Fui no centro fazer umas compras, depois voltei pra casa, eram só umas 3 da tarde, fiquei imaginando minha esposa sendo comida brutalmente por 9 caras e minha pica ficou durona pra caralho, tive que tomar um banho pra baixar a ereção porque queria ver se conseguia um boquete da minha esposa depois que ela terminasse o trabalhinho dela kkk me distraí vendo séries, lá pras 5 e meia me arrumei e fui pro hotel, esperei lá embaixo, umas 6 ela me manda mensagem: Ori: você tá aí embaixo? Eu: sim, amor Ori: tô descendo
Espero e vejo ela aparecer, recém-saída do banho, cabelo molhado num casaco de algum cara. Ela entra no carro e me diz: "Ori; não vai dar tempo de ir pra casa, vai no motel mais perto."
Eu: "Sim, love."
Cheguei no motel, fui pagar um quarto e entramos. Ela começou a me beijar apaixonadamente enquanto me despia, me jogou na cama e tirou o casaco. Fiquei chocado: ela estava quase nua, só de micro-fio, e no micro-fio tinha um monte de camisinhas usadas cheias de porra amarradas. Ela sentou em cima da minha pica, sem penetrar, esfregou a boceta gostosa no meu pau e disse:
"Ori: cê gosta de cuckold? Todas essas camisinhas são de caras que usaram os buracos da sua esposa até esvaziar as bolas."
Eu: "Ufffff, amor, que delíciaaaa."
Ela virou de costas, pegou meu pau, afastou o fio — o cu dela tava super aberto — e enfiou dentro do rabo. Começou a sentar gostoso enquanto aquelas camisinhas balançavam pra todo lado, era incrível, umas 20, 25 camisinhas cheias de porra.
Ori: "Sabia que você ia gostar de ser cuck. Eu amei ser usada por 9 desconhecidos, eles foderam meu cu até se cansar, curti demais. Sou uma puta do caralho, adoro ser uma prostituta casada com um cuck fudido. Sim, puta que pariu!"
Isso batia fortão: PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF.
Ori: Não aguento mais e tive um orgasmo tão intenso que jorrou pra caralho, isso fez com que eu gozasse dentro do cu dela, puta merda, a melhor até agora. Ela caiu exausta em cima de mim, quando recuperamos o fôlego, ela se deita no meu peito e fala:
Ori: Uff, love, foi incrível.
Eu: Já vi, parece que você adorou seu primeiro gangbang, haha.
Ori: Queria mais, mas já tinha dado a hora de sair, haha.
Eu: Que gostosa, hahaha, coitados dos homens, você deixou eles secos, com certeza.
Ori: Sim, haha, são senhores e são advogados, ficaram encantados comigo. Dei seu número pra próximos encontros, parece que pagam bem. À noite te conto tudo direitinho porque já tenho que tomar banho e descansar pro próximo encontro.
Eu: Excelente, love, vamos tomar banho juntos.
Ori tirou o fio dental e guardou na bolsa. Entramos no chuveiro, dei uns beijos gostosos nela, depois deitamos por meia hora, fiz uma massagem nela, então ela se arrumou, ficou mais gostosa ainda. Já era quase hora do show, então levei ela pro próximo hotel. Chegamos e ela me fala:
Ori: Vou estar no 14º andar, apartamento 2P. Vou ficar aqui até as 23h. Te aviso quantos são.
Ela me deu um beijo e desceu. Cinco minutos depois, recebo uma mensagem dela:
Ori: São 5.
Decidi ir pra casa. Às 22h preparei o jantar, às 22h30 fui pro hotel e a Ori me escreve quase às 23h:
Ori: Descendo, love.
Eu: Ok, ok.
Ela entrou no carro, se recostou no banco e suspirou:
Ori: Uff, tô exausta.
Eu: Imagino, love, te comeram bastante.
Ori: Sim, mas ainda quero mamar minha cock favorita.
E me agarra a cock por cima do short.
Eu: Uff, love, mas primeiro você tem que comer, depois a gente fode o postre, haha.
Ori: Que delícia, haha.
Chegamos em casa, ela foi primeiro tomar um banho, depois jantamos. Depois de comer, ela me senta no sofá, vai pro quarto e volta com outro micro fio dental e umas camisinhas — dava pra ver que era outro pela cor, e a quantidade de camisinhas era menor, tipo umas 10 camisinhas, e veio de salto alto. Ela fica na minha frente, se vira e começa a fazer um twerk.
Caralho, essas rabetonas se mexendo com aquelas camisinhas era o auge, tava com a pica estourando. Ela se ajoelha entre minhas pernas, puta merda, como via aquele coração da calcinha com as camisinhas cheias de porra. Ela tirou minha pica e começou a dar umas lambidas e me masturbar.
Ori: Sabe, hoje 17 caras me comeram, 3 vizinhos e 14 desconhecidos.
Eu: Uffff, toda uma puta, meu Deus.
Ori: Sim, a puta da sua esposa adora levar pica, corno.
Eu: Siiim, adoro ser corno.
Ori: Eu sei, corno, você ama ver como estouram sua esposa de porrada de pica, e eu amo dar minha buceta pra paus desconhecidos. Vou dar meus buracos pra qualquer um que pagar, não ligo se for da sua família, se não nos conhece, vou dar meus buracos pra todos, especialmente pro seu pai. Tava pensando em dar meus buracos de graça pra ele, assim ele pode esvaziar as bolas à vontade dentro de mim até te dar um irmãozinho, corno, posso?
Ela enfiava minha pica até o fundo da garganta, esticava a língua e lambia minhas bolas, caralho, ela tava me espremendo.
Eu: SIIIIM, MEU DEEEUS, QUE GOSTOOOOOSO.
Ori: 17 caras usaram o cu da sua mulher, não sente vergonha? Isso não é coisa de homem, que todo mundo possa usar o cu da sua esposa e você não faz nada, corno de merda.
Ela devorava minha pica sem parar.
Eu: SIIIIIIII, AMEI DEMAISSSS. Não aguentei e peguei ela pela cabeça e gozei dentro da garganta dela, uffffff, que gostoso que é gozar assim, foi o máximo. Soltei ela, e ela tirou meu pau com um sorriso, colocou de novo na boca e chupou pra deixar bem limpinho. Ainda tava duro. Levantei, e ela me levou pro quarto, me deitou, montou em cima de mim enfiando meu pau na buceta dela, pegou os preservativos do fio dela e foi abrindo um por um e espremendo em cima do meu peito, me banhando com a porra dos caras que comeram ela hoje. Depois pegou o outro fio e espremeu aquela porra em cima dela, se banhando de porra. Começou a rebolar em mim enquanto a gente tava coberto de porra dos caras que comeram minha esposa naquele dia. Meu Deus, a gente se beijou de língua enquanto eu segurava as nalgas dela cheias de porra, dava tapas na bunda e espirrava porra pra todo lado. Comi ela violentamente por 1 hora até gozar dentro dela.
Caralho, foi uma foda bruta, depois fomos tomar banho, nos beijamos, muito gostoso. Quando saímos, trocamos os lençóis porque tava tudo cheio de porra kkkk. Deitamos de novo e a Ori olhou o celular dela. O senhor Fernando tinha escrito há 1 hora:
Fernando: Oi, aqui está o pagamento do dia. Eventos em grupo, como você sabe, pagam melhor. Seu pagamento de hoje é 9800$ - 10% = total: 8820$.
Fernando: Você vai tirar o dia de amanhã pra descansar ou vai trabalhar?
Ori me mostrou a mensagem e falou:
Ori: Meu Deus, amor.
Eu: Puta merda, queeee kkkk é dinheiro pra caralho.
Ori: Muita grana kkkk não consigo acreditar, e ainda fizemos 1200 com os vizinhos.
Eu: Literalmente, com essa grana a gente pode ficar um bom tempo sem trabalhar.
Ori: Sim, mas vamos ter juízo pra não acontecer como da última vez. Vamos montar um negócio.
Eu: É, boa ideia, amor. Mas responde o senhor Fernando, o que você vai fazer?
Ori: Vou descansar, tô morta kkkk.
Ori respondeu, ele disse que tudo bem. Ficamos conversando sobre que tipo de negócio a gente deveria montar. Conversamos muito até cair no sono. Na manhã seguinte, fiz café da manhã pra minha esposa. Comemos, falamos do negócio e chegamos num acordo: eu ia cuidar de tudo do negócio enquanto a Ori continuava trabalhando na dela. Lá pelas 10 da manhã, ela me fala:
Ori: Amor, entra no armário do nosso quarto e coloca o celular no silêncio.
Fiquei estranhando, mas fiz isso e me escondi. Nosso armário é de ripas de madeira, dá pra ver pra fora de dentro. Entrei lá sem saber o que pensar, e a Ori me fala:
Ori: Tá me vendo?
Eu: Sim, mas o que eu tô fazendo aqui dentro?
Ori: É uma surpresa, não faz barulho.
Eu: Ok.
Ori foi embora e eu ouço barulho lá fora. Depois, ouço alguém vindo e vejo meu pai entrando com a Ori, os dois se beijando. Meu pai agarrando ela pelas bundonas, espremendo, vira ela, joga na cama e dá um tapa bem forte na bunda dela. Cola a cara naquelas bundonas e começa a chupar o cu dela enquanto a Ori me olha e começa a gemer que nem uma puta.
Caralho, eu tava com o pau duríssimo, mas não me... queria mexer, aí a Ori fica de quatro completamente pelada e começa a chupar a pica do meu pai como uma profissional, ela sugava a pica, aquilo soava divino glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu
Depois ele tira a pica, coloca ela de barriga pra cima, monta em cima dela e mete enquanto se beijam e ele belisca os bicos dos peitos dela e torce eles, ela gemia pra caralho, aí ele coloca as pernas da minha esposa nos ombros dele e mete assim com força, plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf
E ele me dizia, meu pai: você é uma puta tremenda, caralho, como você é gostosa, como eu adoro te dar pica, sua vadiazinha, vai me deixar sem grana? Ori: siiiim, siiiim, sogrão, me dá pica, me arrebenta, não se preocupa com a grana, não vou te cobrar mais, só me dá sua pica gostosa, vou ser sua putinha particular, faço tudo que você mandar, mas me dá essa sua pica enorme gostosa. Meu pai: ah, sério, sua puta do caralho? Que delícia, vou vir todo dia te comer, você vai ser meu saco de porra até eu te engravidar, sua puta de merda, você não liga pro que meu filho vai dizer? Ori: não, não ligo, ele vai entender que só um macho bom igual você pode me engravidar quantas vezes quiser, ele vai criar todos os irmãozinhos dele, siiiim, disse ela virando pra me olhar no armário disfarçadamente, meu santo Deus.
Meu pai colocou ela de quatro e meteu sem parar até gozar dentro dela, mas ainda tava durasso, então mandou ela sentar sem parar com o pau enfiado no cu até encher de porra. Eu gozei sem me tocar dentro da minha cueca, meu deus, foi um sonho realizado. Ficaram pelados um tempão se beijando, aí a Ori falou que já tava chegando, então se vestiram. Meu pai deu dois tapões na bunda dela e foram embora. Eu saí e deitei com um sorrisão no rosto...
Espero e vejo ela aparecer, recém-saída do banho, cabelo molhado num casaco de algum cara. Ela entra no carro e me diz: "Ori; não vai dar tempo de ir pra casa, vai no motel mais perto." Eu: "Sim, love."
Cheguei no motel, fui pagar um quarto e entramos. Ela começou a me beijar apaixonadamente enquanto me despia, me jogou na cama e tirou o casaco. Fiquei chocado: ela estava quase nua, só de micro-fio, e no micro-fio tinha um monte de camisinhas usadas cheias de porra amarradas. Ela sentou em cima da minha pica, sem penetrar, esfregou a boceta gostosa no meu pau e disse:
"Ori: cê gosta de cuckold? Todas essas camisinhas são de caras que usaram os buracos da sua esposa até esvaziar as bolas."
Eu: "Ufffff, amor, que delíciaaaa."
Ela virou de costas, pegou meu pau, afastou o fio — o cu dela tava super aberto — e enfiou dentro do rabo. Começou a sentar gostoso enquanto aquelas camisinhas balançavam pra todo lado, era incrível, umas 20, 25 camisinhas cheias de porra.
Ori: "Sabia que você ia gostar de ser cuck. Eu amei ser usada por 9 desconhecidos, eles foderam meu cu até se cansar, curti demais. Sou uma puta do caralho, adoro ser uma prostituta casada com um cuck fudido. Sim, puta que pariu!"
Isso batia fortão: PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF PLAF.
Ori: Não aguento mais e tive um orgasmo tão intenso que jorrou pra caralho, isso fez com que eu gozasse dentro do cu dela, puta merda, a melhor até agora. Ela caiu exausta em cima de mim, quando recuperamos o fôlego, ela se deita no meu peito e fala:Ori: Uff, love, foi incrível.
Eu: Já vi, parece que você adorou seu primeiro gangbang, haha.
Ori: Queria mais, mas já tinha dado a hora de sair, haha.
Eu: Que gostosa, hahaha, coitados dos homens, você deixou eles secos, com certeza.
Ori: Sim, haha, são senhores e são advogados, ficaram encantados comigo. Dei seu número pra próximos encontros, parece que pagam bem. À noite te conto tudo direitinho porque já tenho que tomar banho e descansar pro próximo encontro.
Eu: Excelente, love, vamos tomar banho juntos.
Ori tirou o fio dental e guardou na bolsa. Entramos no chuveiro, dei uns beijos gostosos nela, depois deitamos por meia hora, fiz uma massagem nela, então ela se arrumou, ficou mais gostosa ainda. Já era quase hora do show, então levei ela pro próximo hotel. Chegamos e ela me fala:
Ori: Vou estar no 14º andar, apartamento 2P. Vou ficar aqui até as 23h. Te aviso quantos são.
Ela me deu um beijo e desceu. Cinco minutos depois, recebo uma mensagem dela:
Ori: São 5.
Decidi ir pra casa. Às 22h preparei o jantar, às 22h30 fui pro hotel e a Ori me escreve quase às 23h:
Ori: Descendo, love.
Eu: Ok, ok.
Ela entrou no carro, se recostou no banco e suspirou:
Ori: Uff, tô exausta.
Eu: Imagino, love, te comeram bastante.
Ori: Sim, mas ainda quero mamar minha cock favorita.
E me agarra a cock por cima do short.
Eu: Uff, love, mas primeiro você tem que comer, depois a gente fode o postre, haha.
Ori: Que delícia, haha.
Chegamos em casa, ela foi primeiro tomar um banho, depois jantamos. Depois de comer, ela me senta no sofá, vai pro quarto e volta com outro micro fio dental e umas camisinhas — dava pra ver que era outro pela cor, e a quantidade de camisinhas era menor, tipo umas 10 camisinhas, e veio de salto alto. Ela fica na minha frente, se vira e começa a fazer um twerk.
Caralho, essas rabetonas se mexendo com aquelas camisinhas era o auge, tava com a pica estourando. Ela se ajoelha entre minhas pernas, puta merda, como via aquele coração da calcinha com as camisinhas cheias de porra. Ela tirou minha pica e começou a dar umas lambidas e me masturbar. Ori: Sabe, hoje 17 caras me comeram, 3 vizinhos e 14 desconhecidos.
Eu: Uffff, toda uma puta, meu Deus.
Ori: Sim, a puta da sua esposa adora levar pica, corno.
Eu: Siiim, adoro ser corno.
Ori: Eu sei, corno, você ama ver como estouram sua esposa de porrada de pica, e eu amo dar minha buceta pra paus desconhecidos. Vou dar meus buracos pra qualquer um que pagar, não ligo se for da sua família, se não nos conhece, vou dar meus buracos pra todos, especialmente pro seu pai. Tava pensando em dar meus buracos de graça pra ele, assim ele pode esvaziar as bolas à vontade dentro de mim até te dar um irmãozinho, corno, posso?
Ela enfiava minha pica até o fundo da garganta, esticava a língua e lambia minhas bolas, caralho, ela tava me espremendo.
Eu: SIIIIM, MEU DEEEUS, QUE GOSTOOOOOSO.
Ori: 17 caras usaram o cu da sua mulher, não sente vergonha? Isso não é coisa de homem, que todo mundo possa usar o cu da sua esposa e você não faz nada, corno de merda.
Ela devorava minha pica sem parar.
Eu: SIIIIIIII, AMEI DEMAISSSS. Não aguentei e peguei ela pela cabeça e gozei dentro da garganta dela, uffffff, que gostoso que é gozar assim, foi o máximo. Soltei ela, e ela tirou meu pau com um sorriso, colocou de novo na boca e chupou pra deixar bem limpinho. Ainda tava duro. Levantei, e ela me levou pro quarto, me deitou, montou em cima de mim enfiando meu pau na buceta dela, pegou os preservativos do fio dela e foi abrindo um por um e espremendo em cima do meu peito, me banhando com a porra dos caras que comeram ela hoje. Depois pegou o outro fio e espremeu aquela porra em cima dela, se banhando de porra. Começou a rebolar em mim enquanto a gente tava coberto de porra dos caras que comeram minha esposa naquele dia. Meu Deus, a gente se beijou de língua enquanto eu segurava as nalgas dela cheias de porra, dava tapas na bunda e espirrava porra pra todo lado. Comi ela violentamente por 1 hora até gozar dentro dela.
Caralho, foi uma foda bruta, depois fomos tomar banho, nos beijamos, muito gostoso. Quando saímos, trocamos os lençóis porque tava tudo cheio de porra kkkk. Deitamos de novo e a Ori olhou o celular dela. O senhor Fernando tinha escrito há 1 hora: Fernando: Oi, aqui está o pagamento do dia. Eventos em grupo, como você sabe, pagam melhor. Seu pagamento de hoje é 9800$ - 10% = total: 8820$.
Fernando: Você vai tirar o dia de amanhã pra descansar ou vai trabalhar?
Ori me mostrou a mensagem e falou:
Ori: Meu Deus, amor.
Eu: Puta merda, queeee kkkk é dinheiro pra caralho.
Ori: Muita grana kkkk não consigo acreditar, e ainda fizemos 1200 com os vizinhos.
Eu: Literalmente, com essa grana a gente pode ficar um bom tempo sem trabalhar.
Ori: Sim, mas vamos ter juízo pra não acontecer como da última vez. Vamos montar um negócio.
Eu: É, boa ideia, amor. Mas responde o senhor Fernando, o que você vai fazer?
Ori: Vou descansar, tô morta kkkk.
Ori respondeu, ele disse que tudo bem. Ficamos conversando sobre que tipo de negócio a gente deveria montar. Conversamos muito até cair no sono. Na manhã seguinte, fiz café da manhã pra minha esposa. Comemos, falamos do negócio e chegamos num acordo: eu ia cuidar de tudo do negócio enquanto a Ori continuava trabalhando na dela. Lá pelas 10 da manhã, ela me fala:
Ori: Amor, entra no armário do nosso quarto e coloca o celular no silêncio.
Fiquei estranhando, mas fiz isso e me escondi. Nosso armário é de ripas de madeira, dá pra ver pra fora de dentro. Entrei lá sem saber o que pensar, e a Ori me fala:
Ori: Tá me vendo?
Eu: Sim, mas o que eu tô fazendo aqui dentro?
Ori: É uma surpresa, não faz barulho.
Eu: Ok.
Ori foi embora e eu ouço barulho lá fora. Depois, ouço alguém vindo e vejo meu pai entrando com a Ori, os dois se beijando. Meu pai agarrando ela pelas bundonas, espremendo, vira ela, joga na cama e dá um tapa bem forte na bunda dela. Cola a cara naquelas bundonas e começa a chupar o cu dela enquanto a Ori me olha e começa a gemer que nem uma puta.
Caralho, eu tava com o pau duríssimo, mas não me... queria mexer, aí a Ori fica de quatro completamente pelada e começa a chupar a pica do meu pai como uma profissional, ela sugava a pica, aquilo soava divino glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu glu
Depois ele tira a pica, coloca ela de barriga pra cima, monta em cima dela e mete enquanto se beijam e ele belisca os bicos dos peitos dela e torce eles, ela gemia pra caralho, aí ele coloca as pernas da minha esposa nos ombros dele e mete assim com força, plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf plaf
E ele me dizia, meu pai: você é uma puta tremenda, caralho, como você é gostosa, como eu adoro te dar pica, sua vadiazinha, vai me deixar sem grana? Ori: siiiim, siiiim, sogrão, me dá pica, me arrebenta, não se preocupa com a grana, não vou te cobrar mais, só me dá sua pica gostosa, vou ser sua putinha particular, faço tudo que você mandar, mas me dá essa sua pica enorme gostosa. Meu pai: ah, sério, sua puta do caralho? Que delícia, vou vir todo dia te comer, você vai ser meu saco de porra até eu te engravidar, sua puta de merda, você não liga pro que meu filho vai dizer? Ori: não, não ligo, ele vai entender que só um macho bom igual você pode me engravidar quantas vezes quiser, ele vai criar todos os irmãozinhos dele, siiiim, disse ela virando pra me olhar no armário disfarçadamente, meu santo Deus.
Meu pai colocou ela de quatro e meteu sem parar até gozar dentro dela, mas ainda tava durasso, então mandou ela sentar sem parar com o pau enfiado no cu até encher de porra. Eu gozei sem me tocar dentro da minha cueca, meu deus, foi um sonho realizado. Ficaram pelados um tempão se beijando, aí a Ori falou que já tava chegando, então se vestiram. Meu pai deu dois tapões na bunda dela e foram embora. Eu saí e deitei com um sorrisão no rosto...
11 comentários - Convenço minha esposa a se prostituir