Sou a Karla e ultimamente tô trabalhando de casa, bem na beira da praia. Por isso posso ficar quase pelada na varanda, tomando sol só com uma camisa de linho branca que gruda no corpo por causa do suor. Por baixo, às vezes não levo nada mesmo ou só meu biquíni. É um dos luxos da minha vida: o mar na frente, o notebook aberto e eu curtindo o calor feito uma gata no cio.
Foi uma manhã de verão daquelas que o calor já aperta desde cedo. Eu estava deitada na varanda quando a campainha tocou. Espiei pela grade e lá estava ele: o novo entregador de água. Alberto era impressionante. Alto, moreno, com o cabelo curto e escuro brilhando de suor. Uns olhos claríssimos que contrastavam brutalmente com a pele bronzeada. O uniforme ficava justo, marcando uns ombros largos, braços fortes e cheios de veias de tanto carregar galão, peito duro e uma cintura fina. Era o típico corpo de homem que trabalha de verdade, não de academia: músculos funcionais, potentes, com aquela camada fina de suor que fazia ele brilhar no sol. Os braços dele eram tão veiudos que eu imaginava como seria a rola dele kkkkk. Gritei pra ele subir, porque minha casa é média, já que foi feita como lar de descanso. Quando ele chegou na varanda, parou na porta, com o galão de 20 quilos no ombro. Me olhou de cima a baixo por um segundo. A camisa grudava nos meus peitos e transparentava um pouco. Ele engoliu seco, visivelmente, e desviou o olhar, tentando ser profissional. Vale dizer que eu estava sozinha em casa, porque meu marido e meus filhos tinham ficado na Cidade do México pra resolver uns trâmites e depois me encontrariam na casa de praia. Isso aconteceu nas férias de dezembro, então a casa era toda minha. — Bom dia, senhora. Trouxe o galão de água — ele disse com aquela voz grave e rouca do esforço. Eu me levantei devagar, sem pressa, e me aproximei dele. Tirei o galão pesado das mãos dele, roçando de propósito nos dedos dele. Senti o calor da pele dele e um choque percorreu minha buceta inteira. — Obrigada, Alberto — falei com um sorriso safado, lendo o nome no crachá —. Faz um calorão hoje, né? Entra um pouquinho, vou te dar um copo d'água gelada. Fica tranquilo, tô sozinha… trabalho home office e hoje resolvi tirar a manhã pra mim. Por isso tão à vontade, como você vê. Ele hesitou, mas acabou aceitando. Levei ele pra cozinha e servi um copão de água gelada pra ele. Enquanto ele bebia, me apoiei na bancada na frente dele, deixando a camisa abrir um pouco, mostrando sutilmente meus bicos. Peguei ele olhando descaradamente pra minhas tetas e isso me molhou na hora. Adoro excitar os homens e ser desejada, e se naquele momento ele tivesse dado em cima de mim, eu deixava ele me pegar. Sou muito puta e, se eu gosto, sou bem fácil. Começamos a falar de coisas normais: o calor infernal, a cidade, o trabalho dele. Contei um pouco mais sobre mim: — Eu não moro aqui, é minha casa de descanso e depois vou embora, sabe? A casa é minha, na primeira linha da praia. Posso trabalhar de biquíni ou direto de camisa como agora… ninguém me incomoda. É uma maravilha, hahaha, ainda mais quando tô sozinha, sem meus filhos nem meu marido. Ele me contou que tava há pouco tempo naquela rota. Aos poucos foi se abrindo: — Sou casado — disse, mostrando a aliança no dedo —. Tenho dois filhos pequenos, de 4 e 2 anos. Minha mulher fica em casa com eles. Sorri docemente e respondi: — Que lindo. Deve ser muito difícil passar o dia inteiro fora carregando peso e chegar em casa exausto... Ele suspirou cansado e se abriu: — A verdade é que sim. Com as crianças tão pequenas, tudo virou uma rotina pura. Cansaço, fralda, gritaria... e quase nada de tempo pra... você sabe. Naquele exato momento fiquei com um tesão danado. A voz grave dele, aquele tom de marido frustrado, os braços veiudos segurando o copo, o cheiro de suor e de homem de verdade que ele exalava… Tava morrendo de vontade de me ajoelhar na frente dele, abaixar o zíper da calça e chupar ele inteiro até ele esquecer a mulher e os filhos. Mas não fiz nada naquela vez. Batemos papo mais um pouco, assinei o recebido, agradeci e ele foi embora. No entanto, enquanto eu via ele descendo as escadas, já tinha certeza de que na próxima vez que Alberto aparecesse na minha casa… as coisas iam ser muito, muito diferentes, eu ia ser dele e o pau dele ia ser meu. Quando Alberto foi embora, fechei a porta e me Fiquei ali parada por um instante, com o coração batendo a mil e a buceta completamente encharcada. A voz grave dele, aquele olhar que tentava não descer pros meus peitos, o cheiro de suor e de homem de verdade que ele trazia… tudo me deixou com um tesão danado. Não conseguia acreditar. Fui direto pro terraço da minha casa de frente pro mar. Deitei na rede, com a camisa de linho toda aberta e as pernas bem separadas. Comecei a me tocar devagar no começo, imaginando as mãos fortes dele agarrando minha bunda, o pau dele duro e grosso marcando por baixo daquele uniforme azul. Enfiei dois dedos na buceta, depois três, me abrindo bem enquanto esfregava o clitóris com fúria. Gemia pensando em como ele gozaria se eu chupasse o pau dele ali mesmo, de joelhos na frente dele.
Gozei na primeira vez rapidinho, forte, com um gemido que se perdeu entre as ondas. Mas não foi o suficiente. Continuei. Me imaginei ajoelhada na frente dele, engolindo aquela rola grossa até o fundo enquanto ele me puxava pelo cabelo e falava putaria com aquela voz rouca. Gozei na segunda vez mordendo o lábio pra não gritar igual uma puta. E a terceira… a terceira foi mais devagar, mais profunda, imaginando como ele enchia minha boca de porra quente enquanto eu olhava pra aqueles olhos lindos que ele tinha. No final, dormi na rede, exausta, com os dedos ainda enfiados na minha buceta e a vontade ainda pulsando dentro de mim, igual um fogo que não apaga com nada, com a xota encharcada, totalmente pelada ao ar livre, a rede molhada dos meus suquinhos e muito satisfeita. Mas eu não sou do tipo que fica com vontade. Naquela mesma noite peguei o telefone e liguei pra um amigo que mora perto, daqueles que tão sempre disponíveis quando estalo os dedos. Falei pra ele vir, que eu tava com “sede” e que viesse logo. Ele chegou em menos de meia hora. Recebi ele na porta com a camisa completamente aberta, os peitos de fora e sem nada por baixo. Nem beijo eu dei. Levei ele pro sofá, baixei a calça dele sem falar uma palavra e montei em cima. Fodi ele duro, selvagem, cavalgando igual uma louca enquanto pensava no Alberto o tempo todo: nos braços dele cheios de veia, no cheiro dele, na voz dele. Meu amigo gemia, cravava os dedos na minha cintura, mas eu só tava usando ele como meu brinquedo sexual. Cavalguei ele até ele gozar dentro de mim com um grunhido, e eu gozei em cima dele, apertando a buceta em volta da rola dele enquanto imaginava que era a porra do Alberto que tava me enchendo.
Assim que terminou de esvaziar o leite dentro da minha buceta, me levantei tirando o pau dele de dentro de mim, sorri pra ele e falei: —Valeu, já pode ir. Nem um beijo, nem um carinho a mais. Levei ele até a porta, nua, com a buceta cheia, e mandei ele embora com um sorriso educado. Fiquei sozinha de novo, mais satisfeita fisicamente… mas com o Alberto ainda enfiado na minha cabeça, pulsando entre minhas pernas. Só tinha visto ele uma vez e já me deixava completamente louca. Mas a parada continuou uma semana depois, na segunda visita dele. Pra isso, meu marido e meus filhos ainda não tinham chegado porque os trâmites deles foram adiados. O Alberto chegou na hora. Eu tava esperando ele com o coração acelerado. Coloquei um vestido curtíssimo de gaze fininha, leve, sem nada por baixo. O tecido grudava suave no meu corpo, marcando cada curva com delicadeza.
Quando abri a porta e ele me viu, travou a língua. Os olhos dele percorreram meu corpo inteiro, parando um instante a mais do que o normal. Ele engoliu seco, visivelmente, e ficou paralisado por um segundo. Convidei ele pra entrar e tomar um copo d'água gelada. — Faz muito calor hoje também, né? — falei, sorrindo com malícia, cruzando as pernas devagar na cadeira pra que o vestido se abrisse só o suficiente e desse a ele uma vista tentadora —. Você deve vir bem… carregado. Ele engoliu seco, largou o galão e aceitou o copo. Sentou na cozinha, suando mais que da outra vez, com aquela voz grave e máscula que me incendiava de desejo. — É, muito calor — respondeu firme, mas os olhos entregavam, descendo e subindo no meu corpo sem parar. Me aproximei devagar, me inclinei pra servir mais água e sussurrei baixinho, quase roçando a orelha dele: — Alberto, você parece tenso. Tudo bem em casa? Com os pequenos deve ser… puxado, né? Chegar cansado e não ter tempo pra… aliviar. Ele ficou vermelho, mas sustentou o olhar, voz grave e controlada. — É… verdade. Minha mulher vive exausta com as crianças. A gente quase não tem… você sabe. Sentei na frente dele, abri um pouco mais as pernas debaixo da mesa e falei com voz suave e cheia de desejo: — Que pena. Um homem como você, com tanta força, tanto… peso pra carregar o dia inteiro. Devia ter alguém pra te ajudar a soltar tudo, não acha? Eu podia… aliviar sua carga. Ou pelo menos… baixar sua pressão. Coloquei a mão na coxa dele por baixo da mesa e fui subindo devagar, roçando pra cima. Senti o corpo inteiro dele se tensar. Subi um pouco mais e senti a excitação dele: grossa, dura, pulsando debaixo do tecido do uniforme. — Karla… eu sou casado — falou com voz rouca e firme, suando —. Não posso… não devo. Apertei um pouco mais, sentindo o calor que ele soltava. — Ninguém precisa saber — sussurrei —. Só um momento… pra você ir mais leve. Ou mais vazio, dependendo do que preferir. Ele respirava pesado, os olhos fixos nos meus, o maxilar tenso. apertada, varonil até o fim. Mas de repente ele afastou minha mão com uma força suave, se levantou suando e disse com voz rouca: — Desculpa… não consigo. Tenho família. Não sou desse tipo. Ele saiu rápido, com a excitação ainda bem marcada na calça e o rosto vermelho de vergonha e desejo contido. Aí eu fiquei maluca de verdade. Saber que eu o deixava tão excitado e que mesmo assim ele resistia como um homem de verdade… me enlouquecia completamente. Naquela noite, me toquei devagar e com intensidade, imaginando como teria sido se ele tivesse se entregado completamente a mim. E assim tive que esperar mais uma semana inteira. Eu já não aguentava mais de tanta vontade. Alberto chegou pontual, como sempre, mas dessa vez notei ele diferente: mais tenso, mais suado. Recebi ele na porta só com uma camisa branca aberta até embaixo. Meus peitos firmes apareciam quase descobertos, a barriga lisa brilhava com o sol da varanda, e uma calcinha fio-dental bem pequena. Tirei o galão das mãos dele e falei com meu sorriso mais safado: — Entra, Alberto. Hoje tá muito calor… e vejo que você vem bem carregado de novo. Ele entrou, com aquela voz grave e viril que me acendia desde a primeira vez. — Karla… não devia entrar aqui. Da última vez quase… Fechei a porta, me aproximei até encostar nele e coloquei a mão no peito duro dele, sentindo os músculos firmes por baixo do tecido do uniforme. — Quase o quê? — sussurrei, roçando a excitação dele com meu quadril. — Quase me fode como um homem de verdade? Não me diga que não pensou em mim durante esse mês e em como a gente podia estar se você quisesse me pegar. Ele engoliu seco, os olhos fixos nos meus, o maxilar apertado. Era muito alto, moreno, com aqueles braços cheios de veias de carregar peso o dia inteiro e aquele cheiro de suor masculino que me deixava louca. — Sou casado — disse com voz grave e firme. — Tenho filhos. Não posso trair minha família. Sorri, desabotoei um botão da camisa dele e falei baixinho, quase encostando nos lábios dele: — Ninguém trai ninguém se ninguém ficar sabendo. Só quero que você me deixe provar você e provar essa pica. que parece enorme… só uma vez. Ou duas. Ou quantas forem precisas até você se acalmar, e se quiser, posso ser sua putinha e ninguém precisa saber. Sortuda sua esposa de te ter o tempo todo — se você fosse meu, eu te deixava seco todo santo dia. Levei ele pra cozinha, sentei na bancada e abri as pernas devagar. A calcinha fio-dental se afastou só o suficiente pra ele ver como eu tava molhada. — Olha como você me deixa — enquanto eu abria minha buceta com os dedos na frente dele e levava meus dedos molhados à boca — sussurrei. — Com essa voz grave, esses braços fortes… você me deixa assim desde a primeira vez. Alberto se aproximou, suando, com o tesão marcado claramente por baixo da calça. — Não posso… porra, Karla, como você é perigosa. Peguei a cabeça dele com suavidade e puxei pra baixo, na minha direção. — Perigosa, sim. Mas você é um homem forte, né? Aguenta um pouco… ou desce e me prova como o homem que você é. Ele resistiu, com a voz grave tremendo de leve: — Não devia… não é hora, minha mulher não quer… faz um mês que ela não me toca. Insisti, puxando a cabeça dele um pouco mais pra baixo. Parte 2

Foi uma manhã de verão daquelas que o calor já aperta desde cedo. Eu estava deitada na varanda quando a campainha tocou. Espiei pela grade e lá estava ele: o novo entregador de água. Alberto era impressionante. Alto, moreno, com o cabelo curto e escuro brilhando de suor. Uns olhos claríssimos que contrastavam brutalmente com a pele bronzeada. O uniforme ficava justo, marcando uns ombros largos, braços fortes e cheios de veias de tanto carregar galão, peito duro e uma cintura fina. Era o típico corpo de homem que trabalha de verdade, não de academia: músculos funcionais, potentes, com aquela camada fina de suor que fazia ele brilhar no sol. Os braços dele eram tão veiudos que eu imaginava como seria a rola dele kkkkk. Gritei pra ele subir, porque minha casa é média, já que foi feita como lar de descanso. Quando ele chegou na varanda, parou na porta, com o galão de 20 quilos no ombro. Me olhou de cima a baixo por um segundo. A camisa grudava nos meus peitos e transparentava um pouco. Ele engoliu seco, visivelmente, e desviou o olhar, tentando ser profissional. Vale dizer que eu estava sozinha em casa, porque meu marido e meus filhos tinham ficado na Cidade do México pra resolver uns trâmites e depois me encontrariam na casa de praia. Isso aconteceu nas férias de dezembro, então a casa era toda minha. — Bom dia, senhora. Trouxe o galão de água — ele disse com aquela voz grave e rouca do esforço. Eu me levantei devagar, sem pressa, e me aproximei dele. Tirei o galão pesado das mãos dele, roçando de propósito nos dedos dele. Senti o calor da pele dele e um choque percorreu minha buceta inteira. — Obrigada, Alberto — falei com um sorriso safado, lendo o nome no crachá —. Faz um calorão hoje, né? Entra um pouquinho, vou te dar um copo d'água gelada. Fica tranquilo, tô sozinha… trabalho home office e hoje resolvi tirar a manhã pra mim. Por isso tão à vontade, como você vê. Ele hesitou, mas acabou aceitando. Levei ele pra cozinha e servi um copão de água gelada pra ele. Enquanto ele bebia, me apoiei na bancada na frente dele, deixando a camisa abrir um pouco, mostrando sutilmente meus bicos. Peguei ele olhando descaradamente pra minhas tetas e isso me molhou na hora. Adoro excitar os homens e ser desejada, e se naquele momento ele tivesse dado em cima de mim, eu deixava ele me pegar. Sou muito puta e, se eu gosto, sou bem fácil. Começamos a falar de coisas normais: o calor infernal, a cidade, o trabalho dele. Contei um pouco mais sobre mim: — Eu não moro aqui, é minha casa de descanso e depois vou embora, sabe? A casa é minha, na primeira linha da praia. Posso trabalhar de biquíni ou direto de camisa como agora… ninguém me incomoda. É uma maravilha, hahaha, ainda mais quando tô sozinha, sem meus filhos nem meu marido. Ele me contou que tava há pouco tempo naquela rota. Aos poucos foi se abrindo: — Sou casado — disse, mostrando a aliança no dedo —. Tenho dois filhos pequenos, de 4 e 2 anos. Minha mulher fica em casa com eles. Sorri docemente e respondi: — Que lindo. Deve ser muito difícil passar o dia inteiro fora carregando peso e chegar em casa exausto... Ele suspirou cansado e se abriu: — A verdade é que sim. Com as crianças tão pequenas, tudo virou uma rotina pura. Cansaço, fralda, gritaria... e quase nada de tempo pra... você sabe. Naquele exato momento fiquei com um tesão danado. A voz grave dele, aquele tom de marido frustrado, os braços veiudos segurando o copo, o cheiro de suor e de homem de verdade que ele exalava… Tava morrendo de vontade de me ajoelhar na frente dele, abaixar o zíper da calça e chupar ele inteiro até ele esquecer a mulher e os filhos. Mas não fiz nada naquela vez. Batemos papo mais um pouco, assinei o recebido, agradeci e ele foi embora. No entanto, enquanto eu via ele descendo as escadas, já tinha certeza de que na próxima vez que Alberto aparecesse na minha casa… as coisas iam ser muito, muito diferentes, eu ia ser dele e o pau dele ia ser meu. Quando Alberto foi embora, fechei a porta e me Fiquei ali parada por um instante, com o coração batendo a mil e a buceta completamente encharcada. A voz grave dele, aquele olhar que tentava não descer pros meus peitos, o cheiro de suor e de homem de verdade que ele trazia… tudo me deixou com um tesão danado. Não conseguia acreditar. Fui direto pro terraço da minha casa de frente pro mar. Deitei na rede, com a camisa de linho toda aberta e as pernas bem separadas. Comecei a me tocar devagar no começo, imaginando as mãos fortes dele agarrando minha bunda, o pau dele duro e grosso marcando por baixo daquele uniforme azul. Enfiei dois dedos na buceta, depois três, me abrindo bem enquanto esfregava o clitóris com fúria. Gemia pensando em como ele gozaria se eu chupasse o pau dele ali mesmo, de joelhos na frente dele.
Gozei na primeira vez rapidinho, forte, com um gemido que se perdeu entre as ondas. Mas não foi o suficiente. Continuei. Me imaginei ajoelhada na frente dele, engolindo aquela rola grossa até o fundo enquanto ele me puxava pelo cabelo e falava putaria com aquela voz rouca. Gozei na segunda vez mordendo o lábio pra não gritar igual uma puta. E a terceira… a terceira foi mais devagar, mais profunda, imaginando como ele enchia minha boca de porra quente enquanto eu olhava pra aqueles olhos lindos que ele tinha. No final, dormi na rede, exausta, com os dedos ainda enfiados na minha buceta e a vontade ainda pulsando dentro de mim, igual um fogo que não apaga com nada, com a xota encharcada, totalmente pelada ao ar livre, a rede molhada dos meus suquinhos e muito satisfeita. Mas eu não sou do tipo que fica com vontade. Naquela mesma noite peguei o telefone e liguei pra um amigo que mora perto, daqueles que tão sempre disponíveis quando estalo os dedos. Falei pra ele vir, que eu tava com “sede” e que viesse logo. Ele chegou em menos de meia hora. Recebi ele na porta com a camisa completamente aberta, os peitos de fora e sem nada por baixo. Nem beijo eu dei. Levei ele pro sofá, baixei a calça dele sem falar uma palavra e montei em cima. Fodi ele duro, selvagem, cavalgando igual uma louca enquanto pensava no Alberto o tempo todo: nos braços dele cheios de veia, no cheiro dele, na voz dele. Meu amigo gemia, cravava os dedos na minha cintura, mas eu só tava usando ele como meu brinquedo sexual. Cavalguei ele até ele gozar dentro de mim com um grunhido, e eu gozei em cima dele, apertando a buceta em volta da rola dele enquanto imaginava que era a porra do Alberto que tava me enchendo.
Assim que terminou de esvaziar o leite dentro da minha buceta, me levantei tirando o pau dele de dentro de mim, sorri pra ele e falei: —Valeu, já pode ir. Nem um beijo, nem um carinho a mais. Levei ele até a porta, nua, com a buceta cheia, e mandei ele embora com um sorriso educado. Fiquei sozinha de novo, mais satisfeita fisicamente… mas com o Alberto ainda enfiado na minha cabeça, pulsando entre minhas pernas. Só tinha visto ele uma vez e já me deixava completamente louca. Mas a parada continuou uma semana depois, na segunda visita dele. Pra isso, meu marido e meus filhos ainda não tinham chegado porque os trâmites deles foram adiados. O Alberto chegou na hora. Eu tava esperando ele com o coração acelerado. Coloquei um vestido curtíssimo de gaze fininha, leve, sem nada por baixo. O tecido grudava suave no meu corpo, marcando cada curva com delicadeza.
Quando abri a porta e ele me viu, travou a língua. Os olhos dele percorreram meu corpo inteiro, parando um instante a mais do que o normal. Ele engoliu seco, visivelmente, e ficou paralisado por um segundo. Convidei ele pra entrar e tomar um copo d'água gelada. — Faz muito calor hoje também, né? — falei, sorrindo com malícia, cruzando as pernas devagar na cadeira pra que o vestido se abrisse só o suficiente e desse a ele uma vista tentadora —. Você deve vir bem… carregado. Ele engoliu seco, largou o galão e aceitou o copo. Sentou na cozinha, suando mais que da outra vez, com aquela voz grave e máscula que me incendiava de desejo. — É, muito calor — respondeu firme, mas os olhos entregavam, descendo e subindo no meu corpo sem parar. Me aproximei devagar, me inclinei pra servir mais água e sussurrei baixinho, quase roçando a orelha dele: — Alberto, você parece tenso. Tudo bem em casa? Com os pequenos deve ser… puxado, né? Chegar cansado e não ter tempo pra… aliviar. Ele ficou vermelho, mas sustentou o olhar, voz grave e controlada. — É… verdade. Minha mulher vive exausta com as crianças. A gente quase não tem… você sabe. Sentei na frente dele, abri um pouco mais as pernas debaixo da mesa e falei com voz suave e cheia de desejo: — Que pena. Um homem como você, com tanta força, tanto… peso pra carregar o dia inteiro. Devia ter alguém pra te ajudar a soltar tudo, não acha? Eu podia… aliviar sua carga. Ou pelo menos… baixar sua pressão. Coloquei a mão na coxa dele por baixo da mesa e fui subindo devagar, roçando pra cima. Senti o corpo inteiro dele se tensar. Subi um pouco mais e senti a excitação dele: grossa, dura, pulsando debaixo do tecido do uniforme. — Karla… eu sou casado — falou com voz rouca e firme, suando —. Não posso… não devo. Apertei um pouco mais, sentindo o calor que ele soltava. — Ninguém precisa saber — sussurrei —. Só um momento… pra você ir mais leve. Ou mais vazio, dependendo do que preferir. Ele respirava pesado, os olhos fixos nos meus, o maxilar tenso. apertada, varonil até o fim. Mas de repente ele afastou minha mão com uma força suave, se levantou suando e disse com voz rouca: — Desculpa… não consigo. Tenho família. Não sou desse tipo. Ele saiu rápido, com a excitação ainda bem marcada na calça e o rosto vermelho de vergonha e desejo contido. Aí eu fiquei maluca de verdade. Saber que eu o deixava tão excitado e que mesmo assim ele resistia como um homem de verdade… me enlouquecia completamente. Naquela noite, me toquei devagar e com intensidade, imaginando como teria sido se ele tivesse se entregado completamente a mim. E assim tive que esperar mais uma semana inteira. Eu já não aguentava mais de tanta vontade. Alberto chegou pontual, como sempre, mas dessa vez notei ele diferente: mais tenso, mais suado. Recebi ele na porta só com uma camisa branca aberta até embaixo. Meus peitos firmes apareciam quase descobertos, a barriga lisa brilhava com o sol da varanda, e uma calcinha fio-dental bem pequena. Tirei o galão das mãos dele e falei com meu sorriso mais safado: — Entra, Alberto. Hoje tá muito calor… e vejo que você vem bem carregado de novo. Ele entrou, com aquela voz grave e viril que me acendia desde a primeira vez. — Karla… não devia entrar aqui. Da última vez quase… Fechei a porta, me aproximei até encostar nele e coloquei a mão no peito duro dele, sentindo os músculos firmes por baixo do tecido do uniforme. — Quase o quê? — sussurrei, roçando a excitação dele com meu quadril. — Quase me fode como um homem de verdade? Não me diga que não pensou em mim durante esse mês e em como a gente podia estar se você quisesse me pegar. Ele engoliu seco, os olhos fixos nos meus, o maxilar apertado. Era muito alto, moreno, com aqueles braços cheios de veias de carregar peso o dia inteiro e aquele cheiro de suor masculino que me deixava louca. — Sou casado — disse com voz grave e firme. — Tenho filhos. Não posso trair minha família. Sorri, desabotoei um botão da camisa dele e falei baixinho, quase encostando nos lábios dele: — Ninguém trai ninguém se ninguém ficar sabendo. Só quero que você me deixe provar você e provar essa pica. que parece enorme… só uma vez. Ou duas. Ou quantas forem precisas até você se acalmar, e se quiser, posso ser sua putinha e ninguém precisa saber. Sortuda sua esposa de te ter o tempo todo — se você fosse meu, eu te deixava seco todo santo dia. Levei ele pra cozinha, sentei na bancada e abri as pernas devagar. A calcinha fio-dental se afastou só o suficiente pra ele ver como eu tava molhada. — Olha como você me deixa — enquanto eu abria minha buceta com os dedos na frente dele e levava meus dedos molhados à boca — sussurrei. — Com essa voz grave, esses braços fortes… você me deixa assim desde a primeira vez. Alberto se aproximou, suando, com o tesão marcado claramente por baixo da calça. — Não posso… porra, Karla, como você é perigosa. Peguei a cabeça dele com suavidade e puxei pra baixo, na minha direção. — Perigosa, sim. Mas você é um homem forte, né? Aguenta um pouco… ou desce e me prova como o homem que você é. Ele resistiu, com a voz grave tremendo de leve: — Não devia… não é hora, minha mulher não quer… faz um mês que ela não me toca. Insisti, puxando a cabeça dele um pouco mais pra baixo. Parte 2
2 comentários - Un macho de verdad
Me encantas 😍❤️🔥❤️🔥❤️🔥