A primeira que me deu mole no Uber

Faz um ano que eu tinha começado a trampar de Uber, tinha 30 anos naquela época. Uma noite meio parada, voltando pra casa aqui por Garín, apareceu uma corrida curtinha até a UDP. Aceitei, era ali do lado. Cheguei no lugar onde tinha que pegar e saem três minas, cada uma mais gostosa que a outra. Mas tinha uma que chamou toda minha atenção. Ela tava com uma regatinha preta de decote V com uns peitões lindos, um shortinho branco bem curtinho. Vi ela se aproximando do carro e não podia acreditar. Uma senta na frente, as outras duas atrás, porque a mais velha tava com o filho dela.
Ando um pouco e viro na esquina pra retomar. A mina da frente fala:

—Não, por aí não, tá cortada.

Olhei pra ela por um momento porque ela falou quase gritando, e respondi:

—Tranquila, só vou dar a volta.

Quando a gente se olhou, ela ficou um tempo em silêncio. Depois olhou pra trás, pra irmã dela, a mais velha, que tava com o filho.

—Ai, não — disse, tapando a boca.

Não dei muita bola, continuei dirigindo e arrancamos. No caminho, a gente ia ouvindo reggaeton no bluetooth; sempre colocava essa música quando trampava de noite pra me fazer de putão. Num momento, começo a perceber que a novinha que tava na frente tinha mandado mensagem no WhatsApp pra que tava atrás, a do shortinho branco, a que eu tava de olho desde que vi. Ela, depois de receber a mensagem, falou:

—Eu tenho namorado também, mas com certeza.

Quando ouvi isso, entendi tudo. Tavam falando de mim. Começou a tocar uma música, não lembro qual, mas a da frente me perguntou se podia aumentar o volume. Claro, respondi. Já távamos passando pelo relógio, pra quem conhece a área, e ela mesma diz:

—Ai não, meninas, já chegamos.

Olhei de canto pra ela e dei um sorrisinho, mas mantive a seriedade. Era a primeira vez que tava nessa situação. Entendia que tavam falando de mim, mas na minha cabeça pensava: sou um cara de 30 anos, tô trampando, não seja otário. Quando chegamos no destino, a mais velha desceu e ficaram a da frente e a do shortinho branco. um momento.
A mina da frente abre a porta; antes de descer, vira e fala pra mim:

—Ei, tu é mó gatinho, hein?

Mal terminou a frase, desceu rapidão sem me dar tempo de responder. Olhei pra trás, pra mina do short, que ainda tava ali, e ela me mandou um beijo. Dei um meio sorriso e falei:

—Tchau, love, sorte aí.

Ela sorriu e desceu.
Nunca na vida tinha rolado algo parecido comigo. Fiquei um tempão parado ali sem entender direito. Bom, até entendia, mas tava incrédulo com a situação. Dei uma volta e fiquei esperando na praça, ali perto, pensando: bom, se aparecer uma corrida daqui pra onde peguei elas, vou pegar sem pensar duas vezes. Queria cruzar com elas de novo. Naquele momento, o sono e a vontade de voltar pra casa já tinham ido embora. Dez, vinte, trinta minutos e nada. O celular não tocava. Tava pensando em desistir. Fui comprar um cigarro pra ir pra casa e o celular toca. Olhei rápido: UDP pra... não era, e tava no nome de um homem. Mas era a duas quadras da minha casa, então peguei; já tinha desistido e tinha uma boa história pra contar de como eu dormi no ponto. Quando cheguei, esperei um pouco, e ela se aproxima... era a mina do short branco. Abri o vidro do lado direito.

—Tu é o mesmo de agora —ela fala.
—Sim —respondi na hora—. É pro Diego?
—Sim —e entra meio tímida.

Agora que tava sozinha, imaginei que se sentiu intimidada. Tava calada, quase imóvel, evitando contato visual. Eu observava ela pelo retrovisor. Que pernas, pensava por dentro. Puxa conversa, idiota, é tua chance.

—E aí, tudo bem na UDP?
—Tudo, minhas amigas ficaram lá esperando a mãe delas.
—Ué... aconteceu algo ruim?
—Não, daqui a pouco já vão dar alta, por isso fomos esperar.
—E tu? Vai pra casa? —perguntei.
—O idiota do meu namorado quer me ver. Ele é mó chato.
—Que merda pra mim que tu tem namorado —olhei ela pelo retrovisor. Ela devolveu o olhar com um sorrisinho tímido.
—Que merda por quê?
—E... como você me mandou um beijinho antes de descer, eu criei esperança. Qual é a sua idade? — perguntei.
Ela era super branquinha, ficou vermelha e sorria baixinho, tentando se esconder.
—18, fiz em junho.
—Ah, legal. Bom, somos quase vizinhos — falo. — Eu moro aqui a duas quadras; qualquer coisa, te passo meu número, se precisar de algo é só me avisar.
—Não, o número não — ela responde.
Tentei falar algo rápido pra disfarçar a rejeição, mas ela continuou:
—Anota meu Instagram.
—Ah, beleza, melhor assim — falo.
Pronto, já era, pensei.
—A corrida já tá paga — falo. Virei pra ver ela descer. —Tchau, gostosa — falo.
—Você vem me buscar? — ela parou antes de descer de vez.
Eu olhando fixo pra ela, com uma vontade de comer ela toda.
—Claro. Agora te escrevo e você me avisa.

Ela desceu. E fui pra casa. Tomei um banho, fui no 24 horas que é na esquina, comprei uns prime, finos, e esperei.
Meia hora depois ela me escreve: "Vem?"
"Bora", e saio pra lá.
"Tô na esquina onde você me deixou."
"Já vou."
Ela abre a porta e fala:

—Posso ir na frente, né?

Concordo com a cabeça, olhando fixo nos olhos dela.

—Precisa voltar pra UDP? — perguntei.
—Não... — suspira —. Me tira daqui.
—Beleza, princesa, vamos pra casa, é aqui do lado.

Ela não falou nada, então considerei como um sim. Ela não sentou reta no banco; sentou de lado, com metade das costas apoiada na porta, com aquele decote me encarando, como se pedisse pra eu olhar. Tinha uma cara de tesão. Pelo tempo que demorou entre eu deixar ela e ela me chamar pra buscar, era óbvio que tinha ido transar com o namorado. Ou pelo menos era o que eu pensava, até ver aquela cara de puro desejo, como se implorasse pra eu pegar ela, só com aquele olhar.
Chegamos, descemos, abri o portão e peguei na mão dela pra guiar. Meu coração tava a mil. Desde que vi ela se aproximar do carro na primeira vez, quis ter ela. Tava ali; não conseguia acreditar. Enquanto a gente andava pelo corredor, comecei a beijar o pescoço dela. Por trás. Ela levantava a raba, se contorcendo toda. Segurei ela pela cintura e apertei contra mim, que nessa altura já tava mais que pronto, prestes a explodir. Quando as nadegas dela roçaram em mim, ela soltou um gemido que nunca vou esquecer. Ela sentiu, e era óbvio que adorou.
Abri a porta de casa pra entrar, dei um tapa na bunda dela e sussurrei no ouvido:

— A foda que vou te dar, mina, tu não faz ideia.

Ela virou com um olhar e um sorriso safado.

— Ah, é? Duvido que aguente.

Uf... Quando ela falou isso, fiquei doido. Meu corpo inteiro se alvoroçou. Aquela menina tímida que tava no carro de repente virou a maior puta de todas.
Beijei ela, deslizando a mão do pescoço dela pra nuca, e puxei o cabelo dela. Ela gemia e ofegava, se deixando levar. Minhas mãos inquietas percorriam o corpo dela inteiro. Devagar, fui guiando ela até o sofá da sala. Deitei ela e tirei minha camiseta. Voltei pra cima dela e descobri os peitos lindos dela; comecei a chupar eles enquanto minhas mãos brincavam com as pernas dela. Aquele par de tetas me enlouquecia. Meu pau pedia, a cada batida, pra sair, queria sair pra brincar com a gente. Puxei ela pelo cabelo, me deitei e guiei ela até lá. Ela desabotoou minha calça e tirou ele. Olhou pra ele de cima a baixo, me olhou e olhou de novo:

— Isso é pra mim?
— Sim, mina.

Ela segurou firme na base com a mão e começou a passar a língua na cabeça. Aquela sensação gostosa de sentir a língua molhada e quente dela, que todo homem sente quando chupam o pau dele, não tem preço. Ela envolveu ele com os lábios e, o tempo todo, nunca parou de me olhar nos olhos. A filha da puta sabia o que tava fazendo. Me excitava tanto ver ela subir e descer com meu pau na boca dela, me olhando, que escapou um:

— Que filha da puta.

Ela sorriu. Parece que gostava de ser xingada. Aí continuei:

— Isso, puta de merda.

Ela mordeu o lábio inferior, inclinou a cabeça levemente pra esquerda.

— Hoje eu sou SUA puta de merda.

De novo ela me fez pirar de vez. A putinha me mostrava, de novo e de novo, que de garota só tinha a idade.

Continuou trabalhando: subia e descia acompanhando com a mão, e com a outra deslizava pelo meu peito, pra cima e pra baixo. Fechei os olhos, completamente entregue à boca dela, e aquela sensação começou a brotar. A puta ia me fazer gozar. Peguei ela pelo cabelo e tirei da boca antes que acontecesse; não queria gozar ainda. Então invertemos as posições e agora eu fiquei por cima dela. Tirei o short dela com um pouco de dificuldade, porque a raba que ela tinha era grande demais pra aquele short. Comecei a tocar a buceta dela devagar, de baixo pra cima com dois dedos, acariciando os lábios desde a xota, já molhada, até o clitóris.

— Você tá encharcada, puta. Adora chupar pau, não é?

Ela concordou com a cabeça e com a voz fininha, toda doce, confirmou:

— Aham.

Enfiei os dedos anelar e médio fazendo uma leve pressão pra cima, e com o polegar acariciava o clitóris dela enquanto beijava os peitos. Ela gemia totalmente extasiada, tava mesmo aproveitando, aqueles gemidos gostosos. Levantei a cabeça, olhei pra ela e com a mão esquerda afastei o cabelo do rosto dela.

— Tá pronta?
— Mete.
— O quê?
— Mete logo.

Os quadris dela se moviam pra frente e pra trás. Tava doida.

— Quero que você meta agora, por favor.

Mordi o lábio de baixo assim que ela terminou de falar. Passei a mão no rosto dela com a esquerda e com a direita coloquei a camisinha e depois meu pau na entrada da buceta dela e, sem quebrar o contato visual, empurrei devagar. Senti como ela relaxou completamente.

— Você tá encharcada, filha da puta.
— Ai, sim — ela morde o lábio —. Vai.

Eu movia devagar, aumentando o ritmo aos poucos, e sempre mantendo o contato visual. Cada vez mais rápido. Ela começou a gemer de olhos fechados, cada vez mais alto, acompanhando o ritmo das minhas estocadas, que já nesse ponto eram mais fortes do que rápidas. —Ai, sim, por favor. Ah, ahh. Me dá mais —plaff, plaff, plaff, soava cada vez mais forte—. Vai, me dá mais. Ou não aguenta?

Filha de uma puta, ela fez de novo. Me provocou de novo, e isso me deixava a mil por hora.

Coloquei ela de quatro e metia forte, do jeito que ela queria, puxava ela pelo cabelo. Os gemidos dela... Meu Deus, aqueles gemidos. Os gemidos mais gostosos que já ouvi.

— Ah... ahh... ah... — com aquela voz suave e meiga.

Ela começou a arquear pra trás e aqueles gemidos gostosos começaram a ficar entrecortados. Mantive o ritmo firme e os gemidos ficaram quase inaudíveis. No final, com uma voz quase gutural, mal dava pra ouvir, o último "ahh" quase sussurrado. Segurei um instante suave, fazendo uns movimentos circulares até parar, pra dar um tempo pra ela. Dava pra sentir a buceta dela pulsando no meu pau todo. Ela se deixou cair de bruços; nunca vou esquecer: a coxa direita dela tremia, ela mordia a mão e a respiração tava totalmente ofegante. Beijei as costas dela devagar, e ela reagiu com um espasmo. Subi até o ombro e parei pra observar ela um instante. Passei a mão no cabelo dela e sussurrei no ouvido:

— Isso é o que dá me provocar.

Ela sorriu, se virou, e eu deitei no peito dela e brinquei com o mamilo com os dedos.

— Devagar, tão sensíveis — ela falou.

Virei pra olhar ela e passei a língua. Ela sorriu de olhos fechados, acariciando minha cabeça.

— Agora é minha vez de fazer você gozar.

Só olhei pra ela um instante com um sorriso provocador. Ela subiu em cima de mim, me beijou uns segundos, pegou meu pau com as mãozinhas suaves e pequenas e enfiou, se deixando cair. Fazia uns movimentos circulares em cima de mim com o quadril, depois pra frente e pra trás, pressionando o clitóris dela na minha pélvis. Começou a gemer de novo. Isso me deixava louco, e desculpa repetir, mas aqueles gemidos, pelo amor de Deus.

Ela se tocava nos peitos enquanto se movia hipnoticamente pra frente e pra trás. Depois subiu a mão até o pescoço dela e Ela fez um movimento como se quisesse se arranhar. Os gemidos dela voltaram a ficar entrecortados e, de novo, ao chegar no clímax: silêncio, se entregando com um sussurro gutural. A buceta dela pulsando de novo, como se tentasse enfiar meu pau cada vez mais fundo. Ela deu uma pausa de uns segundos e continuou, dessa vez dando uns pulinhos, pra cima e pra baixo, mais rápido, pra cima e pra baixo. A buceta dela estava tão molhada que deslizava sem dificuldade nenhuma. Pra cima e pra baixo. Plaft, plaft, plaft. Eu tinha minhas mãos nas coxas dela, mal roçando com a ponta dos dedos, aplicando uma leve pressão nas pernas. Coloquei minha mão esquerda na cintura dela guiando o ritmo e a mão direita continuava na coxa. Subia e descia. Os gemidos dela, o som de tapinhas, os fluidos, aquela melodia ardente do sexo tava me fazendo sentir que eu ia gozar aos poucos.

—Quero na boquinha —ouvi suavemente.

Acelerei o ritmo com a mão esquerda como se fosse uma gostosa, e quando tava quase lá, tirei, me levantei, coloquei a mão segurando praticamente a cabeça inteira dela e continuei batendo punheta até que o primeiro e mais forte jato saiu, deixando um esguicho que atravessava da testa dela até os lábios, e o resto foi tudo dentro da boca dela. Ela me olhava com aqueles olhos enquanto meu pau cuspia dentro da boca dela, e aquele olhar de puta; ela fez a mesma cara que fez quando subiu no meu carro.

Ela foi no banheiro e se arrumou. Eu me vesti pra levar ela, embora também tenha dito que ela podia ficar se quisesse, mas ela queria voltar pra amiga. Quando subimos no carro e fomos pra casa da amiga dela, ela ligou o celular. Caíram mil mensagens, chamadas perdidas. Nisso, ela me contou que o namorado dela era um idiota porque tinha ficado com ciúmes porque, quando eu levei ela, ela demorou pra descer do carro; que ela tinha passado a discussão desde que eu deixei ela até eu buscar ela de novo. E ela me mostrou o que ele tinha mandado: "Tá com o cara do Uber, puta de merda?"

Ela respondeu com um áudio: —Sim, tô no Uber, seu moleque imaturo. Ele me levou pra casa dele e me deu uma trepada que me fez esquecer de você. Tchau, seu corno.

E bloqueou ele.

Naquele momento, fiquei num dilema. Se continuasse vendo ela, ia aproveitar o melhor sexo que já tinha tido, mas sabia que se ficasse, essa mina ia me foder de todas as formas.

Chegamos, nos despedimos com um beijo longo, e ela disse:

—Tchau, amor. Espero sua mensagem; me chama quando quiser.

Foi a noite da minha vida, até hoje ainda acho que foi um sonho pelo jeito que tudo aconteceu, mas não, foi tudo real. Naquele dia, fui o Uber mais sortudo de toda a Argentina.

E lembram da amiga? Aquela que começou tudo falando que eu era bonito. Bom, mais pra frente vocês podem saber algo sobre ela.

7 comentários - A primeira que me deu mole no Uber

Muy bueno, gran nivel de detalle y la historia muy bien contada! +10
Una foto del parecido de la pendeja no estaría mal. Increíble relato 🙌
lo tendre en cuenta
Excelente!! Seguí contando, si se dio con la amiga, supongo que también pudo haber trío
Me imaginé todo recorrido desde la udp el reloj y el 24 qué está a la vuelta de mi casa. Jaja..Garin de noche suele tener sorpresas de este tipo. Hay que saber pilotearlas nomas