Já tinha passado seis meses desde aquela trepada cheia de ciúmes no quarto dela.
No final, minha mãe decidiu tentar de verdade com meu pai. Eles voltaram a morar todos juntos na casa nova, embora as coisas nunca mais fossem como antes. Meu pai passava mais tempo no trabalho, e Ana… Ana tinha virado a chefe de tudo.
Montaram um negócio familiar de distribuição de matéria-prima para fábricas (ração animal, fertilizantes e concentrados). Minha mãe administra quase tudo: cuida das contas, fecha negócios, gerencia os motoristas e fornecedores. Ela vivia vestida com jeans apertados, blusas justas e salto alto, balançando aquela bunda espetacular de um lado pro outro enquanto dava ordens. Tava mais gostosa e segura de si do que nunca.
Eu continuava estudando Veterinária e ajudava no negócio à tarde. A Sofi já trabalhava full time como edecã e modelo de eventos, e chegava em casa com outfits cada vez mais provocadores.
E sim… eu e a Ana continuávamos nos vendo escondido.
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Era uma quarta-feira à noite. Meu pai tinha viajado pra Guadalajara por causa de um fornecedor. A Sofi tinha saído com umas amigas e ia voltar tarde.
A Ana me mandou uma mensagem às 22h30:
Ana: Vem no meu quarto. Tá sozinho.
Fui na maciota. Encontrei ela debruçada na cama revisando inventário, com uma calça preta social que enterrava brutalmente entre as nádegas. Mal fechei a porta, me joguei nela.
— Senti sua falta, gostosa… — rosnei segurando os quadris dela.
— Shhh… rápido, meu rei, não sabemos que horas sua irmã volta — sussurrou, mas já tava empurrando a bunda pra trás. Liga a TV e aumenta o volume, caso sua irmã chegue (se ela soubesse que a Sofi sabe de tudo).
Baixei a calça dela até os joelhos, abri as nádegas e enfiei de uma vez. Ana soltou um gemido abafado e mordeu o braço pra não gritar. Comecei a comer ela com força, com vontade acumulada de vários dias.
PLAF… PLAF… PLAF… PLAF…
— Aii Dany! Assim! Me dá essa pica dura como sempre! — gemeu baixinho.
Dei vários tapas na bunda dela enquanto metia. As nádegas dela ficavam vermelhas e tremiam a cada estocada. Comi ela igual bicho em cima das caixas, suando, mordendo o pescoço e puxando o cabelo. Ana gozou duas vezes antes de eu encher a buceta dela de porra quente.
Depois ela se ajoelhou, limpou minha pica com a boca e me deu um beijo profundo.
— Mesmo morando com seu pai… essa raba continua sendo sua quando quiser, gostoso — falou me olhando nos olhos.
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A proximidade com a Sofi
Com a Sofi as coisas tinham mudado. A gente já não era só irmãos. Depois daquela noite em que eu comi ela, começamos a ter uma tensão constante. A gente se procurava, se provocava, mas não tinha passado de roçadas e palavras cheias de malícia.
Ela me mandava fotos de roupa de trabalho (saias curtas, leggings que marcavam a bunda), pedia minha opinião e ria quando eu ficava nervoso. Eu provocava ela quando chegava bêbada, passava a mão "sem querer" na bunda dela enquanto ajudava a subir as escadas, e ela deixava. A gente ficava até tarde vendo filmes na sala, sentados bem juntinhos, com a perna dela sobre a minha.
A Ana percebia.
Um dia, enquanto jantávamos os quatro, a Ana olhou pra mim e pra Sofi com uma sobrancelha levantada. A gente tinha passado a refeição toda rindo e trocando cutucadas.
—Como vocês dois ficaram unidos ultimamente… —ela comentou com um sorriso, mas com um olhar meio desconfiado.
A Sofi só deu de ombros.
—É meu irmão mais velho, mãe. Óbvio que a gente se dá bem.
Eu fiquei quieto, mas senti o olhar da Ana grudado em mim. Ela ainda não desconfiava de nada… ou pelo menos parecia. Mas eu conhecia bem minha mãe. Sabia que ela tava de olho.
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Uma noite, depois de uma escapada rápida no carro onde a Ana me chupou a pica até engolir tudo, ela disse, enquanto arrumava o batom:
—Dany… quero que você viva sua vida. Arranja uma namorada, se diverte… mas não se afasta de mim. Entendeu?
Eu concordei. Mas no fundo sabia que as coisas tavam ficando complicadas. Eu tinha minha mãe pra comer quando quisesse… e minha irmã cada vez mais perto, me provocando com aquela bunda jovem e firme.
A bomba podia explodir a qualquer momento.
Meu aniversário – O presente que eu tanto pedi
Já fazia exatamente um ano e meio desde a primeira vez que comi minha mãe. Um ano de escapadas, de fodas rápidas e desesperadas, de boquetes no carro, de transas selvagens no depósito do negócio e de noites roubadas quando meu pai não tava. Mas tinha uma coisa que eu nunca consegui: o cu virgem dela.
Durante meses eu insisti. Às vezes com carinho, às vezes com tesão, às vezes quase implorando. A Ana sempre recusava:
—“Ainda não, meu rei… tenho medo. Você tem a pica muito grossa e eu nunca fiz isso.”
Mas naquela noite, no dia do meu aniversário de 23 anos, tudo mudou.
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A família tinha organizado uma festinha em casa. Meu pai, a Sofi, tios e primos. A Ana tava espetacular com um vestido preto justo que marcava brutalmente aquele rabo de infarto. Cada vez que ela andava, todos os homens devoravam ela com os olhos. Eu Só conseguia pensar no que ela tinha me prometido por mensagem naquela mesma manhã:
Ana: Hoje é seu dia, pussy. Depois da festa… vou te dar o que você tanto quis. Minha bunda virgem é sua esta noite.
Quando todo mundo foi embora e meu pai saiu (tinha brigado com minha mãe, acho que dessa vez de propósito por causa dela), Ana entrou no meu quarto. Trancou a porta e ficou parada na minha frente, nervosa mas decidida.
—Feliz aniversário, meu rei… —sussurrou—. Hoje sim. Mas com uma condição: vai devagar. Muita delicadeza no começo, tá?
Me levantei e beijei ela com carinho. Tirei o vestido dela devagar, deixando só uma calcinha preta e salto alto. Deitei ela de bruços na minha cama e comecei a beijar toda a costa dela, descendo até aquela bunda enorme e perfeita que me enlouquecia.
Puxei a calcinha dela com cuidado. As nádegas dela se abriram um pouco, deixando ver o cuzinho pequeno, franzido, rosado e virgem. Meu pau deu um pulo.
—Fica tranquila, gostosa… vou te preparar bem direitinho —falei com voz suave.
Comecei com beijos e lambidas suaves ao redor do cu dela. Ana se tensava e gemia baixinho. Usei muito lubrificante (tinha comprado um especial pra isso). Primeiro um dedo, bem devagar, girando com paciência. Depois dois. Ana respirava ofegante, agarrando os lençóis.
— Cê tá bem, meu amor? — perguntava sem parar.
— S-sim… continua… tá estranho mas… não dói tanto…
Depois de quase vinte minutos de preparo, coloquei ela de quatro, com um travesseiro embaixo do quadril pra deixar a bunda bem empinada. Passei bastante lubrificante no meu pau e encostei a cabeça bem na entrada dela.
— Respira fundo, gostosa… se doer muito, me avisa que eu paro.
Empurrei bem devagar. Só a cabeça. A Ana soltou um gemido longo e abafado, enterrando o rosto no travesseiro.
— Aiii… que grande que parece… devagar, Dany… pelo amor de Deus!
Fiquei parado, só com a cabeça dentro, acariciando as costas e a bunda dela com carinho. Aos poucos fui enfiando mais, centímetro por centímetro, sempre perguntando como ela se sentia. Levei quase dez minutos para ter tudo lá dentro. Era uma sensação incrivelmente apertada e quente.
— Tudo dentro? — perguntou com a voz trêmula.
— Tudo, mamãe… você tá tomando minha pica toda no cu — sussurrei acariciando a cintura dela.
Comecei a me mover bem devagar, saídas curtas e entradas suaves. Ana gemia de um jeito diferente, mistura de dor e algo novo. Depois de vários minutos, o corpo dela começou a relaxar. Os gemidos mudaram.
— Ai… Dany… já não dói tanto… é estranho… mas gostoso…
Isso me deu confiança. Aumentei um pouco o ritmo, ainda com cuidado, mas mais fundo. A bundona carnuda dela quicava suave contra mim. Enfiei a mão por baixo e comecei a esfregar a buceta dela, que tava encharcada.
— Aaaahhh! Isso! Assim! — gemeu mais alto.
— Tá gostando, mamãe? Tá gostando que eu tô comendo teu cu?
— Sim…! Tô gostando…! Continua, buceta… mais!
Não havia mais dor. Ana começou a empurrar a bunda pra trás, pedindo mais. Segurei seus quadris com mais força e comecei a comê-la com mais firmeza, ainda que controlado. Seus gemidos ficaram mais altos e putos.
— Aiiii, Deus! Que gostoso que tá agora! Mais forte, meu rei! Não tão forte, mas mais rápido!
Fiz o que ela pedia. O som dos meus quadris batendo na bundona dela enchia o quarto. Dei uns tapinhas suaves nela e ela gemia mais alto. A bunda virgem dela apertava deliciosamente.
Quando senti que não aguentava mais, avisei:
— Ma... vou gozar...
— Dentro! Quero sentir seu gozo no meu cu!
Gozei com força, soltando jorros quentes bem dentro da bunda virgem dela. Ana teve um orgasmo quase ao mesmo tempo, tremendo e apertando minha pica com o cu dela.
Ficamos juntos por vários minutos, ofegantes. Quando saí devagar, um fio do meu gozo escorreu da bunda dela. Ana se virou, me olhou com olhos brilhantes e um sorriso satisfeito.
— Feliz aniversário, meu amor... — sussurrou —. Não pensei que fosse gostar tanto... Agora essa bunda também é sua quando quiser.
Beijei ela com carinho e abracei forte.
— Valeu, mamãe... esse foi o melhor presente da minha vida.
Já faziam quase quatro meses desde meu aniversário e aquela primeira vez que enfiei a pica no cu da minha mãe. Desde então, Ana tinha virado viciada. Adorava ser comida por trás, especialmente quando pedia pra ser com força. Dizia que se sentia mais puta e mais minha quando eu penetrava ela pelo cu.
Mas a calma não durou.
Tudo explodiu numa sexta à noite. Meu pai chegou mais cedo do que o normal e se deparou com vários sinais que não gostou: mensagens estranhas no celular de Ana (mensagens minhas, embora nunca assinadas com meu nome), calcinhas sexy que ele nunca tinha visto nela, e a atitude mais alegre e safada da minha mãe nos últimos meses.
Teve uma briga feia. Ouvi tudo do meu quarto.
— Sei que você tem um amante, Ana! Não acredita nesse cara, não! —meu pai gritava—. Quem é? Desde quando você tá me botando chifre?
— Cê tá louco, Héctor! Não tenho amante nenhum! Cê sabe muito bem que foi o único homem com quem eu estive! —ela respondia, mas a voz tremia um pouco. Em parte era verdade, segundo minha mãe antes de mim, o único homem com quem ela tinha estado era meu pai, embora pretendentes nunca faltassem.
A discussão terminou com meu pai sainto puto pra caralho de casa. Eles se separaram de novo. Dessa vez parecia mais definitivo. Meu pai foi morar num apartamento no centro de Toluca e só passava de vez em quando pra pegar umas coisas.
Ana ficou destruída emocionalmente… mas também aliviada.
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Eu tava quase terminando a faculdade de Veterinária. Só faltavam duas matérias e a tese.
Resolvi levar na boa e dedicar mais tempo ao negócio e, principalmente, a ela.
Agora que meu pai não morava mais em casa, as oportunidades se multiplicaram.
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Uma tarde, cheguei da última prova e encontrei a Ana na sala. Ela tava sentada revisando umas contas com uma calça de lycra preta que marcava cada curva daquele rabo espetacular. Ela parecia cansada, mas gostosa pra caralho.
— Como foi, meu rei? — ela me perguntou sorrindo.
— Bem. Já tô quase terminando — respondi, trancando a porta com a chave.
Me aproximei por trás, enrolei os braços na cintura dela e apertei as bundas dela com força.
— Dany… aqui não, os funcionários podem chegar — ela sussurrou, mas já tava empurrando a bunda contra meu pau.
— Que esperem — falei no ouvido dela enquanto puxava a calça dela até os joelhos.
Inclinei ela sobre a mesa, cuspi no cu dela e meti devagar na buceta dela. Ana soltou um gemido longo e rouco.
— Aiii, buceta… como eu tava sentindo falta disso!
Comecei a comer ela num ritmo constante, segurando nas cadeiras largas dela. As bundonas dela batiam gostoso contra mim.
— Tá vendo? Agora sim posso te foder quando quiser, sem ter que ficar tanto nos escondendo —rosnei enquanto dava palmadas nela.
— Isso! Assim! Bate forte, meu amor! Essa bunda é tua… toda tua!
Tirei, passei lubrificante e enfiei no cu dela de uma só vez, mais fácil que da primeira vez. Ana já gemia que nem uma puta, empurrando pra trás.
— Mais! Enfia tudo no meu cu! Assim que eu gosto agora!
Eu segurei ela com força pela bunda por vários minutos até gozar fundo dentro dela.
Quando saí, meu leite escorria pelo cu e pelas coxas dela. Ana se virou, se ajoelhou e limpou minha pica com a boca, me olhando com devoção.
— Você é meu homem, Dany… — sussurrou —. Mesmo separada do seu pai, eu continuo sendo sua.
Eu continuava estudando Veterinária e ajudava no negócio à tarde. A Sofi já trabalhava full time como edecã e modelo de eventos, e chegava em casa com outfits cada vez mais provocadores. E sim… eu e a Ana continuávamos nos vendo escondido.
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Era uma quarta-feira à noite. Meu pai tinha viajado pra Guadalajara por causa de um fornecedor. A Sofi tinha saído com umas amigas e ia voltar tarde.
A Ana me mandou uma mensagem às 22h30:
Ana: Vem no meu quarto. Tá sozinho.
Fui na maciota. Encontrei ela debruçada na cama revisando inventário, com uma calça preta social que enterrava brutalmente entre as nádegas. Mal fechei a porta, me joguei nela.
— Senti sua falta, gostosa… — rosnei segurando os quadris dela.
— Shhh… rápido, meu rei, não sabemos que horas sua irmã volta — sussurrou, mas já tava empurrando a bunda pra trás. Liga a TV e aumenta o volume, caso sua irmã chegue (se ela soubesse que a Sofi sabe de tudo).
Baixei a calça dela até os joelhos, abri as nádegas e enfiei de uma vez. Ana soltou um gemido abafado e mordeu o braço pra não gritar. Comecei a comer ela com força, com vontade acumulada de vários dias.PLAF… PLAF… PLAF… PLAF…
— Aii Dany! Assim! Me dá essa pica dura como sempre! — gemeu baixinho.
Dei vários tapas na bunda dela enquanto metia. As nádegas dela ficavam vermelhas e tremiam a cada estocada. Comi ela igual bicho em cima das caixas, suando, mordendo o pescoço e puxando o cabelo. Ana gozou duas vezes antes de eu encher a buceta dela de porra quente.
Depois ela se ajoelhou, limpou minha pica com a boca e me deu um beijo profundo.
— Mesmo morando com seu pai… essa raba continua sendo sua quando quiser, gostoso — falou me olhando nos olhos.
_________________________________ A proximidade com a Sofi
Com a Sofi as coisas tinham mudado. A gente já não era só irmãos. Depois daquela noite em que eu comi ela, começamos a ter uma tensão constante. A gente se procurava, se provocava, mas não tinha passado de roçadas e palavras cheias de malícia.
Ela me mandava fotos de roupa de trabalho (saias curtas, leggings que marcavam a bunda), pedia minha opinião e ria quando eu ficava nervoso. Eu provocava ela quando chegava bêbada, passava a mão "sem querer" na bunda dela enquanto ajudava a subir as escadas, e ela deixava. A gente ficava até tarde vendo filmes na sala, sentados bem juntinhos, com a perna dela sobre a minha.
A Ana percebia.
Um dia, enquanto jantávamos os quatro, a Ana olhou pra mim e pra Sofi com uma sobrancelha levantada. A gente tinha passado a refeição toda rindo e trocando cutucadas.—Como vocês dois ficaram unidos ultimamente… —ela comentou com um sorriso, mas com um olhar meio desconfiado.
A Sofi só deu de ombros.
—É meu irmão mais velho, mãe. Óbvio que a gente se dá bem.
Eu fiquei quieto, mas senti o olhar da Ana grudado em mim. Ela ainda não desconfiava de nada… ou pelo menos parecia. Mas eu conhecia bem minha mãe. Sabia que ela tava de olho.
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Uma noite, depois de uma escapada rápida no carro onde a Ana me chupou a pica até engolir tudo, ela disse, enquanto arrumava o batom:
—Dany… quero que você viva sua vida. Arranja uma namorada, se diverte… mas não se afasta de mim. Entendeu?
Eu concordei. Mas no fundo sabia que as coisas tavam ficando complicadas. Eu tinha minha mãe pra comer quando quisesse… e minha irmã cada vez mais perto, me provocando com aquela bunda jovem e firme.
A bomba podia explodir a qualquer momento.
Meu aniversário – O presente que eu tanto pedi
Já fazia exatamente um ano e meio desde a primeira vez que comi minha mãe. Um ano de escapadas, de fodas rápidas e desesperadas, de boquetes no carro, de transas selvagens no depósito do negócio e de noites roubadas quando meu pai não tava. Mas tinha uma coisa que eu nunca consegui: o cu virgem dela.
Durante meses eu insisti. Às vezes com carinho, às vezes com tesão, às vezes quase implorando. A Ana sempre recusava:
—“Ainda não, meu rei… tenho medo. Você tem a pica muito grossa e eu nunca fiz isso.”
Mas naquela noite, no dia do meu aniversário de 23 anos, tudo mudou.
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A família tinha organizado uma festinha em casa. Meu pai, a Sofi, tios e primos. A Ana tava espetacular com um vestido preto justo que marcava brutalmente aquele rabo de infarto. Cada vez que ela andava, todos os homens devoravam ela com os olhos. Eu Só conseguia pensar no que ela tinha me prometido por mensagem naquela mesma manhã:
Ana: Hoje é seu dia, pussy. Depois da festa… vou te dar o que você tanto quis. Minha bunda virgem é sua esta noite.Quando todo mundo foi embora e meu pai saiu (tinha brigado com minha mãe, acho que dessa vez de propósito por causa dela), Ana entrou no meu quarto. Trancou a porta e ficou parada na minha frente, nervosa mas decidida.
—Feliz aniversário, meu rei… —sussurrou—. Hoje sim. Mas com uma condição: vai devagar. Muita delicadeza no começo, tá?
Me levantei e beijei ela com carinho. Tirei o vestido dela devagar, deixando só uma calcinha preta e salto alto. Deitei ela de bruços na minha cama e comecei a beijar toda a costa dela, descendo até aquela bunda enorme e perfeita que me enlouquecia.Puxei a calcinha dela com cuidado. As nádegas dela se abriram um pouco, deixando ver o cuzinho pequeno, franzido, rosado e virgem. Meu pau deu um pulo.
—Fica tranquila, gostosa… vou te preparar bem direitinho —falei com voz suave.
Comecei com beijos e lambidas suaves ao redor do cu dela. Ana se tensava e gemia baixinho. Usei muito lubrificante (tinha comprado um especial pra isso). Primeiro um dedo, bem devagar, girando com paciência. Depois dois. Ana respirava ofegante, agarrando os lençóis.
— Cê tá bem, meu amor? — perguntava sem parar. — S-sim… continua… tá estranho mas… não dói tanto…
Depois de quase vinte minutos de preparo, coloquei ela de quatro, com um travesseiro embaixo do quadril pra deixar a bunda bem empinada. Passei bastante lubrificante no meu pau e encostei a cabeça bem na entrada dela.
— Respira fundo, gostosa… se doer muito, me avisa que eu paro.
Empurrei bem devagar. Só a cabeça. A Ana soltou um gemido longo e abafado, enterrando o rosto no travesseiro.
— Aiii… que grande que parece… devagar, Dany… pelo amor de Deus!
Fiquei parado, só com a cabeça dentro, acariciando as costas e a bunda dela com carinho. Aos poucos fui enfiando mais, centímetro por centímetro, sempre perguntando como ela se sentia. Levei quase dez minutos para ter tudo lá dentro. Era uma sensação incrivelmente apertada e quente.— Tudo dentro? — perguntou com a voz trêmula.
— Tudo, mamãe… você tá tomando minha pica toda no cu — sussurrei acariciando a cintura dela.
Comecei a me mover bem devagar, saídas curtas e entradas suaves. Ana gemia de um jeito diferente, mistura de dor e algo novo. Depois de vários minutos, o corpo dela começou a relaxar. Os gemidos mudaram.
— Ai… Dany… já não dói tanto… é estranho… mas gostoso…
Isso me deu confiança. Aumentei um pouco o ritmo, ainda com cuidado, mas mais fundo. A bundona carnuda dela quicava suave contra mim. Enfiei a mão por baixo e comecei a esfregar a buceta dela, que tava encharcada.
— Aaaahhh! Isso! Assim! — gemeu mais alto.
— Tá gostando, mamãe? Tá gostando que eu tô comendo teu cu?
— Sim…! Tô gostando…! Continua, buceta… mais!
Não havia mais dor. Ana começou a empurrar a bunda pra trás, pedindo mais. Segurei seus quadris com mais força e comecei a comê-la com mais firmeza, ainda que controlado. Seus gemidos ficaram mais altos e putos.— Aiiii, Deus! Que gostoso que tá agora! Mais forte, meu rei! Não tão forte, mas mais rápido!
Fiz o que ela pedia. O som dos meus quadris batendo na bundona dela enchia o quarto. Dei uns tapinhas suaves nela e ela gemia mais alto. A bunda virgem dela apertava deliciosamente.
Quando senti que não aguentava mais, avisei:
— Ma... vou gozar...
— Dentro! Quero sentir seu gozo no meu cu!
Gozei com força, soltando jorros quentes bem dentro da bunda virgem dela. Ana teve um orgasmo quase ao mesmo tempo, tremendo e apertando minha pica com o cu dela.
Ficamos juntos por vários minutos, ofegantes. Quando saí devagar, um fio do meu gozo escorreu da bunda dela. Ana se virou, me olhou com olhos brilhantes e um sorriso satisfeito.
— Feliz aniversário, meu amor... — sussurrou —. Não pensei que fosse gostar tanto... Agora essa bunda também é sua quando quiser.
Beijei ela com carinho e abracei forte.
— Valeu, mamãe... esse foi o melhor presente da minha vida.
Já faziam quase quatro meses desde meu aniversário e aquela primeira vez que enfiei a pica no cu da minha mãe. Desde então, Ana tinha virado viciada. Adorava ser comida por trás, especialmente quando pedia pra ser com força. Dizia que se sentia mais puta e mais minha quando eu penetrava ela pelo cu.
Mas a calma não durou.
Tudo explodiu numa sexta à noite. Meu pai chegou mais cedo do que o normal e se deparou com vários sinais que não gostou: mensagens estranhas no celular de Ana (mensagens minhas, embora nunca assinadas com meu nome), calcinhas sexy que ele nunca tinha visto nela, e a atitude mais alegre e safada da minha mãe nos últimos meses.
Teve uma briga feia. Ouvi tudo do meu quarto.
— Sei que você tem um amante, Ana! Não acredita nesse cara, não! —meu pai gritava—. Quem é? Desde quando você tá me botando chifre?
— Cê tá louco, Héctor! Não tenho amante nenhum! Cê sabe muito bem que foi o único homem com quem eu estive! —ela respondia, mas a voz tremia um pouco. Em parte era verdade, segundo minha mãe antes de mim, o único homem com quem ela tinha estado era meu pai, embora pretendentes nunca faltassem.
A discussão terminou com meu pai sainto puto pra caralho de casa. Eles se separaram de novo. Dessa vez parecia mais definitivo. Meu pai foi morar num apartamento no centro de Toluca e só passava de vez em quando pra pegar umas coisas.Ana ficou destruída emocionalmente… mas também aliviada.
________________________________________
Eu tava quase terminando a faculdade de Veterinária. Só faltavam duas matérias e a tese.
Resolvi levar na boa e dedicar mais tempo ao negócio e, principalmente, a ela.
Agora que meu pai não morava mais em casa, as oportunidades se multiplicaram.
________________________________________
Uma tarde, cheguei da última prova e encontrei a Ana na sala. Ela tava sentada revisando umas contas com uma calça de lycra preta que marcava cada curva daquele rabo espetacular. Ela parecia cansada, mas gostosa pra caralho.
— Como foi, meu rei? — ela me perguntou sorrindo. — Bem. Já tô quase terminando — respondi, trancando a porta com a chave.
Me aproximei por trás, enrolei os braços na cintura dela e apertei as bundas dela com força.
— Dany… aqui não, os funcionários podem chegar — ela sussurrou, mas já tava empurrando a bunda contra meu pau.
— Que esperem — falei no ouvido dela enquanto puxava a calça dela até os joelhos.
Inclinei ela sobre a mesa, cuspi no cu dela e meti devagar na buceta dela. Ana soltou um gemido longo e rouco.
— Aiii, buceta… como eu tava sentindo falta disso!
Comecei a comer ela num ritmo constante, segurando nas cadeiras largas dela. As bundonas dela batiam gostoso contra mim.
— Tá vendo? Agora sim posso te foder quando quiser, sem ter que ficar tanto nos escondendo —rosnei enquanto dava palmadas nela. — Isso! Assim! Bate forte, meu amor! Essa bunda é tua… toda tua!
Tirei, passei lubrificante e enfiei no cu dela de uma só vez, mais fácil que da primeira vez. Ana já gemia que nem uma puta, empurrando pra trás.
— Mais! Enfia tudo no meu cu! Assim que eu gosto agora!Eu segurei ela com força pela bunda por vários minutos até gozar fundo dentro dela.
Quando saí, meu leite escorria pelo cu e pelas coxas dela. Ana se virou, se ajoelhou e limpou minha pica com a boca, me olhando com devoção.
— Você é meu homem, Dany… — sussurrou —. Mesmo separada do seu pai, eu continuo sendo sua.
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