Minha cunhada me quer

Tem jogo que não devia começar. Mas, uma vez que começa, é impossível parar. Não é só sobre sexo. É sobre o desejo que se infiltra no dia a dia, sobre os olhares que duram um segundo a mais, sobre as palavras ditas com um sorriso que escondem algo mais. É sobre o proibido, sobre o que não devia ser tocado… e mesmo assim, se toca.

Meu nome é Carlos, e nunca fui um santo. Mas também nunca pensei que ia acabar preso numa rede de tensão sexual com a pessoa mais errada: a irmã da minha parceira.

Tudo começou como uma brincadeira, um jogo inocente. Uma foto, um comentário, um olhar. Nada que não pudesse ser explicado. Nada que tivesse consequências. Até que deixou de ser um jogo.

Essa é uma história de desejo contido, de palavras disfarçadas e encontros carregados de eletricidade. Uma história onde o proibido não só tenta… como também é curtido.

Bem-vindos a esse jogo. Mas cuidado: alguns prazeres, uma vez provados, não se esquecem.

**Capítulo 1: Jogos Proibidos**

Meu nome é Carlos, tenho 30 anos. Sempre fui um cara atlético, jogo futebol desde moleque e vou na academia direto. Estou junto há 5 anos com uma mulher linda de 27 anos, que se chama Cinthia.

Cinthia é uma mina de corpo pequeno, peitos pequenos, cintura fina e uma bunda enorme, claramente, herança de família. Além disso, ela treina bastante comigo, então tem umas pernas firmes e abdômen definido. É uma mulher gostosa pra caralho. Mora com os pais, que já são idosos.

Cinthia tem uma irmã mais velha, de 35 anos, chamada Patrícia. Patrícia é casada e mãe de duas meninas, uma de 5 e outra de 7 anos. Diferente da irmã mais nova, Patrícia não tem corpo de academia. Na juventude, teve um corpo natural bonito, mas com o tempo e as duas filhas, foi perdendo o tônus. Apesar de não ser gorda, é mais cheinha. A bunda dela, embora enorme — muito maior que a da Cinthia —, é mais molinha e caída. Cinthia, estamos juntos há 5 anos, já me integrei e sou praticamente parte da família. Comemos juntos nos fins de semana com os pais dela e a família da irmã. Há um tempo, começaram a rolar umas coisas "estranhas" com a Patrícia… Ela tem um humor irreverente e fama de ter sido bem "puta" na juventude, segundo ela mesma. Adora chamar atenção e age bem diferente quando está com o marido e quando está sozinha. Vive fazendo piada com o que eu visto: que minha camiseta é muito apertada, que minha calça é justa demais, que se não tem roupa de homem no meu tamanho, etc. Nunca me deixa passar uma, sempre atenta pra soltar um comentário novo.

Essa situação começou a me chamar atenção e me excitar. Por isso, decidi postar fotos depois do treino, semi nu, visíveis só pra Patrícia. Como era de se esperar, não demorou pra responder com emojis de vômito ou GIFs de gente horrorizada, como se eu desse nojo nela.

Uma vez, respondi:
— Tá olhando, hein.
— Não tem nada pra olhar.
— Como assim?
— Dizem que quem vai na academia tem pinto pequeno, então não tem nada pra olhar.
— Kkkk, e você sabe como? Você nunca viu nada meu.
— Não, mas dá pra ver tudo, com essa roupa que você usa não deixa nada pra imaginação.
— Viu que você me olha toda, kkk.
— Bah.

Tivemos várias conversas assim, ela admitindo que me olha mas dizendo que não gosta de mim ou que tenho nojo, sempre tentando me diminuir. Esse tipo de papo me deu liberdade pra comentar o corpo dela também, e começou uma espécie de histeria sexual entre nós. Nenhum dos dois queria dar o primeiro passo, aparentemente. Na real, não sentia atração física pela Patrícia, o que me excitava era a situação: agradar a irmã da minha mina, ela me desejar.

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Capítulo 2: Olhares que Provocam

A primeira vez que ficamos sozinhos foi por acaso. Um sábado, depois do almoço com Toda a família, a Cinthia foi com a mãe dela comprar sorvete. Fiquei em casa, sentado no quintal com o celular na mão. A Patrícia apareceu com uma taça de vinho e um sorriso difícil de decifrar. — A Cinthia foi? — perguntou, como se não soubesse. Me oferecendo a taça. — Foi. Voltam daqui a pouco. Ela sentou na minha frente, com um short jeans e uma camiseta larga que deixava os ombros dela de fora. O calor estava sufocante, mas tinha algo mais começando a esquentar o clima. — Postou foto hoje? — falou sem me olhar, dando um gole. — Sei lá, me diz você que é sempre a primeira a ver. Ela sorriu, sem dizer nada. O silêncio durou mais do que devia. — Juro que não entendo como minha irmã te atura, olha essa calça, parece um viadinho. — Os olhos dela desceram por um instante, percorrendo meu corpo, bem na hora pra eu perceber. Eu ri, tentando tirar o peso. — Você que tá muito de olho na minha calça. — Ah, não se acha não. — Ela falou sem convicção. Dessa vez não usou emoji nenhum pra disfarçar. Levantei pra pegar alguma coisa lá dentro e, quando passei perto, senti ela me olhando de canto. Senti nas costas, no pescoço. Aquele olhar que a gente aprende a perceber mesmo sem ver. O jogo tava avançando. Mas nenhum dos dois admitia. Continua...

5 comentários - Minha cunhada me quer

No la podés cortar ahí!!! Te sigo pero los puntos van cuando pase algo