirar e fazer sentada. Só vou tirar pra você se lavar. Agora me diz, você gosta, né? De ser assim submissa e me obedecer? — Sim. — Sabia. E por isso você não se dava bem com mulheres, elas te veem como mais uma, além da cara que fariam ao ver a bundinha minúscula de bebê que você tem. Agora que você já aceitou, é hora de ver todo o trabalho que a Sole fez, que vai te levar até um espelho.
Elas duas ficaram na minha frente o tempo todo, me levaram por um corredor, então vi um relógio e eram quase 6 da tarde, tinha ficado quase 8 horas inconsciente. Segui os passos delas com dificuldade pra andar de salto. Ela abriu uma porta e entramos num salão de beleza onde tinham feito a minha transformação. Me levaram na frente de um espelho onde o reflexo me mostrava uma garota loira de cabelo ondulado, sobrancelhas... Perfilada, olhos maquiados, lábios rosados, com um vestido rosa justo no corpo quase na altura da bunda, fiquei paralisada. — Gostou do seu novo visual, Toñi? — O que vocês fizeram, como vou voltar pra casa assim? Os vizinhos vão me ver, e assim vou procurar emprego? — Calma, não fica nervosa, os vizinhos não vão te ver muito, e sobre o emprego, já que você tá passando aperto e em breve não vai conseguir pagar o aluguel, você vai morar comigo a partir de hoje, sendo a mulher da casa. Mulher como antigamente, vai fazer todas as tarefas de casa, como era sua obrigação, e assim vai ganhar as calcinhas que vai usar. — Eu não quero isso, preciso de um emprego, tenho contas pra pagar. — Você não decide o que quer, quem decide sou eu, entendeu? — disse ele, levantando um pouco a voz com autoridade. Senti uma mistura de medo e excitação ao mesmo tempo, e deu vontade de fazer xixi. — Sim. — Assim, boazinha. — Preciso ir ao banheiro. Sole me indicou onde era. Entrei, levantei o vestido, estava usando umas calcinhas rosas de renda, abaixei elas e então vi aquele aparelho que prendia meu pau e formava uma espécie de vulva com uma fenda no meio. Mesmo estando sozinha, me senti envergonhada por ter que sentar como uma mulher. Senti a urina saindo enquanto via as calcinhas na altura dos joelhos com uma mancha molhada. A situação me excitou tanto que eu as molhei sem nem me tocar. Saí do banheiro e elas estavam me esperando pra sair da sala e entramos na casa da Sole. — Já volto, vou pegar uns sacos de roupa que não uso, ia doar, e a Toñi vai poder aproveitar, temos tamanho parecido. Voltou em poucos minutos com três sacos cheios de roupa. — Sole, obrigada por tudo. É hora de ir, quero mostrar a nova casa pra Toñi. Nos despedimos e, quando fui sair na rua, um pânico terrível me tomou. — Não posso sair assim na rua, tenho muita vergonha, vão ver que sou um homem. Ángel me puxou pelo braço e me apertou contra ele. — Você vai ter que se acostumar a sair assim. O trajeto andando até O carro ficou muito grande pra mim andando com dificuldade nos saltos, Miriam de um lado e eu no meio dos dois com o Ángel, que me segurava agarrada na altura da bunda, colada nele. Quando chegamos no carro, dessa vez ele me fez sentar na frente. O vestido tão curto deixava a calcinha à mostra, e eu coloquei as mãos na frente. Assim que começou a dirigir, ele trocava de marcha e colocava a mão direita numa das minhas pernas. Levamos a Miriam no apartamento dela e depois ele me levou no dele. Assim que abriu a porta: — Bem-vinda ao seu novo lar, Toñi. — Eu não quero vir morar aqui, tenho meu apartamento e quero encontrar um trabalho. — Você vai morar aqui porque eu estou mandando, e trabalho? Assim feminizada como você está, acha que vai encontrar alguma coisa? A não ser que arrume uma esquina e trabalhe como uma puta. Quer isso, né? Pois então vai fazer o que eu mandar. Ficou claro? Ele falou sem gritar, mas com autoridade, enquanto eu ouvia parada na porta com as sacolas que a Sole tinha me dado nas mãos. — Sim. — Entra que vou te mostrar o apartamento. Primeiro, depois da entrada com um pequeno hall, tinha a sala de jantar, à direita a cozinha, um corredor, a primeira porta era o lavabo, na frente um quarto pequeno e no fundo o quarto de casal, com cama grande, uma cômoda com espelho em cima, dois criados-mudos de cada lado da cama e um armário que ocupava a parede inteira. — Isso é tudo, é pequeno mas é muito bom. Deixa as sacolas em cima da cama. Eu durmo deste lado e você do outro. Deste lado do armário está minha roupa, e do outro você vai colocar a sua. Ali tem algumas coisas que minhas ex deixaram, e você pode aproveitar alguma coisa. E nas gavetas do criado-mudo tem calcinhas, sutiãs e meias, isso você pode aproveitar tudo. Vamos pra sala que vou explicar as regras que você precisa seguir. Ele parou no meio da sala, se virou e ficou de frente pra mim, a pouco mais de um palmo de distância. — Este é meu apartamento e aqui quem manda sou eu, e você obedece. Sempre vou te tratar com respeito, mas se você se comportar mal, vou ser duro com você. Sua função é fácil. Você deve manter o chão limpo, cozinhar e dar conta na cama, não peço mais nada, consegue fazer isso. - Sim. - Boa garota, assim que eu gosto. Hoje a gente janta aqui e você vai preparar a janta na cozinha, tem de tudo pra escolher, mas ainda é cedo pra preparar e a gente precisa matar o tempo com alguma coisa, e que melhor jeito do que te manter entretida me fazendo um boquete? Fica de joelhos. Não sei que poder o Anjo tinha sobre mim, mas sem dizer nada, me ajoelhei na frente dele. Ele desabotoou a calça, tirou a pica pra fora, chegou mais perto de mim segurando ela na mão e colocou roçando nos meus lábios, que se abriram começando a chupar a ponta. Ele tirou a mão e levou até minha cabeça, acariciando meu cabelo. - Assim é uma boa garota, como tem que ser, de joelhos aproveitando a pica do seu macho. Olha nos meus olhos. Isso, continua, você tá fazendo muito bem, minha loira. Seu cabelo ficou muito bonito, faz seus olhos azuis se destacarem, esses lábios rosados rodeando minha pica com cara de puta. Me deixa louco ver vocês assim, submissas, obedientes. Não me enganei com você no primeiro dia que te vi, sabia que você seria minha puta, e foi assim. Ele parou de falar, mas sem tirar a mão da minha cabeça, e eu continuei chupando até que de repente ele soltou um grunhido, despejando uma gozada imensa na minha boca que eu não consegui engolir e escorreu pelos cantos dos lábios enquanto ele empurrava minha cabeça, impedindo que eu tirasse a boca. Ele soltou mais algumas, eu não conseguia respirar e pensei que ia me afogar até que ele tirou a pica da minha boca. - Levanta. Eu fiquei de pé e parei na frente dele, sem dizer nada. Ele passou um dedo do meu pescoço pra cima e mostrou pra mim cheio de porra. - Você é muito boa com a boca, mas ainda tem que aprender: minha porra não se desperdiça, chupa meu dedo. Chupei, recolhendo a porra que tinha nele, e ele passou de novo, juntando mais. - Você gosta, né? Ainda tem mais, toma, chupa. Assim, boa puta. Ele foi juntando tudo e levando até minha boca em silêncio, me encarando fixamente até um momento depois da gozada. - Acabou, já. Só mais uma coisa pra você ver que não Diferença. Levanta o vestido e abaixa a calcinha um pouco. Levantei o vestido um pouco e abaixei a calcinha até a metade da coxa, dei um passo para trás e ele ficou me olhando. — Gaiola bonita, né? Vê a diferença entre você e eu? Agora você tem uma racha entre as pernas e eu tenho um belo pau. Já pode subir a calcinha e ir pra cozinha preparar o jantar. — Posso ir no banheiro primeiro? — Pode. No banheiro, levantei o vestido, abaixei um pouco a calcinha e sentei pela segunda vez como as mulheres fazem xixi. Saí e fui pra cozinha, abri a geladeira pra ver o que tinha. Na prateleira de cima tinha embutidos e queijo, na seguinte peito de frango, lombo e bife de alcatra, mais embaixo alface e vários legumes, algumas cervejas e um par de garrafas de vinho. Depois olhei nos armários, onde tinha potes de leguminosas, latas variadas, e aí vi o creme de leite pra cozinhar e já soube o que faria pro jantar. Na geladeira tinha queijo roquefort. Faria bife de alcatra com molho roquefort. Peguei os ingredientes que precisava, uma frigideira e uma panela. Olhei no congelador e, por sorte, tinha batata frita pra acompanhar junto com uma salada. Preparei tudo em pouco mais de 30 minutos. — O jantar tá pronto, só falta pôr a mesa. — Naquela gaveta tem toalhas de mesa. Peguei uma, coloquei e fui atrás dos talheres. — Onde o senhor vai sentar? — Meu lugar é aqui e o seu é na frente, que fica mais perto da cozinha. Levei o jantar pra mesa e, enquanto fazia isso, percebi que não tinha pensado na bebida. — O que o senhor quer beber? — Vinho. Vamos beber vinho pra celebrar essa nova fase que estamos começando. — Eu prefiro água. — Hoje você vai beber vinho. Peguei uma garrafa da geladeira e levei pra mesa. — Naquela gaveta tem um abridor, pega ele e abre. Peguei e fiquei olhando pra ele. — Nunca abri uma garrafa de vinho, não sei como faz. — Traz aqui que vou te ensinar. Ele abriu a garrafa me mostrando como se fazia e serviu os copos ele mesmo. — Antes de começar, vamos brindar. Batemos os copos e eu dei um gole que me soube a... raios, começamos a jantar e ele foi me obrigando a beber durante a ceia. Quando gozei, me senti meio tonta, depois do jantar. — Gostei muito da ceia, parabéns. Agora recolhe e limpa tudo sem perder tempo, que vamos sair pra tomar umas. Meia hora depois já estávamos no carro e, embora ele não tenha me dito nada, pelo caminho que pegou eu soube que íamos pro bar da Miriam. Ele estacionou a poucos minutos do bar, e na rua me levava agarrada com a mão na minha bunda. Ao entrar no bar, a Miriam saiu do balcão e nos cumprimentou com dois beijos em cada um. O bar estava mais cheio que nas outras noites. — Põe dois rum com coca pra gente, Booty, que estamos em clima de comemoração e hoje a Toñi vai beber um pouco. Depois de conversar um tempinho com a Miriam. — Porra, a bebida... vou te apresentar uns amigos. Ele me levou agarrada até uma mesa no fundo, onde tinham 4 homens jogando pôquer. Ficamos um tempo parados em silêncio enquanto eles jogavam uma mão. — Oi, posso me juntar a vocês? — Claro que sim, Ángel. Ele apertou a mão de todos. — Apresento a Toñi, minha mina. Todos me cumprimentaram sem se levantar da mesa. Ángel pegou uma cadeira e sentou com eles. — Você fica aqui do meu lado, em pé e quietinha, pra ver se me dá sorte. Ele começou a jogar pôquer com eles. Eu não entendo muito, mas eles jogavam grana alta. — Ángel, você não tinha dito que não queria namorada? — É recente. Lembram que eu contei que conheci um cara que tava desiludido com mulher? É ele. — Você e suas loucuras com travestis. — Já sabe, é o que eu gosto. Mas essa é especial, tô moldando ela do meu jeito. Faz só um mês que era um moleque perdido e olha ela agora, já tá bem feminizada. Eu escutava em silêncio, em pé, com uma mão dele que às vezes subia pelas minhas pernas até a bunda. Depois de um bom tempo, bateu vontade de mijar. — Com licença, preciso ir ao banheiro. — Tá bom, quando voltar, pede pra Miriam servir uns drinques pra nós seis. — Eu não quero mais. — É uma noite especial, toma o último. No caminho pro banheiro, eu pedi. Ao chegar no banheiro, abri a porta do masculino pra entrar e dei de cara com um cara saindo. — Se enganou, o feminino é aquele ali na frente. — Desculpa. Entrei no feminino, era diferente do outro que eu já tinha entrado outro dia, tava mais limpo e cheirava melhor. Depois voltei pra mesa e na hora chegou a Miriam com os cubas-libre, eu já tava meio tonta e com essa bebida fiquei bêbada. Ela me deixou lá em pé por mais uma hora, calada, remoendo na cabeça como tinha chegado naquilo. Pararam de jogar, se despediram e na volta pro carro eu tinha que me segurar bem nele porque tava caindo. O caminho pra casa em silêncio, enquanto minha cabeça continuava girando tudo. Subimos pro apartamento e, assim que entramos, ele parou na minha frente. — Pronta pra passar a primeira noite comigo? Acho que foi o álcool e o caos na minha cabeça que me deram coragem. — Não, não quero mais isso, me leva pra minha casa. — falei, levantando um pouco a voz. Ele me encarou sério e me deu um tapa na cara, com autoridade. — Você não vai a lugar nenhum, entendeu? E me deu outro. Isso mudou minha atitude na hora, a voz autoritária dele me fazia sentir submissa. — Sim. — Assim que eu gosto, fica de joelhos agora. Me ajoelhei, ele puxou a rola pra fora. — Me diz o que é isso que eu tô esfregando na sua cara. — Uma rola. — Muito bem, garota esperta. Agora enfia as mãos na calcinha e me diz o que você tem. — Uma jaula de castidade. — Sim, é verdade, mas isso é a sua buceta. Vamos lá, me diz o que você tem entre as pernas. — Uma buceta. — Boa garota. Abre a boquinha e satisfaz o seu macho. Comecei a chupar ele, ele acariciava minha cabeça. — Isso, boa garota, obediente e submissa, mmmm, chupa, puta. Não sei quanto tempo fiquei chupando, pareceu uma eternidade até ele gozar. — Delicioso, puta. Vamos pra cama. Entramos no quarto. — Debaixo do travesseiro deixei algo pra você dormir. Levantei um pouco o travesseiro e peguei um babydoll rosa de renda. Fiquei parada na frente da cama, com vergonha de tirar a roupa na frente dele, que já tava meio pelado. — Anda. que espera, acorda. Sentei na cama, tirei os sapatos, depois o vestido e coloquei o babydoll. Tinha duas tiras finas nos ombros, ficava justo no peito e na cintura, e mal cobria a calcinha, que aparecia por baixo do tecido. — Deixa eu ver como ficou em você, hummmm, ficou perfeito. Vira pra eu te ver por trás, você tá linda, não me enganei com você, tem corpo de mulher e uma bunda gostosa. Hora de ir pra cama. Deitamos e nos cobrimos com o lençol. Eu tava nervosa e virei de costas pra ele. Ele apagou a luz e ficou de barriga pra cima. Passou a mão na minha bunda e começou a acariciar. Fiquei tensa, esperando o pior, mas ele tirou a mão. — Boa noite, Toñi. Descansa. — Boa noite. Ele dormiu rápido, enquanto eu não conseguia pegar no sono. Umas horas depois, levantei pra ir ao banheiro. Depois de mijar, fiquei me olhando no espelho, que refletia a imagem de uma loira de cabelo cacheado, usando um babydoll rosa transparente e calcinha. Voltei pra cama e, sem perceber, acabei dormindo. Acordei sentindo uma mão tocando minha bunda. — Bom dia, gostosa. Hora de acordar, temos muita coisa pra fazer. — Hummm, bom dia. Virei pra ele, ele me segurou pela cintura, fiquei de lado, e ele virou de barriga pra cima. A primeira coisa que vi foi o rosto dele na minha frente, e a próxima foi uma das mãos dele segurando o pau duro, completamente pelado. — O melhor jeito de começar o dia é levando um boquete gostoso. Ele empurrou minha cabeça pra baixo até chegar no pau. Me deixei levar, sem resistir, e comecei a chupar. — Isso, que gostoso. Assim a gente começa o dia com energia. Mmmmm, sim, coloca ele todo na boca. Isso, que putinha você é. Enquanto eu chupava, ele ficava acariciando minha bunda. Não demorou muito pra ele gozar. Me fez limpar bem ele. — Você se comportou muito bem, putinha minha. Agora vai preparar o café enquanto eu tomo um banho. Levantei, fui primeiro ao banheiro. Quando sentei pra fazer xixi, vi que a calcinha tinha resto de porra. Tinha me Corri sem perceber e já estava com a calcinha molhada, limpei com papel, saí do banheiro e ele esperava na porta pra entrar. Preparei o café e tive que esperar uns minutos até ele vir, tomamos na cozinha, lavei os copos enquanto ele continuava sentado me observando, só de olhar. — Vai tomar um banho, em cima da cama deixei uma toalha e a roupa pra hoje e o kit de maquiagem pra você ficar gostosa. — Não sei me maquiar. — É verdade, não tinha pensado nisso. Toma banho, se veste e agora eu resolvo. Fui pro quarto e em cima da cama tinha uma calcinha com sutiã branco de renda, um vestido curto branco e, aos pés da cama, saltos brancos. Peguei tudo e ia sair do quarto quando ele entrou. — Deixa a roupa na cama que esqueci de tirar a gaiola, abaixa a calcinha. Abaixei e enquanto ele tirava, senti muita vergonha. — Leva pro lavabo e limpa bem. Quando terminar de tomar banho, me avisa e espera só de calcinha até eu ir colocar de novo. Tomei banho sem lavar o cabelo, estava me secando quando a campainha tocou. Coloquei a calcinha e chamei ele, demorou uns dois minutos pra vir, ouvia ele conversando com uma garota. Veio, colocou a gaiola de volta e saiu dizendo pra eu me apressar pra me vestir que ele esperava no comedor. Coloquei os peitos, o sutiã e o vestido, que foi difícil subir o zíper nas costas, uma tira branca em cada ombro que descia até a altura do peito cobrindo em linha reta e uma abertura no meio até a parte de baixo dos peitos, ficava totalmente justo na barriga e na bunda, cobrindo até a metade da coxa, justo nelas e mantendo as pernas juntas. Calcei os sapatos, o salto não era muito alto, mas era fino e deixava a ponta dos dedos à mostra. Saí do banheiro e, ao entrar no comedor, estavam ele e uma garota quase tão alta quanto ele. — Ahh, olha só, minha garota chegou. Toñi, te apresento minha irmã mais nova, Teresa. Ela vai vai ajudar com a maquiagem. - Oi Toñi, prazer. - oi Teresa. Ela se aproximou de mim e me deu dois beijos. - bem, meninas, não percam tempo, no quarto você tem tudo que precisa, Teresa. - vamos, Toñi. Ela foi na frente, eu a segui, ela me fez sentar na frente do penteadeira e começou a me maquiar, e enquanto fazia isso, ia me explicando como fazer e que tinha combinado com o irmão dela que nos próximos dias ele viria me ensinar enquanto ele estivesse fora trabalhando. - Pronto, você está pronta. Saímos do quarto. - Já terminamos, já deixei ela bonita. - obrigado, irmãzinha. Ela se despediu e foi embora. - Toñi, temos muitas coisas pra fazer, pega as chaves do teu apartamento que vamos buscar suas coisas, mas só o necessário que você precisar. - não posso ir pro meu apartamento assim, agora alguém pode me ver. - aqui quem decide o que fazer sou eu, e você vai assim pra ficar claro. - sim. De carro fomos até meu apartamento, por sorte não cruzei com ninguém conhecido ao entrar. - só pega o necessário, nada de roupa, você não vai precisar, só as calcinhas que te dei, isso sim precisa, o notebook, a TV que vejo que é boa, documentos importantes. Comecei a catar as coisas e numa mala coloquei o notebook, uma caixinha de joias com coisas de ouro e prata, uns dois livros junto com as calcinhas. - o apartamento, quem te aluga? - Aurora, a vizinha de baixo. - chama ela pra ver se está e pede pra ela vir, e você diz que vai largar o apartamento. - quê? Não, isso não, não vou fazer isso, ela não pode me ver assim. - você vai ligar pra ela. - não vou fazer isso. - vai sim, você vai obedecer na hora. Ela me agarrou pelo braço puxando, pegou uma cadeira, sentou, tentei resistir mas minha força comparada com a dela não deixou, ela me virou, me colocou sobre as pernas dela, levantou meu vestido e me deu 3 palmadas na bunda por cima da calcinha. - agora você vai obedecer. - não quero que ela me veja assim. Sem dizer nada, ela abaixou um pouco minha calcinha e me deu mais 3. - você vai obedecer. - sim, vou. - assim que eu gosto, boa menina, sabia que umas palmadas iam te fazer obedecer. obediente. Levantei e fiquei de pé com a bunda de fora e o vestido levantado, arrumei direitinho a calcinha e abaixei o vestido. Ele já estava com meu celular na mão, me oferecendo. — Liga pra ela. Aurora é uma mulher de uns 50 anos, divorciada, dona de uma empresa de serigrafia e o prédio onde eu moro é todo dela — são 6 apartamentos, num mora ela e os outros ela aluga. Liguei e ela disse que já subia. Mal 5 minutos depois, a campainha tocou. — Já chegou, vai abrir pra ela. Os meros 6 metros que me separavam da porta fizeram meu rosto queimar de vergonha e ficar vermelho. Abri a porta. — Oi, vim ver o Tony, que me ligou. — Pode entrar, dona Aurora — falei com a voz embargada. Ela parou, me olhando incrédula. — Tony, o que você está fazendo vestido assim? — Pode entrar, dona Aurora, a gente já explica — disse o Ángel. Ela entrou e o Ángel se apresentou. — Expliquem o que está rolando aqui, porque não tô entendendo nada. — Fala pra ela por que você ligou. — Dona Aurora, liguei porque vou sair do apartamento hoje mesmo. — Por quê? E o que você está fazendo vestido assim? — Ele vai morar comigo, sou parceiro dele. — Não acredito, não sabia que você era gay. — Não é bem isso. A Toñi se sente mulher, por isso tá vestida assim. — Não esperava por isso, nunca vi ele sair vestido de mulher. — Nunca saía assim vestida. Aqui em casa, só usava calcinha. A Toñi é muito reservada e se vestia na minha casa, onde vive como mulher. — Bom, não sei o que dizer, mas fico feliz por vocês. E me dá pena que ele vá embora do apartamento, nunca deu problema, sempre muito respeitoso e, como você disse, reservado. Gosto muito dele. — Foi um prazer conhecê-la. A Toñi já juntou as coisas dela e pode te entregar as chaves. Aqui ficou roupa e algumas coisas, vou mandar uma empresa de mudanças buscar tudo. Depois me diz que dia é melhor pra você. — Não precisa, obrigada. Eu mesma cuido disso e levo as roupas pra paróquia, que vai fazer bem pra outras pessoas. — Acho uma boa ideia. Toñi, entrega as chaves, se despede e vamos nessa. Vamos. A gente se despediu e saiu do apartamento — ele levando a TV e eu minha mala. No caminho pra casa dele, a gente parou e desceu pra comprar comida pronta, porque ele disse que já era tarde pra cozinhar. Daí fomos pro apartamento dele. — Leva a comida pra cozinha, deixa a mala no quarto e volta logo pra arrumar a mesa pra gente comer. Uns minutos depois, eu já tava colocando a toalha na mesa, os talheres e servindo a comida. A gente comeu sem falar nada — o Ángel era de pouca conversa e eu, menos ainda. — Lava a louça e depois a gente vai arrumar suas roupas. Quero ver o que a Sole te deu e você provar pra ver como fica. Assim que entrei no quarto: — Primeiro, coloca as calcinhas que você trouxe na gaveta junto com as outras. Depois a gente vê o que a Sole te deu. Peguei as sacolas da Sole e ele sentou numa cadeira no fundo do quarto, enquanto eu arrumava as calcinhas. — Fica aqui na minha frente e tira o vestido. Com dificuldade, abaixei o zíper e fiquei de lingerie na frente dele. Ele enfiou a mão numa das sacolas, tirou uma minissaia preta e me deu pra eu provar. E foi assim, tirando peça por peça: minissaias, vestidos, blusas, camisetas e uns shorts e calças que ele não mandou eu provar, deixando de lado e me dizendo que calça é coisa de homem e saia, de mulher. Depois de provar tudo e ficar em cima da cama: — Fica tudo bem em você. Agora veste o vestido que você tava usando e guarda tudo direitinho no armário. Você tem roupa suficiente por enquanto pra cada dia. Nos próximos dias, a gente vai dar uma olhada nas roupas que já estão guardadas lá. Guardei tudo no armário enquanto ele saía do quarto e voltava uns minutos depois com uma sacola na mão, sentando de novo enquanto eu terminava. — Fica na minha frente. Vou te mostrar uma coisa e ensinar pra que serve e como funciona. Ele tirou uma caixa da sacola e o que tinha dentro. — Isso é uma pera pra fazer limpeza interna. Enche de água, coloca esse tubo lá dentro e aperta a pera. Te enche por dentro e depois você tem que expelir, e vai deixar sua buceta limpinha e arrumadinha como você deve sempre manter. E agora você vai fazer sua primeira limpeza. Eu ouvi o que ele dizia com espanto e paralisada. — Isso não, por ali não vou meter nada, dessa vez me recuso firmemente. Me virei para sair irritada do quarto, mas ele se levantou, me pegou pelo braço e me sentou de novo, me colocando de bruços sobre os joelhos dele, levantou minha saia e me deu a primeira palmada. — Você vai fazer. — Não. Outra palmada, e outra pergunta, e uma terceira negativa, ele me deu mais uma. — Sabe, me excita muito bater numa putinha desobediente de calcinha fofa. Ele continuou me dando até chegar a dez sem dizer nada, enquanto eu levava cada uma e soltava gemidos de dor. Me ver humilhada daquele jeito, cada tapa que ele me dava começava a me excitar cada vez mais. No décimo tapa, ele parou. — Você vai fazer. — Sim, vou fazer o que você mandar. — Assim que eu gosto, garota boazinha. Umas palmadas na bunda sempre dão resultado. Vamos ao banheiro que eu te ensino como fazer. Já dentro do banheiro. — Vamos começar. Levanta o vestido, abaixa a calcinha e se apoia na pia. Ele encheu a pera de água e me introduziu, explicando o que estava fazendo. Comecei a sentir aquilo preenchendo meu interior. — Agora, quando eu tirar, você tem que segurar uns 10 minutos sem expelir. Ele tirou, a sensação era desconfortável, me sentia cheia. Passei os minutos em pé, com a bunda de fora e a calcinha nos tornozelos, fazendo força pra não soltar. — Já deu tempo. Senta no vaso e expulsa. Sentei e, assim que fiz isso, soltei tudo que tinha dentro. — Agora você tá limpa por dentro. Isso você vai fazer todo dia. Agora lava bem essa buceta e vem pro quarto. Me lavei bem e fui pro quarto. O Anjo estava sentado na cama. — Deita na cama de bruços. Deitei. Ele continuou sentado, virou um pouco o corpo e colocou uma mão na minha cabeça. — Agora quero que você relaxe. Ele desceu a mão pelas costas fazendo carinho, contornou a bunda pela lateral, descendo a mão pelas pernas que eu mantinha juntas até os pés. Tornozelos pra começar a subir agora com a mão entre minhas pernas, paro quando chego acima dos joelhos. - Abre as pernas. Abri um pouco. - Mais, bem aberta de pernas. Abri mais, subiu pela coxa até a bunda por cima do vestido, acaricia um momento, ainda doía das palmadas, levantou meu vestido enfiando a mão por baixo, continuou acariciando por cima da calcinha um tempo, virou um pouco mais levando a outra mão e com as duas baixou minha calcinha até o meio da coxa, deixando esticada, levou as duas mãos pra cada uma das minhas nádegas e me deu uns apertos que me fizeram soltar gemidos de dor. - Deixei bem vermelho, tá doendo, né? - Sim. - Essas são as consequências de não ser boazinha e obediente. Parou de me tocar e virou pro outro lado, abriu a gaveta da mesinha e tirou algo que não consegui ver, virou de novo e uns segundos depois levou uma mão na bunda enfiando os dedos na racha, senti algo fresco naquele momento, virou de novo e foi buscar na gaveta de novo, tirando algo que também não consegui ver o que era. - Fecha os olhos e não abre até eu mandar. Fechei os olhos e em segundos algo deslizou pelos meus lábios pra um lado e pro outro várias vezes até parar no meio. - Abre a boca e chupa. Quando entrou na boca e chupei a ponta, senti uma textura macia, ao entrar mais na boca, soube que era um consolo de borracha, ele meteu e tirou umas 5 ou 6 vezes e tirou da minha boca. - Já pode abrir os olhos. Na minha frente tinha um consolo de borracha rosa. - É pra você, pra dilatar essa bucetinha apertada, cê gostou? Demorei uns segundos pra responder, pensei em reclamar e recusar, mas minha bunda não tava em condições de levar mais palmadas que eu teria levado e acabaria de qualquer jeito com a piroca de borracha enfiada dentro. - Sim. Com a outra mão pegou algo em cima da cama, era a primeira coisa que tinha tirado da gaveta, quando colocou na frente do meu rosto vi que era um tubo de lubrificante, colocou um pouco no consolo e o Ele esfregou em mim. - Você está preparada? Seu brinquedo já está pronto. Embora não estivesse preparada, na verdade estava aterrorizada, respondi com a voz apagada. - Sim. - Vamos nessa. Senti uma mão abrindo minha bunda e, em seguida, aquilo fazendo pressão no meu buraco, fiquei tensa de repente. - Relaxa, não fica tensa que vai doer. Respirei fundo tentando relaxar, mas cada vez que sentia aquela pressão abrindo caminho, me tensionava. Ele percebia, parava e voltava atrás. Isso se repetiu algumas vezes até que senti de novo entrando um pouco e saindo um pouco, assim várias vezes, e cada vez sentia mais pra dentro. Não sentia dor, só pressão lá dentro. - Já entrou tudo. Custou pra meter os 15 cm, mas entraram. Ele tirou e meteu algumas vezes, parou deixando dentro, subiu minha calcinha. - Levanta, arruma bem o vestido que vamos sair pra passear e tomar algo. - Assim? Não vou conseguir andar com isso dentro. - Claro que vai, e depois te explico pra que vai servir andar assim. Ao sentar na cama pra levantar, senti aquilo afundar mais pra dentro. Fiquei de pé, a pressão que sentia lá dentro fez meus pés se afastarem meio metro, abrindo minhas pernas. Ajeitei bem a calcinha, abaixei o vestido que se ajustou nas coxas, juntando as pernas e sentindo ainda mais o consolo dentro. - Vamos, bora. Comecei a andar pelo chão desajeitada, sentindo aquilo dentro junto com os saltos e o vestido bem justo nas coxas. Saímos do apartamento, eu ia desconfortável andando na rua. Ele andava um metro na frente e eu o seguia desajeitada até chegar no carro. Ao sentar, o vestido apertava ainda mais e a pica me pressionava mais ainda. Ele saiu em direção ao bar da Miriam, passou na frente sem estacionar nas vagas livres que tinham, passou reto e, uns quilômetros depois, estacionou. Saímos do carro e ele começou a andar na minha frente. No começo, eu andava desajeitada atrás dele, e alguns metros adiante foi normalizando. Ele não andava rápido, mas eu era incapaz de alcançar ele, eu ficava virando a cabeça e me olhava no meio do caminho até o bar, ele diminuiu o passo e eu me coloquei na altura dele, mas ele mandou eu passar na frente. Andei uns 100 metros na frente, ele se colocou do meu lado, passou o braço por trás e colocou a mão na minha bunda. — Vou te explicar a importância de eu ter te feito sair assim. Se você percebeu, eu não andava rápido, mas dava passos largos, e você não conseguia ficar na minha altura. Ficar com o dildo enfiado na buceta andando de salto faz você dar passos mais curtos, mais femininos, e ao mesmo tempo faz você rebolar o rabo a cada passo. E eu quero que você aprenda a andar assim sem ele. No próximo dia, você vai sair sem ele, e se não fizer direito, no dia seguinte vai sair com ele. Assim até você andar do jeito que eu gosto que uma mulher ande. Chegamos no bar, não tinha ninguém lá dentro. Miriam saiu de trás do balcão, nos cumprimentou, e o Ángel pediu cuba-libre para os dois. Eu tava com mais vontade de um suco de laranja ou uma Coca Booty, mas não falei nada. Em pé na frente do balcão, o Ángel começou a conversar com a Miriam. Contou que eu já morava com ele, meu castigo por desobedecer e como ele tinha me obrigado a sair. Eu escutava em silêncio. Depois falaram de várias outras coisas. Já eram quase 9 horas e desde que a gente chegou não tinha entrado ninguém. — Ángel, que tal se eu fechar o bar? Acho que não vem mais ninguém, a tarde foi muito fraca. Vou preparar uns petiscos e convidar vocês pra jantar. — Acho uma boa. — Então vou fechar a persiana e preparar as coisas. — Eu fecho a persiana, você vai preparar os petiscos e a Toñi te ajuda. — Tá bom, vamos, Toñi. Eu segui ela até a cozinha, que ficava atrás do balcão. Ajudei cortando queijo e fuet enquanto ela preparava umas batatas bravas, lulas e mais algumas coisas. Colocamos tudo numa mesa e sentamos pra jantar. Na hora, senti de novo aquilo se enterrando dentro de mim. Durante o jantar, eles não pararam de conversar enquanto eu escutava em silêncio. No fim da janta, a Miriam foi fazer café pra eles, eu não quis tomar. — Como assim não quer café? Você pode tirar a mesa e lavar tudo pra Miriam, assim você agradece ela pelo jantar. Enquanto eu arrumava e limpava, eles continuavam sentados conversando. Terminei e voltei pra mesa com eles, me sentei e eles continuaram falando como se eu fosse invisível por um bom tempo, até que o Anjo olhou pro relógio. "Que horas são, amanhã eu trabalho, a gente já vai." Levantamos, nos despedimos e fomos pro carro. Ele me agarrou por trás como sempre, com a mão na minha bunda, e eu andei de passinhos curtos do lado dele, com dificuldade pra acompanhar o ritmo. Chegamos no apartamento e fui direto fazer xixi. Sentei com medo de aquilo escapar na hora, mas aguentou dentro. Quando entrei no quarto, o Anjo já estava tirando a calça. "Tira a roupa e veste o que eu deixei na cama." Tirei os sapatos e o vestido, e vesti uma camisola branca que estava em cima da cama, mal cobrindo minha bunda. O Anjo já estava deitado na cama, pelado, com uma mão no pau. Fez um sinal pra eu deitar do lado dele. Levou a outra mão direto pros meus peitos de silicone, apalpando. A outra mão agarrou meu pulso e colocou minha mão no pau dele. "Faz uma punheta pra mim." Segurei e comecei a masturbar ele na minha mão, sentindo ele crescendo e ficando duro. Ele parou de me tocar e ficou de barriga pra cima, passando um braço por baixo do meu pescoço. Uns dois minutos depois, ele me agarrou pelo ombro e puxou pra perto dele, colocando minha cabeça no peito dele. "Chupa." Levei a boca até o pau, rodeando a ponta com os lábios. Chupei a ponta por uns segundos e fui enfiando cada vez mais pra dentro. Pelo meu nariz entrou um cheiro que eu não tinha notado antes, era cheiro de macho, e em vez de sentir nojo, me excitou sentir aquilo. Me fez me entregar completamente ao boquete. O tempo que ele demorou pra gozar foi totalmente em silêncio, só ouvi gemidos e respiração ofegante. Quando terminei, ele me puxou pelo pescoço, me deixou deitada de barriga pra cima, sentou na cama, pegou um travesseiro e... Levanto a bunda e coloquei o travesseiro debaixo, passei a mão acariciando a barriga pra baixo, enfiou a mão por baixo da calcinha até a jaula. - Hummm, você tá com a calcinha molhadinha e a racha viscosa, isso eu gosto porque significa que você tá curtindo como uma boa slut. Tirei a mão e levei entre as pernas por cima, afastei a calcinha pro lado e de repente senti o consolo saindo e entrando de novo várias vezes, sentia uma sensação estranha de prazer mas suave, enfiou tudo e deixou lá dentro, pegou alguma coisa da gaveta e poucos segundos depois largou e puxou de uma vez a pica de borracha pra fora. - Vamos ver se você tá com a buceta bem dilatada. Deitou na cama e se meteu entre minhas pernas, senti medo naquele momento, sabia o que ia acontecer e não podia evitar, dizer que não queria não ia adiantar nada e resistir impossível nos braços dele, eu era só uma boneca fraca e frágil, senti a pica dele começando a entrar e não sei quanto tinha entrado. - Ahhhh, para, dói. - Relaxa, claro que dói, isso é uma pica de verdade. Tirou e enfiou de novo. - Não, não, aiiii, para, dói muito. - Eu sei, calma, daqui a pouco você vai estar pedindo pra eu não tirar. Continuou tirando um pouco e metendo entre minhas reclamações. - Já tá tudo dentro. Sentia pressão e dor ao mesmo tempo lá dentro, começou a me foder com movimentos suaves e lentos e foi acelerando aos poucos, a dor foi se misturando com sinais de prazer e fazendo eu soltar gemidinhos que foram aumentando. - Ahhhhh, ahhhh. - Isso aí, agora você gosta, aproveita, sua putinha. Sentia os ovos dele batendo em mim, enquanto eu gritava e gemia e ele aumentava a velocidade dos movimentos, senti uma sensação forte entre as pernas como se fosse mijar e gozei, pensei que ia desmaiar, até perdi a visão enquanto ele continuava sem parar e com a respiração cada vez mais ofegante por uns minutos. - Hummmm, vou gozar, ahhhhhh. Senti um calor de repente dentro de mim. Foi parando devagar até que tirou e ficou deitado entre minhas pernas. — Bufff, agora você já é toda uma mulher, te deixei prenha. Ficou assim por um minuto parado e saiu de cima de mim, ajeitou direitinho minha calcinha. — Vai lavar sua buceta antes de sujar a cama. Fui ao banheiro, a calcinha já estava manchada de sêmen, me lavei e voltei sem calcinha, coloquei uma limpa e me deitei na cama. — Vamos dormir, tenho que levantar às 7 e meia, nessa hora te acordo. Dormiu na hora, eu não sei quanto tempo demorei pra pegar no sono, mas acordei com o som do despertador. — Bom dia, levanta e prepara o café enquanto eu tomo um banho. Levantei, primeiro fui ao banheiro, sentei pra mijar e a calcinha estava manchada de sêmen e sangue. Ainda estava sentada quando ele entrou sem pedir permissão nem nada, pelado. Levantei com vergonha e lavei o rosto enquanto ele mijava de pé, e fui saindo. — Lava um pouco e troca essa calcinha, não seja promíscua. Me lavei no bidê e saí, coloquei outra calcinha e preparei o café. Daqui a pouco ele chegou e sentou pra tomar. — Daqui a pouco vou embora, você fica sozinha. Faz as tarefas de casa e umas 2 horas eu volto pra almoçar. Assim todo dia, depende do trabalho, tem tarde que volto pro escritório e outras não. Terminou de tomar o café, foi terminar de se arrumar enquanto eu lavava as xícaras. Estava secando as mãos. — Toñi, vem na sala. Saí da cozinha e ele estava me esperando sentado numa cadeira. — Vem cá. Fiquei do lado dele, ele me agarrou por trás e me forçou a deitar de bruços sobre o colo dele, levantou um pouco minha camisola e me deu 3 palmadas no rabo e me levantou. — Isso pra você não esquecer de ser boazinha e obediente. Em cima da cama deixei sua roupa. Levantou e foi embora. Fiquei ali um tempo parada olhando pra porta, depois fui pro quarto. Em cima da cama tinha um vestido vermelho e calcinha vermelha. Antes de me vestir, tinha que tomar banho, tava cheirando a suor, mas tinha um problema: não conseguia tirar a jaula. Tomei com ela mesmo, me enxuguei bem. e me vesti com o que ela tinha deixado, dessa vez era uma tanga e o vestido preto curtinho e saltos, tentei me maquiar mas foi um desastre, os olhos não sabia como fazer e a única coisa que ficou boa foram os lábios vermelhos. Depois arrumei a cama, limpei o banheiro, aspirei e passei pano no chão do apartamento e comecei a fazer um macarrão com atum, tinha a água no fogo pra ferver quando a campainha de baixo tocou, pensei que fosse o carteiro e não fui atender, mas tocou mais duas vezes e fui pegar o interfone. - Quem é? - Sou a Teresa, irmã do Ángel. Abri e ela subiu. - Oi, Toñi. - Oi, Teresa, seu irmão não está. - Vim te ver e vejo que precisa de ajuda com essa maquiagem, vamos arrumar isso. Ela entrou direto no quarto, eu segui, ela mandou eu sentar, falei que tinha a panela no fogo e ela foi lá e apagou, me desmaquiou e me maquiou de novo explicando o que fazia, quando terminou me ajudou com a comida e um tempo depois foi embora. Ángel chegou umas 2 horas, coloquei a comida na mesa e comemos, ele disse que à tarde não precisava voltar e que a gente ia sair pra fazer compras, tive que fazer o enema antes de sair pra colocar o consolo e saímos pra fazer a compra semanal no shopping, depois de colocar no carrinho o que ele escolheu de comida, me levou pra seção de roupas femininas. - Escolhe um par de calcinhas pra comprar pra você. Com vergonha entre as mulheres, escolhi duas calcinhas e depois ele me levou pra seção de sapatos, onde me fez comprar um par, e daí fomos pagar e pra casa, quando chegamos, por sorte, ele tirou o dildo. Todas as manhãs a Teresa vinha e me ensinava a me maquiar, à tarde o Ángel me levava pra passear uns dias com o dildo e outros sem, eu me esforçava pra andar de um jeito feminino, toda noite ele me comia e antes de ir trabalhar me dava três palmadas, pensei mais de um dia em fugir dali mas não tinha pra onde ir e minha única roupa era de mulher, assim passaram os dias e semanas, depois de dois meses ele arrumou um emprego pra mim numa loja de cosméticos, 6 horas por dia, Depende se eu vou de manhã ou à tarde, faço as tarefas de casa antes de ir ou depois. Já se passaram 6 meses e já me acostumei com essa rotina diária. Fim.
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