Primeira vez no mundo do swing

PRIMEIRA EXPERIÊNCIA
Oi, sou a Paula e meu parceiro é o Juan. Eu tenho 40 anos e o Alberto 45. Faz uns 5 anos que estamos nesse meio. Começamos como muitos, tirando fotos íntimas e fantasiando durante o sexo a dois sobre brincar com outras pessoas na intimidade. Foi assim que nossa fantasia começou. A real é que nossa cabeça começou a se encher de olhares novos sobre o sexo. Desde que criamos nosso nick no Poringa, conhecemos muita gente que vive suas fantasias livremente na intimidade, seja em ménages ou encontros de casais, até chegar nos mais experientes, tipo gang, que na época era demais pra gente, tímidos e cheios de dúvidas. Ali plantou a semente da curiosidade. Criamos o nick e começamos a tirar fotos nossas em situações sexuais. O próximo passo foi nos filmar. Depois, criamos um perfil num site conhecido de encontros e rolas. Daí surgiram nossos primeiros encontros com a Emi, com o Hugo e mais gente, casais.

O relato que vou contar é de quando conhecemos o Ale de Pehuajó e a inclinação bi que ele tinha, uma parada que despertou nossa curiosidade, e a do Negão também. Como estávamos nessa de experimentar tudo e, se não gostássemos, voltar atrás. Conhecemos o Ale pelo chat do perfil do site. Ele nos pareceu um cara aberto, muito agradável, com bastante humor. Conversa vai, conversa vem, o Juan começa a trocar ideia também e eles se dão super bem. Como homens, ficavam fantasiando o que iam fazer comigo num futuro encontro. Planos e mais planos, fantasias pra todo lado. Eu, toda molhadinha, eles se entendiam. Naquele momento, o Negão não sabia que o Ale era bi, só eu sabia. E, naquela época, pedi pro Ale não contar pro Negão, porque eu tinha uma fantasia na cabeça que, toda vez que pensava nela, me molhava e me excitava só de imaginar.

De tanta conversa, o Ale e o Juan combinam uma quarta-feira à noite. Fomos até Pehuajó pra nos conhecer e ver qual era. O Ale aluga um apê por dia, já que era mais íntimo e confortável pra nós três, sem hora nem nada. apuros. Até aí tudo estava indo super bem e eu, do meu lado, também conversava com a Ale pelas costas do negão, planejando. Minha própria fantasia: dessas conversas, comento com o Juan que adoraria, se ele estivesse disposto e se sentisse confortável, chupar a rola do Ale com ele. Primeiro ele se surpreendeu, depois demorou pra assimilar, mas como ele adora me agradar, topou, com uma condição: se não gostasse, a gente teria uma palavra-chave. Ele ia me falar "lembra de comprar chicletes". Se ele dissesse isso, era porque não estava se sentindo confortável e a gente abortava a história com ele. Assim chegou a noite. Nos trocamos, primeiro ele, depois eu. Coloquei uma calcinha fio dental branca, sutiã de renda branco, saia curta, meu perfume gostoso e saímos pra Pehuajó. Já tínhamos o endereço do apartamentinho onde o Ale nos esperava. Chegamos na hora certa, batemos na porta, o Ale abriu e a aventura começou. Conversa vai, conversa vem, num dado momento o Ale foi pro quarto e voltou com um lenço. Pediu permissão pro Juan e tapou meus olhos. Os dois me pegaram pela mão e me levaram pra um quarto bem aconchegante e na penumbra — isso eu vi quando, depois de um bom tempo, tiraram o lenço. Continua...

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