Olá, meus amores, eu sei que fiquei um tempão sem dar notícias, mas é que minha vida teve um monte de mudanças nesses últimos dois anos. Pra começar, como vocês sabem, eu tava transando com o Arturo, sendo infiel ao meu marido. Fui viajar com ele e nessa viagem a gente se divertiu pra caralho — se quiserem, depois eu conto tudo que a gente fez. O negócio é que ele meteu até onde não devia e gozou um monte de vezes, tanto que a gente quase não saía do hotel. Quando voltei da viagem, tava toda rosada e dolorida de tanto pau que o Arturo me deu. Eu gostava muito do Arturo na cama, mas ele não é um homem que consegue bancar minhas necessidades financeiras, então eu só aproveitava pra dar pra ele quando meus filhos e meu marido não estavam por perto. Tudo mudou um dia. Era um dia normal, eu tava em casa sozinha, chamei o Arturo pra vir me comer. Meu marido, normalmente, viaja ou trabalha até tarde. Esse dia foi super especial porque meus filhos tinham ido pra casa da avó, era sexta-feira e eles só voltariam no domingo. Meu marido ia sair tarde, então eu tinha o dia inteiro pra transar com o Arturo. Chamei ele. Quando ele chegou, eu falei: "Arturo, me fode". Eu tava só de calcinha e sutiã. Ele me virou, agarrou minha bunda com as duas mãos e me deu um beijo apaixonado enquanto acariciava minhas nádegas, que só tinham uma tanga bem pequena. Depois, ele desabotoou meu sutiã, tirou meus peitos pra fora e começou a massagear e morder a ponta dos meus mamilos, enquanto passava a língua nos meus seios. Com uma mão, ele tirou minha calcinha, me segurou firme pela bunda e me levantou. Fiquei com as pernas enroladas na cintura dele. Ele me sentou na beirada da mesa onde a gente tinha almoçado uns minutos antes, afastou minha tanga pra ver minha buceta e me pediu pra abrir as pernas. Abri as pernas o máximo que pude, mostrando minha vulva que já tava pronta pra ele. Ele se inclinou, colocou a boca na minha entrada vaginal e começou a lamber lá dentro. do meu clitóris, me deu arrepio de tanto prazer. —Ai, Arturo — eu não parava de repetir entre gemidos, e o homem aumentava a velocidade da língua, me dando mais espasmos de prazer. Ele mordiscou meu clitóris e enfiou os três dedos bem fundo. — Vou gozar — falei naquele momento tão cheio de prazer, mas ele não parou e continuou chupando minha buceta, enchi o rosto dele de fluidos e ele ainda continuou. — Arturo, tô com vontade de mijar — avisei antes de soltar minha chuva dourada. Ele não ligou a mínima, porque só parou o oral depois que eu mijei na boca dele. Depois, ele tirou a calça e a cueca, mostrando o pau, mas não deu pra ver por muito tempo porque já estávamos loucos pra meter. Eu precisava ter aquele homem dentro de mim como das outras vezes. Sentei na beirada da mesa e enrolei as pernas na cintura dele, apertando. Me apoiei nos cotovelos pra olhar nos olhos dele, e ele me segurou pela cintura pra me puxar mais pra perto do corpo dele, então ficamos bem juntinhos. Ele começou as estocadas, lentas e sensuais no começo, depois mais selvagens. Durante todo o tempo, pude ver a expressão dele — aquele homem tava pegando fogo como sempre, e eu amava isso. Ele me olhava com muita safadeza enquanto mordia os lábios, e notei que ele adorava ver meus peitos balançando quando ele acelerava. Ele se inclinou e me deu vários beijos nos seios até chegar na minha boca pra me beijar. Nessa hora, as estocadas ficaram mais profundas até ele me agarrar pela cintura e me virar de costas. Nessa posição, começou a meter bem forte na minha buceta e beijou minhas costas enquanto dizia: "Vem morar comigo, você já é minha". Ele beijou minhas costas e depois encheu minha bochecha de beijos suaves, até que eu me estiquei o máximo que pude e roubei um beijinho na boca dele. Ele pareceu gostar, porque começou a meter muito mais forte e alternava as mãos pra me dar umas palmadas. Ele me dava umas bem fortes com a mão dele. mão direita e depois continuava com a outra até deixar minha bunda bem vermelha, ela se concentrou muito em me marcar, mas as investidas dela sempre foram brutas. Passaram uns minutos assim, aí trocamos de posição, fomos pro meu quarto, ela se deitou na cama e eu subi em cima dela e comecei a cavalgá-la com muita força.
Eu tava gemendo igual uma louca e ele me comendo, o que não me deixou perceber que meu marido tinha chegado mais cedo. Pra minha má sorte, meu marido entra no quarto na mesma hora em que ele gozou dentro da minha buceta, deixando todo o esperma dele lá dentro, e eu também tava gozando. Então a cena que meu marido viu foi a mulher dele em cima de outro cara, com a pica até o fundo da buceta dela, cavalgando enquanto ele goza dentro dela e eu também gozando.
—Quando ouvi a porta abrir, nós dois viramos e lá estava meu marido parado na entrada. Levantei rápido da pica do Arturo, que ainda tava dura, e senti que, na hora que saiu, o sêmen começou a escorrer da minha buceta pelas minhas pernas. Falei: "amor, não é o que parece". Ele disse: "Não é o que parece o quê, hein? Você montada num cara com a pica dentro, é?" Eu pensando que minha mulher era a melhor e ela é uma puta tremenda. — Amor, me desculpa de verdade, nunca foi minha intenção. — Nunca foi sua intenção? Parecia que você tava se divertindo pra caralho dando sentada. A gente tava discutindo, eu completamente nua, com minha buceta encharcada e escorrendo sêmen, enquanto o Arturo tava deitado com a pica ainda dura. Falei: — É que, amor, você me deixa muito tempo sozinha e eu preciso me satisfazer, e quando você chega, nunca quer sexo. — Tá me falando isso mesmo, Naomi? Quero que pegue suas coisas e vá embora, junto com aquele homem. O Arturo levantou e disse: — Não vai faltar respeito com a minha mulher. Meu marido empurrou ele pra mandar ele vazar, e começaram a brigar. Tentei separar, mas o Arturo tava ganhando. Quando finalmente consegui acabar com a briga, meu marido mandou eu ir embora e não voltar. Eu tava triste, puta, assustada. Por defesa ou sei lá, falei: — Vou embora com o Arturo sim, ele é um homem que me fode e faz muito gostoso, tem um pauzão que me satisfaz, diferente do seu, e olha quantas vezes a gente já fez. Lembra daquela viagem que supostamente fiz com minha amiga? Foi com ele, e a gente não saía do hotel, passamos o tempo todo transando, por isso quando voltei tava toda rosada de tanta pica que levei. — Então vaza, puta, some com esse nojento, mas esquece de mim e do meu dinheiro. Na hora, não liguei, peguei uma mala, joguei umas roupas e fui embora. Saímos de casa e entrei no carro do Arturo, um Tsuru bem velho e todo cagado. Eu ainda tava bem puta, mas o Arturo começou a acalmar a situação. - Não se preocupa, gostosa, vou te levar pra morar comigo e agora você vai ser minha mulher. Ele me beijou e fomos pra casa dele. Quando chegamos, era uma casa bem feia, de tijolo sem reboco, mas parecia grande, então pensei que era uma casa grande pra nós. O que eu não esperava é que era uma casa de família: morava o tio dele, a mãe, o irmão, o sobrinho, a tia, a irmã e ele. Cada um tinha um quartinho pequeno, sem portas, só cortinas. O banheiro era compartilhado, mas isso pra mim era de boa, já que eu passava afrouxando minha buceta pra qualquer um. Entramos na casa e ele começou a me apresentar pra família. Quem eu notei que olharam estranho foram o tio e o sobrinho, dava pra ver o olhar de tesão. Depois das apresentações, fomos pro que ia ser nosso quarto. Ele falou pra eu me sentir à vontade e tal. Não tinha outra opção, sempre fui uma sustentada pelo meu marido e agora não tinha nada, só o Arturo. E a condição que ele vivia era terrível, mas não me custava nada, só afrouxar minha raba pra ele se pagar. Comecei a arrumar minhas roupas e tudo. Escureceu e, quando a noite chegou, ele começou a me beijar já deitados. Ele me acariciava e dizia: "Finalmente você é minha". Eu falei: "Não tô a fim de fazer isso, amor". Mas ele disse: "Vai, vai te deixar de bom humor". "Sim, mas e se alguém nos ouvir?" "Fica tranquila, a gente vai fazer devagar." Ele começou a me beijar e acariciar enquanto me despia, e eu entrei no jogo. Desci e comecei a chupar ele sem fazer muito barulho pra ninguém ouvir. Depois disso, montei no pau dele e comecei a cavalgar. Vale dizer que ainda tinha resquícios do sêmen dele da trepada da manhã.
Tava cavalgando quando um movimento estranho na cortina me chamou a atenção, virei pra ver enquanto continuava montando e na penumbra vi o sobrinho dele deitado no chão nos observando. Me inclinei na direção da cabeça do Arturo e falei: "Amor, seu sobrinho tá nos espionando, temos que parar."
— Não se preocupa, amor, continua.
— Como assim, Arturo? E se ele falar alguma coisa? Além disso, é estranho ele nos ver assim, ainda mais eu pelada e ele olhando. Ele tinha uma vista privilegiada da minha buceta, já que de onde tava dava pra ver minha raba pequena e, obviamente, dava pra ver como eu tava chupando e sentando no pau do tio dele.
— Além disso, é desconfortável pra mim ele me ver pelada e me fudendo, então temos que parar.
— Não exagera, é só um moleque curioso. Todo mundo já teve curiosidade na vida, então a gente tem que continuar, amor.
Ele tinha razão, quando éramos jovens todo mundo tinha curiosidade. Continuei desconfortável, mas segui cavalgando até ele gozar dentro de mim. Desci da barriga dele e me deitei ao lado, e vi o sobrinho saindo rapidinho. Caímos no sono abraçados, completamente pelados, eu com a buceta cheia de porra. No dia seguinte, acordei ainda nua, com as crostas de sêmen. Fiquei deitada um tempo, já que o Arturo não tava mais lá — imagino que foi trabalhar. Continua.
Eu tava gemendo igual uma louca e ele me comendo, o que não me deixou perceber que meu marido tinha chegado mais cedo. Pra minha má sorte, meu marido entra no quarto na mesma hora em que ele gozou dentro da minha buceta, deixando todo o esperma dele lá dentro, e eu também tava gozando. Então a cena que meu marido viu foi a mulher dele em cima de outro cara, com a pica até o fundo da buceta dela, cavalgando enquanto ele goza dentro dela e eu também gozando.
—Quando ouvi a porta abrir, nós dois viramos e lá estava meu marido parado na entrada. Levantei rápido da pica do Arturo, que ainda tava dura, e senti que, na hora que saiu, o sêmen começou a escorrer da minha buceta pelas minhas pernas. Falei: "amor, não é o que parece". Ele disse: "Não é o que parece o quê, hein? Você montada num cara com a pica dentro, é?" Eu pensando que minha mulher era a melhor e ela é uma puta tremenda. — Amor, me desculpa de verdade, nunca foi minha intenção. — Nunca foi sua intenção? Parecia que você tava se divertindo pra caralho dando sentada. A gente tava discutindo, eu completamente nua, com minha buceta encharcada e escorrendo sêmen, enquanto o Arturo tava deitado com a pica ainda dura. Falei: — É que, amor, você me deixa muito tempo sozinha e eu preciso me satisfazer, e quando você chega, nunca quer sexo. — Tá me falando isso mesmo, Naomi? Quero que pegue suas coisas e vá embora, junto com aquele homem. O Arturo levantou e disse: — Não vai faltar respeito com a minha mulher. Meu marido empurrou ele pra mandar ele vazar, e começaram a brigar. Tentei separar, mas o Arturo tava ganhando. Quando finalmente consegui acabar com a briga, meu marido mandou eu ir embora e não voltar. Eu tava triste, puta, assustada. Por defesa ou sei lá, falei: — Vou embora com o Arturo sim, ele é um homem que me fode e faz muito gostoso, tem um pauzão que me satisfaz, diferente do seu, e olha quantas vezes a gente já fez. Lembra daquela viagem que supostamente fiz com minha amiga? Foi com ele, e a gente não saía do hotel, passamos o tempo todo transando, por isso quando voltei tava toda rosada de tanta pica que levei. — Então vaza, puta, some com esse nojento, mas esquece de mim e do meu dinheiro. Na hora, não liguei, peguei uma mala, joguei umas roupas e fui embora. Saímos de casa e entrei no carro do Arturo, um Tsuru bem velho e todo cagado. Eu ainda tava bem puta, mas o Arturo começou a acalmar a situação. - Não se preocupa, gostosa, vou te levar pra morar comigo e agora você vai ser minha mulher. Ele me beijou e fomos pra casa dele. Quando chegamos, era uma casa bem feia, de tijolo sem reboco, mas parecia grande, então pensei que era uma casa grande pra nós. O que eu não esperava é que era uma casa de família: morava o tio dele, a mãe, o irmão, o sobrinho, a tia, a irmã e ele. Cada um tinha um quartinho pequeno, sem portas, só cortinas. O banheiro era compartilhado, mas isso pra mim era de boa, já que eu passava afrouxando minha buceta pra qualquer um. Entramos na casa e ele começou a me apresentar pra família. Quem eu notei que olharam estranho foram o tio e o sobrinho, dava pra ver o olhar de tesão. Depois das apresentações, fomos pro que ia ser nosso quarto. Ele falou pra eu me sentir à vontade e tal. Não tinha outra opção, sempre fui uma sustentada pelo meu marido e agora não tinha nada, só o Arturo. E a condição que ele vivia era terrível, mas não me custava nada, só afrouxar minha raba pra ele se pagar. Comecei a arrumar minhas roupas e tudo. Escureceu e, quando a noite chegou, ele começou a me beijar já deitados. Ele me acariciava e dizia: "Finalmente você é minha". Eu falei: "Não tô a fim de fazer isso, amor". Mas ele disse: "Vai, vai te deixar de bom humor". "Sim, mas e se alguém nos ouvir?" "Fica tranquila, a gente vai fazer devagar." Ele começou a me beijar e acariciar enquanto me despia, e eu entrei no jogo. Desci e comecei a chupar ele sem fazer muito barulho pra ninguém ouvir. Depois disso, montei no pau dele e comecei a cavalgar. Vale dizer que ainda tinha resquícios do sêmen dele da trepada da manhã.
Tava cavalgando quando um movimento estranho na cortina me chamou a atenção, virei pra ver enquanto continuava montando e na penumbra vi o sobrinho dele deitado no chão nos observando. Me inclinei na direção da cabeça do Arturo e falei: "Amor, seu sobrinho tá nos espionando, temos que parar." — Não se preocupa, amor, continua.
— Como assim, Arturo? E se ele falar alguma coisa? Além disso, é estranho ele nos ver assim, ainda mais eu pelada e ele olhando. Ele tinha uma vista privilegiada da minha buceta, já que de onde tava dava pra ver minha raba pequena e, obviamente, dava pra ver como eu tava chupando e sentando no pau do tio dele.
— Além disso, é desconfortável pra mim ele me ver pelada e me fudendo, então temos que parar.
— Não exagera, é só um moleque curioso. Todo mundo já teve curiosidade na vida, então a gente tem que continuar, amor.
Ele tinha razão, quando éramos jovens todo mundo tinha curiosidade. Continuei desconfortável, mas segui cavalgando até ele gozar dentro de mim. Desci da barriga dele e me deitei ao lado, e vi o sobrinho saindo rapidinho. Caímos no sono abraçados, completamente pelados, eu com a buceta cheia de porra. No dia seguinte, acordei ainda nua, com as crostas de sêmen. Fiquei deitada um tempo, já que o Arturo não tava mais lá — imagino que foi trabalhar. Continua.
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