Olha, essa é uma das minhas histórias favoritas. Eu era novo e ainda não morava com minha atual esposa. Naquela época, celular não existia (pelo menos não ao alcance de todo mundo). Eu costumava ir na banca de jornal e comprar as clássicas, tipo "Chambeadoras" ou "Sua Melhor Professora". Me dava um tesão danado ir em qualquer banheiro público, sentar no vaso, ver a revista e bater uma. Naquele dia, fiz a mesma coisa, mas esse shopping de Coacalco tinha uma particularidade: o banheiro era longe da área dos caixas, então era mais privado, por assim dizer. Lá estava eu, vendo minha revista pornô e batendo uma.
Eu estava tão perdido na minha atividade que nem percebi que alguém tinha entrado no banheiro ao lado, até que, por baixo da divisória que separa os banheiros, vi uma mão de homem, meio robusta e suja, fazendo um leve sinal tipo "vem". Por um momento, me assustei, porque me deu medo de ser um estranho, mas também me excitou. Achei que ele queria material, tentei passar a revista, mas o sinal foi de "não" e ele continuou com o "vem". Então, me ajeitei de joelhos no chão e estiquei minha mão o máximo que pude por baixo até tocar o pau dele. Era comprido e grosso, bem peludo. Comecei a esfregar, e ele soltava gemidos leves. Com o coração a mil pelo nervosismo da situação e o medo de sermos pegos, passei para o espaço do banheiro dele e começamos a nos esfregar.
Não vou mentir, o cara não era feio, uns 25 a 30 anos, parecia trabalhador da construção civil, com uns braçudos. Não perdemos tempo e ele me encostou no box do banheiro. Pedi pra ele me penetrar devagar, porque tava há um tempão sem receber um pau no meu cu, mas ele ignorou. Meteu de uma vez, rápido e gozou. Talvez tenha influenciado eu ter virado uma putinha e comecei a gemer bem gostoso, e só senti o esperma escorrendo pelas minhas nádegas e pernas. Assim que ele terminou, saí pro meu banheiro e terminei de bater uma.
Foi um momento muito excitante e gozei como nunca. Se vocês gostaram, mandem seus comentários e até fotos dos seus paus e quem sabe eu conto como foram meus primeiros encontros com meus primos mais velhos.
Eu estava tão perdido na minha atividade que nem percebi que alguém tinha entrado no banheiro ao lado, até que, por baixo da divisória que separa os banheiros, vi uma mão de homem, meio robusta e suja, fazendo um leve sinal tipo "vem". Por um momento, me assustei, porque me deu medo de ser um estranho, mas também me excitou. Achei que ele queria material, tentei passar a revista, mas o sinal foi de "não" e ele continuou com o "vem". Então, me ajeitei de joelhos no chão e estiquei minha mão o máximo que pude por baixo até tocar o pau dele. Era comprido e grosso, bem peludo. Comecei a esfregar, e ele soltava gemidos leves. Com o coração a mil pelo nervosismo da situação e o medo de sermos pegos, passei para o espaço do banheiro dele e começamos a nos esfregar.
Não vou mentir, o cara não era feio, uns 25 a 30 anos, parecia trabalhador da construção civil, com uns braçudos. Não perdemos tempo e ele me encostou no box do banheiro. Pedi pra ele me penetrar devagar, porque tava há um tempão sem receber um pau no meu cu, mas ele ignorou. Meteu de uma vez, rápido e gozou. Talvez tenha influenciado eu ter virado uma putinha e comecei a gemer bem gostoso, e só senti o esperma escorrendo pelas minhas nádegas e pernas. Assim que ele terminou, saí pro meu banheiro e terminei de bater uma.
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0 comentários - Encuentro en el baño de un supermercado