Olá, pessoal! Se vocês ainda não leram os capítulos anteriores, vou deixar eles aqui mesmo.https://www.poringa.net/posts/relatos/6329633/Club-de-Pubes-CAP-1-Mi-mejor-amigo.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6329635/Club-de-Pubes-CAP-2-El-nuevo-miembro-del-club.html
https://www.poringa.net/posts/relatos/6329637/Club-de-Pubes-CAP-3-El-miembro-inesperado.htmlCapítulo 4: A Medição Privada
Eu odiava sábados como aquele. Em vez de estar no meu quarto, explorando corpos com meus amigos, estava vestido com minha melhor camisa, na festa de aniversário do Ramón. Ramón era o garoto mais metido da turma. Musculoso, sempre se exibindo no vestiário sobre quanto peso levantava, e principalmente, se gabando de ter a maior pica de toda a escola.
— Por que a gente teve que vir? — sussurrei pro Marco, que estava do meu lado, com um refri na mão.
— Porque minha mãe me obrigou. Disse que seria falta de educação não vir já que ele convidou todo mundo — falou Marco, torcendo o nariz.
Canelo e Andy estavam por perto, tão desconfortáveis quanto a gente. O clube estava cheio, mas num lugar onde não podíamos ser nós mesmos. A música estava alta, e o ar cheirava a pizza e perfume vagabundo.
Foi quando eu tava procurando o banheiro que trombei com o Ramón no corredor, sozinho, ajustando a camisa apertada na frente do espelho.
— E aí, Oscar — ele disse, sem me olhar. — E o teu amigo, o moreno? Ainda acha que ele é o mais bem-dotado?
Eu parei. O boato tinha chegado nos ouvidos do Ramón, e claro, ele não ia deixar barato.
— Não sei do que você tá falando — falei, querendo evitar encrenca.
Ramón riu, um som baixo e arrogante. — Claro que sabe. Aquele papo de que quanto mais escuro o cara, maior o pau. Eu sei que é mentira, porque eu tenho a prova de que sou o campeão.
Ele deu um tapinha na própria virilha. Tava sozinho, era minha chance. Ou a do Marco.
— Tão seguro assim? — falei, com uma confiança que não sentia. — O Marco é maior que você.
Ramón riu mais alto. — Sério? Então te desafio. Você, eu e ele. Agora mesmo. No quarto ao lado. Pra ver quem tá falando a verdade.
Meu coração disparou. — E o que o vencedor ganha?
Ramón me encarou com um sorriso safado. — Se eu ganhar... seu amigo Marco me dá um beijo. Bem aqui — ele disse, e bateu na virilha de novo. — Um beijo de submissão.
— E se o Marco ganhar — falei, com a voz firme. — Você dá um beijo nele. No pau dele. Ele sorriu, confiante. —Fechado. Mas pra não ter roubo, vamos trazer o Canelo. Ele vai ser nosso juiz. Com uma fita de medir. Fui buscar o Marco e o Canelo. Expliquei a situação e os olhos do Marco brilharam com o desafio. Fomos pro quarto principal do Ramón, um cômodo grande com uma cama enorme e pôsteres de mulheres de biquíni nas paredes. O Canelo trancou a porta. —Beleza, rapaziada, hora da verdade —disse o Ramón, e desabotoou a calça sem nenhuma vergonha. Ele pôs o pau pra fora. E porra, era impressionante. Mole, já era grosso e comprido, com um par de bolas penduradas e pesadas que pareciam duas bolas de golfe. O pelo pubiano era escuro e cheio, aparado mas não demais. A cabeça, mesmo sem estar dura, era larga e de um rosa escuro. —E aí, hein? —disse ele, orgulhoso—. Alguém supera isso? O Marco olhou pra mim. Eu assenti. Era nossa hora. O Marco desabotoou a calça e pôs o pau pra fora. Mole, era escuro, comprido e fino, com um prepúcio que cobria quase toda a cabeça. Era lindo, elegante, mas do lado do monstro do Ramón, parecia menor. O Canelo tirou uma fita de costureira do bolso. —Ok, rapaziada, fiquem duros. Quero medidas exatas. O Ramón não teve problema. Pegou no pau dele e começou a bater uma com movimentos rápidos e seguros. Cresceu rápido. Ficou duro, apontando pra cima, e era ainda mais imponente. A veia grossa que percorria ele pulsava a cada batida do coração. A cabeça inchou e brilhou com uma gota de líquido transparente. O Marco também começou a bater uma. O pau dele cresceu, ficou duro e escuro, mas parecia que não ia alcançar o do Ramón. —Ok, Ramón primeiro —disse o Canelo, se aproximando com a fita. Ele rodeou a base. —Vinte centímetros de circunferência —anunciou. Depois mediu da base até a ponta. —Dezoito centímetros de comprimento. A gente ficou quieto. Eram medidas impressionantes. —Agora você, Marco. —disse Canelo. Marco respirou fundo. Canelo mediu o pau dele. —Dezoito centímetros de circunferência —disse—. E... dezessete e meio de comprimento.
Ramón soltou uma gargalhada de triunfo. —Falei pra vocês! Ganhei por pouco, mas ganhei. Agora, vamos pagar a aposta.
Ele se aproximou de Marco, com o pau enorme e duro. —Vem cá, moreno. Me dá meu beijo.
Marco se ajoelhou na frente dele. Ramón passou a mão no cabelo dele, de forma dominante. Marco olhou nos olhos dele, e então, lentamente, inclinou a cabeça e pressionou os lábios contra a cabeça molhada e quente do pau de Ramón. Foi um beijo rápido, quase reverente.
Mas Marco não se mexeu. Em vez de se levantar, abriu a boca e engoliu ele inteiro.
Ramón gritou de surpresa. —Porra, que porra você tá fazendo, cara?! —disse, tentando empurrá-lo—. Era só um beijo!
Marco não soltou. Movia a cabeça, a língua brincando com a cabeça de Ramón, e o fanfarrão começou a gemer, o corpo se tensando de um jeito novo.
—Solta ele! —falei, me aproximando e segurando Ramón pelos braços—. Relaxa, cara. Aproveita.
—O quê...? —disse Ramón, confuso, com o pau de Marco ainda na boca dele.
—É que é gostoso, né? —disse Canelo, se aproximando por trás de Ramón e começando a massagear os ombros dele—. Se deixa levar. Ninguém vai ficar sabendo. Só a gente.
Andy se juntou, beijando o pescoço e o peito dele. Ramón estava preso entre nós, com o pau na boca de Marco e nossos corpos rodeando ele. A resistência dele se desfez, substituída por gemidos de prazer.
—Porra... porra... —gemia, enquanto Marco chupava ele com mais força.
Deitamos ele na cama. Marco continuou chupando ele, enquanto Canelo e Andy beijavam o corpo todo dele. Eu me ajoelhei do lado dele e sussurrei no ouvido:
—Viu, Ramón? Não é sobre quem tem o maior. É sobre compartilhar ele.
Ele me olhou, com os olhos vidrados. —É... porra, é.
Marco parou. —Agora é sua vez, campeão. Come todos eles. Mostra do que você é capaz.
Ramón sorriu, aquele sorriso arrogante, mas agora misturado com luxúria. Ele se levantou, com o pau ainda duro e escorrendo. —Você primeiro, Oscar — disse, me empurrando pra cama. Deitei de costas. Ramón subiu em cima de mim e, sem aviso, enfiou tudo de uma vez. Gritei, uma mistura de dor e prazer puro. Era enorme, me preenchia por completo. —Tá gostando? — ele gemeu, se movendo com força—. Tá gostando da pica do campeão? Não conseguia falar. Só gemia, enquanto ele me comia com aquela energia brutal que era a marca dele. Depois foi pro Canelo, depois pro Andy, comendo todos com a mesma força. Os gemidos enchiam o quarto, misturados com o som dos corpos se chocando. —Minha vez — disse Marco, e se posicionou atrás de Ramón. Ramón parou, com o pau... dentro do Andy. Olhou pra trás, pro Marco, com uma mistura de surpresa e desafio nos olhos. —O que eu tenho que fazer? — perguntou Ramón, sem parar de se mover devagar dentro do Andy. Marco sorriu, aquele sorriso safado que a gente já conhecia. —Você ganhou o desafio, mas eu fiz as regras do jogo. Agora é sua vez de receber. E com essas palavras, Marco se ajoelhou atrás de Ramón, separou as nádegas dele e começou a lamber. Ramón soltou um gemido abafado, uma mistura de choque e prazer. Nunca ninguém tinha feito aquilo com ele. —Porra, Marco... que...? —Relaxa, campeão — falei, me aproximando e massageando os peitos dele—. Faz parte da iniciação. Ramón ficou parado, deixando Marco prepará-lo. Aí, quando sentiu que tava pronto, Marco se posicionou atrás dele e enfiou a pica preta e comprida de uma vez. Ramón gritou. Dessa vez era um grito de puro prazer, de submissão. Nunca tinha sentido algo assim. Era doloroso e incrível ao mesmo tempo. —Continua, porra, continua! — ele gemeu, enquanto Marco começava a se mover dentro dele. Viramos uma máquina de prazer. Ramón no centro, comendo o Andy enquanto Marco comia ele. Canelo e eu nos aproximamos, e Ramón, sem soltar o Andy, começou a bater uma pra gente, uma em cada mão. —Assim, campeão, assim —eu animei—. Usa o corpo todo." A cena era incrível. O garoto mais metido da escola, agora no centro da nossa orgia, comendo e sendo comido ao mesmo tempo, com as mãos cheias das nossas rolas. "Quase, quase —gemeu Ramón—. Sinto que vou..." "Nós também —disse Marco, acelerando o ritmo." Gozamos quase ao mesmo tempo. Marco dentro de Ramón, Ramón dentro de Andy, e Canelo e eu nas mãos de Ramón. Nossa porra quente espirrou no peito e na barriga dele. Ficamos assim por um tempo, um monte de corpos suados e ofegantes na cama de Ramón. "Porra —disse Ramón, finalmente quebrando o silêncio—. Isso foi... muito melhor que ganhar." Todos rimos. "Claro que sim —falei—. Porque agora você não precisa se exibir. Só precisa aproveitar." Ramón ficou quieto por um instante, depois sorriu. "Aquele clube que vocês mencionaram... ainda tem vaga?" "Pra um membro como você, sempre tem vaga —disse Marco, dando um tapa na bunda dele—. Mas agora tem regras novas. Quem mais se exibe, é o primeiro a ser comido." Ramón riu, uma gargalhada genuína e solta. "Acho justo. Quando é o próximo encontro?" "Amanhã —falei—. No meu quarto. Às dez. E dessa vez, você traz a fita." Nos levantamos e nos vestimos, mas o clima tinha mudado. Não éramos mais quatro amigos explorando. Éramos cinco. E nosso clube estava mais forte, maior e muito mais ousado do que nunca. "Essa tal de puberdade —disse Ramón, enquanto nos preparávamos pra sair—. Não é tão ruim assim." "Nada a ver —falei, e rimos." Enquanto saíamos do vestiário, soube que isso era só o começo. Tinham mais garotos na escola, mais corpos pra explorar, mais segredos pra descobrir. E nós, os membros do clube secreto, estávamos lá pra ajudar todos eles.
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Eu odiava sábados como aquele. Em vez de estar no meu quarto, explorando corpos com meus amigos, estava vestido com minha melhor camisa, na festa de aniversário do Ramón. Ramón era o garoto mais metido da turma. Musculoso, sempre se exibindo no vestiário sobre quanto peso levantava, e principalmente, se gabando de ter a maior pica de toda a escola.
— Por que a gente teve que vir? — sussurrei pro Marco, que estava do meu lado, com um refri na mão.
— Porque minha mãe me obrigou. Disse que seria falta de educação não vir já que ele convidou todo mundo — falou Marco, torcendo o nariz.
Canelo e Andy estavam por perto, tão desconfortáveis quanto a gente. O clube estava cheio, mas num lugar onde não podíamos ser nós mesmos. A música estava alta, e o ar cheirava a pizza e perfume vagabundo.
Foi quando eu tava procurando o banheiro que trombei com o Ramón no corredor, sozinho, ajustando a camisa apertada na frente do espelho.
— E aí, Oscar — ele disse, sem me olhar. — E o teu amigo, o moreno? Ainda acha que ele é o mais bem-dotado?
Eu parei. O boato tinha chegado nos ouvidos do Ramón, e claro, ele não ia deixar barato.
— Não sei do que você tá falando — falei, querendo evitar encrenca.
Ramón riu, um som baixo e arrogante. — Claro que sabe. Aquele papo de que quanto mais escuro o cara, maior o pau. Eu sei que é mentira, porque eu tenho a prova de que sou o campeão.
Ele deu um tapinha na própria virilha. Tava sozinho, era minha chance. Ou a do Marco.
— Tão seguro assim? — falei, com uma confiança que não sentia. — O Marco é maior que você.
Ramón riu mais alto. — Sério? Então te desafio. Você, eu e ele. Agora mesmo. No quarto ao lado. Pra ver quem tá falando a verdade.
Meu coração disparou. — E o que o vencedor ganha?
Ramón me encarou com um sorriso safado. — Se eu ganhar... seu amigo Marco me dá um beijo. Bem aqui — ele disse, e bateu na virilha de novo. — Um beijo de submissão.
— E se o Marco ganhar — falei, com a voz firme. — Você dá um beijo nele. No pau dele. Ele sorriu, confiante. —Fechado. Mas pra não ter roubo, vamos trazer o Canelo. Ele vai ser nosso juiz. Com uma fita de medir. Fui buscar o Marco e o Canelo. Expliquei a situação e os olhos do Marco brilharam com o desafio. Fomos pro quarto principal do Ramón, um cômodo grande com uma cama enorme e pôsteres de mulheres de biquíni nas paredes. O Canelo trancou a porta. —Beleza, rapaziada, hora da verdade —disse o Ramón, e desabotoou a calça sem nenhuma vergonha. Ele pôs o pau pra fora. E porra, era impressionante. Mole, já era grosso e comprido, com um par de bolas penduradas e pesadas que pareciam duas bolas de golfe. O pelo pubiano era escuro e cheio, aparado mas não demais. A cabeça, mesmo sem estar dura, era larga e de um rosa escuro. —E aí, hein? —disse ele, orgulhoso—. Alguém supera isso? O Marco olhou pra mim. Eu assenti. Era nossa hora. O Marco desabotoou a calça e pôs o pau pra fora. Mole, era escuro, comprido e fino, com um prepúcio que cobria quase toda a cabeça. Era lindo, elegante, mas do lado do monstro do Ramón, parecia menor. O Canelo tirou uma fita de costureira do bolso. —Ok, rapaziada, fiquem duros. Quero medidas exatas. O Ramón não teve problema. Pegou no pau dele e começou a bater uma com movimentos rápidos e seguros. Cresceu rápido. Ficou duro, apontando pra cima, e era ainda mais imponente. A veia grossa que percorria ele pulsava a cada batida do coração. A cabeça inchou e brilhou com uma gota de líquido transparente. O Marco também começou a bater uma. O pau dele cresceu, ficou duro e escuro, mas parecia que não ia alcançar o do Ramón. —Ok, Ramón primeiro —disse o Canelo, se aproximando com a fita. Ele rodeou a base. —Vinte centímetros de circunferência —anunciou. Depois mediu da base até a ponta. —Dezoito centímetros de comprimento. A gente ficou quieto. Eram medidas impressionantes. —Agora você, Marco. —disse Canelo. Marco respirou fundo. Canelo mediu o pau dele. —Dezoito centímetros de circunferência —disse—. E... dezessete e meio de comprimento.
Ramón soltou uma gargalhada de triunfo. —Falei pra vocês! Ganhei por pouco, mas ganhei. Agora, vamos pagar a aposta.
Ele se aproximou de Marco, com o pau enorme e duro. —Vem cá, moreno. Me dá meu beijo.
Marco se ajoelhou na frente dele. Ramón passou a mão no cabelo dele, de forma dominante. Marco olhou nos olhos dele, e então, lentamente, inclinou a cabeça e pressionou os lábios contra a cabeça molhada e quente do pau de Ramón. Foi um beijo rápido, quase reverente.
Mas Marco não se mexeu. Em vez de se levantar, abriu a boca e engoliu ele inteiro.
Ramón gritou de surpresa. —Porra, que porra você tá fazendo, cara?! —disse, tentando empurrá-lo—. Era só um beijo!
Marco não soltou. Movia a cabeça, a língua brincando com a cabeça de Ramón, e o fanfarrão começou a gemer, o corpo se tensando de um jeito novo.
—Solta ele! —falei, me aproximando e segurando Ramón pelos braços—. Relaxa, cara. Aproveita.
—O quê...? —disse Ramón, confuso, com o pau de Marco ainda na boca dele.
—É que é gostoso, né? —disse Canelo, se aproximando por trás de Ramón e começando a massagear os ombros dele—. Se deixa levar. Ninguém vai ficar sabendo. Só a gente.
Andy se juntou, beijando o pescoço e o peito dele. Ramón estava preso entre nós, com o pau na boca de Marco e nossos corpos rodeando ele. A resistência dele se desfez, substituída por gemidos de prazer.
—Porra... porra... —gemia, enquanto Marco chupava ele com mais força.
Deitamos ele na cama. Marco continuou chupando ele, enquanto Canelo e Andy beijavam o corpo todo dele. Eu me ajoelhei do lado dele e sussurrei no ouvido:
—Viu, Ramón? Não é sobre quem tem o maior. É sobre compartilhar ele.
Ele me olhou, com os olhos vidrados. —É... porra, é.
Marco parou. —Agora é sua vez, campeão. Come todos eles. Mostra do que você é capaz.
Ramón sorriu, aquele sorriso arrogante, mas agora misturado com luxúria. Ele se levantou, com o pau ainda duro e escorrendo. —Você primeiro, Oscar — disse, me empurrando pra cama. Deitei de costas. Ramón subiu em cima de mim e, sem aviso, enfiou tudo de uma vez. Gritei, uma mistura de dor e prazer puro. Era enorme, me preenchia por completo. —Tá gostando? — ele gemeu, se movendo com força—. Tá gostando da pica do campeão? Não conseguia falar. Só gemia, enquanto ele me comia com aquela energia brutal que era a marca dele. Depois foi pro Canelo, depois pro Andy, comendo todos com a mesma força. Os gemidos enchiam o quarto, misturados com o som dos corpos se chocando. —Minha vez — disse Marco, e se posicionou atrás de Ramón. Ramón parou, com o pau... dentro do Andy. Olhou pra trás, pro Marco, com uma mistura de surpresa e desafio nos olhos. —O que eu tenho que fazer? — perguntou Ramón, sem parar de se mover devagar dentro do Andy. Marco sorriu, aquele sorriso safado que a gente já conhecia. —Você ganhou o desafio, mas eu fiz as regras do jogo. Agora é sua vez de receber. E com essas palavras, Marco se ajoelhou atrás de Ramón, separou as nádegas dele e começou a lamber. Ramón soltou um gemido abafado, uma mistura de choque e prazer. Nunca ninguém tinha feito aquilo com ele. —Porra, Marco... que...? —Relaxa, campeão — falei, me aproximando e massageando os peitos dele—. Faz parte da iniciação. Ramón ficou parado, deixando Marco prepará-lo. Aí, quando sentiu que tava pronto, Marco se posicionou atrás dele e enfiou a pica preta e comprida de uma vez. Ramón gritou. Dessa vez era um grito de puro prazer, de submissão. Nunca tinha sentido algo assim. Era doloroso e incrível ao mesmo tempo. —Continua, porra, continua! — ele gemeu, enquanto Marco começava a se mover dentro dele. Viramos uma máquina de prazer. Ramón no centro, comendo o Andy enquanto Marco comia ele. Canelo e eu nos aproximamos, e Ramón, sem soltar o Andy, começou a bater uma pra gente, uma em cada mão. —Assim, campeão, assim —eu animei—. Usa o corpo todo." A cena era incrível. O garoto mais metido da escola, agora no centro da nossa orgia, comendo e sendo comido ao mesmo tempo, com as mãos cheias das nossas rolas. "Quase, quase —gemeu Ramón—. Sinto que vou..." "Nós também —disse Marco, acelerando o ritmo." Gozamos quase ao mesmo tempo. Marco dentro de Ramón, Ramón dentro de Andy, e Canelo e eu nas mãos de Ramón. Nossa porra quente espirrou no peito e na barriga dele. Ficamos assim por um tempo, um monte de corpos suados e ofegantes na cama de Ramón. "Porra —disse Ramón, finalmente quebrando o silêncio—. Isso foi... muito melhor que ganhar." Todos rimos. "Claro que sim —falei—. Porque agora você não precisa se exibir. Só precisa aproveitar." Ramón ficou quieto por um instante, depois sorriu. "Aquele clube que vocês mencionaram... ainda tem vaga?" "Pra um membro como você, sempre tem vaga —disse Marco, dando um tapa na bunda dele—. Mas agora tem regras novas. Quem mais se exibe, é o primeiro a ser comido." Ramón riu, uma gargalhada genuína e solta. "Acho justo. Quando é o próximo encontro?" "Amanhã —falei—. No meu quarto. Às dez. E dessa vez, você traz a fita." Nos levantamos e nos vestimos, mas o clima tinha mudado. Não éramos mais quatro amigos explorando. Éramos cinco. E nosso clube estava mais forte, maior e muito mais ousado do que nunca. "Essa tal de puberdade —disse Ramón, enquanto nos preparávamos pra sair—. Não é tão ruim assim." "Nada a ver —falei, e rimos." Enquanto saíamos do vestiário, soube que isso era só o começo. Tinham mais garotos na escola, mais corpos pra explorar, mais segredos pra descobrir. E nós, os membros do clube secreto, estávamos lá pra ajudar todos eles.
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