Fui pego gozando

Fui pego gozandoSou a Julia, tenho 23, e… faz mais ou menos um ano que não comia ninguém. Com a pequena de 3 anos, o trampo e toda a bagunça, nem tempo tinha. Uma noite entediada abri o Badoo e comecei a trocar ideia com um cara de 24, gato, com uma energia boa. A gente conversou uns dias, ele me fazia rir e me esquentava com umas mensagens bem putas. No fim, ele falou que tava com a casa vazia porque os pais foram numa festa e voltavam tarde. Fui na hora.

Cheguei nervosa, mas já molhada. Sentamos no sofá da sala, papeamos um pouco sobre besteiras e, de repente, começamos a nos beijar gostoso. A boca dele tinha um gosto yummy, ele apertava meus peitos por cima da camiseta. Eu tava desesperada. Abri o zíper dele, puxei aquela pica dura e… Deus, tava com uma puta vontade. Enfiei tudo na boca de uma vez, babando igual uma louca. Chupei fundo, com gosto, balançando a cabeça rápido, deixando fios de saliva escorrendo pelas bolas dele. Deixei ela toda babada, brilhando, inchada. O cara gemia e puxava meu cabelo.

Me virei de quatro ali mesmo no sofá, rabetão pra cima. Ele levantou minha saia, puxou minha calcinha fio dental e meteu de uma vez. Que tasty! Ele me comia forte, dando tapas na bunda que ardiam. Do nada, senti o dedo dele apertando meu cuzinho e ele enfiou devagar enquanto continuava me comendo. Eu gemia que nem uma puta, tava em outro mundo. Depois falei que queria por cima. Tirei tudo, sentei nele, enfiei a pica toda e comecei a cavalgar igual uma louca, quicando, girando a cintura em círculos. Com uma mão, eu me masturbava o clitóris rapidão, já tava no limite.

E bem na hora que eu ia gozar… a porta da sala abre.

Eram os pais dele. Os dois parados ali, me olhando com os olhos arregalados. Eu já não conseguia parar. O orgasmo explodiu do mesmo jeito. “Pô-por favor… não olhem!” gritei meio sufocada, mas gozei como nunca. Um squirt enorme jorrou de mim, encharcando a pica toda dele, o sofá, até o chão. Eu tremia inteira, gemendo alto, com a cara vermelha de vergonha e prazer ao mesmo tempo. Eles ali, parados. congelados, a mãe de boca aberta.
O cara me empurrou pra cima, eu ainda tremendo. A mãe pirou. “Vadia nojenta! Sai da minha casa!” Me pegou pelo cabelo bem forte, me arrastando até a porta enquanto eu tentava me cobrir. Me arrastou assim, pelada, pelo corredor. Jogou minha camiseta, saia e calcinha no quintal como se fossem lixo. “Vai pra puta que pariu, degenerada!” gritou pra mim, e bateu a porta na minha cara.
Lá estava eu, no quintal dos outros, quase nua, as pernas ainda tremendo do orgasmo, o squirt escorrendo pelas coxas, catando minha roupa às pressas enquanto ouvia a velha gritando com o filho lá dentro. Me vesti como deu e saí correndo, morta de vergonha…

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