Celes tinha perdido a noção do tempo. Esteban, aproveitando que o tio policial dele me prendeu exagerando uma situação já contada, ficou na porta do meu apartamento, aberta, e com a Celeste, minha mina, tomando banho, então nem ficou sabendo do que rolou. Já falei várias vezes: Esteban, um ano mais velho que ela, como quase todo o grupo de amigos e amigas da minha garota, estudava no mesmo colégio. Quando Esteban se formou, a Celes tinha 17 anos, e foi aí que ele começou a se interessar por ela. Ele se enfiou no baile de formatura daquela turma só pra começar a dar em cima dela. Ele tinha um grupo que o apoiava e outro que simplesmente o ignorava. Nesse último estava a Celeste. Mas ignorar ele, mostrar que pra ela ele não teria chance, não impediu que ela ficasse sabendo do que o primeiro grupo espalhou anos antes. Que o Esteban tinha uma rola irresistível (duas amigas da Celes contaram pra ela) e que era um puta comedor. Já contei que na viagem de formatura dele pra Bariloche ele comeu a professora de Geografia, a substituta de Inglês, uma mina de uns 23 anos recém-formada, a diretora do Instituto — que planejava ir com o marido, mas o Esteban começou a dar carne semanas antes da viagem, então a chefona inventou mil desculpas pra acabar indo sozinha e se acabar no pauzão. E o auge: foram de acompanhante os pais de um colega. Mamãe e papai, o casal. E mesmo com o marido lá em Bariloche, praticamente dia e noite com o filho, os colegas do filho e, claro, a mulher dele, o Esteban comeu ela várias vezes. Todas essas histórias, somadas ao fato de que ele tinha ficado insistente com a Celeste, jogaram contra ele: ela achava ele um babaca, mulherengo, nada interessante, um bocó. Aos 21 anos, a Celes trabalhava numa seguradora e começou a sair com um colega, 12 anos mais velho que ela. Embora já tivesse experiência sexual, esse cara foi o primeiro relacionamento sério dela. Acabou quando ele a pegou na cama com o primo dela e, segundo ela, ela tava muito puta. Em Naquela época, vinho branco doce era o ponto fraco dela, facilitando a outra fraqueza dela. Foi o fuxico do bairro inteiro e do grupo. A Celeste teve dificuldade pra se livrar da fama de infiel e puta. Ela ficou sozinha até os 24 anos e conheceu um cliente do próximo trampo dela, numa imobiliária. Esse cara de 29 anos era meio devagar, mas tinha grana, então pra Celes não foi difícil se comportar. Cinema, jantar em restaurante 1 ou 2 vezes por semana, shows... o cara tinha dinheiro. Mas depois de 6 ou 7 meses, a rotina e a chatice do sujeito deram o golpe de misericórdia no relacionamento. Foi aí que se conheceram por amigos em comum com o Gabriel, começaram como amigos, parceiros, confidentes, e há 5 anos começaram um relacionamento sério. Estabeleceram certas regras que cumpriam direitinho. Em um ano, já moravam juntos e tudo ia bem até duas noites atrás, na sexta, no aniversário da Vale, uma das amigas históricas dela. A Vale tava trancada no quarto dela enquanto os convidados – que eram pra caralho – se espalhavam pelo casarão da família. A Celes foi cumprimentar ela e começaram a bater papo até que a Vale puxou um saquinho de pó, cheirou duas carreiras que, pra amiga dela, foi meio sem noção, mas por outro lado... deu uma curiosidade. A Vale preparou duas carreiras pra ela e aí veio a desgraceira. Leiam desde o capítulo um pra chegar até aqui... nada vai ser estranho.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Celeste estava aspirando e tomando uísque completamente pelada, sem esconder nenhum vestígio de uma madrugada onde sexo, pó, traição e seringas rolaram soltos, tudo nas mãos da manipulação suja do próprio Esteban. Na base de não deixar ela ter um minuto pra raciocinar ou parar pra pensar, o fabulador tinha preparado um arsenal de estímulos que foram ajudando a alcançar o objetivo dele, que já durava 15 anos. Perseguir ela, procurar ela, convidar ela pra vários eventos, dar de presente calcinha, colar, flor. Celeste, até quinta-feira, tava de saco cheio do Esteban, dividindo com o Gabriel, o namorado dela, uma espécie de sentimento nojento por esse cara. Mas... se vocês tão acompanhando a história, na sexta, depois do pó da Vale e do Gabi ter criado coragem pra confessar a fantasia dele de ver ela dando pra outro, a Cele desandou de vez, mas tudo piorou quando, depois de uma briga, Gabriel, puto da vida com o Esteban, propôs que realizassem a fantasia e que ele exigia que ela comesse o cara que ele mais odiava. Numa loucura atrás de respostas, Celeste se viu excitada quase sem controle pelo Esteban. O namorado dela disse que, se ele enchia tanto o saco, desrespeitando ela e muito mais ele, o parceiro dela, então tá. Se queria rivalizar, iam fazer direito: "Quero que você dê pra ele na minha frente, Celes", e essa decisão agiu como um vulcão na buceta dela. Será que Gabriel tava propondo uma briga entre rivais cujo troféu era ela? Ou será que o namorado dela se sentia inferior ao rival e, diante da impossibilidade de impedir que tanta presença do Esteban quebrasse as recusas da Cele, o cara entregou ela de mão beijada? Muita neurinha pra um desejo só: Celeste, com uns gramas na cabeça, começou a desejar comer o inimigo do Gabriel. E sem vergonha, até confessou pro namorado que "finalmente ia conhecer a pica que todos os ex e as ex da escola comentavam". E é aí que a gente encontra ela convidando o Esteban, sem consultar o namorado, um convite onde ela aceita todos os requisitos. seu futuro amante. Inclusive, como ele se recusava à presença de Gabriel, já que esse seria o trato, Celeste pactuou sem discutir com ele que aceitava se encontrar a sós com Esteban, como compensação. Ela não tinha sido assim com o namorado; o relacionamento foi por 5 anos nos trilhos da confiança, do companheirismo, da consulta mútua. A cocaína e os avanços prestes a se concretizar quebraram aquele muro intransponível que Gabi e Celes construíram.
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"Que horas você disse que chegou?" pergunta Celes pro Ban. "Na hora que a gente tinha combinado, antes do Gabriel se intrometer e te obrigar a cancelar nosso encontro" responde Ban, sempre colocando o namorado dela na vitrine do descartável. "Mas a gente disse 1h30, não foi? Depois o assunto foi cancelado. Vai me dizer que mesmo assim você tava aqui às 1h30?" ela pergunta, tentando juntar as peças que faltavam, porque durante o banho dela a polícia chegou, levou o namorado preso e quando ela saiu do chuveiro, sem saber da ausência de Gabriel, detido em alguma delegacia, e também sem saber da presença de Esteban. Olha o celular dela. 14h. Fazia mais de 12 horas que aquele macho sem freio tava comendo ela do jeito que queria.
E aí, tu preparou o cartaz com recortes de revista, Ban?" ela pergunta meio... encantada, enquanto se aproxima e abraça ele. "Sim. Não podia falar nem escrever pra você. Pela minha voz ou letra, você saberia que não era o cuck do teu namorado quem tava te esperando." Ela se irrita e se afasta um pouco dele. "Não chama ele assim, por favor." Esteban segura os ombros dela e dá um beijo doce. "Assim como?" ele pergunta, pra ser a Celes que fale. "Assim, cuck" ela responde com cara de brava. "Me excita ouvir isso da tua boca." "Mas é um jeito de zoar" ela rebate, se afastando mais irritada enquanto serve umas doses de uísque. E quando ela tá dando o primeiro gole, Esteban lembra ela da invenção dele. "Bom, pensa que eu não sei como ele e a Andrea te chamam quando tão juntos. Cê acha que eles não te chamam de corna?" Celes lembra da mentira que Esteban fez ela acreditar. Tomando outro gole com raiva, agora do Gabriel: "Cê tem razão... traidor de merda." Esteban segura os ombros molhados dela, vira ela deixando a 15 cm do rosto dele e aperta: "Traidor de merda e...?" "Cuck!" ela grita. "Cuck e preso!" Esteban, fiel ao propósito: que ela não descanse nem um minuto, senta numa cadeira do quarto e com as duas mãos pega o próprio pau. "Uff... me excita ouvir cuck com a tua voz." Ela percebe que o pau dele vai endurecendo enquanto ele começa a se masturbar. Com voz quente, ele manipula ela de novo: "Que... ahn... que... Ga... Gabriel é?" sem parar de bater uma naquele pedaço de carne. "Vai. Fala pra mim... ahn... por favor..." Celeste prova e repete com um tom entre brava e meio debochada: "O otário do Gabriel é UM cuck" sem tirar os olhos das mãos e do pau do Ban, que gemia e se masturbava. "Ahn... Cele... ahn... se tu soubesse como me excita..." Ela percebe que também tava começando a gostar de chamar ele de cuck. Se vira, pega o canudo, enfia na merda, enche ele inteiro e cheira rápido um monte. "Ahn... ahn... como isso me deixa..." ela olha pra ele. lascivamente para o Esteban e crava os olhos naquela pica. "Sabe o que meu namorado é? UM cuck. Sim. Isso... ahh.... otário, me deixa tarada e essa palavra...".
Esteban trabalha e trabalha no cérebro de Cel. "Mais duas ou três vezes e foda-se, minha porra". Ela aspira outro tubo. "Ahhh... tô gozando... que delícia quente e suja isso é..." Ela se vira e pergunta: "O que te deixa assim? O cuck -ahh... fico toda molhada...- o cuck do Gabriel?" pergunta de propósito e começa a se masturbar com Esteban. "Ahh... Vou fazer você gozar comigo... ah ahh, gostoso safado" visivelmente excitada insiste "Porque o cuck ahhha... olha como eu tô me tocando... esse cuck... merece que sua porra escorra pelos chifres dele. Ou não?" Esteban continuava vencendo batalhas. "Mais... mais uma vez... Cel... e abre a boca pra engolir minha porra... ahhh". Ela, provocativamente, fica cara a cara e já molhada e convencida de que realmente chamar o namorado daquele jeito a deixava bem putinha afirma "Gabriel, meu namorado, É CORNO ASSUMIDO porque você, Ban, transformou a garota que o cuck ama numa PUTA BEM puta. E as putas fazem CORNOS dos nossos parceiros" e abre a boca, desejosa. A porrada de porra que Esteban dispara entra na boca dela, acerta uma bochecha, fecha um olho, escorre pelo queixo em direção aos peitos. Celeste se ajoelha. Os dois não param de se olhar nos olhos. Ela passa as duas mãos nos peitos espalhando a porra grossa enquanto, como toda submissa, abre bem a boca... mostra a língua pra ficar bem claro que tem porra suficiente. Lambe o queixo, passa a mão no olho tirando o sêmen, chupa esses dedos. Mostra de novo... e engole tudo. "Ahhh... como nos excita fazer o cuck" expressa em mais um claro laço que foram criando entre Ban e Celes. Sim, ele a tem na mão. Ela já brinca com as regras do amante.
Estava metendo no cu dela, na posição que ela escolheu (a cara dela de lado no colchão, os braços esticados pra frente e a bunda dela, apoiada nos joelhos, se oferecendo toda empinada) e, aproveitando que o rosto dela tava virado, enfiou o tubo numa das narinas dela e falou: "Não para de cheirar enquanto eu tomo conta da sua bunda e encho ela de porra". E foi isso que ela fez: puxada, suspiro, corpo tremendo, gemidos com a bombada da pica do Ban no buraco do cu dela... esperar uns segundos e repetir. Como ele aguentava firme, devem ter ficado uns... 40 minutos, então Celeste deve ter cheirado, fácil, umas 40 carreiras. E antes de gozar dentro dela, Esteban injeta heroína mais uma vez numa das bandas da bunda que Celeste obedientemente abria com as duas mãos. Ele já tinha percebido que, sob efeito da heroína, a Cel não só entrava na psicodelia que o cérebro dela inventava, como baixava toda a guarda e agia como se fosse realmente a namorada dele.
Esteban saiu do apartamento lá pelas 17h. "Você me comeu por umas 16 horas. Acertei naquilo que falei pro cuck", disse, e sentiu que se molhava só de chamá-lo assim. "Quando ele me incentivou a ser você quem eu ia comer enquanto ele olhava com tesão, eu corrigi. Falei que, pelo que eu sabia e me contaram, VOCÊ IA ME FODER. E não errei." Pelo terceiro dia, Celeste era uma bagunça de fluidos, suor, porra, saliva. E Esteban notou algo. "Consegue levantar os braços, Cel?" pediu com doçura. "Quanto tempo que você não depila?" Celeste, envergonhada, abaixou os braços. "Espera, espera" ele a segurou. "Me excita seus pelinhos na axila." Pegou seus pulsos, colocou as mãos dela na nuca e chupou suas axilas com os pelinhos quase invisíveis. Ela, surpresa, gemeu excitada. "Sério que te excita?" Ele, com a língua no sovaco dela, assentiu. "Me diz que por uma semana você não vai se depilar. Me faz esse presente?" Ela, corada, sentiu como se molhava e, com as axilas grudentas, abraçou e beijou ele, como uma namorada se despede do seu boy.
"Lembra" finalizou Esteban. "Às 22h passo por você e vamos na casa do César. Não aguento mais! Quero ver minha mulher gozando com a pica de outro dentro. Minha mina vai me mostrar o quão puta ela é enquanto eu vejo você gozando com uma pica nova?" Celeste se entregou. "Sim, amor. Quero que meu macho se divirta me vendo puta dando pra um amante." Ele a beijou, e ao colocar a mão na maçaneta viu as chaves do Gabriel penduradas. "Posso levar?" "Pode, amor, fica com elas. Vou me vestir leve, tá? Um vestido até o joelho, sem sutiã, com uma daquelas tangas que você me deu uma vez... e nunca usei, mas escondi" confessa piscando um olho "e umas sandálias. Bem leve, pra ficar logo com a buceta à mostra." Esteban já no corredor, chama o elevador e Celeste coordena os últimos detalhes: "Devo os 3 gramas pra Vale. Agora peço mais 3 e transfiro da conta do cuck." O elevador chega. "César toma uísque? pergunta pro Esteban, que já responde com as portas quase fechadas: "E suco de... usa a palavra: buceta". Ela sorri. Entra no apartamento. O cheiro de sexo era inebriante. Vai até o banheiro e para ali, nua e toda suja de tanto foder, na frente de um espelho de corpo inteiro. E enquanto coloca um punhado de pó numa mesinha com xampu, cremes, lenços e tal, pensa: "Nunca ninguém me comeu assim. Não importa se vou ou não voltar pro Gabriel. Ban vai ser meu amante e não tenho dúvida que vou satisfazer ele em tudo. Que trepada. Inesquecível". Cheira as três carreiras que tinha feito, senta no chão, sempre de frente pro espelho. Abre as pernas, pega um desodorante comprido e redondo e, enquanto se masturba, fantasia com o homem que recusou por 15 anos e fala com ele mentalmente: "Ban. Você fez com que o Gabriel... fosse um cuck". E mal diz a palavra mágica... goza forte, gostoso, sem parar de enfiar e tirar o desodorante. "Ahhh... cuck" e goza de novo.
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https://www.poringa.net/posts/relatos/6330147/Confiesa-qO que ela fez na festa e me animei a pedir a fantasia 3.htmlDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
Celeste estava aspirando e tomando uísque completamente pelada, sem esconder nenhum vestígio de uma madrugada onde sexo, pó, traição e seringas rolaram soltos, tudo nas mãos da manipulação suja do próprio Esteban. Na base de não deixar ela ter um minuto pra raciocinar ou parar pra pensar, o fabulador tinha preparado um arsenal de estímulos que foram ajudando a alcançar o objetivo dele, que já durava 15 anos. Perseguir ela, procurar ela, convidar ela pra vários eventos, dar de presente calcinha, colar, flor. Celeste, até quinta-feira, tava de saco cheio do Esteban, dividindo com o Gabriel, o namorado dela, uma espécie de sentimento nojento por esse cara. Mas... se vocês tão acompanhando a história, na sexta, depois do pó da Vale e do Gabi ter criado coragem pra confessar a fantasia dele de ver ela dando pra outro, a Cele desandou de vez, mas tudo piorou quando, depois de uma briga, Gabriel, puto da vida com o Esteban, propôs que realizassem a fantasia e que ele exigia que ela comesse o cara que ele mais odiava. Numa loucura atrás de respostas, Celeste se viu excitada quase sem controle pelo Esteban. O namorado dela disse que, se ele enchia tanto o saco, desrespeitando ela e muito mais ele, o parceiro dela, então tá. Se queria rivalizar, iam fazer direito: "Quero que você dê pra ele na minha frente, Celes", e essa decisão agiu como um vulcão na buceta dela. Será que Gabriel tava propondo uma briga entre rivais cujo troféu era ela? Ou será que o namorado dela se sentia inferior ao rival e, diante da impossibilidade de impedir que tanta presença do Esteban quebrasse as recusas da Cele, o cara entregou ela de mão beijada? Muita neurinha pra um desejo só: Celeste, com uns gramas na cabeça, começou a desejar comer o inimigo do Gabriel. E sem vergonha, até confessou pro namorado que "finalmente ia conhecer a pica que todos os ex e as ex da escola comentavam". E é aí que a gente encontra ela convidando o Esteban, sem consultar o namorado, um convite onde ela aceita todos os requisitos. seu futuro amante. Inclusive, como ele se recusava à presença de Gabriel, já que esse seria o trato, Celeste pactuou sem discutir com ele que aceitava se encontrar a sós com Esteban, como compensação. Ela não tinha sido assim com o namorado; o relacionamento foi por 5 anos nos trilhos da confiança, do companheirismo, da consulta mútua. A cocaína e os avanços prestes a se concretizar quebraram aquele muro intransponível que Gabi e Celes construíram.--------------------------------------------------------------------------
"Que horas você disse que chegou?" pergunta Celes pro Ban. "Na hora que a gente tinha combinado, antes do Gabriel se intrometer e te obrigar a cancelar nosso encontro" responde Ban, sempre colocando o namorado dela na vitrine do descartável. "Mas a gente disse 1h30, não foi? Depois o assunto foi cancelado. Vai me dizer que mesmo assim você tava aqui às 1h30?" ela pergunta, tentando juntar as peças que faltavam, porque durante o banho dela a polícia chegou, levou o namorado preso e quando ela saiu do chuveiro, sem saber da ausência de Gabriel, detido em alguma delegacia, e também sem saber da presença de Esteban. Olha o celular dela. 14h. Fazia mais de 12 horas que aquele macho sem freio tava comendo ela do jeito que queria.
E aí, tu preparou o cartaz com recortes de revista, Ban?" ela pergunta meio... encantada, enquanto se aproxima e abraça ele. "Sim. Não podia falar nem escrever pra você. Pela minha voz ou letra, você saberia que não era o cuck do teu namorado quem tava te esperando." Ela se irrita e se afasta um pouco dele. "Não chama ele assim, por favor." Esteban segura os ombros dela e dá um beijo doce. "Assim como?" ele pergunta, pra ser a Celes que fale. "Assim, cuck" ela responde com cara de brava. "Me excita ouvir isso da tua boca." "Mas é um jeito de zoar" ela rebate, se afastando mais irritada enquanto serve umas doses de uísque. E quando ela tá dando o primeiro gole, Esteban lembra ela da invenção dele. "Bom, pensa que eu não sei como ele e a Andrea te chamam quando tão juntos. Cê acha que eles não te chamam de corna?" Celes lembra da mentira que Esteban fez ela acreditar. Tomando outro gole com raiva, agora do Gabriel: "Cê tem razão... traidor de merda." Esteban segura os ombros molhados dela, vira ela deixando a 15 cm do rosto dele e aperta: "Traidor de merda e...?" "Cuck!" ela grita. "Cuck e preso!" Esteban, fiel ao propósito: que ela não descanse nem um minuto, senta numa cadeira do quarto e com as duas mãos pega o próprio pau. "Uff... me excita ouvir cuck com a tua voz." Ela percebe que o pau dele vai endurecendo enquanto ele começa a se masturbar. Com voz quente, ele manipula ela de novo: "Que... ahn... que... Ga... Gabriel é?" sem parar de bater uma naquele pedaço de carne. "Vai. Fala pra mim... ahn... por favor..." Celeste prova e repete com um tom entre brava e meio debochada: "O otário do Gabriel é UM cuck" sem tirar os olhos das mãos e do pau do Ban, que gemia e se masturbava. "Ahn... Cele... ahn... se tu soubesse como me excita..." Ela percebe que também tava começando a gostar de chamar ele de cuck. Se vira, pega o canudo, enfia na merda, enche ele inteiro e cheira rápido um monte. "Ahn... ahn... como isso me deixa..." ela olha pra ele. lascivamente para o Esteban e crava os olhos naquela pica. "Sabe o que meu namorado é? UM cuck. Sim. Isso... ahh.... otário, me deixa tarada e essa palavra...".
Esteban trabalha e trabalha no cérebro de Cel. "Mais duas ou três vezes e foda-se, minha porra". Ela aspira outro tubo. "Ahhh... tô gozando... que delícia quente e suja isso é..." Ela se vira e pergunta: "O que te deixa assim? O cuck -ahh... fico toda molhada...- o cuck do Gabriel?" pergunta de propósito e começa a se masturbar com Esteban. "Ahh... Vou fazer você gozar comigo... ah ahh, gostoso safado" visivelmente excitada insiste "Porque o cuck ahhha... olha como eu tô me tocando... esse cuck... merece que sua porra escorra pelos chifres dele. Ou não?" Esteban continuava vencendo batalhas. "Mais... mais uma vez... Cel... e abre a boca pra engolir minha porra... ahhh". Ela, provocativamente, fica cara a cara e já molhada e convencida de que realmente chamar o namorado daquele jeito a deixava bem putinha afirma "Gabriel, meu namorado, É CORNO ASSUMIDO porque você, Ban, transformou a garota que o cuck ama numa PUTA BEM puta. E as putas fazem CORNOS dos nossos parceiros" e abre a boca, desejosa. A porrada de porra que Esteban dispara entra na boca dela, acerta uma bochecha, fecha um olho, escorre pelo queixo em direção aos peitos. Celeste se ajoelha. Os dois não param de se olhar nos olhos. Ela passa as duas mãos nos peitos espalhando a porra grossa enquanto, como toda submissa, abre bem a boca... mostra a língua pra ficar bem claro que tem porra suficiente. Lambe o queixo, passa a mão no olho tirando o sêmen, chupa esses dedos. Mostra de novo... e engole tudo. "Ahhh... como nos excita fazer o cuck" expressa em mais um claro laço que foram criando entre Ban e Celes. Sim, ele a tem na mão. Ela já brinca com as regras do amante.
Estava metendo no cu dela, na posição que ela escolheu (a cara dela de lado no colchão, os braços esticados pra frente e a bunda dela, apoiada nos joelhos, se oferecendo toda empinada) e, aproveitando que o rosto dela tava virado, enfiou o tubo numa das narinas dela e falou: "Não para de cheirar enquanto eu tomo conta da sua bunda e encho ela de porra". E foi isso que ela fez: puxada, suspiro, corpo tremendo, gemidos com a bombada da pica do Ban no buraco do cu dela... esperar uns segundos e repetir. Como ele aguentava firme, devem ter ficado uns... 40 minutos, então Celeste deve ter cheirado, fácil, umas 40 carreiras. E antes de gozar dentro dela, Esteban injeta heroína mais uma vez numa das bandas da bunda que Celeste obedientemente abria com as duas mãos. Ele já tinha percebido que, sob efeito da heroína, a Cel não só entrava na psicodelia que o cérebro dela inventava, como baixava toda a guarda e agia como se fosse realmente a namorada dele.
Esteban saiu do apartamento lá pelas 17h. "Você me comeu por umas 16 horas. Acertei naquilo que falei pro cuck", disse, e sentiu que se molhava só de chamá-lo assim. "Quando ele me incentivou a ser você quem eu ia comer enquanto ele olhava com tesão, eu corrigi. Falei que, pelo que eu sabia e me contaram, VOCÊ IA ME FODER. E não errei." Pelo terceiro dia, Celeste era uma bagunça de fluidos, suor, porra, saliva. E Esteban notou algo. "Consegue levantar os braços, Cel?" pediu com doçura. "Quanto tempo que você não depila?" Celeste, envergonhada, abaixou os braços. "Espera, espera" ele a segurou. "Me excita seus pelinhos na axila." Pegou seus pulsos, colocou as mãos dela na nuca e chupou suas axilas com os pelinhos quase invisíveis. Ela, surpresa, gemeu excitada. "Sério que te excita?" Ele, com a língua no sovaco dela, assentiu. "Me diz que por uma semana você não vai se depilar. Me faz esse presente?" Ela, corada, sentiu como se molhava e, com as axilas grudentas, abraçou e beijou ele, como uma namorada se despede do seu boy."Lembra" finalizou Esteban. "Às 22h passo por você e vamos na casa do César. Não aguento mais! Quero ver minha mulher gozando com a pica de outro dentro. Minha mina vai me mostrar o quão puta ela é enquanto eu vejo você gozando com uma pica nova?" Celeste se entregou. "Sim, amor. Quero que meu macho se divirta me vendo puta dando pra um amante." Ele a beijou, e ao colocar a mão na maçaneta viu as chaves do Gabriel penduradas. "Posso levar?" "Pode, amor, fica com elas. Vou me vestir leve, tá? Um vestido até o joelho, sem sutiã, com uma daquelas tangas que você me deu uma vez... e nunca usei, mas escondi" confessa piscando um olho "e umas sandálias. Bem leve, pra ficar logo com a buceta à mostra." Esteban já no corredor, chama o elevador e Celeste coordena os últimos detalhes: "Devo os 3 gramas pra Vale. Agora peço mais 3 e transfiro da conta do cuck." O elevador chega. "César toma uísque? pergunta pro Esteban, que já responde com as portas quase fechadas: "E suco de... usa a palavra: buceta". Ela sorri. Entra no apartamento. O cheiro de sexo era inebriante. Vai até o banheiro e para ali, nua e toda suja de tanto foder, na frente de um espelho de corpo inteiro. E enquanto coloca um punhado de pó numa mesinha com xampu, cremes, lenços e tal, pensa: "Nunca ninguém me comeu assim. Não importa se vou ou não voltar pro Gabriel. Ban vai ser meu amante e não tenho dúvida que vou satisfazer ele em tudo. Que trepada. Inesquecível". Cheira as três carreiras que tinha feito, senta no chão, sempre de frente pro espelho. Abre as pernas, pega um desodorante comprido e redondo e, enquanto se masturba, fantasia com o homem que recusou por 15 anos e fala com ele mentalmente: "Ban. Você fez com que o Gabriel... fosse um cuck". E mal diz a palavra mágica... goza forte, gostoso, sem parar de enfiar e tirar o desodorante. "Ahhh... cuck" e goza de novo.
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