Ruídos pela Parede - Capítulo 2

Pra minha surpresa, não senti vergonha do que fiz com o Christopher. Minha frustração e tesão afastaram esses pensamentos civilizados da minha cabeça. Eu tinha manipulado a pica enorme do meu filho adolescente até ele gozar. A imagem do esperma quente saindo dele voltava pra mim toda hora. Acordei no meio da noite e revivi aquela liberação na minha mente. Enquanto meu marido roncava do meu lado, me abaixei e me masturbei até ter um orgasminho antes de dormir de novo.Ruídos pela Parede - Capítulo 2Enquanto tomava banho de manhã, a erupção do meu filho voltou à minha mente. Mesmo com a porta do banheiro aberta, me abaixei e comecei a esfregar meu clitóris. Sabia que meu marido estava se vestindo no quarto ao lado, mas não consegui parar.

“Tudo bem, querida?”. Meu marido colocou a cabeça no banheiro e eu congelei. “Parece que você tá respirando estranho”. A voz dele era casual e meio curiosa.

“Tô bem...” Eu tava tão perto do orgasmo. Ele realmente tava estragando meu momento. Devia ter pensado em sair do chuveiro e a gente podia transar de manhã, como qualquer esposa saudável faria.

Mas mesmo enquanto ele estava ali parado, minha mente repetia o corpo se contorcendo do meu filho.

“Desce pra tomar café”, disse o Carl.

“Já vou”, eu ofeguei.

“Tá bom.”

Através do vidro cheio de água, vi a silhueta dele sumir da porta. Minha mão foi direto pra minha buceta. Afinal, era culpa dele. Desde que ouvi a Gwen e o Christopher no porão pela primeira vez, dei várias chances pro Carl coçar minha nova coceira. E fosse pela idade ou pela rola dele, simplesmente não tava dando conta. Depois de ouvir os gritos frenéticos de prazer da Gwen, eu suspeitava que os dezoito anos e os vinte e três centímetros do Christopher eram mais que suficientes. Como mãe dele, nunca ia deixar eu confirmar minhas suspeitas, embora provavelmente me deixasse terminar com minhas mãos de novo. A ideia me fez perder o controle. Gozei no chuveiro.quadrinhos xxxMeu filho mal olhou nos meus olhos naquela manhã. Como imaginei que qualquer boa mãe faria no meu lugar, tentei deixá-lo à vontade, fingindo que tudo era bem normal. Acho que enganei meu marido, mas o Christopher saiu correndo pra escola sem nem comer o croissant. E normalmente ele adora. Assim que os dois saíram de casa, subi correndo pro meu quarto, fechei as persianas e coloquei uma toalha na cama. Você pode imaginar o que fiz nas duas horas seguintes. E tenho quase certeza de que sabe em quem pensei enquanto fazia isso.quadrinho pornoMe masturbei mais duas vezes naquele dia. Uma enquanto ouvia o Christopher e a Gwen transando do outro lado da parede do porão, e a última no chuveiro depois de fazer o Christopher gozar de novo naquela noite. Uma toalha encharcada de porra estava no cesto de roupa suja do banheiro, a poucos metros de onde eu esfregava minha buceta furiosamente.

Aquela foi a primeira noite que levei uma toalha pro quarto dele quando fui dar prazer pra ele. E fiz isso todas as noites a partir daí. Assim não precisava me preocupar com a bagunça.incestoDurante um par de semanas, essa foi minha rotina. Meu filho parecia esperar ansiosamente minhas visitas noturnas. Ele tinha um brilho nos olhos toda noite quando eu chegava. E sempre agradecia quando eu terminava com ele.

Continuei fazendo perguntas sobre o que ele e a Gwen estavam fazendo. Tanto como pretexto para as punhetas, quanto porque me excitava imaginar que eu tinha dezoito anos de novo, que meu filho era meu namorado e que era minha buceta que ele tava comendo, não a da Gwen. Eu esperava que talvez isso me satisfizesse. Que se eu gozasse vezes o suficiente nas minhas mãos, talvez não precisasse do que a Gwen tinha. Mas, em vez disso, isso estava me deixando ainda mais excitada.

"Christopher, querido?" Uma noite, eu estava de joelhos, trabalhando naquela vara dele sem parar com minhas mãos.

"Sim, mãe?" O rosto dele, normalmente inteligente e sereno, parecia meio besta enquanto eu ajudava ele a chegar ao clímax. Já estava acostumada com aquela expressão. Mas um pouco de luz voltou aos olhos dele quando ouviu minha voz. Ele parecia me olhar como se eu fosse a melhor mãe do mundo. E quem disse que eu não era?

"Tava pensando, Chris." Sabia que era hora de largar o jogo de fantasia que a gente vinha jogando. Não tava fazendo isso pra garantir que ele estivesse seguro com a Gwen. Essa era uma ideia ridícula. Christopher era um jovem inteligente, devia saber que eu gostava do que a gente tava fazendo. "Me perguntei se você gostaria de ver meus peitos." Me esforcei pra manter o tremor fora da minha voz. "Obviamente não sou mais uma adolescente, então vou ter um corpo diferente do da Gwen. Mas talvez fosse legal você olhar enquanto eu faço isso pra você."

"Sério... ugh... não sei." A rola do Christopher cresceu ainda mais nas minhas mãos e eu pude ver os sacos pesados dele se contraindo. Ele ia gozar a qualquer momento.

"Lembra anos atrás, quando a Sra. Johnson e eu estávamos de molho na banheira de hidromassagem da casa dela e você brincava com o filho dela?" Eu tinha ele na beira do abismo. Ooohhhhhh pode ser, mamãe." Os braços dela tremiam agora. Aparentemente, essa era uma lembrança preciosa, pensei.Mamae e filhoA Sra. Johnson insistiu que nossos maridos saíssem e que ela e eu ficássemos de molho peladas. Nós paramos com aquelas noites semanais na jacuzzi porque vi como você me olhava quando eu me despia. Me deixava desconfortável." Peguei a toalha e coloquei sobre a coxa dela, me preparando. "Não pense que não percebi quando você subiu no quarto do Timmy e nos olhou pela janela. Eu vi você olhando pras tetas da Sra. Johnson boiando na água, mas também vi você olhando pras minhas. Não podia deixar você me espionar." Suspirei ao perceber no que isso estava me transformando. "Acontece que sou uma hipócrita."

"Por que... ugh... hipócrita... ugh... Mãe?" Christopher já estava grunhindo. Ficava excitada em ouvir os sons profundos e masculinos de satisfação que saíam do meu docinho.

"Porque... ugh... eu gostei.Ruídos pela Parede - Capítulo 2Não importa." Não ia dizer que estava espionando ele! "Deixa sair agora." Joguei a toalha sobre a piroca e bombei forte com as duas mãos. Ele gritou, se contorceu, e o calor dele escorreu pelos meus dedos. Limpei as mãos e depois limpei ele com a toalha. Ele me olhou com os olhos vidrados enquanto eu fazia isso. Me levantei, mas não conseguia ir embora. Tinha acabado, mas ninguém gosta de ser provocado. "Como eu disse antes, não tenho corpo de adolescente." Limpei as mãos pela última vez na minha calça de yoga, ganhando tempo. Depois, levantei a camisa, tirei por cima da cabeça e coloquei arrumadinha na cama dele. Segurei a respiração.quadrinhos xxxPorra, mãe, não acredito que você tá fazendo isso." Os olhos dele se arregalaram. Apesar dos esforços recentes, a coisa dele ainda parecia bem dura. Um pouco de porra escorreu da ponta do pau enquanto ele olhava. Meu top esportivo era bem sem graça, mas ele me encarou como se eu tivesse usando a lingerie que meu marido me deu de Natal.

Passei a mão por trás das costas e achei o fecho. Finalmente soltei o ar.

"Pronto, querido?" Desabotoei as alças e tirei o sutiã, deslizando habilmente o braço na frente dos meus peitos. Deixei o sutiã cair, mas continuei escondendo minhas tetas. Bom, às vezes a galera gosta de provocar. Devagar, bem devagar, afastei meu braço. Meus olhos estavam fixos nos dele, mas o olhar dele estava grudado no meu peito. A boca dele se abriu e os olhos se arregalaram ainda mais. Algo que eu não sentia há anos tomou conta de mim enquanto eu soltava uma teta, e depois a outra. Eu me senti gostosa. Como não me sentir assim com esse gato me olhando com tanto tesão?quadrinho pornoMerda... Mãe..."

"Cuidado com a linguagem." Franzindo a testa. Aquela não era a resposta que eu queria. Será que eu tinha interpretado mal o olhar dele? "Você não gosta?" Quase me cobri de novo. "Elas estão muito caídas?"

"Não, não, não." De repente, ele pareceu muito alarmado. "Não estão nada caídas. Quer dizer, elas balançam, mas sei lá, são tão grandes quanto eu lembro da casa do Tim. De quando você flutuava na jacuzzi..." Ele olhou pro meu rosto. Percebi que ele estava preocupado em ter estragado o momento e que eu as guardasse. E quase conseguiu com a linguagem chula dele. Mas a empolgação dele mostrou o quanto ele gostava, mesmo que as palavras falhassem. "Então, você gosta?" Abaixei a mão, levantei-as e deixei cair sobre o peito. Vi o olhar dele voltar pras minhas tetas. Uma sensação quente e formigante se espalhou pelo meu corpo. Eu tinha esquecido como era bom ser desejada.

"Sim. São perfeitas." Ele esticou a mão pra pegar o celular na escrivaninha. "Posso tirar uma foto? Adoraria poder vê-las quando quisesse."

"Tá doido!", ri, peguei a toalha encharcada de porra e joguei no pau dele de brincadeira. "Daqui a pouco tô na internet. Ou você vai dizer...", baixei a voz imitando mal o Christopher, "...olha a Gwen, quer ver as tetas da minha mãe?". Voltei pro tom normal, "Nada de fotos. Nunca." Caminhei até o armário dele, joguei a toalha no cesto de roupa suja e virei pra ficar perto da cama. Tava bem consciente de como minhas tetas nuas balançavam enquanto eu andava.

"Claro, me desculpa." Ele afastou o celular da escrivaninha. "Bom, posso olhar pra elas por um tempo?"

"Claro." Sentei na cama, com as costas retas, e coloquei os braços ao lado do corpo. "O que acha, comparadas com as da Gwen?"

"São... diferentes." O Christopher esticou a mão direita e começou a acariciar o pau. Acho que ele nem percebeu o que tava fazendo. Sinceramente, me surpreendeu um pouco que ele conseguisse se masturbar. O Carl sempre foi do tipo que só gozava uma vez, e eu... Pensava que todos os homens eram assim. É bem possível que, baseada na minha experiência, eu tivesse feito várias suposições sobre os homens em geral que não eram totalmente corretas.
“Me diz como eles são diferentes, Chris.” Dei de ombros e balancei um pouco meus peitos. A mão dele acelerou o ritmo quando fiz isso. Eu estava quase embriagada pelo efeito que estava causando nele. Pela primeira vez em meses, senti minha frustração diminuir.
“Os seus são... é, maiores. E caem... mais pra baixo. São realmente perfeitos. Como duas... lágrimas.”

“A Gwen alguma vez tenta te excitar com os peitos dela?” Senti o calor nas minhas bochechas enquanto corava diante do olhar dele.

“Ela tentou. Mas são muito pequenos pra ficarem em volta do meu...” Christopher parecia tão feliz olhando pros meus peitos.

“Em volta do seu pau?” Não tinha planejado, mas rapidamente me ajoelhei de novo entre as pernas dele. Afastei a mão dele, agarrei um peito com cada mão e apertei eles em volta da ereção dele.incestoAposto que a Gwen queria poder fazer isso."

Empurrei meus peitos pra cima e pra baixo no eixo dele, olhando pra baixo enquanto a cabeça grossa aparecia e desaparecia entre minhas tetas. Tava meio seco, então, sem pensar, cuspi no meio dos meus peitos pra lubrificar a parada. Fiquei bombeando por um tempo, hipnotizada pela pica que sumia e reaparecia. Quando ele começou a grunhir, levantei a vista e vi o adolescente mais feliz do mundo.

"Tá gostando do que eu tô fazendo, gatinho?"

"Ah... Deus... vou..." Ele fechou os olhos com força e a cara dele de repente me pareceu feroz.

"Espera..." Mas antes que eu pudesse me afastar pra uma distância segura pra pegar a toalha já encharcada dele, ele gozou.

O líquido quente bateu primeiro na parte de baixo do meu queixo e depois espirrou na minha cara. Soltei meus peitos e caí pra trás, mas a fonte de porra parecia me seguir. Respingos quentes acertaram meus seios, perto do meu pescoço e mais na minha cara. Fechei os olhos e fiquei sentada ali, deixando essa força da natureza seguir seu curso.Mamae e filhoDepois de um tempo, ele falou: "Mãe? Você tá bem? Não quis... só aconteceu."

"Tá tudo bem." O sêmen dele tinha um gosto salgado nos meus lábios. Será que o sêmen do pai dele tinha aquele gosto? Não conseguia lembrar.

"A gente só se deixou levar." Falei, limpei o sêmen dos olhos e os abri. Me deparei com um filho que parecia totalmente satisfeito, mas também um pouco preocupado. "Tá tudo bem, de verdade", o tranquilizei. "Vou tomar um banho."

"Seu pai tá dormindo, então..." Dei de ombros. Não queria admitir em voz alta que estava me esgueirando pelas costas do Carl. Peguei meu sutiã e minha camisa e os segurei contra o peito. "Você também precisa se limpar." "Claro, mãe." Agora que ele tinha visto que eu não estava brava por ter sido coberta de sêmen, os olhos dele ficaram sonhadores. Ele estava curtindo as consequências de dois orgasmos. Meu Deus, ele conseguia ter dois orgasmos enormes seguidos. Balancei a cabeça e me virei para a porta. "Boa noite, Christopher."

"Boa noite, mãe. Muito obrigado", ele disse com a voz sonhadora. Tinha a suspeita bem feliz de que ele estava olhando pra minha bunda. Balancei ela um pouco na minha legging enquanto saía do quarto dele.Ruídos pela Parede - Capítulo 2Enquanto eu me masturbava no banheiro naquela noite, minha frustração não tinha me abandonado completamente. Mas pela primeira vez, senti uma certa satisfação em ser tão desejada. Fiquei imaginando como seria o sexo do Christopher com a Gwen no dia seguinte. Achei que ele estaria ainda mais excitado do que o normal.

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