A buceta dela quando voltou do malote

Bueno… dessa vez foi. Não é mais dúvida, não é mais aquela parada de “talvez eu esteja viajando”. Dessa vez… eu vi. Isso aconteceu sexta-feira passada. E só agora, terça, tô sentando pra escrever porque precisei processar um pouco… e também ler vocês, porque sei o que vão me falar. Já faz uma semana desde o relato anterior. E durante esses dias, tive uma parada na cabeça que não me deixava em paz. O celular. Não sei como, mas consegui. Semana passada, consegui entrar no WhatsApp dela pelo computador, num navegador que nunca uso. Ficou logado. E aí começou tudo. Na primeira vez que abri aquele chat… fiquei gelado. Não vou copiar tudo que tava lá, mas não precisei ler muito. Com umas mensagens já entendi tudo. Não era coisa nova. Não era algo que tava começando. Já tavam nessa há um tempão. Se falavam com uma intimidade… como se já se conhecessem de sobra. Como se já tivesse rolado coisa. E o pior… Tavam se organizando. Aí vi o negócio da sexta. Ela falava que ia conseguir, que aquela noite tava “com vontade”. Pra mim, ela disse que ia encontrar as amigas. Fechei o computador. Fiquei um tempo sentado sem fazer nada. Porque aí não tinha mais dúvida. Era real. Mas não fiz nada. Chegou sexta-feira. E foi estranho… porque já não era como antes. Antes eu suspeitava. Agora eu sabia. Ela começou a se arrumar umas 9. Como sempre ultimamente… mas cada vez mais produzida. Trocava de roupa, voltava pro banheiro, se olhava… tava naquela. Eu olhava pra ela. E já não via ela do mesmo jeito. Porque já sabia exatamente pra onde ela ia. Antes de sair, me deu um beijo. Normal. Como qualquer outro dia. E eu… devolvi. Como se nada. Quando a porta fechou, a primeira coisa que fiz foi ir direto pro computador. Entrei no chat. Tinha atividade. E aí vi ela. A foto. Era daquele mesmo dia. Dava pra perceber. No banheiro. Mas não era uma foto qualquer. Era daquelas peladas. Das que não são pra qualquer um. E o pior não foi a foto. Foi ver ela ali. No chat. Não como algo de uma vez. Não como algo que manda e some. Tava ali… como se fosse algo normal entre eles. Não precisava ler mais. Tudo fazia sentido. Naquela noite entrei várias vezes. Não conseguia evitar. Às vezes ela tava online. Às vezes não… mas eu entrava do mesmo jeito. E o mais louco de tudo… é que eu sabia o que tava rolando. E mesmo assim… continuei olhando. Ela voltou umas 4 da manhã. Entrou tranquila, como sempre. Com cheiro de álcool… me disse que tinham saído pra beber com as amigas. A mesma história. Mas eu já não escutava do mesmo jeito. Aquela noite foi diferente. Comecei a tocar ela, ela tava… mais solta. Mais entregue. Como se tivesse vindo com outra energia. E se deixava levar… mais do que outras vezes. Ficou molhadona super rápido, pra minha surpresa (ou nem tanto) tava bem depilada. Mandei ela descer, e ela começou a chupar meu pau com uma vontade que nunca esqueço. Não tinha cheiro de sexo, parecia que tinha acabado de tomar banho, veio limpinha… Coloquei ela de quatro e comecei a meter, ela tava totalmente entregue, cabeça no travesseiro de lado, gemendo igual uma puta, e botava a língua pra fora sozinha. Teve um momento que nunca vou esquecer. Deixei ela perto, olhei pra ela… e perguntei uma coisa que saiu do nada: — De quem você é, puta? Ela me olhou. Tava com os olhos vermelhos… não sei se por causa do álcool, do cansaço… ou de outra coisa. E me disse que sou sua. Mas sei lá. Não soou igual a antes. Aquela noite continuou. Metia até o fundo e tirava, depois coloquei ela por cima e ela pulava igual coelhinha até gozar, e depois eu gozei. E no sábado a gente fez de novo umas 3 vezes, eu tava com um tesão danado. Como se algo tivesse mudado. Como se os dois estivéssemos em outra vibe. E eu o tempo todo… tava pensando. Observando. Procurando alguma coisa. Confirmando o que já sabia. Porque sim… Naquela noite entendi tudo. Deixei ela ir sabendo pra onde tava indo. Deram bem nela, ela voltou e eu comi ela de novo. Vi o que ela fazia. E quando ela voltou… não falei nada. E o pior não é isso. O pior é que percebi uma coisa. Que não é mais que eu não sei. É que eu tô escolhendo não fazer nada. E não sei se é porque não consigo… Ou porque no fundo… não quero que isso acabe. termina.A buceta dela quando voltou do maloteA foto pelada que ela mandou pro cara na sexta. Tô lendo aqui, o que cês acham? Pelo visto, ela já tava me chifrando faz um tempão...

4 comentários - A buceta dela quando voltou do malote

Pasa todas las fotos de ese chat, mierda de cornudo consentido. Joder que te excita saber que tu mujer es cogida por otro, al menos dale polla todos los días
La verdad que excitante toda esa situacion, yo quiero replicar lo mismo con la mia y poco a poco le voy metiendo la idea; espero y lo tuyo no acabe y sobre todo, que lo disfrutes. Animo hermano.
Exelente, y te entiendo, a mí me pasó igual, solo que lo tomé mal, casi nos separamos. Le dije que me gustaba que vaya a coger, pero quiero estar al tanto, que no se oculte nada. Es mi historia. Gracias por compartir la tuya.