Tenho 40 anos, minha mulher 45, somos do México, de um povoado na região do Bajío. Durante muito tempo, estivemos no mundo do swing, cuckold e tudo mais. Essa história começa porque, mesmo tendo permissão, ela nunca tinha querido ficar com alguém do escritório; sempre dizia que preferia evitar problemas. Ela trabalha como recepcionista num escritório de advogados, e eu sou segurança de uma empresa, então ficar em turnos de 24x24 permite que ela apronte quando está sozinha. Faz apenas alguns meses que entrou um estagiário, um jovem de, segundo ela, 22 anos, ainda na faculdade, quase se formando. Ela me disse que, do nada, ele se tornou um homem atraente: 1,75m, talvez mais, cabelo castanho claro, corpo atlético, mas não de academia. Ela sempre se veste muito sexy para ir trabalhar (saltos, saias ou vestidos, blusas), tudo para atrair os clientes, segundo ela. O garoto a olhava de soslaio, fazendo minha esposa ir esquentando com o jeito que ele a mirava, até que na sexta-feira ela decidiu fazer algo com ele. Como teriam um feriado prolongado por causa do Dia das Mães, só ficariam ela, o chefe e o estagiário, que iam cobrir um plantão por causa de algum assunto urgente. O dia começou, segundo ela, bem normal, relaxado; eles conversaram, mas ele não tirava o olhar "discreto" das pernas da minha esposa. Com o tempo, o chefe saiu dizendo que iria atender uma situação, que eles ficassem de plantão e que, se ele não voltasse, fechassem às 6. Quando ficaram sozinhos, minha mulher começou o jogo: passava na frente dele até os arquivos, se inclinava para "pegar" documentos que estava "usando", e como a mesa dele ficava de lado, ele podia ver minha mulher sem problema. Depois de um tempo, ela perguntou se ele não queria algo da lojinha, que ela iria; ele disse que não, mas ela voltou com um six-pack de cervejas, argumentando que ninguém ia falar nada. Começaram a beber e, aos poucos, ele ficou mais à vontade, perguntando se ela era casada e coisas do tipo; ela respondeu que sim, que era casada, sem Os filhos perguntaram sobre a namorada, e ele disse que tinha uma namoradinha na escola, que era a primeira dele. Minha esposa foi puxando o assunto, perguntando sobre a vida sexual dele, e ele disse que não tinha muito tempo pra ficar com ela, que no máximo transavam três vezes por mês. Ela ficou surpresa, porque ele é um cara bonito. Ele perguntou sobre a vida sexual dela, e ela, pra provocar, disse que o marido (ou seja, eu) já fazia tempo que não tocava nela e que estava há muito tempo sem contato. O moleque teve uma ereção na hora. Minha esposa viu, ele ficou meio sem graça e tentou esconder, mas ela disse pra ele não se preocupar, que se sentia lisonjeada. Começou a acariciar a perna dele, e ele começou a tocar as pernas dela e a subir pela saia. Quando chegou na calcinha fio dental, começou a passar a mão na buceta dela por cima, e ela abriu as pernas pra dar passagem. Ele começou a tocar ela até que minha mulher não aguentou, ajoelhou na frente da cadeira dele, abriu a calça e puxou o pau dele. Começou a tocar e depois a chupar. Deu um boquete digno de uma coroa, algo que ele nunca tinha sentido, com certeza. Posso dizer que minha esposa sabe chupar um pau. Depois disso, ela virou de costas, levantou a saia e enfiou o pau do moleque pra dentro. Começou a rebolar pra frente e pra trás até que ele levantou ela, apoiou na mesa e comeu ela assim. Minha esposa disse que ficaram uns dez minutos nessa posição até que ele falou que ia gozar, o que deixou ela mais molhada ainda. Ela mandou ele gozar dentro, que não tinha problema (ela tem o dispositivo). Ele encheu ela toda de porra e desabou na cadeira. Ela se arrumou, me mandou uma mensagem dizendo "fiz uma arte", deu a hora de ir embora, deu um beijo nele e disse que tava ansiosa pela próxima guarda. Foi direto pra casa me contar o que aconteceu e pra eu comer ela e mexer a porra toda lá dentro. Essa é uma, e a mais recente, de tantas experiências que já tivemos. Se tiver apoio, a gente conta mais. Vou deixar mais e já mando uma foto da minha mulher naquele dia..
1 comentários - Mi esposa con su compañero de oficina.