Bom, então vocês já sabem como começou minha vida de corno (ou melhor, como descobri que tinha uma galhada ENORME) quando peguei minha mulher dando a bunda pro chefe dela, o Ramiro, em duas ocasiões. Pra quem não lembra, eu sou o Alberto, da Cidade do México, tenho 31 anos e minha mulher Brenda tem 28. Ela é magrinha, morena clara, com rostinho bonito, cabelo preto e comprido; de peito quase não tem nada, mas os peitinhos dela são bonitos, com mamilos pequenininhos, cinturinha bem fina e uma bunda espetacular, além de pernas bem torneadas.
No caminho de volta pra casa depois da festa do Ramiro, minha mulher tava super carinhosa e melosa comigo. Perguntei por que, e ela disse que tava muito feliz que seu maridinho era feliz sendo um cuck, que me amava, mas que adorava uma pica, principalmente a do chefe dela, e que finalmente podia parar de esconder e me contar tudo o que faziam com ela. Eu tava ficando excitado de novo e falei que não tinha problema, mas que ela precisava me contar tudo que acontecesse e que, quando desse, eu queria estar presente nas fodas que o Ramiro dava nela. Ela me olhou, me beijou na boca e disse que seria assim. Na hora, fiz as seguintes perguntas: amor, desde quando você me chifra? Perguntei. Desde um ano atrás. Respondeu ela. Quem foi o primeiro homem que te comeu? O Ramiro foi o primeiro. Disse ela. Você é comida por mais? Essa pergunta me torturava. Melhor eu te contar como comecei com o Ramiro, ok? Ela falou. Eu disse que sim, e aí vem o relato que ela me contou com toda a fidelidade que sou capaz, obviamente várias coisas, como os diálogos, são aproximações do que ela me disse:
Lembra que eu era vendedora no escritório (agora sou executiva) e que minhas funções eram contatar e informar possíveis clientes que eu tivesse ou os da carteira do departamento de vendas? No entanto, uma vez aconteceu algo que nunca tinha acontecido: ligou alguém que não estava contatado (ou pelo menos era o que eu achava) e, sinceramente, não tratei ele nada bem, enrolei nas cotações ou às vezes nem atendia o telefone quando sabia que era ele. Mas duas semanas depois da primeira ligação dele, Ramiro (diretor de vendas, que não era o chefe direto da minha esposa; os executivos são quem organizam os vendedores e distribuem a carteira), surpreendentemente me chamou no escritório dele. Fiquei super nervosa porque é muito raro o diretor do departamento chamar uma simples vendedora. Resumindo, fui até a sala dele e, quando entro, ele me oferece uma cadeira e fala que tem algo muito sério pra me dizer: 'Lembra de uma ligação de um tal de Rodrigo umas duas semanas atrás?', me pergunta Ramiro. 'Claro, é um cara chato pra caralho que fica ligando e ligando e não decide nada', respondi, estranhando a referência. 'Além disso, eu verifiquei e ele não está na carteira do meu time nem de nenhum outro time da empresa', reforço meu argumento. 'Então deixa eu te falar que esse "cara chato" é nada mais nada menos que o gerente de serviços do nosso melhor cliente (uma das maiores seguradoras do país) e que ele está puto da vida com o atendimento que a vendedora deu pra ele', me repreende Ramiro. 'Não acredito, como que o gerente de serviços fala com uma vendedora e não com uma executiva, que com certeza é quem tem a conta?', tento me defender. 'Isso mesmo que eu perguntei, mas ele não tem o menor interesse em negociar. Ele disse que, se a gente quiser que ele renove o contrato, precisa tomar medidas sérias com a vendedora que maltratou ele', ele falou. Fez uma pausa e, me vendo totalmente preocupada, completa: 'A verdade, Brendita, é que a diretoria me pediu pra te...' rescinda o contrato. Ele me disse com um tom paternalista. Não pode ser, você sabe que as coisas estão muito ruins e que não foi minha culpa. Tentei implorar. Olha, eu disse a eles que você era uma pessoa com potencial e muito jovem, que me deixassem te treinar no necessário e que se em um mês você não desse resultados, a gente veria o que fazer, claro que você estaria diretamente sob meu comando, sem nenhum executivo para prestar contas, só para mim, e que não lidaria com clientes por enquanto. Ramiro propôs de um jeito muito convincente. Tá bom, aceito. E assim começou um mês duríssimo, eu tinha que estar presente em todas as ligações que o Ramiro fazia, nos almoços com os clientes, mas antes ele me dizia que eu não podia falar nada; não só isso, mas à tarde eu tinha que ouvir recomendações sobre como vender melhor, sobre as experiências pessoais dele com os clientes e algumas dicas sobre truques ou "coisas ocultas" que a gente devia usar para atrair os clientes. Nesses longos discursos, ele pedia para eu sentar numa cadeira em frente à mesa dele, e ele se apoiava na borda dela com as pernas cruzadas e mexendo os braços; eu não conseguia evitar de olhar pro volume dele, que realmente parecia grande e forte. Dava para adivinhar uma boa ferramenta, mas imediatamente pensava em você, meu amor, e esses pensamentos pecaminosos iam embora da minha mente. Verdadeiramente, me deixei levar por aquele homem, ele soava e parecia tão seguro, tão dominante, ele piscava um olho para mim toda vez que numa reunião ou ligação eu colocava em prática algum ensinamento dele e dava certo; no fim, eu estava bobona. Na última semana de teste, ele disse que me levaria para almoçar para me contar um dos últimos truques para fisgar um cliente. Já no restaurante, num lugar muito chique na Reforma, ele me disse que a aparência era tudo nesse mundo de vendas e que, se eu quisesse crescer, devia me preparar para usar meus atributos de mulher como arma, que a roupa que eu usava para ir ao escritório não fazia justiça à minha beleza. mulher que estava embaixo. Eu disse a ele que não era verdade, que não era tão gostosa quanto ele pensava. Ele insistiu nisso e disse que ia provar, perguntei como e ele disse que não voltaríamos mais para o escritório, que naquela tarde íamos comprar um guarda-roupa novo para a vendedora estrela que se adivinhava no meu corpo. Saindo do restaurante fomos para uma loja de roupas conhecida, eu estava muito nervosa porque as coisas estavam saindo do normal, mas me pareceu bem óbvio o que Ramiro disse sobre a aparência, então ao chegar na loja escolhi alguns modelos que obviamente não agradaram ele, pois continuavam escondendo a gostosa vendedora estrela da empresa, então eu disse que se ele sabia tanto, que escolhesse ele a roupa, coisa que ele fez, me entregou três minissaias que na época me pareceram um escândalo, rindo eu disse que nem louca iria trabalhar assim, as três eram de vestir mas muito curtas. A primeira era um vestidinho azul céu sem mangas e decotado, a segunda era um conjunto de saia preta plissada com uma blusa branca de botões e a terceira era um vestidinho branco com decote nas costas e gola rolê, o denominador comum de todas elas é que as saias eram minúsculas, com certeza chegariam no meio da coxa. Ele me implorou para experimentá-las e que se eu não ficasse satisfeita com o resultado, ele deixaria pra lá, decidi experimentar a roupa e o resultado realmente foi espetacular, me via no espelho e me sentia super sexy.
Eu realmente tava gostando do que via, mas não tinha certeza se ficava bem em mim, então saí com o vestidinho azul pra Ramiro me ver, e ele fez uma quantidade tão grande de exclamações de alegria que me deixaram bem convencida da minha aparência. Ele dizia que eu tava espetacular, que eu era a mulher mais linda e de melhor corpo que ele já tinha conhecido na vida, que com aquela roupa eu poderia ser a vendedora estrela da empresa. Mas aí ele falou que tinha um detalhe e me mostrou como as costuras da minha calcinha marcavam no vestido, então ele mandou eu provar os outros pra ver se tinha o mesmo "detalhe". Com a saia plissada não dava pra ver, mas com o vestido branco era um escândalo, então ele disse que a gente ia levar tudo. Falei que não tinha dinheiro, mas ele disse que pagava e que ia descontar da minha primeira comissão por trazer um peixe grande pra empresa. No final, ele falou que sabia como resolver o pequeno "detalhe" pra eu ficar perfeita. De brincadeira, falei que se a solução era não usar calcinha, definitivamente não ia fazer. Ele riu e disse que essa seria uma boa solução, mas que a melhor era usar tangas, e quanto mais curtas, melhor. Sem me deixar responder, me levou pra parte de lingerie e escolheu de novo um conjunto de 5 tangas que eu achei um absurdo, eram fio dental, só um triangulinho na frente e atrás praticamente nada. Falei de brincadeira que ele não ia me deixar sair do provador pra mostrar como ficava em mim, e ele sorriu e disse que não tinha problema. Não posso negar, love, que me molhei toda quando vi aquelas tangas, mas ainda não tava convencida, então falei que tudo bem, mas o que eu ia dizer pro meu marido quando me visse chegar com tanta roupa diferente e tão diferente? Ele disse pra eu falar que tinha acabado de ganhar um vale pra usar naquela loja como prêmio de um cliente, e que fui com umas amigas usar, e que elas se vestem assim. Parecia que ele tinha resposta pra tudo, então aceitei e fomos embora. Ele me deixou em casa. sair de casa naquela tarde e no final ela me pediu que no dia seguinte usasse o conjuntinho branco, só pra confirmar a teoria dela. eu disse que sim e a gente quase se beijou na boca. lembro bem dessa vez, ela chegou com um monte de roupa bem sexy e eu perguntei o que estava rolando, ela me disse exatamente o que o Ramiro sugeriu e eu, inocente, caí na armadilha. “Mas, amor, no dia seguinte obedeci o Ramiro e fui com o conjuntinho branco e uma das calcinhas fio dental que meu chefe tinha comprado (uma branca bem pequena) e notei que ele tinha razão, praticamente não aparecia nada porque na altura da cintura o conjuntinho tinha um cinto, então parecia que eu não tava usando nada, era uma situação muito confortável e bem gostosa, porque não tava acostumada com o atrito constante do fio dental nas minhas partes íntimas, então fiquei molhada e com tesão o dia quase inteiro, e a saia era um espetáculo, colada no corpo e na altura da coxa, sentia que a qualquer momento ia mostrar tudo, então andava igual robô. mas o mais surpreendente foi que o Ramiro acertou em tudo, todos os homens me tratavam melhor, eram mais atenciosos, mais cavalheiros, até os folgados dos colegas de trabalho quando foram na loja comprar comida trouxeram pra mim sem eu pedir nada, enfim, tava comprovando mais uma vez que meu chefe tinha razão. lá pelas 6 da tarde, quando quase não tinha ninguém no escritório, eu já ia embora, mas o Ramiro pediu pra eu ir até ele pra conversar, porque ficou ocupado o dia todo. assim que me viu entrar, ele assobiou e disse que eu tava espetacular, pra dar uma voltinha pra ele me ver inteira, obedeci e ele me elogiou e disse pra ver como as costuras já não apareciam mais e que tudo isso era graças à calcinha fio dental que eu devia estar usando, e que devia ser a branca porque se fosse outra apareceria a cor, eu só ri e sentei na cadeira, ele veio e se apoiou na mesa como sempre, mas agora o volume da calça dele estava IMPRESSIONANTE, nunca tinha visto nada assim, então não conseguia parar de olhar, nem sei o que ele tava me dizendo, só sei que entre os roçados do tecido, a admiração que eu sentia por aquele homem e a porra da pica que dava pra ver que tava mais tesuda do que nunca, aí numa dessas ele ri e me fala: Puxa, parece que a vista te deixou impressionada e não te deixa concentrar. Diz Ramiro. É que nunca tinha visto uma assim. Respondo sem tirar os olhos daquele pacotão. Mas se você nem sabe se é de verdade, hehe. Brinca meu chefe. Claro que é, já tinha notado antes que você fazia um bom volume. Respondo sem pensar. Nisso ele abaixa o zíper da calça e puxa a cueca e a calça até os tornozelos, e lá estava eu diante da pica mais linda que já tinha visto, enooooooorme, cheia de veias, cabeçuda e pulsando.
Ele me diz: Vem chupar ela, sei que você tá morrendo de vontade, sua putinha. Meu chefe fala baixinho. Não consegui resistir, meu amor, na hora me ajoelhei na frente daquele pedaço de carne que tanto me dava vontade e comecei primeiro a beijar a pontinha enquanto olhava nos olhos do Ramiro.
depois acariciei os ovos enormes e peludos que ele tinha e comecei a chupar aquela ferramenta preciosa, ele no começo me deixou fazer, mas conforme foi ficando excitado, me pegou pela cabeça e pelos peitos e já marcava o ritmo do boquete de forma firme, mas constante, não importava se eu ameaçava engasgar, ele me segurava bem pelo cabelo e continuava o boquete de um jeito espetacular. Vou te dizer, meu amor, que o primeiro boquete foi sublime, beijei aquela enormidade toda, lambi como se fosse um pirulito.
tentei chupar ela inteira, beijei os ovos dele, lambi eles e quase sempre olhando nos olhos dele, pra saber se o Ramiro tava curtindo, não dava pra acreditar, mas só com aquela mamada eu gozei pela primeira vez na tarde. Depois de me dar esse banquete com a vara do meu chefe, ele me diz: Você mama de campeonato, putinha, mas agora finalmente vou ver que calcinha você vestiu e vou te foder como nunca te foderam, você vai acabar sendo minha puta pessoal de tanto que vai gostar da minha piroca. Ramiro me ameaça. Mas eu sou uma senhora casada, decente, nunca fui infiel ao meu marido. Me deu um pingo de decência, mesmo eu estando ali ajoelhada e com a mão acariciando aquele lindo ídolo de carne. Você vai ser uma senhora casada muito puta, agora não me responde e se curva na mesa que eu quero ver como essas bundonas enormes são minhas. Me ordena meu chefe. Eu tava perdida de tesão, e o pior é que o jeito que ele me tratava só me deixava mais excitada, então sem dizer nada me inclinei sobre a mesa, levantei a mini até a cintura e me ofereci pra aquele safado, rebolando a bunda.
Assim mesmo, pirujinha, adoro que você se ofereça pro seu macho. Me diz o Ramiro. Na sequência, ele mexe na minha tanguinha, eu fico quietinha, ele me pega pelo pescoço e, de um só empurrão, enfia toda a pica enorme dele na minha bucetinha. Aí eu tive outro orgasmo.
Eu gritei de prazer e comecei a gemer que nem uma louca, maaaaaais, papai, maaaaaais, que delícia que você come, me dá mais, enfia mais, aaaaggggghhhhhh, aaaaaauuuuuuccccccch, enquanto meu chefe me penetrava bem fundo, quase tirava tudo e enfiava de novo de uma só vez, era uma delícia, e eu tava completamente entregue, não importava que aquele macho me dominasse por completo, queria ser dele. Depois de um tempo me comendo daquele jeito, ele falou que ia sentar e que ia me dar de sentões no pau dele de costas pra ele, naquele momento eu faria tudo que ele quisesse. Aí a gente passou pra essa posição e foi uma delícia, eu sentia ele completamente dentro e eu controlava a comida de um jeito bestial, me mexia em círculos ou dava sentões, aquela pica enorme aguentava tudo.
ele tava me perguntando se eu ia ser a putinha dele e eu dizia que sim, que ia fazer tudo que o saco dele mandasse e eu falava que sim, ia dizer sim pra tudo, de repente ele me empurra e manda eu ficar de joelhos que ele vai gozar na minha boca e que eu vou limpar a pica dele até ficar brilhando e que eu ia engolir toda a porra dele, fiquei de joelhos e é mamar pra dentro, em duas chupadas recebi a iguaria mais gostosa (e que por sinal, você já provou e acha o mesmo que eu, hehe), cremosa, branquinha e deliciosa que já comi
Salgado sem ser agressivo, encorpado sem ser empelotado. A partir desse momento, eu sabia que qualquer coisa que ela me pedisse, eu faria.
No caminho de volta pra casa depois da festa do Ramiro, minha mulher tava super carinhosa e melosa comigo. Perguntei por que, e ela disse que tava muito feliz que seu maridinho era feliz sendo um cuck, que me amava, mas que adorava uma pica, principalmente a do chefe dela, e que finalmente podia parar de esconder e me contar tudo o que faziam com ela. Eu tava ficando excitado de novo e falei que não tinha problema, mas que ela precisava me contar tudo que acontecesse e que, quando desse, eu queria estar presente nas fodas que o Ramiro dava nela. Ela me olhou, me beijou na boca e disse que seria assim. Na hora, fiz as seguintes perguntas: amor, desde quando você me chifra? Perguntei. Desde um ano atrás. Respondeu ela. Quem foi o primeiro homem que te comeu? O Ramiro foi o primeiro. Disse ela. Você é comida por mais? Essa pergunta me torturava. Melhor eu te contar como comecei com o Ramiro, ok? Ela falou. Eu disse que sim, e aí vem o relato que ela me contou com toda a fidelidade que sou capaz, obviamente várias coisas, como os diálogos, são aproximações do que ela me disse:
Lembra que eu era vendedora no escritório (agora sou executiva) e que minhas funções eram contatar e informar possíveis clientes que eu tivesse ou os da carteira do departamento de vendas? No entanto, uma vez aconteceu algo que nunca tinha acontecido: ligou alguém que não estava contatado (ou pelo menos era o que eu achava) e, sinceramente, não tratei ele nada bem, enrolei nas cotações ou às vezes nem atendia o telefone quando sabia que era ele. Mas duas semanas depois da primeira ligação dele, Ramiro (diretor de vendas, que não era o chefe direto da minha esposa; os executivos são quem organizam os vendedores e distribuem a carteira), surpreendentemente me chamou no escritório dele. Fiquei super nervosa porque é muito raro o diretor do departamento chamar uma simples vendedora. Resumindo, fui até a sala dele e, quando entro, ele me oferece uma cadeira e fala que tem algo muito sério pra me dizer: 'Lembra de uma ligação de um tal de Rodrigo umas duas semanas atrás?', me pergunta Ramiro. 'Claro, é um cara chato pra caralho que fica ligando e ligando e não decide nada', respondi, estranhando a referência. 'Além disso, eu verifiquei e ele não está na carteira do meu time nem de nenhum outro time da empresa', reforço meu argumento. 'Então deixa eu te falar que esse "cara chato" é nada mais nada menos que o gerente de serviços do nosso melhor cliente (uma das maiores seguradoras do país) e que ele está puto da vida com o atendimento que a vendedora deu pra ele', me repreende Ramiro. 'Não acredito, como que o gerente de serviços fala com uma vendedora e não com uma executiva, que com certeza é quem tem a conta?', tento me defender. 'Isso mesmo que eu perguntei, mas ele não tem o menor interesse em negociar. Ele disse que, se a gente quiser que ele renove o contrato, precisa tomar medidas sérias com a vendedora que maltratou ele', ele falou. Fez uma pausa e, me vendo totalmente preocupada, completa: 'A verdade, Brendita, é que a diretoria me pediu pra te...' rescinda o contrato. Ele me disse com um tom paternalista. Não pode ser, você sabe que as coisas estão muito ruins e que não foi minha culpa. Tentei implorar. Olha, eu disse a eles que você era uma pessoa com potencial e muito jovem, que me deixassem te treinar no necessário e que se em um mês você não desse resultados, a gente veria o que fazer, claro que você estaria diretamente sob meu comando, sem nenhum executivo para prestar contas, só para mim, e que não lidaria com clientes por enquanto. Ramiro propôs de um jeito muito convincente. Tá bom, aceito. E assim começou um mês duríssimo, eu tinha que estar presente em todas as ligações que o Ramiro fazia, nos almoços com os clientes, mas antes ele me dizia que eu não podia falar nada; não só isso, mas à tarde eu tinha que ouvir recomendações sobre como vender melhor, sobre as experiências pessoais dele com os clientes e algumas dicas sobre truques ou "coisas ocultas" que a gente devia usar para atrair os clientes. Nesses longos discursos, ele pedia para eu sentar numa cadeira em frente à mesa dele, e ele se apoiava na borda dela com as pernas cruzadas e mexendo os braços; eu não conseguia evitar de olhar pro volume dele, que realmente parecia grande e forte. Dava para adivinhar uma boa ferramenta, mas imediatamente pensava em você, meu amor, e esses pensamentos pecaminosos iam embora da minha mente. Verdadeiramente, me deixei levar por aquele homem, ele soava e parecia tão seguro, tão dominante, ele piscava um olho para mim toda vez que numa reunião ou ligação eu colocava em prática algum ensinamento dele e dava certo; no fim, eu estava bobona. Na última semana de teste, ele disse que me levaria para almoçar para me contar um dos últimos truques para fisgar um cliente. Já no restaurante, num lugar muito chique na Reforma, ele me disse que a aparência era tudo nesse mundo de vendas e que, se eu quisesse crescer, devia me preparar para usar meus atributos de mulher como arma, que a roupa que eu usava para ir ao escritório não fazia justiça à minha beleza. mulher que estava embaixo. Eu disse a ele que não era verdade, que não era tão gostosa quanto ele pensava. Ele insistiu nisso e disse que ia provar, perguntei como e ele disse que não voltaríamos mais para o escritório, que naquela tarde íamos comprar um guarda-roupa novo para a vendedora estrela que se adivinhava no meu corpo. Saindo do restaurante fomos para uma loja de roupas conhecida, eu estava muito nervosa porque as coisas estavam saindo do normal, mas me pareceu bem óbvio o que Ramiro disse sobre a aparência, então ao chegar na loja escolhi alguns modelos que obviamente não agradaram ele, pois continuavam escondendo a gostosa vendedora estrela da empresa, então eu disse que se ele sabia tanto, que escolhesse ele a roupa, coisa que ele fez, me entregou três minissaias que na época me pareceram um escândalo, rindo eu disse que nem louca iria trabalhar assim, as três eram de vestir mas muito curtas. A primeira era um vestidinho azul céu sem mangas e decotado, a segunda era um conjunto de saia preta plissada com uma blusa branca de botões e a terceira era um vestidinho branco com decote nas costas e gola rolê, o denominador comum de todas elas é que as saias eram minúsculas, com certeza chegariam no meio da coxa. Ele me implorou para experimentá-las e que se eu não ficasse satisfeita com o resultado, ele deixaria pra lá, decidi experimentar a roupa e o resultado realmente foi espetacular, me via no espelho e me sentia super sexy.
Eu realmente tava gostando do que via, mas não tinha certeza se ficava bem em mim, então saí com o vestidinho azul pra Ramiro me ver, e ele fez uma quantidade tão grande de exclamações de alegria que me deixaram bem convencida da minha aparência. Ele dizia que eu tava espetacular, que eu era a mulher mais linda e de melhor corpo que ele já tinha conhecido na vida, que com aquela roupa eu poderia ser a vendedora estrela da empresa. Mas aí ele falou que tinha um detalhe e me mostrou como as costuras da minha calcinha marcavam no vestido, então ele mandou eu provar os outros pra ver se tinha o mesmo "detalhe". Com a saia plissada não dava pra ver, mas com o vestido branco era um escândalo, então ele disse que a gente ia levar tudo. Falei que não tinha dinheiro, mas ele disse que pagava e que ia descontar da minha primeira comissão por trazer um peixe grande pra empresa. No final, ele falou que sabia como resolver o pequeno "detalhe" pra eu ficar perfeita. De brincadeira, falei que se a solução era não usar calcinha, definitivamente não ia fazer. Ele riu e disse que essa seria uma boa solução, mas que a melhor era usar tangas, e quanto mais curtas, melhor. Sem me deixar responder, me levou pra parte de lingerie e escolheu de novo um conjunto de 5 tangas que eu achei um absurdo, eram fio dental, só um triangulinho na frente e atrás praticamente nada. Falei de brincadeira que ele não ia me deixar sair do provador pra mostrar como ficava em mim, e ele sorriu e disse que não tinha problema. Não posso negar, love, que me molhei toda quando vi aquelas tangas, mas ainda não tava convencida, então falei que tudo bem, mas o que eu ia dizer pro meu marido quando me visse chegar com tanta roupa diferente e tão diferente? Ele disse pra eu falar que tinha acabado de ganhar um vale pra usar naquela loja como prêmio de um cliente, e que fui com umas amigas usar, e que elas se vestem assim. Parecia que ele tinha resposta pra tudo, então aceitei e fomos embora. Ele me deixou em casa. sair de casa naquela tarde e no final ela me pediu que no dia seguinte usasse o conjuntinho branco, só pra confirmar a teoria dela. eu disse que sim e a gente quase se beijou na boca. lembro bem dessa vez, ela chegou com um monte de roupa bem sexy e eu perguntei o que estava rolando, ela me disse exatamente o que o Ramiro sugeriu e eu, inocente, caí na armadilha. “Mas, amor, no dia seguinte obedeci o Ramiro e fui com o conjuntinho branco e uma das calcinhas fio dental que meu chefe tinha comprado (uma branca bem pequena) e notei que ele tinha razão, praticamente não aparecia nada porque na altura da cintura o conjuntinho tinha um cinto, então parecia que eu não tava usando nada, era uma situação muito confortável e bem gostosa, porque não tava acostumada com o atrito constante do fio dental nas minhas partes íntimas, então fiquei molhada e com tesão o dia quase inteiro, e a saia era um espetáculo, colada no corpo e na altura da coxa, sentia que a qualquer momento ia mostrar tudo, então andava igual robô. mas o mais surpreendente foi que o Ramiro acertou em tudo, todos os homens me tratavam melhor, eram mais atenciosos, mais cavalheiros, até os folgados dos colegas de trabalho quando foram na loja comprar comida trouxeram pra mim sem eu pedir nada, enfim, tava comprovando mais uma vez que meu chefe tinha razão. lá pelas 6 da tarde, quando quase não tinha ninguém no escritório, eu já ia embora, mas o Ramiro pediu pra eu ir até ele pra conversar, porque ficou ocupado o dia todo. assim que me viu entrar, ele assobiou e disse que eu tava espetacular, pra dar uma voltinha pra ele me ver inteira, obedeci e ele me elogiou e disse pra ver como as costuras já não apareciam mais e que tudo isso era graças à calcinha fio dental que eu devia estar usando, e que devia ser a branca porque se fosse outra apareceria a cor, eu só ri e sentei na cadeira, ele veio e se apoiou na mesa como sempre, mas agora o volume da calça dele estava IMPRESSIONANTE, nunca tinha visto nada assim, então não conseguia parar de olhar, nem sei o que ele tava me dizendo, só sei que entre os roçados do tecido, a admiração que eu sentia por aquele homem e a porra da pica que dava pra ver que tava mais tesuda do que nunca, aí numa dessas ele ri e me fala: Puxa, parece que a vista te deixou impressionada e não te deixa concentrar. Diz Ramiro. É que nunca tinha visto uma assim. Respondo sem tirar os olhos daquele pacotão. Mas se você nem sabe se é de verdade, hehe. Brinca meu chefe. Claro que é, já tinha notado antes que você fazia um bom volume. Respondo sem pensar. Nisso ele abaixa o zíper da calça e puxa a cueca e a calça até os tornozelos, e lá estava eu diante da pica mais linda que já tinha visto, enooooooorme, cheia de veias, cabeçuda e pulsando.
Ele me diz: Vem chupar ela, sei que você tá morrendo de vontade, sua putinha. Meu chefe fala baixinho. Não consegui resistir, meu amor, na hora me ajoelhei na frente daquele pedaço de carne que tanto me dava vontade e comecei primeiro a beijar a pontinha enquanto olhava nos olhos do Ramiro.
depois acariciei os ovos enormes e peludos que ele tinha e comecei a chupar aquela ferramenta preciosa, ele no começo me deixou fazer, mas conforme foi ficando excitado, me pegou pela cabeça e pelos peitos e já marcava o ritmo do boquete de forma firme, mas constante, não importava se eu ameaçava engasgar, ele me segurava bem pelo cabelo e continuava o boquete de um jeito espetacular. Vou te dizer, meu amor, que o primeiro boquete foi sublime, beijei aquela enormidade toda, lambi como se fosse um pirulito.
tentei chupar ela inteira, beijei os ovos dele, lambi eles e quase sempre olhando nos olhos dele, pra saber se o Ramiro tava curtindo, não dava pra acreditar, mas só com aquela mamada eu gozei pela primeira vez na tarde. Depois de me dar esse banquete com a vara do meu chefe, ele me diz: Você mama de campeonato, putinha, mas agora finalmente vou ver que calcinha você vestiu e vou te foder como nunca te foderam, você vai acabar sendo minha puta pessoal de tanto que vai gostar da minha piroca. Ramiro me ameaça. Mas eu sou uma senhora casada, decente, nunca fui infiel ao meu marido. Me deu um pingo de decência, mesmo eu estando ali ajoelhada e com a mão acariciando aquele lindo ídolo de carne. Você vai ser uma senhora casada muito puta, agora não me responde e se curva na mesa que eu quero ver como essas bundonas enormes são minhas. Me ordena meu chefe. Eu tava perdida de tesão, e o pior é que o jeito que ele me tratava só me deixava mais excitada, então sem dizer nada me inclinei sobre a mesa, levantei a mini até a cintura e me ofereci pra aquele safado, rebolando a bunda.
Assim mesmo, pirujinha, adoro que você se ofereça pro seu macho. Me diz o Ramiro. Na sequência, ele mexe na minha tanguinha, eu fico quietinha, ele me pega pelo pescoço e, de um só empurrão, enfia toda a pica enorme dele na minha bucetinha. Aí eu tive outro orgasmo.
Eu gritei de prazer e comecei a gemer que nem uma louca, maaaaaais, papai, maaaaaais, que delícia que você come, me dá mais, enfia mais, aaaaggggghhhhhh, aaaaaauuuuuuccccccch, enquanto meu chefe me penetrava bem fundo, quase tirava tudo e enfiava de novo de uma só vez, era uma delícia, e eu tava completamente entregue, não importava que aquele macho me dominasse por completo, queria ser dele. Depois de um tempo me comendo daquele jeito, ele falou que ia sentar e que ia me dar de sentões no pau dele de costas pra ele, naquele momento eu faria tudo que ele quisesse. Aí a gente passou pra essa posição e foi uma delícia, eu sentia ele completamente dentro e eu controlava a comida de um jeito bestial, me mexia em círculos ou dava sentões, aquela pica enorme aguentava tudo.
ele tava me perguntando se eu ia ser a putinha dele e eu dizia que sim, que ia fazer tudo que o saco dele mandasse e eu falava que sim, ia dizer sim pra tudo, de repente ele me empurra e manda eu ficar de joelhos que ele vai gozar na minha boca e que eu vou limpar a pica dele até ficar brilhando e que eu ia engolir toda a porra dele, fiquei de joelhos e é mamar pra dentro, em duas chupadas recebi a iguaria mais gostosa (e que por sinal, você já provou e acha o mesmo que eu, hehe), cremosa, branquinha e deliciosa que já comi
Salgado sem ser agressivo, encorpado sem ser empelotado. A partir desse momento, eu sabia que qualquer coisa que ela me pedisse, eu faria.
4 comentários - Minha esposa a mais putinha #3