Clube dos Pelos. CAP 3. O Membro Inesperado

olá de novo, se vocês não leram os posts anteriores, vou compartilhar os links aqui mesmohttps://www.poringa.net/posts/relatos/6329633/Club-de-Pubes-CAP-1-Mi-mejor-amigo.html

https://www.poringa.net/posts/relatos/6329635/Club-de-Pubes-CAP-2-El-nuevo-miembro-del-club.htmlCapítulo 3: O Membro Inesperado

Na semana seguinte, o plano estava em andamento. Jesse, o nadador loiro, era nosso alvo. A gente tinha visto ele na piscina, com aquele corpo atlético, ombros largos e uma cintura que ia afinando cada vez mais pra baixo. Era tipo um deus grego, com o cabelo molhado colado no pescoço e um sorriso que te derretia.

— A gente tem que pegar ele no vestiário — disse Marco, enquanto a gente se aproximava do prédio de esportes. — É o único lugar onde podemos ficar sozinhos com ele.

Canelo concordou, com os olhos brilhando de empolgação. — E se ele estiver no chuveiro, melhor ainda. Lá ele não tem como escapar.

A gente se enfiou no vestiário masculino, que cheirava a cloro e suor. Tava vazio, exceto por um garoto sentado num banco, com a cabeça entre as mãos. Era alto, muito alto pra idade dele, e robusto, com um corpo que puxava mais pra obesidade do que pra músculos. Eu reconheci ele: era o Andy, um moleque da nossa turma que quase nunca falava.

— Qual é, Andy? — perguntei, me aproximando com cuidado. — Tá bem?

Ele levantou a cabeça, e eu vi que os olhos dele estavam vermelhos, como se tivesse chorado. — Nada, me deixa.

— Não, cara, se tem alguma coisa, a gente pode ajudar — disse Marco, sentando do lado dele. — Somos amigos, né?

Andy olhou pra gente, desconfiado. — Vocês não são meus amigos. Ninguém é.

— A gente pode ser — disse Canelo, com aquele sorriso inocente dele. — O que foi? Te zoaram?

Andy balançou a cabeça. — É pior. É... eu.

— Você? — perguntei. — O que tem você?

Ele hesitou, depois baixou a voz. — É minha piroca. Ela é muito pequena.

A gente ficou em silêncio. Marco e eu trocamos um olhar. Isso era inesperado, mas... interessante.

— Como você sabe que é pequena? — perguntei. — Compara com o quê?

— Com a dos outros caras — disse Andy, com a voz falhando. — No vestiário, no chuveiro. Eu vejo as deles, e a minha... é tipo uma ervilha. Me dá vergonha.

— Bom, tem um jeito de ter certeza — disse Marco, com aquele tom persuasivo dele. — A gente pode comparar. Com as nossas.

Andy olhou pra gente. mirou, assustado. —Sério? Vocês...? —Claro —falei—. Somos um clube. Um clube secreto. Exploramos corpos, nos ajudamos a sentir bem. E você, amigo, precisa da nossa ajuda. Andy ainda estava na dúvida, mas vi uma faísca de curiosidade nos olhos dele. —E se... se a minha for a menor de todas? —Então vamos te ajudar a aceitar isso —disse Canelo—. Mas aposto que não é tão pequena quanto você pensa. Com muita timidez, Andy desabotoou a calça do uniforme de esporte. Tirou a pica dele, que estava mole e escondida no meio de um matagal de pelos pubianos. Era pequena, sim, mas não tanto quanto ele dizia. —Viu —falei—. Não é esse bicho todo. —Mas tá mole —disse Marco—. Tem que ver ela dura. Isso muda tudo. —Como... como eu faço pra ela ficar dura? —perguntou Andy, com inocência. —A gente te ajuda —falei, e me ajoelhei na frente dele. Comecei a massagear as pernas dele, chegando cada vez mais perto da virilha. Marco se aproximou por trás e começou a massagear os ombros dele, enquanto Canelo sussurrava coisas no ouvido dele que eu não conseguia ouvir, mas que claramente estavam excitando ele. A pica do Andy começou a crescer. Devagar, no começo, depois mais rápido, até ficar completamente dura. E aí vimos a verdade. Não era pequena. Era bem decente. Grossa, comprida, com uma cabeça vermelha e brilhante que parecia uma joia. —Porra, Andy —falei—. Ela é enorme. Andy olhou pra ela, de olhos arregalados. —Sério? Eu... eu nunca tinha visto ela assim. —É porque você nunca olhou pra ela com os olhos da confiança —disse Marco, sorrindo—. Agora toca nela. Sente como ela é. Andy começou a bater uma, sem jeito no começo, depois com mais confiança. A gente também se pelou, tirando nossas picas, que já estavam duras só de ver ele. —Entra pra gente —falei, estendendo a mão—. Faz parte do clube. Andy pegou minha mão, e a gente ajudou ele a se levantar. Deitamos ele no banco, e nós três nos ajoelhamos ao redor. —Vamos fazer você se sentir um rei —disse Canelo, e se inclinou. para beijar os mamilos dele, que eram grandes e escuros. Marco se ajoelhou entre as pernas dele e começou a chupar a rola dele, com aquela habilidade que a gente já conhecia. Andy gemeu, um som baixo e gutural que vinha do fundo da alma dele. Eu me ajoelhei do lado dele e comecei a beijar o pescoço dele, as orelhas, a testa. — Você é lindo, Andy. Seu corpo é incrível. Ele me olhou, com os olhos cheios de lágrimas, mas dessa vez eram de alegria. — Sério? — Claro que sim — falei, e beijei ele na boca. Foi um beijo desengonçado no começo, depois mais apaixonado. Enquanto eu beijava ele, senti o Canelo se juntar a nós, beijando o Andy também, depois eu, depois o Marco. A gente virou um mar de corpos, um redemoinho de mãos e bocas e rolas. Andy, que antes se sentia um monstro, agora era o centro das atenções, o deus da nossa orgiazinha. — Quero... quero fazer o mesmo com vocês — ele disse, com a voz falhando. A gente deitou no chão, e Andy se ajoelhou na nossa frente. Pegou nossas rolas nas mãos, uma em cada, e começou a bater uma pra gente, enquanto o Canelo chupava ele. — Assim, mano, assim — incentivei —. Mais rápido. A gente continuou assim, os quatro, numa dança de prazer puro. Andy, que antes tinha vergonha do corpo dele, agora usava ele pra dar prazer pra gente, e pra receber também. — Tô quase, tô quase — ele gemia. — A gente também — falou o Marco. A gente gozou quase ao mesmo tempo. A porra quente do Andy espirrou no nosso peito e na nossa barriga. A minha e a do Marco saíram voando, caindo no chão e nas pernas do Canelo. A gente ficou assim um tempão, exaustos mas satisfeitos, numa pilha de corpos suados e grudentos. — Porra — falou o Andy, finalmente quebrando o silêncio —. Isso foi... incrível. — Te falei — eu disse, sorrindo —. Você é do clube agora. — E o Jesse? — perguntou o Canelo —. Ainda vamos atrás dele? A gente se olhou os três, depois pro Andy. — Claro que sim — falou o Marco —. Mas agora temos um novo membro. E um novo plano. Andy sorriu, um sorriso que ele nunca tinha visto. —Posso ajudar ele. Conheço os horários dele. Sei quando ele tá sozinho.

A gente se levantou e se vestiu, mas o clima tinha mudado. Já não éramos três, éramos quatro. E nosso clube tava mais forte do que nunca.

—Essa parada da puberdade —disse Andy, enquanto a gente se preparava pra sair—. Não é tão ruim assim.

—Nada a ver —falei, e a gente caiu na risada.

Enquanto saíamos do vestiário, eu sabia que isso era só o começo. Tinha mais caras na escola, mais corpos pra explorar, mais segredos pra descobrir. E a gente, os membros do clube secreto, tava ali pra ajudar todo mundo.

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