Mudança pra casa 19

Olá, meus amores, eu sei que deixei vocês um tempão sem saber de mim, mas é que minha vida teve muitas mudanças nesses últimos dois anos. Pra começar, como vocês sabem, eu tava transando com o Arturo, com quem eu traía meu marido. Fui viajar com ele e nessa viagem a gente se divertiu pra caralho — se quiserem, depois eu conto tudo que a gente fez. O negócio é que ele meteu até onde não devia e gozou um monte de vezes, tanto que a gente quase não saía do hotel. Quando voltei da viagem, eu tava super rosada e dolorida de tanto pau que o Arturo me deu. Eu gostava muito do Arturo na cama, mas ele não é um homem que consegue cobrir minhas necessidades financeiras, então eu só aproveitava pra dar pra ele quando meus filhos e meu marido não estavam por perto. Tudo mudou um dia. Esse dia era normal, eu tava em casa sozinha e chamei o Arturo pra vir me comer. Pra contexto, meu marido geralmente viaja ou, quando trabalha, sai tarde. Esse dia foi super especial porque meus filhos tinham ido pra casa da avó, era sexta-feira e eles iam voltar só no domingo. Meu marido ia sair tarde, então eu tinha o dia inteiro pra transar com o Arturo. Chamei ele. Quando ele chegou, eu falei: "Arturo, me fode". Eu tava só de lingerie. Ele me virou, agarrou minha bunda com as duas mãos e me deu um beijo apaixonado enquanto acariciava minhas nádegas, que só estavam cobertas por uma tanguinha bem pequena. Depois, ele desabotoou meu sutiã, tirou meus peitos pra fora e começou a massageá-los e morder a ponta dos meus mamilos, enquanto passava a língua nos meus seios. Com uma mão, ele tirou minha calcinha, me segurou firme pela bunda e me levantou. Fiquei com as pernas enroscadas na cintura dele. Então, ele me sentou na beirada da mesa onde a gente tinha almoçado uns minutos antes, afastou minha tanguinha pra ver minha buceta e me pediu pra abrir as pernas. Abri minhas pernas o máximo que pude, mostrando minha vulva que já tava pronta pra ele. Ele se inclinou, colocou a boca na minha entrada vaginal e começou a lamber lá dentro. do meu clitóris, me deu arrepio de tanto prazer. —Ai, Arturo — eu não parava de repetir entre gemidos, e o homem aumentava a velocidade da língua, me dando mais arrepios de prazer. Ele mordiscou meu clitóris e enfiou os três dedos bem lá no fundo. — Vou gozar — falei naquele momento tão cheio de prazer, ele não parou e continuou chupando minha buceta, enchi o rosto dele de fluidos e ele ainda continuou. — Arturo, tô com vontade de mijar — avisei antes de soltar minha chuva dourada. Ele não ligou nem um pouco, porque só parou o oral depois que eu mijei na boca dele. Depois, ele tirou a calça e a cueca, mostrando o pau, mas não deu pra ver por muito tempo porque já estávamos ansiosos pra meter, eu precisava ter aquele homem dentro de mim como das outras vezes. Me sentei na beirada da mesa e enrolei as pernas na cintura dele, apertando, me apoiei nos cotovelos pra olhar nos olhos dele, e ele me segurou pela cintura pra me puxar mais pra perto do corpo dele, então ficamos bem juntinhos. Ele começou as estocadas, lentas e sensuais no começo, depois mais selvagens, o tempo todo eu via a expressão dele, esse homem tava pegando fogo como sempre, isso me deixava louca, ele me olhava com pura safadeza enquanto mordia os lábios, e percebi que ele adorava ver meus peitos balançando quando ele acelerava, se inclinou e me deu vários beijos nos seios até chegar na minha boca pra me beijar, nessa hora as estocadas ficaram mais profundas até que ele me agarrou pela cintura e me virou de costas, nessa posição começou a meter bem forte na minha buceta e beijou minhas costas enquanto falava vai morar comigo, agora você é minha. Ele beijou minhas costas e depois encheu minha bochecha de beijos suaves até que eu me estiquei o máximo que pude e roubei um beijinho na boca dele, ele pareceu gostar porque começou a meter muito mais forte e alternava as mãos pra me dar tapas na bunda, dava uns bem fortes com a Mão direita e depois continuava com a outra até deixar minha bunda bem vermelha, focou muito em me marcar, mas as estocadas dele sempre foram brutas. Passaram uns minutos assim, aí trocamos de posição, fomos pro meu quarto, ele deitou na cama e eu subi em cima dele e comecei a cavalgá-lo com muita força.Mudança pra casa 19Eu tava gemendo igual uma louca e ele me comendo, o que não me deixou perceber que meu marido tinha chegado mais cedo. Pra minha má sorte, meu marido entrou no quarto na mesma hora em que ele gozou dentro da minha buceta, deixando todo o esperma lá dentro, e eu também tava gozando. Então a cena que meu marido viu foi a mulher dele em cima de outro cara, com a pica até o fundo da buceta, cavalgando ele enquanto ele gozava dentro dela e eu também tava gozando.vadia—Assim que ouvi a porta abrir, nós dois viramos e eu vi meu marido parado na entrada. Levantei rápido da pica do Arturo, que ainda tava dura, e senti que, na hora que saí, o esperma começou a escorrer da minha buceta pelas minhas pernas. Falei: "Amor, não é o que parece". Ele disse: "Não é o que parece o quê, hein? Que você tá sentada em cima de um cara com a pica dentro de você, é? E eu aqui achando que minha mulher era a melhor, e você é uma puta sem vergonha." — "Amor, me desculpa de verdade, nunca foi minha intenção." — "Nunca foi sua intenção? Parecia que você tava se divertindo pra caralho dando sentada." A gente tava discutindo, eu completamente nua, com minha buceta encharcada e escorrendo esperma, enquanto o Arturo tava deitado com a pica ainda dura. Falei: "É que, amor, você me deixa muito tempo sozinha e eu preciso me satisfazer, e quando você chega, nunca quer transar." — "Tá me falando isso mesmo, Naomi? Quero que você pegue suas coisas e vá embora, junto com esse cara." O Arturo levantou e disse: "Você não vai desrespeitar minha mulher." Meu marido empurrou ele, mandando ele vazar, e os dois começaram a brigar. Tentei separar, mas o Arturo tava ganhando. Quando finalmente consegui acabar com a briga, meu marido mandou eu ir embora e nunca mais voltar. Eu tava triste, puta, assustada. Por defesa ou sei lá, acabei falando: "Vou embora com o Arturo sim, ele é um homem que me fode e faz muito gostoso. Ele tem um pauzão que me satisfaz, diferente do seu, e olha quantas vezes a gente já fez. Lembra daquela viagem que supostamente fiz com minha amiga? Foi com ele. A gente não saía do hotel, passamos o tempo todo transando, por isso quando voltei tava toda rosada de tanta pica que levei." — "Então vaza, puta. Case com esse nojento, mas esquece de mim e do meu dinheiro." Na hora, não liguei. Peguei uma mala, joguei umas roupas e fui embora. Saímos de casa e entrei no carro do Arturo, um Tsuru bem velho e todo cagado. Eu ainda tava muito puta, mas o Arturo começou a acalmar a situação. - Não se preocupa, gostosa, vou te levar pra morar comigo e agora você vai ser minha mulher. Ele me beijou e fomos pra casa dele. Quando chegamos, era uma casa bem feia, de tijolo sem reboco, mas parecia grande, então pensei que era uma casa grande pra nós. O que eu não esperava é que era uma casa de família: moravam o tio dele, a mãe, o irmão, o sobrinho, a tia, a irmã e ele. Cada um tinha um quartinho pequeno, sem portas, só cortinas. O banheiro era compartilhado, mas isso pra mim era de boa, já que eu só precisava abrir a buceta pra qualquer um. Entramos na casa e ele começou a me apresentar pra família. Quem eu notei que olhou estranho foram o tio e o sobrinho, dava pra ver o olhar de tesão deles. Depois das apresentações, fomos pro que ia ser nosso quarto. Ele falou pra eu ficar à vontade e tal. Não tinha outra opção, sempre fui uma sustentada pelo meu marido e agora não tinha nada, só o Arturo. E a condição em que ele vivia era terrível, mas não me custava nada, só abrir a raba pra ele se pagar. Comecei a arrumar minhas roupas e tudo. Escureceu e, quando a noite chegou, ele começou a me beijar já deitados. Ele tava me acariciando e falava: "Finalmente você é minha". Eu disse: "Não tô com vontade de fazer, docinho". Mas ele falou: "Vai, vai te deixar de bom humor". Eu respondi: "Sim, mas e se alguém nos ouvir?" Ele disse: "Calma, a gente vai fazer devagar". Ele começou a me beijar e acariciar enquanto me despia. Eu entrei no jogo. Desci e comecei a chupar ele, sem fazer muito barulho pra ninguém ouvir. Depois disso, montei no pau dele e comecei a cavalgar. Vale dizer que ainda tinha resquícios do sêmen dele da trepada da manhã.infielTava cavalgando quando um movimento estranho na cortina me chamou a atenção, virei pra ver enquanto continuava montando e na penumbra vi o sobrinho dele deitado no chão nos observando. Me inclinei na direção da cabeça do Arturo e falei: "Amor, seu sobrinho tá nos espionando, temos que parar."
— Não se preocupa, amor, continua.
— Como assim, Arturo? E se ele falar alguma coisa? Além disso, é estranho ele nos ver assim, ainda mais eu pelada e ele olhando. Ele tinha uma visão privilegiada da minha buceta, já que de onde tava dava pra ver minha bunda pequena e, obviamente, como eu tava mamando a pica do tio dele.
— Além disso, é desconfortável pra mim ele me ver nua e me fodendo, então temos que parar.
— Não exagera, é só um moleque curioso. Todo mundo já teve curiosidade, então a gente continua, amor.

Ele tinha razão, quando éramos jovens todo mundo tinha curiosidade. Continuei desconfortável, mas segui cavalgando até ele gozar dentro de mim. Desci da barriga dele e me deitei ao lado, vi o sobrinho sair rapidinho. Dormimos abraçados, completamente pelados, eu com a buceta cheia de porra. No dia seguinte, acordei ainda nua, com as crostas de sêmen. Fiquei deitada um tempo, já que o Arturo não tava mais lá — imagino que foi trabalhar. Continua.

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