Levantei da cama completamente nua, ainda com as crostas de porra seca do Arturo, e comecei a me vestir pra ir pra cozinha. Coloquei uma calça de moletom bem largona e um moletom, porque tava morrendo de vergonha de sair depois de saber que o sobrinho dele tinha me visto cavalgando o pau do tio e me visto pelada. Saí pra cozinha e lá estava a mãe dele. —Bom dia, menina, como você amanheceu? A verdade é que a senhora foi muito educada. —Bom dia, senhora, tô bem, e a senhora? —Filha, fica à vontade, aqui você é bem-vinda, então fica tranquila e à vontade. Agradeci e me servi de café que tinha numa garrafa térmica, perguntei se ela queria algo pra comer e, basicamente, começamos a tomar café da manhã juntas enquanto ela me perguntava como eu tinha conhecido o filho dela e se a gente era namorados, essas coisas. —Conheci seu filho no trabalho e a gente se deu super bem desde o primeiro momento, e com o convívio comecei a gostar dele até que decidimos sair. Óbvio que não ia falar que tava traindo meu marido pra experimentar o pau do filho dela e que ele já tinha me comido até onde não devia. —Que bom, filha, você parece uma mulher muito decente, tomara que logo venham meus netos. Quase cuspi o café quando ouvi isso, porque ter mais filhos... a senhora queria netos, hahaha. Eu entrei na onda pra não estranhar. —Claro, senhora, gosto muito do seu filho e sim, adoraria formar uma família com ele, mas gostaria de conversar isso com o Arturo. A senhora me deixou tomando café da manhã sozinha, então eu fiquei na minha. Quando terminei, fui pro quarto, digamos, meu quarto, e preparei a roupa pra tomar banho. Fui pro banheiro e vi que também tinha cortina. Liguei o chuveiro e entrei. Tava me lavando, comecei a me ensaboar e esfregar minha buceta pra limpar a porra do Arturo. Era estranho tomar banho assim, eu não tava acostumada. Quando comecei a notar que a cortina mexeu, não liguei muito, continuei me ensaboando. Quando abri os olhos e virei, vi que a cortina tava mais aberta. mas eu continuei no que tava fazendo, terminei de tomar banho, me enrolei na toalha e saí. Na hora que saí e dei um passo pra fora, percebi que o sobrinho do Arturo tava parado na porta e, assim que me viu, guardou o pau que tava na mão dele e saiu correndo. Pra ser sincera, não vi direito o pau dele, mas deu pra ver sim e, obviamente, ele tava me espiando. Não me incomodei com a situação, na real, tava achando até quente provocar ele. Saí do banho só de toalha e fui pro meu quarto, a situação tava começando a ficar bem sexy. Cheguei no quarto, vesti um shorts e uma blusa, e fiquei assim até o Arturo chegar.
Quando o Arturo chegou, não falei nada sobre o sobrinho dele — aquele segredo era só entre mim e o sobrinho, e meu plano era deixar ele mais excitado ainda. Recebi o Arturo com beijos e abraços, e obviamente ele logo começou a me despir. Eu sabia que tinha que cumprir. Ele começou a me comer de quatro, bem forte. Eu sempre grito muito, mas na casa dele não dava por causa da família. Pedi pra fazer com a luz acesa, e ele perguntou por quê.
— Quero ver teu pau me penetrando e que você veja minha bunda minúscula engolindo ele todinho, amor.
— Gostei dessa ideia, putinha.
Deixamos a luz acesa e ele começou a me comer de quatro. Tava metendo bem forte, e eu tava sentindo um tesão danado.

A gente tava transando quando eu percebi de novo a presença do meu fã número um, o sobrinho dele. Isso me excitou ainda mais e comecei a acelerar a batida das minhas cadeiras. Ele começou a gemer e falou que ia gozar, mas pra garantir que meu espectador tivesse um show melhor, eu disse que hoje queria tomar leite na minha carinha. Então o Arturo tirou o pau da minha buceta e ficou de pé. Eu me ajoelhei, mostrando a raba recém-comida, e comecei a chupar o pau dele até o fundo, até ele gozar na minha cara e na minha boca.
Terminamos de transar e fomos dormir. No dia seguinte, acordei e comecei minha rotina: levantei e arrumei nosso quarto. Até aquele momento, não tinha recebido ligação nenhuma dos meus filhos nem do meu marido, então segui com minha nova vida. Saí pra lavar roupa e, como a casa estava vazia, aproveitei pra lavar minhas peças, especialmente minhas calcinhas fio dental, e pendurei no varal. Achei que isso ia ser ótimo pra deixar o sobrinho do Arturo excitado. Pensei que não tinha ninguém por perto, então fui pro meu quarto e comecei a ver um filme. Mas, entre o filme e o tesão, acabei me masturbando.
Eu tava acariciando minha buceta por cima do shorts quando percebi de novo a presença do sobrinho do Arturo debaixo da cortina. Longe de ficar com vergonha como da primeira vez, comecei a ficar excitada. Tirei o shorts, tirei a calcinha fio dental e continuei enfiando os dedos. Tava esfregando minha buceta enquanto com a outra mão apertava meus peitos. Fiquei assim, abri mais as pernas, me dando uma visão completa da minha buceta, e comecei a arquear mais as pernas. Comecei a gemer e gemer, até que de repente vi que ele foi embora, não sabia por quê, então continuei me dando prazer quando de repente a cortina se abre rapidamente e entra o tio do Arturo. —Naomi, o Arturo disse que se...
No momento em que ele entrou rápido, me cobri com os lençóis, mas obviamente ele viu o que eu tava fazendo e, claro, acho que ele conseguiu ver minha buceta ou algo assim. Ele nem terminou a frase. —Ups, desculpa, não sabia— Eu, bem nervosa e envergonhada, falei: —Não, não se preocupa, me desculpa— Foi minha culpa por não bater. Gostosa, eu tava coberta com as cobertas. —Arturo disse pra você ir deixar umas coisas no trabalho dele, por favor. —Claro, só me visto e já era. Percebi que o tio dele não queria ir embora, então esperei um pouco até ele sair e fui pro trabalho do Arturo, numa construção. Coloquei um shorts jeans e um top e fui pra lá.
Quando cheguei, obviamente cumprimentei ele com um beijo e os colegas dele começaram a fazer comentários, tipo como ele tinha conseguido ou o que ele tinha pra eu dar bola pra ele, enfim, um monte de coisa. Ele começou a me apresentar pros amigos, e claro, eu já tava de olho em todos os colegas dele, mas tudo normal até eu conhecer o chefe dele: um homem maduro, grisalho, mas bem atraente, com um físico bonito, definido, musculoso, muito gostoso. Quando vi ele, confesso que senti uma palpitação forte na minha buceta — que homem mais tasty. Ele, ao me ver, também pareceu se interessar. Chegou perto de mim, me cumprimentou com um beijo, segurando minha cintura. Arturo nos apresentou, e por aquele dia, tudo terminou ali. Voltei pra casa bem mais cedo e já tinha a janta pronta. Quando ele chegou, servi a janta e fomos transar no nosso quarto. Mas naquela noite, algo mudou: eu comi ele com mais vontade e mais tesão, mas pensando no chefe dele. Aquele homem tinha me deixado louca. Continua...
Quando o Arturo chegou, não falei nada sobre o sobrinho dele — aquele segredo era só entre mim e o sobrinho, e meu plano era deixar ele mais excitado ainda. Recebi o Arturo com beijos e abraços, e obviamente ele logo começou a me despir. Eu sabia que tinha que cumprir. Ele começou a me comer de quatro, bem forte. Eu sempre grito muito, mas na casa dele não dava por causa da família. Pedi pra fazer com a luz acesa, e ele perguntou por quê. — Quero ver teu pau me penetrando e que você veja minha bunda minúscula engolindo ele todinho, amor.
— Gostei dessa ideia, putinha.
Deixamos a luz acesa e ele começou a me comer de quatro. Tava metendo bem forte, e eu tava sentindo um tesão danado.


A gente tava transando quando eu percebi de novo a presença do meu fã número um, o sobrinho dele. Isso me excitou ainda mais e comecei a acelerar a batida das minhas cadeiras. Ele começou a gemer e falou que ia gozar, mas pra garantir que meu espectador tivesse um show melhor, eu disse que hoje queria tomar leite na minha carinha. Então o Arturo tirou o pau da minha buceta e ficou de pé. Eu me ajoelhei, mostrando a raba recém-comida, e comecei a chupar o pau dele até o fundo, até ele gozar na minha cara e na minha boca.
Terminamos de transar e fomos dormir. No dia seguinte, acordei e comecei minha rotina: levantei e arrumei nosso quarto. Até aquele momento, não tinha recebido ligação nenhuma dos meus filhos nem do meu marido, então segui com minha nova vida. Saí pra lavar roupa e, como a casa estava vazia, aproveitei pra lavar minhas peças, especialmente minhas calcinhas fio dental, e pendurei no varal. Achei que isso ia ser ótimo pra deixar o sobrinho do Arturo excitado. Pensei que não tinha ninguém por perto, então fui pro meu quarto e comecei a ver um filme. Mas, entre o filme e o tesão, acabei me masturbando.
Eu tava acariciando minha buceta por cima do shorts quando percebi de novo a presença do sobrinho do Arturo debaixo da cortina. Longe de ficar com vergonha como da primeira vez, comecei a ficar excitada. Tirei o shorts, tirei a calcinha fio dental e continuei enfiando os dedos. Tava esfregando minha buceta enquanto com a outra mão apertava meus peitos. Fiquei assim, abri mais as pernas, me dando uma visão completa da minha buceta, e comecei a arquear mais as pernas. Comecei a gemer e gemer, até que de repente vi que ele foi embora, não sabia por quê, então continuei me dando prazer quando de repente a cortina se abre rapidamente e entra o tio do Arturo. —Naomi, o Arturo disse que se...
No momento em que ele entrou rápido, me cobri com os lençóis, mas obviamente ele viu o que eu tava fazendo e, claro, acho que ele conseguiu ver minha buceta ou algo assim. Ele nem terminou a frase. —Ups, desculpa, não sabia— Eu, bem nervosa e envergonhada, falei: —Não, não se preocupa, me desculpa— Foi minha culpa por não bater. Gostosa, eu tava coberta com as cobertas. —Arturo disse pra você ir deixar umas coisas no trabalho dele, por favor. —Claro, só me visto e já era. Percebi que o tio dele não queria ir embora, então esperei um pouco até ele sair e fui pro trabalho do Arturo, numa construção. Coloquei um shorts jeans e um top e fui pra lá.
Quando cheguei, obviamente cumprimentei ele com um beijo e os colegas dele começaram a fazer comentários, tipo como ele tinha conseguido ou o que ele tinha pra eu dar bola pra ele, enfim, um monte de coisa. Ele começou a me apresentar pros amigos, e claro, eu já tava de olho em todos os colegas dele, mas tudo normal até eu conhecer o chefe dele: um homem maduro, grisalho, mas bem atraente, com um físico bonito, definido, musculoso, muito gostoso. Quando vi ele, confesso que senti uma palpitação forte na minha buceta — que homem mais tasty. Ele, ao me ver, também pareceu se interessar. Chegou perto de mim, me cumprimentou com um beijo, segurando minha cintura. Arturo nos apresentou, e por aquele dia, tudo terminou ali. Voltei pra casa bem mais cedo e já tinha a janta pronta. Quando ele chegou, servi a janta e fomos transar no nosso quarto. Mas naquela noite, algo mudou: eu comi ele com mais vontade e mais tesão, mas pensando no chefe dele. Aquele homem tinha me deixado louca. Continua...
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