O $hota do bilhão de dólares$ (Parte 2)Segunda festa de aniversário e noite de farra
E o que define esse tipo de lugar? Nada mais, nada menos que dançarinas exóticas, strippers, gogo dancers e topless. Pois todo o pessoal feminino estava presente, e todas, ao mesmo tempo, cantaram: feliz aniversário, Ricky, bem-vindo. Em seguida, cada uma soprou e fez soar uma buzina de festa. Mas, por causa da personalidade e dos valores que lhe foram incutidos, quem ficou assustado foi o aniversariante, e não a mãe dele. Ele não se sentiu à vontade e, a toda velocidade, foi para o banheiro se esconder. Isso foi observado pela mulher que lhe deu a vida, que também entrou no banheiro e começou a chamá-lo pelo nome completo (esse clichê de chamar pelo nome completo já indica futuras reclamações). O filho não hesitou em se aproximar e disse que não entendia por que ela o trouxe para aquele lugar, mas não queria saber o motivo, só queria que o tirasse dali imediatamente. Mas, dessa vez, a mãe ignorou o pedido dele. Disse que aquela era uma festa especial só para ele, como aniversariante e convidado de honra, que ela organizou com todo carinho, e que as funcionárias dariam seus serviços de boa vontade. Então, ele não devia ser mal-educado. Se quisesse conversar sobre isso, fariam em casa. Não deviam discutir durante a segunda "festa" dele. E, mesmo que as interações e insinuações daquelas putinhas com ele não fossem do agrado dele, ele devia se deixar levar e não recusá-las (ela também mencionou outros detalhes e instruções, mas nem preciso dizer que foi). E, como sempre teve a missão de ser um filho obediente, ele teve que aceitar e cumprir a ordem da mãe — era a primeira com a qual ele não concordava nem um pouco. Os dois saíram, e as strippers se mostraram muito "acolhedoras" com o garoto. Aliás, cada uma estava usando um chapéu de aniversário e tinha colocado um laço, fita ou nó de presente em alguma parte do corpo. A primeira coisa que fizeram foi dar um show de striptease para ele, como se fosse um adulto. Tratava-se disso: elas esfregavam o corpo nele, faziam insinuações e movimentos em alusão à sensualidade. O menino não estava satisfeito, mas sim envergonhado, desconfortável e assustado. Embora não tivessem machucado ele, aquilo já bastava para ser considerado um evento inesquecível na memória dele, mas para pior — algo que ele desejaria que nunca tivesse acontecido. Porém, de forma inevitável e involuntária, ele teve uma ereção e sentiu excitação pela primeira vez na vida, um efeito que para ele era anormal e contra suas convicções e princípios. Quando as dançarinas perceberam, já era hora de ir para o próximo nível. Algumas delas deram um tempo para se instruírem; duas o acomodaram numa cadeira, encurralaram, imobilizaram e seguraram ele. A dançarina mais popular, ou a favorita por maioria dos votos do clube, passou a mão na genital dele, baixou a calça e a cueca — não precisou tirar completamente a sunga — e sentou de uma vez. O menino, pela primeira vez naquela tenra idade, penetrou uma mulher, que não seria exatamente o tipo dele quando crescesse. E, como tal, ambos gemeram. A dançarina sabia claramente quem era a pessoa com quem já tinha iniciado o coito. De acordo com as instruções, tanto para ela quanto para as colegas, deviam fazê-lo gozar, mas também se moderar, pois era só um garoto e possivelmente não aguentaria tanto prazer. Bom, primeiro foi devagar, mas aos poucos o ritmo sexual foi se intensificando. No fim, a noite toda até de madrugada, o menino teve uma orgia com todas as dançarinas exóticas. Elas se entregaram como se fossem o harém dele e, ao mesmo tempo, deram uma verdadeira aula de sexo pra ele.Terminada a festa, eles voltaram no mesmo carro pra mansão. A senhora Feller leva o filho exausto pro quarto dele pra descansar — ele tinha dormido no caminho — e lá eles conversariam em particular quando ele acordasse. Umas horas depois, começou uma conversa séria entre mãe e filho, e ela toma a palavra primeiro, reforça que entre eles tudo se sabe e que sempre houve confiança e honestidade mútua, e que isso não devia se perder, e já era hora de falar a verdade. Ela conta que semanas atrás teve um sonho, ou pesadelo, ou algo muito pior que isso: uma premonição. Em forma de flashback, porque foi breve, ela só se viu presenciando o fim de um enterro. Não especificou de quem se tratava, isso estava implícito, mas juntando alguns detalhes, deduziu que não era nada mais, nada menos que ele, o próprio filho dela. Os detalhes foram que o enterro aconteceu na própria mansão, porque em algum lugar eles tinham um cemitério particular, onde descansam os restos do marido e dos sogros dela. E a partir da morte da sogra, foi decretado que aquela seria a zona de descanso eterno exclusiva pra descendentes de sangue e cônjuges. No sonho dela, agora seriam quatro lápides, mas ela percebeu que o monte de terra da mais recente também era o mais baixo, e que o filho dela não estava presente. E agora vocês vão se perguntar: o que isso tinha a ver com a farra de horas atrás? Bom, como já foi dito antes, a sra. Feller amava de verdade o filho dela e ele era a coisa mais importante pra ela, e dá pra dizer que os dois prefeririam dar toda a fortuna em troca do moleque continuar nesse mundo. Mas desde que teve aquele sonho, com o passar dos dias, ela foi aos poucos assimilando e se resignando a esse destino iminente e fatal. Ou seja: o avô Feller morreu nos seus 50 anos, o Feller Jr. nos seus 30, ambos de infartos fulminantes. Aqui tem um padrão: a mesma causa, mas o filho vivendo 20 anos menos que o pai, respectivamente. Se continuasse assim, então o Feller terceiro ia morrer... Só entrando na puberdade, então no máximo só sobraria um lustro de vida pra ele, já que a mãe agora decidiu que nesses poucos anos o filho único dela tinha que aproveitar ao máximo, curtindo todos os prazeres. Mas isso era o de menos; o que realmente importava era o que ela, como mãe, estava pedindo de coração.Cara, que ela concedesse a ele um último desejo: torná-la avó desde já. Com relação à história de vida da senhora Feller, ela ficou órfã e foi criada em lares adotivos, por isso, quando cresceu, se tornou ativista. A única família que restava pra ela no presente era o filho, que, segundo ela, perderia. O mais próximo que ela poderia conseguir e que a lembrasse disso seria um neto. O pequeno Ritchie e a senhora Feller seriam pai e avó jovens, e, pra quebrar o padrão de mortalidade da dinastia, ela teve que tomar medidas drásticas. Segundo o padrão, se cada descendente de sangue viveu e viverá 20 anos a menos que seu progenitor, diante dessa condição, estima-se que Ritchie nem chegaria à maioridade. Pra isso, faltariam 10 anos, mas, pelas contas, ele viveria só metade disso, então entraria uma paradoxo.
Depois da conversa de mãe e filho, este último aceitou, principalmente pra agradar a mãe e porque devia obedecê-la. E, por outro lado, de uma forma ou de outra, independentemente disso, em algum momento, a ideia de ser pai passou pela cabeça dele, claro que numa idade e em condições razoáveis. Mas por conta própria ele entendeu que, se quisesse experimentar a paternidade diante de tais circunstâncias, estava contra o tempo. O mais próximo disso e adequado à idade dele era a típica atividade de cuidar de um ovo, mas agora iria muito além do recreativo: sendo apenas um pintinho, teria que fecundar tantas fêmeas, que não demorariam a ceder porque sabem que ele é o pintinho dos ovos de ouro.
Assim que o diálogo terminou, Ritchie aceitou que, no fundo, queria a mesma coisa que a mãe. Mas, ainda assim, mantinha certa resistência com o coito, ainda estava em conflito se sentia repulsa ou excitação, já que, de algum modo, o ambiente dele era muito conservador, mesmo que, ao redor dele, fosse se corrompendo sexualmente aos poucos.
Eles tomaram café da manhã na sala de jantar como sempre, e Ritchie foi tomar banho. Já tinha se despido no chuveiro quando ouve alguém bater. Pela maçaneta, ele se afasta e espreita pela cortina. Ele responde que tá ocupado e esperando que ninguém entre enquanto isso, por bom senso e por privacidade, algo que dessa vez não foi respeitado. Quem ele vê entrar são duas das sirvientas esculturais, mas em vez dos uniformes, agora elas tão de roupão. Elas falam pra ele não se preocupar, porque a mãe dele deu ordem pra começarem a economizar água, então iam tomar banho os três juntos. Elas tiram os roupões e entram no chuveiro, abrem a água e começam a ensaboar e molhar os corpos. Fazem o mesmo com o Ricky: começam a esfregar ele com sabão e depois a esfregar os corpos molhados e ensaboados. Depois, deram um abraço e um beijo a três, deixando o menino no meio. Pela atitude e pelos olhares que as minas davam, que deixavam transparecer os desejos delas, já com isso o Ritchie sabia que ia rolar mais um encontro sexual e, por obedecer a mãe, meio que a contragosto, só se deixou levar e ser usado como um brinquedo. Os três saíram do chuveiro, só se secaram e foram na maior pressa pro quarto dele. Já na cama, fizeram um menage, e o Ritchie foi o único constante, ou seja, ele comeu cada uma das empregadas que trabalhavam no palácio dele. Eram sirvientas, camareiras, faxineiras, criadas, empregadas domésticas, lavadeiras, jardineiras, etc., sendo as últimas a governanta e a motorista. E, por incrível que pareça, todas e cada uma delas eram realmente gostosas.
Continua…
A sátira vai rolar na próxima parte, que será a terceira.
E o que define esse tipo de lugar? Nada mais, nada menos que dançarinas exóticas, strippers, gogo dancers e topless. Pois todo o pessoal feminino estava presente, e todas, ao mesmo tempo, cantaram: feliz aniversário, Ricky, bem-vindo. Em seguida, cada uma soprou e fez soar uma buzina de festa. Mas, por causa da personalidade e dos valores que lhe foram incutidos, quem ficou assustado foi o aniversariante, e não a mãe dele. Ele não se sentiu à vontade e, a toda velocidade, foi para o banheiro se esconder. Isso foi observado pela mulher que lhe deu a vida, que também entrou no banheiro e começou a chamá-lo pelo nome completo (esse clichê de chamar pelo nome completo já indica futuras reclamações). O filho não hesitou em se aproximar e disse que não entendia por que ela o trouxe para aquele lugar, mas não queria saber o motivo, só queria que o tirasse dali imediatamente. Mas, dessa vez, a mãe ignorou o pedido dele. Disse que aquela era uma festa especial só para ele, como aniversariante e convidado de honra, que ela organizou com todo carinho, e que as funcionárias dariam seus serviços de boa vontade. Então, ele não devia ser mal-educado. Se quisesse conversar sobre isso, fariam em casa. Não deviam discutir durante a segunda "festa" dele. E, mesmo que as interações e insinuações daquelas putinhas com ele não fossem do agrado dele, ele devia se deixar levar e não recusá-las (ela também mencionou outros detalhes e instruções, mas nem preciso dizer que foi). E, como sempre teve a missão de ser um filho obediente, ele teve que aceitar e cumprir a ordem da mãe — era a primeira com a qual ele não concordava nem um pouco. Os dois saíram, e as strippers se mostraram muito "acolhedoras" com o garoto. Aliás, cada uma estava usando um chapéu de aniversário e tinha colocado um laço, fita ou nó de presente em alguma parte do corpo. A primeira coisa que fizeram foi dar um show de striptease para ele, como se fosse um adulto. Tratava-se disso: elas esfregavam o corpo nele, faziam insinuações e movimentos em alusão à sensualidade. O menino não estava satisfeito, mas sim envergonhado, desconfortável e assustado. Embora não tivessem machucado ele, aquilo já bastava para ser considerado um evento inesquecível na memória dele, mas para pior — algo que ele desejaria que nunca tivesse acontecido. Porém, de forma inevitável e involuntária, ele teve uma ereção e sentiu excitação pela primeira vez na vida, um efeito que para ele era anormal e contra suas convicções e princípios. Quando as dançarinas perceberam, já era hora de ir para o próximo nível. Algumas delas deram um tempo para se instruírem; duas o acomodaram numa cadeira, encurralaram, imobilizaram e seguraram ele. A dançarina mais popular, ou a favorita por maioria dos votos do clube, passou a mão na genital dele, baixou a calça e a cueca — não precisou tirar completamente a sunga — e sentou de uma vez. O menino, pela primeira vez naquela tenra idade, penetrou uma mulher, que não seria exatamente o tipo dele quando crescesse. E, como tal, ambos gemeram. A dançarina sabia claramente quem era a pessoa com quem já tinha iniciado o coito. De acordo com as instruções, tanto para ela quanto para as colegas, deviam fazê-lo gozar, mas também se moderar, pois era só um garoto e possivelmente não aguentaria tanto prazer. Bom, primeiro foi devagar, mas aos poucos o ritmo sexual foi se intensificando. No fim, a noite toda até de madrugada, o menino teve uma orgia com todas as dançarinas exóticas. Elas se entregaram como se fossem o harém dele e, ao mesmo tempo, deram uma verdadeira aula de sexo pra ele.Terminada a festa, eles voltaram no mesmo carro pra mansão. A senhora Feller leva o filho exausto pro quarto dele pra descansar — ele tinha dormido no caminho — e lá eles conversariam em particular quando ele acordasse. Umas horas depois, começou uma conversa séria entre mãe e filho, e ela toma a palavra primeiro, reforça que entre eles tudo se sabe e que sempre houve confiança e honestidade mútua, e que isso não devia se perder, e já era hora de falar a verdade. Ela conta que semanas atrás teve um sonho, ou pesadelo, ou algo muito pior que isso: uma premonição. Em forma de flashback, porque foi breve, ela só se viu presenciando o fim de um enterro. Não especificou de quem se tratava, isso estava implícito, mas juntando alguns detalhes, deduziu que não era nada mais, nada menos que ele, o próprio filho dela. Os detalhes foram que o enterro aconteceu na própria mansão, porque em algum lugar eles tinham um cemitério particular, onde descansam os restos do marido e dos sogros dela. E a partir da morte da sogra, foi decretado que aquela seria a zona de descanso eterno exclusiva pra descendentes de sangue e cônjuges. No sonho dela, agora seriam quatro lápides, mas ela percebeu que o monte de terra da mais recente também era o mais baixo, e que o filho dela não estava presente. E agora vocês vão se perguntar: o que isso tinha a ver com a farra de horas atrás? Bom, como já foi dito antes, a sra. Feller amava de verdade o filho dela e ele era a coisa mais importante pra ela, e dá pra dizer que os dois prefeririam dar toda a fortuna em troca do moleque continuar nesse mundo. Mas desde que teve aquele sonho, com o passar dos dias, ela foi aos poucos assimilando e se resignando a esse destino iminente e fatal. Ou seja: o avô Feller morreu nos seus 50 anos, o Feller Jr. nos seus 30, ambos de infartos fulminantes. Aqui tem um padrão: a mesma causa, mas o filho vivendo 20 anos menos que o pai, respectivamente. Se continuasse assim, então o Feller terceiro ia morrer... Só entrando na puberdade, então no máximo só sobraria um lustro de vida pra ele, já que a mãe agora decidiu que nesses poucos anos o filho único dela tinha que aproveitar ao máximo, curtindo todos os prazeres. Mas isso era o de menos; o que realmente importava era o que ela, como mãe, estava pedindo de coração.Cara, que ela concedesse a ele um último desejo: torná-la avó desde já. Com relação à história de vida da senhora Feller, ela ficou órfã e foi criada em lares adotivos, por isso, quando cresceu, se tornou ativista. A única família que restava pra ela no presente era o filho, que, segundo ela, perderia. O mais próximo que ela poderia conseguir e que a lembrasse disso seria um neto. O pequeno Ritchie e a senhora Feller seriam pai e avó jovens, e, pra quebrar o padrão de mortalidade da dinastia, ela teve que tomar medidas drásticas. Segundo o padrão, se cada descendente de sangue viveu e viverá 20 anos a menos que seu progenitor, diante dessa condição, estima-se que Ritchie nem chegaria à maioridade. Pra isso, faltariam 10 anos, mas, pelas contas, ele viveria só metade disso, então entraria uma paradoxo.
Depois da conversa de mãe e filho, este último aceitou, principalmente pra agradar a mãe e porque devia obedecê-la. E, por outro lado, de uma forma ou de outra, independentemente disso, em algum momento, a ideia de ser pai passou pela cabeça dele, claro que numa idade e em condições razoáveis. Mas por conta própria ele entendeu que, se quisesse experimentar a paternidade diante de tais circunstâncias, estava contra o tempo. O mais próximo disso e adequado à idade dele era a típica atividade de cuidar de um ovo, mas agora iria muito além do recreativo: sendo apenas um pintinho, teria que fecundar tantas fêmeas, que não demorariam a ceder porque sabem que ele é o pintinho dos ovos de ouro.
Assim que o diálogo terminou, Ritchie aceitou que, no fundo, queria a mesma coisa que a mãe. Mas, ainda assim, mantinha certa resistência com o coito, ainda estava em conflito se sentia repulsa ou excitação, já que, de algum modo, o ambiente dele era muito conservador, mesmo que, ao redor dele, fosse se corrompendo sexualmente aos poucos.
Eles tomaram café da manhã na sala de jantar como sempre, e Ritchie foi tomar banho. Já tinha se despido no chuveiro quando ouve alguém bater. Pela maçaneta, ele se afasta e espreita pela cortina. Ele responde que tá ocupado e esperando que ninguém entre enquanto isso, por bom senso e por privacidade, algo que dessa vez não foi respeitado. Quem ele vê entrar são duas das sirvientas esculturais, mas em vez dos uniformes, agora elas tão de roupão. Elas falam pra ele não se preocupar, porque a mãe dele deu ordem pra começarem a economizar água, então iam tomar banho os três juntos. Elas tiram os roupões e entram no chuveiro, abrem a água e começam a ensaboar e molhar os corpos. Fazem o mesmo com o Ricky: começam a esfregar ele com sabão e depois a esfregar os corpos molhados e ensaboados. Depois, deram um abraço e um beijo a três, deixando o menino no meio. Pela atitude e pelos olhares que as minas davam, que deixavam transparecer os desejos delas, já com isso o Ritchie sabia que ia rolar mais um encontro sexual e, por obedecer a mãe, meio que a contragosto, só se deixou levar e ser usado como um brinquedo. Os três saíram do chuveiro, só se secaram e foram na maior pressa pro quarto dele. Já na cama, fizeram um menage, e o Ritchie foi o único constante, ou seja, ele comeu cada uma das empregadas que trabalhavam no palácio dele. Eram sirvientas, camareiras, faxineiras, criadas, empregadas domésticas, lavadeiras, jardineiras, etc., sendo as últimas a governanta e a motorista. E, por incrível que pareça, todas e cada uma delas eram realmente gostosas.
Continua…
A sátira vai rolar na próxima parte, que será a terceira.
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