Não conseguia evitar. Era só olhar pra foto que tirei naquela tarde na casa do Tafari com os primos dele que meu pau começava a crescer, pedindo uma punheta ou, se por sorte a Alba estivesse perto de mim, uma fodida nela. A foto me lembrava tudo o que aconteceu naquela tarde. Cinco negões fodendo minha mulher ao mesmo tempo, gozando tudo num copo, e a Alba bebendo todo aquele esperma que os amantes dela tinham dado. Além disso, a foto em si era extremamente excitante. A Alba agarrada por aquele grupo de negões, contrastando a palidez da pele dela com a escuridão da deles. Os negões com os paus balançando, meio moles depois de terem penetrado ela em todos os buracos. E ela lambendo os restos de porra que sobraram no copo, em memória das cinco gozadas que acabara de engolir. Toda vez que via aquela foto, não conseguia evitar de bater uma.
Foi assim que passei boa parte da semana, fodendo a Alba e lembrando daquela tarde. A Alba também ficava muito excitada toda vez que lembrava. Acho que se ver rodeada de tantos homens, tantos paus e se sentir desejada era o que fazia ela ficar molhada só de pensar no que aconteceu. O sexo que a gente tinha quando isso rolava, quando lembrávamos daquela orgia de negões, era violento e selvagem. Nós dois ficávamos muito excitados e não perdíamos tempo com carinhos e beijos doces, só queríamos gozar com força e, se possível, recuperar o fôlego pra um segundo round igualmente duro e forte.
Já estávamos em junho e as aulas iam acabar logo. A Alba tava terminando as aulas e eu tinha umas duas semanas de férias, então íamos aproveitar pra sair da cidade. Ainda faltava uma semana pro fim das aulas e acho que a gente tinha que agradecer ao Juan Carlos pelo jeito que ele tinha se comportado com ela nas últimas semanas. Ele agiu como um bom amante, sempre me pedindo permissão pra usar a Alba, diferente do Pablo. Da minha parte, nunca houve problema em ele usar a Alba na escola. Me deixava muito excitante que me mandasse algum tipo de vídeo ou foto me mostrando o que fazia com ela ou que depois me contasse o que tinha rolado. Do mesmo jeito, me excitava pra caralho quando chegava em casa e a Alba me contava como o chefe dela tinha humilhado ela no trabalho.
O Juan Carlos já tava me propondo uma coisa. Sempre o que a gente conversava no WhatsApp era muito safado e a gente sempre combinava que em algum momento teria que botar em prática. E acho que meu jeito de compensar ele por como ele tinha se comportado com a Alba e comigo era dar permissão pra ele fazer aquilo que ele queria.
Era quarta-feira, de manhã cedo, e eu tava no escritório. Peguei meu celular pra escrever pro Juan Carlos, mas antes disso passei pela galeria de fotos. Procurei a foto pós-orgia da minha mulher com os primos do Tafari. Imediatamente meu pau inchou dentro da calça. Tive que apertar ele umas duas vezes pra tentar aliviar a pressão. Como aquela foto me deixava louco! Sorri. Podia transformar ela num presentinho. Procurei entre as opções da imagem e mandei pelo WhatsApp. Agora era só esperar.
“Já de manhã cedo nessa pegada? Não me fode! Sério?” respondeu depois de uns minutos o Juan Carlos. Uma nova mensagem apareceu no meu celular “Vocês fizeram uma orgia com cinco negões? Vocês são foda hahaha”.
“Gostou?” perguntei.
“O que você acha? Tô com o pau que vai explodir dentro da calça. Vou ter que chamar sua mulher aqui no meu escritório por Promíscua hahaha”.
“Hahaha. Claro! Toda sua. Aliás, aquilo que a gente conversou, se quiser pode fazer. Confio em você”.
“Você quer mesmo?” perguntou o Juan Carlos.
“Sim. Acho que pode ser um jeito muito bom de fechar o ciclo, né?” respondi.
“Totalmente hehehe. Bom, nesse caso vou te manter informado como sempre, amigo”.
“Tô ansioso pra você me contar o que rolou” respondi.
Eu tava realmente com o tesão nas alturas depois da nossa conversa no WhatsApp. Sabia que eles iam foder minha mulher antes de eu ir embora. do escritório, eu estava ciente disso. E sabia que depois receberia material que comprovava. Mas além disso, tinha exposto minha esposa, mostrando ao chefe dela nossas perversões com a foto dos negros e da Alba. Ia ser difícil me concentrar no trabalho enquanto esperava aquelas fotos de Juan Carlos com a minha mulher.
…
— Alba, o Juan Carlos está te esperando no escritório dele, ele acabou de me avisar — disse Begoña, a colega que trabalhava como recepcionista na escola. — Não sei o que está rolando ultimamente, mas ele tá te chamando muito pro escritório. Espero que esteja tudo bem.
— Fica tranquila, Bego — respondi. — É só por causa de estudos e fechamento de atas. Papelada, sabe. Um tédio — menti.
É verdade, nas últimas semanas, desde que a gente transou em casa, ele me chamava pro escritório mais do que o normal. É verdade que ele era bem discreto, não abusava das vezes que me mandava ir lá, pra não levantar suspeitas. Mas de me chamar mais ou menos uma vez a cada duas semanas pra agora, no mínimo duas vezes por semana, podia fazer com que gente como a Begoña se perguntasse o que tava rolando. Por sorte, não éramos um casal que fizesse as pessoas suspeitarem que estávamos enrascados. Entre a diferença de idade, ele não ser lá muito atraente e, aos olhos de todo mundo, eu ser feliz casada com meu marido, ninguém podia imaginar que éramos amantes, seria estranho. Ou pelo menos é o que quero pensar pra ter a consciência tranquila e não me estressar achando que alguém podia saber que o Juan Carlos me comia no escritório dele e que eu tava colocando uns chifres lindos e consentidos no meu marido.
Era estranho ele me chamar tão cedo. As aulas ainda não tinham começado e o Juan Carlos sempre me chamava no final do expediente, pra ter o menor número possível de gente na escola e a gente não ser pego. Pode ser que dessa vez ele tivesse me chamado por causa de trabalho mesmo, já que tava terminando o período e precisava fechar as atas pra entrega de notas e tal.
Com esses pensamentos, fui até lá. ao seu escritório. Pode ser que essa tenha sido a vez que fui mais tranquila pro escritório dele nas últimas semanas, já que confiava que o assunto era só trabalho. Bati na porta.
—Pode entrar —ouvi do outro lado da porta.
Abri a porta e enfiei a cabeça pra dentro da sala.
—Tava me procurando? —perguntei.
—Sim, entra —respondeu Juan Carlos.
Ele tava sentado na cadeira, virado pra parede, de costas pra quem entrava.
—Vem cá, Alba —ele mandou.
Me aproximei dele. Contornei a mesa e fiquei do lado dele. A braguilha da calça tava aberta e o pau dele aparecia duro pra fora. Ele tava se masturbando rápido, mas diminuiu a velocidade quando cheguei perto. Sei que ele não é o homem mais gostoso do mundo, nem de longe. Também sei que uma situação dessas, no trabalho, pode não ser confortável. Mas eu já tinha me acostumado com esse tipo de coisa, e meu chefe me chamar e eu encontrá-lo se masturbando fazia meu corpo responder, molhando minha calcinha.
—Já viu, já tô ocupado —ele riu. Agarrou meu pulso e puxou pra perto do pau dele. Eu segurei e comecei um movimento lento de cima pra baixo, masturbando ele com cuidado. —Não seja tímida. Hoje aconteceu uma coisa que me deixou com muita vontade de você —enquanto falava isso, apertou com força uma das minhas nádegas. —Hoje espero me divertir muito com você. As férias tão chegando e quero levar uma boa lembrança sua.
Naquele momento, me toquei. Não era nosso horário normal pra fazer essas coisas. Ia dar umas nove horas, as aulas estavam prestes a começar, e naquela hora todos os funcionários da escola tavam circulando pelos corredores, salas e escritórios. Alguém podia entrar e nos pegar. Soltei instintivamente o pau do Juan Carlos quando percebi isso.
—O que cê tá fazendo? Falei que quero uma boa lembrança sua —e dizendo isso, me agarrou pelo braço e puxou, me colocando de joelhos na frente dele. Segurou minha cabeça pela nuca e aproximou meu rosto do pau dele. —Agora chupa. Porca.
Eu me debatia entre a vergonha e o medo de sermos pegos e o tesão daquela situação. Tinha medo que alguém nos visse, mas ao mesmo tempo, isso me deixava extremamente excitada. Tinha o pau dele a poucos centímetros do meu nariz. Queria agradá-lo, então dei uma chupadinha rápida na glande dele. Tentei me levantar, mas ele me impediu, empurrando meus ombros. Aquela luta, aquela tentativa de escapar e ele me impedindo me fazia ficar ainda mais molhada. Pra ele, aquela submissão também era excitante. Me agarrou pelo cabelo pra segurar minha cabeça e, segurando a base do pau dele, meteu na minha boca, aprofundando o máximo que podia, fazendo lágrimas escorrerem enquanto eu tentava controlar o engasgo. Ele aliviou a pressão e eu consegui respirar fundo. Não forçou de novo, já sabia o que eu tinha que fazer. Então comecei a chupar. Juan Carlos se contorcia na cadeira. Eu chupava o mais rápido que conseguia. Mesmo amando a situação pelo tesão que ela tinha, não queria problemas e que ninguém nos pegasse, então queria que ele gozasse logo. Parecia que ele estava prestes a gozar, então acelerei o ritmo. De repente, ele me agarrou pelo cabelo e puxou, fazendo o pau escapar dos meus lábios.
— Para! Não quero gozar agora. Agora podem nos pegar, tem gente demais. Além disso, as aulas vão começar. Vai dar um jeito no cabelo e na máscara de cílios, que borrou um pouco. Depois da aula, vem e a gente termina o que começou. Esse boquete incompleto vai me deixar o dia todo com um tesão do caralho. Te espero mais tarde. Agora, trabalhar.
Filho da puta! Me deixa ali, chupando o pau dele, me obrigando a fazer isso enquanto eu passo mal pensando que alguma colega pode entrar e nos pegar, e quando eu tô mais excitada e ele tá prestes a gozar, me manda vazar. O safado sabe como brincar comigo.
Me levantei e ajustei o vestido. Tentei ajeitar um pouco o cabelo pra não chamar atenção e fui pra porta para ir embora.
—Espera —disse Juan Carlos. —Agora que te vejo com esse vestidinho, me veio uma ideia. Já que me deixou tão tesudo, pra eu poder lembrar de você até você voltar, por que não me deixa uma lembrancinha? Tira a calcinha.
O vestido que eu usava era um vestidinho fino de alças, bem fresquinho pro calor que já fazia em junho. A saia batia quase nos joelhos. A princípio, não devia dar nada, mas ficar sem calcinha pelo colégio era um risco. Não acho que ao me abaixar fosse aparecer alguma coisa, mas também não confiava. Além disso, podia dar uma rajada de vento que levantasse um pouco o vestido, embora naquela época e com o clima que a gente tinha fosse bem improvável. O que me dava medo mesmo era que o tecido fino do vestido transparentasse e desse pra intuir mais do que eu queria mostrar.
Fiquei olhando fixamente pro Juan Carlos. Quando queria, ele era um baita dum filho da puta. Ele sorria da escrivaninha dele e estendia a mão pedindo a peça que tinha exigido. Resignada (só em parte, porque tenho que admitir que aquela brincadeira me excitava), levantei a saia do meu vestido pra alcançar minha calcinha. Puxei ela e deixei cair até os tornozelos. Me abaixei pra pegar, tirando os pés. Percebi que o lado de dentro estava úmido, prova de que, por mais que eu quisesse negar, tudo aquilo me deixava com tesão. Fiz uma bolinha com a calcinha e joguei pro Juan Carlos. Ele sorria com o troféuzinho dele. Olhou o lado de dentro e viu a mancha de umidade.
—Opa, opa… —disse ele, sorrindo. Depois levou a calcinha até o rosto e inalou fundo. —Adoro sua bucetinha, Alba. Te espero depois da aula.
Saí da sala e corri pra sala dos professores pra pegar minha bolsa. Rezava pra não ter ninguém lá dentro, pra não ter que inventar uma desculpa esfarrapada pro meu rímel borrado e meu cabelo bagunçado. Por sorte, não tinha ninguém, já tinham ido pras aulas deles. Peguei a bolsa e fui pro banheiro. Andando rápido, Dava pra sentir como o vestido se mexia com o movimento e como ele grudava no meu púbis, agora livre da calcinha. Era uma sensação gostosa estar sem roupa íntima, mas eu morreria de vergonha se desse pra perceber alguma coisa. Cheguei no banheiro e me arrumei rapidinho. Puxei o vestido pra todo lado enquanto me olhava no espelho, pra ver se algo podia ser notado. Se eu puxasse ele pra trás, dava pra ver o pequeno volume que os pelos da minha buceta faziam no vestido totalmente colado na pele. Mas se eu não puxasse daquele jeito, a princípio, não devia dar pra notar nada. Um pouco mais confiante, corri pra minha primeira aula.
Na primeira aula que dei, fiquei totalmente inquieta pensando que pudesse aparecer qualquer coisa. Por sorte, o vestido era comprido o bastante e, depois das verificações no banheiro, fiquei um pouco mais tranquila. Mas uma coisa é se olhar sozinha no banheiro na frente do espelho, e outra bem diferente é encarar as pessoas e não saber no que elas podem estar reparando. Por sorte, as crianças não iam reparar nessas coisas, em se eu estava ou não de calcinha. Embora eu ficasse o tempo todo com a ideia de que um dia alguma mãe viesse reclamar porque o filho dela disse que a professora dele anda sem calcinha.
Mas o pior não eram as crianças. Como eu disse, elas não reparam nesses detalhes a menos que seja algo muito evidente. O pior era estar com meus colegas e cruzar com eles. Com as mulheres porque você sabe perfeitamente que elas, por mais amigas que sejam, sempre te inspecionam e te examinam de cima a baixo, avaliando seus looks ou procurando imperfeições pra depois fofocar. E os homens porque, bom, são todos uns tarados e não tem um que, em algum momento, não olhe pros seus peitos, ainda mais se você estiver de decote, ou repare na sua bunda. Por sorte, rapazes, além do Juan Carlos, só tem o José, o professor de Educação Física, mas ele, por ficar na academia, não cruzava com ninguém. Então, toda vez que eu estava com alguma colega, tentava me cobrir com um caderno ou com os livros para evitar que desse pra notar nada, ou se eu tava sentada, tentava colocar alguma coisa no meu colo com o mesmo objetivo.
As aulas foram passando e, conforme o fim do expediente se aproximava, eu sentia meu nervosismo aumentar. Nervosismo misturado com uma certa excitação, sabendo o que me esperava agora. O alarme que anunciava o fim do dia tocou. As crianças se arrumaram e saíram correndo da sala. Fiquei sozinha na classe. Sentia meu coração começar a bater mais forte e mais rápido. Enfiei uma mão por baixo da saia do meu vestido e, com um dedo, senti que minha buceta já tinha ficado molhada. Sorri sozinha. Eu tinha me tornado, nesse tempo todo, uma verdadeira promíscua. Apesar do risco, adorava ser fodida e usada pelo meu chefe. Fiquei sentada na sala por mais uns dois minutos, esperando meus colegas irem embora pra casa. Depois desse tempo prudente, fui até o escritório do Juan Carlos, pronta pra recuperar minha calcinha.
Bati na porta e entrei. Juan Carlos estava sentado na cadeira dele, me esperando. Mesmo a mesa escondendo, dava pra ver pelo movimento do braço que ele tava se masturbando. Com a outra mão, ele segurava o celular, olhando fixamente pra tela.
— Vem cá, gostosa, não preciso te dizer o que fazer, né?
Não precisava. Eu sabia muito bem. Já tínhamos feito isso outras vezes. Me aproximei dele e contornei a mesa. Ele girou a cadeira, deixando ela de frente pra parede pra eu ter espaço pra me posicionar. Me surpreendeu que, em vez de ver ele só com o pau pra fora da calça — o que seria o lógico, caso alguém entrasse pela porta e ele precisasse esconder rápido —, dessa vez ele tinha tanto a calça quanto a cueca caídas nos tornozelos. Era bem mais arriscado assim, mas acho que a liberdade maior do pau e das bolas deixava a punheta mais gostosa.
Ele parou de bater uma punheta e apontou o pau pra minha cara. Eu me ajoelhei no chão, mas ele me mandou levantar e ficar de cócoras. Pra fazer isso com conforto, tive que arregaçar a saia do vestido. Vi um sorriso torto no rosto dele e entendi o que ele queria. Levantei a saia bem mais, até quase chegar no umbigo. Assim, sem calcinha, o Juan Carlos tinha uma visão foda da minha buceta enquanto eu chupava ele. Peguei o pau dele com uma mão e levei à boca. Com a outra mão livre, eu acariciava e brincava com os pelinhos da minha buceta, pra satisfação do meu chefe. Conforme a mamada foi ficando mais intensa, passei de acariciar o pelo a esfregar a buceta e me masturbar. Tava muito puta. Sempre ficava assim nessas situações. A ideia de uma colega entrar no escritório e me pegar com o pau do meu chefe na boca, eu, uma mulher casada e, aos olhos de todos os meus colegas, fiel, me deixava extremamente tesuda.
— Porra! Tô desde cedo com um tesão insuportável. Continua assim… — exclamou o Juan Carlos.
E parecia ser verdade. Já que rapidamente ele me agarrou pela cabeça pra aumentar a velocidade e profundidade da minha mamada. Dava pra ver que ele tava com vontade, e isso me excitava ainda mais. Tava realmente molhada. Tanto que quase não sentia os dedos quando enfiava na buceta de tão lubrificada que tava. Quis diminuir um pouco o ritmo, parando de chupar o pau pra focar nas bolas dele, que estavam apoiadas na cadeira. Ele se reajustou na cadeira, chegando mais perto da borda, de um jeito que as bolas gordas dele pendessem e eu pudesse enfiá-las na boca com mais facilidade. Enquanto isso, não parava de bater uma pra ele.
— Porra! Você é uma puta mesmo. Me deixou com muito tesão desde que seu maridinho me mostrou o que vocês fazem no tempo livre — disse ele.
Não sabia do que ele tava falando. Mas meu chefe me chamar de puta me esquentava, então não me preocupei muito em interpretar as palavras dele e continuei. Focando em brincar com as bolas dele na minha boca. Enquanto ele, de costas, procurava o celular dele na mesa e, assim que pegou, começou a mexer em alguma coisa.
— Olha só que puta gostosa! Não basta te foder com um preto de pauzão, ainda tem que foder uma tribo inteira…
E dizendo isso, me mostrou a foto que o Juan tinha tirado naquela tarde com os primos do Tafari. Arregalei os olhos. Não esperava que o Juan tivesse mandado aquela foto pro meu chefe. Juan Carlos percebeu minha surpresa.
— O que você achou, que eu não sabia das orgias que você apronta? Pois é, seu maridinho me manda essas coisas pra eu bater uma pensando na vadia e puta que você é. Vem.
E me puxando pelo braço, me colocou de pé. Naquele momento, eu tava numa mistura de perplexidade, já que não esperava que o Juan tivesse mandado aquela foto e, portanto, que meu chefe soubesse que outros tipos de coisa eu faço, mas ao mesmo tempo tava extremamente excitada. Excitada pela humilhação de Juan Carlos saber tanto da minha vida privada, mas também por todas aquelas coisas que ele me dizia, tipo “puta” ou “gostosa”, que na boca dele e sendo quem ele é, me excitavam tanto. Porque naquele momento eu me sentia assim, uma verdadeira puta.
De pé, ele puxou minhas alças e baixou o vestido até a barriga, que junto com a falta que já tinha subido até ali, fazia todo o meu vestido virar um aro amassado de pano em volta do meu umbigo. Sem delicadeza nenhuma, tirou o sutiã e meus peitos pularam ao se sentir livres. Juan Carlos não hesitou em enfiar um deles na boca, e sem parar de chupar, foi me guiando até a mesa e me sentou nela. Ele remexeu numa das gavetas da mesa e tirou uma camisinha, que desembrulhou e colocou no pau dele. Eu já tinha me acomodado na mesa, deitada, e enquanto esperava, me masturbava até ele ficar pronto. Ele agarrou minhas pernas pelas coxas e colocou nos ombros dele. Com um movimento de quadril, cravou o pau dele na minha buceta, que de tão molhada que tava… Ela me recebeu até que o púbis dela colidiu com o meu.
Começou a me foder com investidas curtas, mas fortes, e depois de algumas, pegou o celular e começou a mexer nele. Não era a primeira vez que fazia isso comigo. Já estava acostumada. Sempre mandava alguma foto pro meu marido no meio da sessão ou escrevia uma mensagem. Assim, mantinha meu marido informado sobre o que eu estava fazendo naquele momento. Dessa vez não seria exceção. Parou de digitar e enviou a mensagem. Me olhou fixamente nos olhos e sorriu. Deixando o celular na mesa, começou a me foder agora com força e velocidade.
Os suspiros e gemidos escapavam completamente sem controle da minha boca. A evidência da proximidade de um orgasmo me fazia me contorcer em cima da mesa. Não era o melhor lugar, nem o melhor amante, nem sequer o melhor sexo; mas toda aquela situação era das mais excitantes e picantes, e eu estava prestes a gozar. Sentia que já ia gozar com as pirocadas do meu chefe quando ouvi um barulho, uma porta.
— Juan Carlos, li sua mensagem, o que você queri…? — não conseguiu terminar a frase.
A excitação do momento tinha feito com que eu esquecesse onde estava e o risco que estávamos correndo. Eu estava com tesão e isso me fez ser imprudente. Estava completamente nua, em cima da mesa do meu chefe enquanto ele me fodía, e alguém tinha entrado. Passei de estar prestes a gozar para um estado de nervosismo onde tentei inutilmente me cobrir com as mãos e braços. Me contorci e tentei me levantar para fugir, mas Juan Carlos me segurava firme pelas pernas, me impedindo.
— Entra, José. Te chamei pra isso — disse sorrindo.
José, meu colega, o professor de Educação Física, estava na porta, de olhos arregalados e boca aberta, sem conseguir articular palavra. Estava tão nervoso quanto eu, sem saber o que fazer ou para onde ir.
— Vem, entra e fecha a porta, pra ninguém nos ver, embora eu ache que já somos os últimos por aqui. — Aqui —comentou Juan Carlos com toda a naturalidade do mundo.
José, que ainda não tinha se recuperado da surpresa do que acabara de ver, terminou de entrar no escritório e fechou a porta. Ele nos olhava sem entender nada. De repente, se deparou com o chefe dele fodendo outra professora.
— Mas o quê…? — tentou perguntar.
— Não gostou do que viu? A Alba é minha putinha e tava louca pra te comer, e eu pensei: por que não dar o gosto pra ela?
Eu ainda não conseguia me mexer da mesa. Embora Juan Carlos já tivesse me soltado da pressão dele e tirado o pau de dentro de mim, a única coisa que consegui fazer foi me levantar na mesa e sentar nela, de costas pro José, morrendo de vergonha. No fundo, o que Juan Carlos acabara de dizer tinha um pouco de verdade. O José era o único professor homem da escola. Tinha mais ou menos a minha idade, acho que entre 35 e 38 anos, nunca cheguei a perguntar. Era um cara muito gostoso e tinha uma barbinha muito bonitinha. Vivia fazendo exercício e esportes, então, sem exagero, tinha um corpo musculoso e definido. Obviamente, era o assunto na sala dos professores. Todas as professoras elogiávamos como ele era gostoso e como alegrava a vista, pena que passava o dia todo na academia e a gente não conseguia esbarrar nele nos corredores. Claro que já tinha fantasiado em comer ele, mas nunca imaginei que ele pudesse me ver assim.
— Cê não gosta da Alba? — perguntou Juan Carlos.
— Sim, claro. Quer dizer… — ele tava realmente nervoso. Normal, por outro lado.
— Nem precisa falar. Dá pra ver — disse dando uma gargalhada e apontando pra virilha dele.
Como ele sempre usava moletom, a calça de algodão cinza que ele vestia tinha traído ele e deixava ver o volume que tinha crescido dentro dela. Não consegui evitar e virei a cabeça pra conferir. Ele me viu e percebi que ficou vermelho e tentou se esconder colocando os braços na frente do corpo e as mãos sobre a virilha.
Juan Carlos se aproximou dele, nu da cintura pra baixo, com o pau ainda duro. Segurando ele pelos ombros, puxou-o em direção à mesa onde eu estava.
— Vamos, não sejam tímidos. Vocês dois estão morrendo de vontade.
José ficou parado, sem saber o que fazer. Eu já tinha perdido um pouco daquela vergonha que me dominava minutos antes e, quase sem perceber o que fazia, me vi com uma mão apoiada naquele volume na calça de José. Juan Carlos sorria, satisfeito. O plano dele tinha funcionado. Enquanto me comia, tinha mandado uma mensagem para José pedindo que viesse ao escritório e nos pegasse, e eu, confiante, achava que ele estava escrevendo pro meu marido. Desatei o nó que segurava a calça dele. Enfiei a mão dentro e puxei a culpada por aquele volume que tinha se formado. Durante todo esse tempo, meu colega de Educação Física não tinha se mexido. Aquele pau com o qual tantas professoras já tinham fantasiado brotou na minha frente. Era um pau muito bom. Nada exagerado em tamanho, mas francamente bonito. Comprido, grosso e, principalmente, com uma cabeça grande que com certeza faria a alegria de qualquer uma. Sorri ao vê-lo. Já tinha esquecido a vergonha e o pudor. Massageei ele umas duas vezes e olhei nos olhos dele, sorrindo. Ele retribuiu o sorriso. Era a primeira reação que ele tinha desde que entrou pela porta. Me abaixei, praticamente me deitando na mesa, e enfiei ele na minha boca. Ouvi um suspiro saindo da boca de José. Acho que ele não imaginava que ia terminar o expediente assim. Por sua vez, por trás, aproveitando que eu estava quase completamente deitada na mesa, Juan Carlos separou minhas nádegas e deu uma longa lambida na minha buceta, subindo até lamber meu cu.
José foi, aos poucos, se sentindo mais à vontade naquela situação. Acho que ter o pau dele na minha boca, brincando com a minha língua, ajudava. Ele puxou a calça pra baixo e começou a brincar com meu cabelo e segurar minha cabeça. Eu, por minha vez, tentava enfiar tudo. o que aquela pica podia na minha boca até meu nariz roçar os pelos da virilha dele. Juan Carlos, por sua vez, parou de me lamber pra começar a me foder. Ele devia estar muito tarado pelo jeito que me penetrava, já que fazia com bastante rapidez, tanto que às vezes perdia a coordenação dos movimentos de tanto tentar ir rápido. Ele tinha se deitado sobre mim, com a barriga apoiada na curva que se formava entre minhas costas e minha bunda. O rosto dele estava do lado do meu, vendo como eu chupava a pica do meu parceiro, enquanto ele grunhia e bufava no meu ouvido.
— Vou gozar… — grunhiu Juan Carlos.
Não é que ele tivesse aguentado muito, mas acho que o tesão que ele tava desde de manhã fazia ele ficar tão excitado que umas poucas enfiadas já bastavam pra gozar.
Ele tirou rápido a pica da minha buceta e puxou a camisinha. Começou a bater uma, mas umas duas sacudidas foram suficientes pra o primeiro jato de porra sair da pica dele, espirrando numa das minhas nádegas e nas minhas costas. Outro jato brotou do pau dele, mas dessa vez caiu na escrivaninha. José olhava impressionado com o que tava rolando. Achava totalmente foda que eu tava fodendo com uma colega e o chefe naquele momento. Depois que os pequenos espasmos que acompanharam a gozada do meu chefe pararam, ele se aproximou de mim e, com a ponta da pica, espalhou a porra que tinha na minha nádega por toda a superfície do meu cu enquanto o pau dele murchava.
Depois me fez levantar e, me segurando pelo cabelo, aproximou meu rosto da escrivaninha.
— Limpa — disse, se referindo às gotas de porra que tinham caído na mesa.
Olhei pro José e sorri. Estiquei a língua e comecei a catar os gotões de cum que tinham caído na mesa. José me olhava surpreso, acho que porque não sabia o quão puta eu podia ser. Limpei a mesa e brinquei com a porra na minha língua enquanto meus dois homens me olhavam e, pra terminar meu show, engoli o que tinha na boca. Ambos sorriram.
- Porra! Que vontade de te foder hoje eu tava – disse Juan Carlos. – Hoje você vai ter sorte, José, essa putinha hoje não foi fodida no cu. Te deixo as honras.
José ficou surpreso. Não acreditava que aquilo estivesse realmente acontecendo. Juan Carlos me mandou deitar de barriga pra cima na mesa do escritório. Ele, por trás, segurava meus tornozelos, deixando minha buceta e meu cu completamente expostos pro meu colega. José pegou o pau dele, molhado com minha saliva, e apoiou a glande no meu cu. Empurrou um pouquinho e meu cu engoliu por completo a cabeça da vara dele. José sorriu com a facilidade do meu cu pra ser fodido. Tirou a pica e, antes de meter de novo, enfiou na minha buceta, uma estocada rápida, mas suficiente pra encher de meus fluidos e servir de lubrificante pra apoiar de novo no meu cu e enterrar um pouco mais fundo que da primeira vez. Repetiu o processo várias vezes, se deliciando nisso, e cada vez ia penetrando mais fundo em mim. Quando já tinha enfiado a pica toda no meu cu e as bolas dele descansavam na minha bunda, ele se aproximou pra me dar um beijo leve nos lábios e começou a foder meu cu sem piedade. Imagino que não quis me beijar mais pra não pegar sem querer algum resto de porra do Juan Carlos que eu tinha tido na boca momentos antes.
Ele fodava com força, por causa da excitação que tava e porque queria terminar logo aquilo pra não sermos pegos. De novo, a excitação nos fez ser imprudentes e eu nem lembrava onde tava e o que podia acontecer, nem me segurei pra gemer o mínimo que fosse. Tava muito puta e, já que tinha a oportunidade de foder o gostosão da escola, não ia desperdiçar aquela chance. Enquanto ele continuava fodendo meu cu, eu tentava tirar a camiseta dele. Queria ver aquele corpo que fazia a maioria das minhas colegas suspirar. José, sem parar de me penetrar, tirou a camiseta. O corpo dele era de matar. Não Excessivamente musculoso, mas com uns peitorais e uns abdominais bem definidos. Os abdominais dele eram o que mais me deixava louca. Bem definidos, dava pra sentir como se contraíam a cada estocada, ainda mais marcados pelo suor que já brilhava na pele de todo mundo por causa do esforço da foda e do calor que em junho já começava a apertar. Eu passava a mão na barriga dele, sentindo a tableta de chocolate bem definida, enquanto ele me fazia gozar com o pau dele dentro do meu cu. Não dava pra evitar, e com a outra mão que me sobrava, eu alternava entre enfiar os dedos na minha buceta e esfregar com força o meu clitóris. Juan Carlos já tinha soltado minhas pernas fazia um tempo, não ia tentar fugir, ainda mais quando eu tava adorando tudo aquilo, e sentou na cadeira dele contemplando o espetáculo.
José acelerava o ritmo. Todos os músculos dele se tensionavam a cada estocada. Eu sentia que ele ia gozar, e eu também, então agarrei as nádegas dele e puxei ele mais pra perto, pra ele enfiar bem fundo.
— Meu Deus! — exclamou José, jogando a cabeça pra trás e depois se deitando sobre mim, apoiando a testa no meu ombro.
Ele tinha gozado dentro do meu cu. Ficamos naquela posição por uns minutos. Os dois encharcados de suor. Ele deitado sobre mim e eu ainda puxando as nádegas dele pra perto, pra manter ele bem dentro. Quando recuperamos um pouco o fôlego, ele tirou o pau do meu cu. Tava meio murcho. Instintivamente, eu me ajoelhei no chão. Peguei o pau dele e meti na boca. Caprichei pra deixar bem limpinho. A sensibilidade que ele tinha na cabeça depois de gozar fazia José dar espasmos cada vez que eu passava a língua na cabeça do pau dele. Aos poucos, o pau dele foi murchando dentro da minha boca. Enquanto isso, do meu cu começaram a escorrer fios grossos de porra que caíam no chão. Quando me levantei, a porra escorreu pelo lado de dentro das minhas coxas. Procurei alguma coisa pra me limpar, mas Juan Carlos me segurou.
— Não. Você vai pra casa assim. Assim. Seu maridinho vai ter uma provinha pra comprovar o quanto você foi puta essa tarde. E a calcinha vou dar pro José, já que ele estreou com você hoje.
Ele se aproximou do José, que já estava se vestindo, e deu minha calcinha pra ele.
— Pra você ter uma lembrança — disse.
José, sorrindo, guardou no bolso da calça. Eu ajeitei o vestido que, durante toda aquela trepada, tinha ficado amassado em volta da minha cintura. Coloquei e vi como estava todo fodido e cheio de rugas. Comecei a sentir vergonha pensando no que as pessoas iam achar ao me ver naquele estado. Além disso, sentia a umidade nas minhas coxas e meu sutiã também tinha sumido. Quando me viu procurando, Juan Carlos soltou uma gargalhada.
— Se tá procurando o sutiã, tô com ele aqui. Vou ficar com ele. Assim, com a calcinha que peguei outro dia, já tenho o conjunto completo.
Resignada, tive que ir embora assim depois de nos despedirmos; com o vestido amassado, sem calcinha, as coxas molhadas da gozada do José e os peitos balançando ao andar por não ter sutiã.
…
Eram quase cinco horas quando meu celular vibrou. Tava terminando um relatório, mas a curiosidade me fez largar tudo pra ver a mensagem que tinha acabado de chegar. Era do Juan Carlos. O texto vinha com duas imagens. Na primeira, dava pra ver minha mulher em cima de uma mesa, agarrando a bunda de um cara jovem enquanto ele, pelado, metia nela. A segunda era uma da Alba de cócoras no chão com a pica do moleque na boca.
“Você tem uma puta de verdade em casa. Assim que viu o guri, não hesitou em procurar a pica dele. Tô te mandando ela bem fudida e com uma peça de roupa a menos… hehe. Aliás, se quiser meter a mão nela quando ver, te aconselho a dar uma lavada primeiro. Tá meio suja a vagabunda ;P”
Foi assim que passei boa parte da semana, fodendo a Alba e lembrando daquela tarde. A Alba também ficava muito excitada toda vez que lembrava. Acho que se ver rodeada de tantos homens, tantos paus e se sentir desejada era o que fazia ela ficar molhada só de pensar no que aconteceu. O sexo que a gente tinha quando isso rolava, quando lembrávamos daquela orgia de negões, era violento e selvagem. Nós dois ficávamos muito excitados e não perdíamos tempo com carinhos e beijos doces, só queríamos gozar com força e, se possível, recuperar o fôlego pra um segundo round igualmente duro e forte.
Já estávamos em junho e as aulas iam acabar logo. A Alba tava terminando as aulas e eu tinha umas duas semanas de férias, então íamos aproveitar pra sair da cidade. Ainda faltava uma semana pro fim das aulas e acho que a gente tinha que agradecer ao Juan Carlos pelo jeito que ele tinha se comportado com ela nas últimas semanas. Ele agiu como um bom amante, sempre me pedindo permissão pra usar a Alba, diferente do Pablo. Da minha parte, nunca houve problema em ele usar a Alba na escola. Me deixava muito excitante que me mandasse algum tipo de vídeo ou foto me mostrando o que fazia com ela ou que depois me contasse o que tinha rolado. Do mesmo jeito, me excitava pra caralho quando chegava em casa e a Alba me contava como o chefe dela tinha humilhado ela no trabalho.
O Juan Carlos já tava me propondo uma coisa. Sempre o que a gente conversava no WhatsApp era muito safado e a gente sempre combinava que em algum momento teria que botar em prática. E acho que meu jeito de compensar ele por como ele tinha se comportado com a Alba e comigo era dar permissão pra ele fazer aquilo que ele queria.
Era quarta-feira, de manhã cedo, e eu tava no escritório. Peguei meu celular pra escrever pro Juan Carlos, mas antes disso passei pela galeria de fotos. Procurei a foto pós-orgia da minha mulher com os primos do Tafari. Imediatamente meu pau inchou dentro da calça. Tive que apertar ele umas duas vezes pra tentar aliviar a pressão. Como aquela foto me deixava louco! Sorri. Podia transformar ela num presentinho. Procurei entre as opções da imagem e mandei pelo WhatsApp. Agora era só esperar.
“Já de manhã cedo nessa pegada? Não me fode! Sério?” respondeu depois de uns minutos o Juan Carlos. Uma nova mensagem apareceu no meu celular “Vocês fizeram uma orgia com cinco negões? Vocês são foda hahaha”.
“Gostou?” perguntei.
“O que você acha? Tô com o pau que vai explodir dentro da calça. Vou ter que chamar sua mulher aqui no meu escritório por Promíscua hahaha”.
“Hahaha. Claro! Toda sua. Aliás, aquilo que a gente conversou, se quiser pode fazer. Confio em você”.
“Você quer mesmo?” perguntou o Juan Carlos.
“Sim. Acho que pode ser um jeito muito bom de fechar o ciclo, né?” respondi.
“Totalmente hehehe. Bom, nesse caso vou te manter informado como sempre, amigo”.
“Tô ansioso pra você me contar o que rolou” respondi.
Eu tava realmente com o tesão nas alturas depois da nossa conversa no WhatsApp. Sabia que eles iam foder minha mulher antes de eu ir embora. do escritório, eu estava ciente disso. E sabia que depois receberia material que comprovava. Mas além disso, tinha exposto minha esposa, mostrando ao chefe dela nossas perversões com a foto dos negros e da Alba. Ia ser difícil me concentrar no trabalho enquanto esperava aquelas fotos de Juan Carlos com a minha mulher.
…
— Alba, o Juan Carlos está te esperando no escritório dele, ele acabou de me avisar — disse Begoña, a colega que trabalhava como recepcionista na escola. — Não sei o que está rolando ultimamente, mas ele tá te chamando muito pro escritório. Espero que esteja tudo bem.
— Fica tranquila, Bego — respondi. — É só por causa de estudos e fechamento de atas. Papelada, sabe. Um tédio — menti.
É verdade, nas últimas semanas, desde que a gente transou em casa, ele me chamava pro escritório mais do que o normal. É verdade que ele era bem discreto, não abusava das vezes que me mandava ir lá, pra não levantar suspeitas. Mas de me chamar mais ou menos uma vez a cada duas semanas pra agora, no mínimo duas vezes por semana, podia fazer com que gente como a Begoña se perguntasse o que tava rolando. Por sorte, não éramos um casal que fizesse as pessoas suspeitarem que estávamos enrascados. Entre a diferença de idade, ele não ser lá muito atraente e, aos olhos de todo mundo, eu ser feliz casada com meu marido, ninguém podia imaginar que éramos amantes, seria estranho. Ou pelo menos é o que quero pensar pra ter a consciência tranquila e não me estressar achando que alguém podia saber que o Juan Carlos me comia no escritório dele e que eu tava colocando uns chifres lindos e consentidos no meu marido.
Era estranho ele me chamar tão cedo. As aulas ainda não tinham começado e o Juan Carlos sempre me chamava no final do expediente, pra ter o menor número possível de gente na escola e a gente não ser pego. Pode ser que dessa vez ele tivesse me chamado por causa de trabalho mesmo, já que tava terminando o período e precisava fechar as atas pra entrega de notas e tal.
Com esses pensamentos, fui até lá. ao seu escritório. Pode ser que essa tenha sido a vez que fui mais tranquila pro escritório dele nas últimas semanas, já que confiava que o assunto era só trabalho. Bati na porta.
—Pode entrar —ouvi do outro lado da porta.
Abri a porta e enfiei a cabeça pra dentro da sala.
—Tava me procurando? —perguntei.
—Sim, entra —respondeu Juan Carlos.
Ele tava sentado na cadeira, virado pra parede, de costas pra quem entrava.
—Vem cá, Alba —ele mandou.
Me aproximei dele. Contornei a mesa e fiquei do lado dele. A braguilha da calça tava aberta e o pau dele aparecia duro pra fora. Ele tava se masturbando rápido, mas diminuiu a velocidade quando cheguei perto. Sei que ele não é o homem mais gostoso do mundo, nem de longe. Também sei que uma situação dessas, no trabalho, pode não ser confortável. Mas eu já tinha me acostumado com esse tipo de coisa, e meu chefe me chamar e eu encontrá-lo se masturbando fazia meu corpo responder, molhando minha calcinha.
—Já viu, já tô ocupado —ele riu. Agarrou meu pulso e puxou pra perto do pau dele. Eu segurei e comecei um movimento lento de cima pra baixo, masturbando ele com cuidado. —Não seja tímida. Hoje aconteceu uma coisa que me deixou com muita vontade de você —enquanto falava isso, apertou com força uma das minhas nádegas. —Hoje espero me divertir muito com você. As férias tão chegando e quero levar uma boa lembrança sua.
Naquele momento, me toquei. Não era nosso horário normal pra fazer essas coisas. Ia dar umas nove horas, as aulas estavam prestes a começar, e naquela hora todos os funcionários da escola tavam circulando pelos corredores, salas e escritórios. Alguém podia entrar e nos pegar. Soltei instintivamente o pau do Juan Carlos quando percebi isso.
—O que cê tá fazendo? Falei que quero uma boa lembrança sua —e dizendo isso, me agarrou pelo braço e puxou, me colocando de joelhos na frente dele. Segurou minha cabeça pela nuca e aproximou meu rosto do pau dele. —Agora chupa. Porca.
Eu me debatia entre a vergonha e o medo de sermos pegos e o tesão daquela situação. Tinha medo que alguém nos visse, mas ao mesmo tempo, isso me deixava extremamente excitada. Tinha o pau dele a poucos centímetros do meu nariz. Queria agradá-lo, então dei uma chupadinha rápida na glande dele. Tentei me levantar, mas ele me impediu, empurrando meus ombros. Aquela luta, aquela tentativa de escapar e ele me impedindo me fazia ficar ainda mais molhada. Pra ele, aquela submissão também era excitante. Me agarrou pelo cabelo pra segurar minha cabeça e, segurando a base do pau dele, meteu na minha boca, aprofundando o máximo que podia, fazendo lágrimas escorrerem enquanto eu tentava controlar o engasgo. Ele aliviou a pressão e eu consegui respirar fundo. Não forçou de novo, já sabia o que eu tinha que fazer. Então comecei a chupar. Juan Carlos se contorcia na cadeira. Eu chupava o mais rápido que conseguia. Mesmo amando a situação pelo tesão que ela tinha, não queria problemas e que ninguém nos pegasse, então queria que ele gozasse logo. Parecia que ele estava prestes a gozar, então acelerei o ritmo. De repente, ele me agarrou pelo cabelo e puxou, fazendo o pau escapar dos meus lábios.
— Para! Não quero gozar agora. Agora podem nos pegar, tem gente demais. Além disso, as aulas vão começar. Vai dar um jeito no cabelo e na máscara de cílios, que borrou um pouco. Depois da aula, vem e a gente termina o que começou. Esse boquete incompleto vai me deixar o dia todo com um tesão do caralho. Te espero mais tarde. Agora, trabalhar.
Filho da puta! Me deixa ali, chupando o pau dele, me obrigando a fazer isso enquanto eu passo mal pensando que alguma colega pode entrar e nos pegar, e quando eu tô mais excitada e ele tá prestes a gozar, me manda vazar. O safado sabe como brincar comigo.
Me levantei e ajustei o vestido. Tentei ajeitar um pouco o cabelo pra não chamar atenção e fui pra porta para ir embora.
—Espera —disse Juan Carlos. —Agora que te vejo com esse vestidinho, me veio uma ideia. Já que me deixou tão tesudo, pra eu poder lembrar de você até você voltar, por que não me deixa uma lembrancinha? Tira a calcinha.
O vestido que eu usava era um vestidinho fino de alças, bem fresquinho pro calor que já fazia em junho. A saia batia quase nos joelhos. A princípio, não devia dar nada, mas ficar sem calcinha pelo colégio era um risco. Não acho que ao me abaixar fosse aparecer alguma coisa, mas também não confiava. Além disso, podia dar uma rajada de vento que levantasse um pouco o vestido, embora naquela época e com o clima que a gente tinha fosse bem improvável. O que me dava medo mesmo era que o tecido fino do vestido transparentasse e desse pra intuir mais do que eu queria mostrar.
Fiquei olhando fixamente pro Juan Carlos. Quando queria, ele era um baita dum filho da puta. Ele sorria da escrivaninha dele e estendia a mão pedindo a peça que tinha exigido. Resignada (só em parte, porque tenho que admitir que aquela brincadeira me excitava), levantei a saia do meu vestido pra alcançar minha calcinha. Puxei ela e deixei cair até os tornozelos. Me abaixei pra pegar, tirando os pés. Percebi que o lado de dentro estava úmido, prova de que, por mais que eu quisesse negar, tudo aquilo me deixava com tesão. Fiz uma bolinha com a calcinha e joguei pro Juan Carlos. Ele sorria com o troféuzinho dele. Olhou o lado de dentro e viu a mancha de umidade.
—Opa, opa… —disse ele, sorrindo. Depois levou a calcinha até o rosto e inalou fundo. —Adoro sua bucetinha, Alba. Te espero depois da aula.
Saí da sala e corri pra sala dos professores pra pegar minha bolsa. Rezava pra não ter ninguém lá dentro, pra não ter que inventar uma desculpa esfarrapada pro meu rímel borrado e meu cabelo bagunçado. Por sorte, não tinha ninguém, já tinham ido pras aulas deles. Peguei a bolsa e fui pro banheiro. Andando rápido, Dava pra sentir como o vestido se mexia com o movimento e como ele grudava no meu púbis, agora livre da calcinha. Era uma sensação gostosa estar sem roupa íntima, mas eu morreria de vergonha se desse pra perceber alguma coisa. Cheguei no banheiro e me arrumei rapidinho. Puxei o vestido pra todo lado enquanto me olhava no espelho, pra ver se algo podia ser notado. Se eu puxasse ele pra trás, dava pra ver o pequeno volume que os pelos da minha buceta faziam no vestido totalmente colado na pele. Mas se eu não puxasse daquele jeito, a princípio, não devia dar pra notar nada. Um pouco mais confiante, corri pra minha primeira aula.
Na primeira aula que dei, fiquei totalmente inquieta pensando que pudesse aparecer qualquer coisa. Por sorte, o vestido era comprido o bastante e, depois das verificações no banheiro, fiquei um pouco mais tranquila. Mas uma coisa é se olhar sozinha no banheiro na frente do espelho, e outra bem diferente é encarar as pessoas e não saber no que elas podem estar reparando. Por sorte, as crianças não iam reparar nessas coisas, em se eu estava ou não de calcinha. Embora eu ficasse o tempo todo com a ideia de que um dia alguma mãe viesse reclamar porque o filho dela disse que a professora dele anda sem calcinha.
Mas o pior não eram as crianças. Como eu disse, elas não reparam nesses detalhes a menos que seja algo muito evidente. O pior era estar com meus colegas e cruzar com eles. Com as mulheres porque você sabe perfeitamente que elas, por mais amigas que sejam, sempre te inspecionam e te examinam de cima a baixo, avaliando seus looks ou procurando imperfeições pra depois fofocar. E os homens porque, bom, são todos uns tarados e não tem um que, em algum momento, não olhe pros seus peitos, ainda mais se você estiver de decote, ou repare na sua bunda. Por sorte, rapazes, além do Juan Carlos, só tem o José, o professor de Educação Física, mas ele, por ficar na academia, não cruzava com ninguém. Então, toda vez que eu estava com alguma colega, tentava me cobrir com um caderno ou com os livros para evitar que desse pra notar nada, ou se eu tava sentada, tentava colocar alguma coisa no meu colo com o mesmo objetivo.
As aulas foram passando e, conforme o fim do expediente se aproximava, eu sentia meu nervosismo aumentar. Nervosismo misturado com uma certa excitação, sabendo o que me esperava agora. O alarme que anunciava o fim do dia tocou. As crianças se arrumaram e saíram correndo da sala. Fiquei sozinha na classe. Sentia meu coração começar a bater mais forte e mais rápido. Enfiei uma mão por baixo da saia do meu vestido e, com um dedo, senti que minha buceta já tinha ficado molhada. Sorri sozinha. Eu tinha me tornado, nesse tempo todo, uma verdadeira promíscua. Apesar do risco, adorava ser fodida e usada pelo meu chefe. Fiquei sentada na sala por mais uns dois minutos, esperando meus colegas irem embora pra casa. Depois desse tempo prudente, fui até o escritório do Juan Carlos, pronta pra recuperar minha calcinha.
Bati na porta e entrei. Juan Carlos estava sentado na cadeira dele, me esperando. Mesmo a mesa escondendo, dava pra ver pelo movimento do braço que ele tava se masturbando. Com a outra mão, ele segurava o celular, olhando fixamente pra tela.
— Vem cá, gostosa, não preciso te dizer o que fazer, né?
Não precisava. Eu sabia muito bem. Já tínhamos feito isso outras vezes. Me aproximei dele e contornei a mesa. Ele girou a cadeira, deixando ela de frente pra parede pra eu ter espaço pra me posicionar. Me surpreendeu que, em vez de ver ele só com o pau pra fora da calça — o que seria o lógico, caso alguém entrasse pela porta e ele precisasse esconder rápido —, dessa vez ele tinha tanto a calça quanto a cueca caídas nos tornozelos. Era bem mais arriscado assim, mas acho que a liberdade maior do pau e das bolas deixava a punheta mais gostosa.
Ele parou de bater uma punheta e apontou o pau pra minha cara. Eu me ajoelhei no chão, mas ele me mandou levantar e ficar de cócoras. Pra fazer isso com conforto, tive que arregaçar a saia do vestido. Vi um sorriso torto no rosto dele e entendi o que ele queria. Levantei a saia bem mais, até quase chegar no umbigo. Assim, sem calcinha, o Juan Carlos tinha uma visão foda da minha buceta enquanto eu chupava ele. Peguei o pau dele com uma mão e levei à boca. Com a outra mão livre, eu acariciava e brincava com os pelinhos da minha buceta, pra satisfação do meu chefe. Conforme a mamada foi ficando mais intensa, passei de acariciar o pelo a esfregar a buceta e me masturbar. Tava muito puta. Sempre ficava assim nessas situações. A ideia de uma colega entrar no escritório e me pegar com o pau do meu chefe na boca, eu, uma mulher casada e, aos olhos de todos os meus colegas, fiel, me deixava extremamente tesuda.
— Porra! Tô desde cedo com um tesão insuportável. Continua assim… — exclamou o Juan Carlos.
E parecia ser verdade. Já que rapidamente ele me agarrou pela cabeça pra aumentar a velocidade e profundidade da minha mamada. Dava pra ver que ele tava com vontade, e isso me excitava ainda mais. Tava realmente molhada. Tanto que quase não sentia os dedos quando enfiava na buceta de tão lubrificada que tava. Quis diminuir um pouco o ritmo, parando de chupar o pau pra focar nas bolas dele, que estavam apoiadas na cadeira. Ele se reajustou na cadeira, chegando mais perto da borda, de um jeito que as bolas gordas dele pendessem e eu pudesse enfiá-las na boca com mais facilidade. Enquanto isso, não parava de bater uma pra ele.
— Porra! Você é uma puta mesmo. Me deixou com muito tesão desde que seu maridinho me mostrou o que vocês fazem no tempo livre — disse ele.
Não sabia do que ele tava falando. Mas meu chefe me chamar de puta me esquentava, então não me preocupei muito em interpretar as palavras dele e continuei. Focando em brincar com as bolas dele na minha boca. Enquanto ele, de costas, procurava o celular dele na mesa e, assim que pegou, começou a mexer em alguma coisa.
— Olha só que puta gostosa! Não basta te foder com um preto de pauzão, ainda tem que foder uma tribo inteira…
E dizendo isso, me mostrou a foto que o Juan tinha tirado naquela tarde com os primos do Tafari. Arregalei os olhos. Não esperava que o Juan tivesse mandado aquela foto pro meu chefe. Juan Carlos percebeu minha surpresa.
— O que você achou, que eu não sabia das orgias que você apronta? Pois é, seu maridinho me manda essas coisas pra eu bater uma pensando na vadia e puta que você é. Vem.
E me puxando pelo braço, me colocou de pé. Naquele momento, eu tava numa mistura de perplexidade, já que não esperava que o Juan tivesse mandado aquela foto e, portanto, que meu chefe soubesse que outros tipos de coisa eu faço, mas ao mesmo tempo tava extremamente excitada. Excitada pela humilhação de Juan Carlos saber tanto da minha vida privada, mas também por todas aquelas coisas que ele me dizia, tipo “puta” ou “gostosa”, que na boca dele e sendo quem ele é, me excitavam tanto. Porque naquele momento eu me sentia assim, uma verdadeira puta.
De pé, ele puxou minhas alças e baixou o vestido até a barriga, que junto com a falta que já tinha subido até ali, fazia todo o meu vestido virar um aro amassado de pano em volta do meu umbigo. Sem delicadeza nenhuma, tirou o sutiã e meus peitos pularam ao se sentir livres. Juan Carlos não hesitou em enfiar um deles na boca, e sem parar de chupar, foi me guiando até a mesa e me sentou nela. Ele remexeu numa das gavetas da mesa e tirou uma camisinha, que desembrulhou e colocou no pau dele. Eu já tinha me acomodado na mesa, deitada, e enquanto esperava, me masturbava até ele ficar pronto. Ele agarrou minhas pernas pelas coxas e colocou nos ombros dele. Com um movimento de quadril, cravou o pau dele na minha buceta, que de tão molhada que tava… Ela me recebeu até que o púbis dela colidiu com o meu.
Começou a me foder com investidas curtas, mas fortes, e depois de algumas, pegou o celular e começou a mexer nele. Não era a primeira vez que fazia isso comigo. Já estava acostumada. Sempre mandava alguma foto pro meu marido no meio da sessão ou escrevia uma mensagem. Assim, mantinha meu marido informado sobre o que eu estava fazendo naquele momento. Dessa vez não seria exceção. Parou de digitar e enviou a mensagem. Me olhou fixamente nos olhos e sorriu. Deixando o celular na mesa, começou a me foder agora com força e velocidade.
Os suspiros e gemidos escapavam completamente sem controle da minha boca. A evidência da proximidade de um orgasmo me fazia me contorcer em cima da mesa. Não era o melhor lugar, nem o melhor amante, nem sequer o melhor sexo; mas toda aquela situação era das mais excitantes e picantes, e eu estava prestes a gozar. Sentia que já ia gozar com as pirocadas do meu chefe quando ouvi um barulho, uma porta.
— Juan Carlos, li sua mensagem, o que você queri…? — não conseguiu terminar a frase.
A excitação do momento tinha feito com que eu esquecesse onde estava e o risco que estávamos correndo. Eu estava com tesão e isso me fez ser imprudente. Estava completamente nua, em cima da mesa do meu chefe enquanto ele me fodía, e alguém tinha entrado. Passei de estar prestes a gozar para um estado de nervosismo onde tentei inutilmente me cobrir com as mãos e braços. Me contorci e tentei me levantar para fugir, mas Juan Carlos me segurava firme pelas pernas, me impedindo.
— Entra, José. Te chamei pra isso — disse sorrindo.
José, meu colega, o professor de Educação Física, estava na porta, de olhos arregalados e boca aberta, sem conseguir articular palavra. Estava tão nervoso quanto eu, sem saber o que fazer ou para onde ir.
— Vem, entra e fecha a porta, pra ninguém nos ver, embora eu ache que já somos os últimos por aqui. — Aqui —comentou Juan Carlos com toda a naturalidade do mundo.
José, que ainda não tinha se recuperado da surpresa do que acabara de ver, terminou de entrar no escritório e fechou a porta. Ele nos olhava sem entender nada. De repente, se deparou com o chefe dele fodendo outra professora.
— Mas o quê…? — tentou perguntar.
— Não gostou do que viu? A Alba é minha putinha e tava louca pra te comer, e eu pensei: por que não dar o gosto pra ela?
Eu ainda não conseguia me mexer da mesa. Embora Juan Carlos já tivesse me soltado da pressão dele e tirado o pau de dentro de mim, a única coisa que consegui fazer foi me levantar na mesa e sentar nela, de costas pro José, morrendo de vergonha. No fundo, o que Juan Carlos acabara de dizer tinha um pouco de verdade. O José era o único professor homem da escola. Tinha mais ou menos a minha idade, acho que entre 35 e 38 anos, nunca cheguei a perguntar. Era um cara muito gostoso e tinha uma barbinha muito bonitinha. Vivia fazendo exercício e esportes, então, sem exagero, tinha um corpo musculoso e definido. Obviamente, era o assunto na sala dos professores. Todas as professoras elogiávamos como ele era gostoso e como alegrava a vista, pena que passava o dia todo na academia e a gente não conseguia esbarrar nele nos corredores. Claro que já tinha fantasiado em comer ele, mas nunca imaginei que ele pudesse me ver assim.
— Cê não gosta da Alba? — perguntou Juan Carlos.
— Sim, claro. Quer dizer… — ele tava realmente nervoso. Normal, por outro lado.
— Nem precisa falar. Dá pra ver — disse dando uma gargalhada e apontando pra virilha dele.
Como ele sempre usava moletom, a calça de algodão cinza que ele vestia tinha traído ele e deixava ver o volume que tinha crescido dentro dela. Não consegui evitar e virei a cabeça pra conferir. Ele me viu e percebi que ficou vermelho e tentou se esconder colocando os braços na frente do corpo e as mãos sobre a virilha.
Juan Carlos se aproximou dele, nu da cintura pra baixo, com o pau ainda duro. Segurando ele pelos ombros, puxou-o em direção à mesa onde eu estava.
— Vamos, não sejam tímidos. Vocês dois estão morrendo de vontade.
José ficou parado, sem saber o que fazer. Eu já tinha perdido um pouco daquela vergonha que me dominava minutos antes e, quase sem perceber o que fazia, me vi com uma mão apoiada naquele volume na calça de José. Juan Carlos sorria, satisfeito. O plano dele tinha funcionado. Enquanto me comia, tinha mandado uma mensagem para José pedindo que viesse ao escritório e nos pegasse, e eu, confiante, achava que ele estava escrevendo pro meu marido. Desatei o nó que segurava a calça dele. Enfiei a mão dentro e puxei a culpada por aquele volume que tinha se formado. Durante todo esse tempo, meu colega de Educação Física não tinha se mexido. Aquele pau com o qual tantas professoras já tinham fantasiado brotou na minha frente. Era um pau muito bom. Nada exagerado em tamanho, mas francamente bonito. Comprido, grosso e, principalmente, com uma cabeça grande que com certeza faria a alegria de qualquer uma. Sorri ao vê-lo. Já tinha esquecido a vergonha e o pudor. Massageei ele umas duas vezes e olhei nos olhos dele, sorrindo. Ele retribuiu o sorriso. Era a primeira reação que ele tinha desde que entrou pela porta. Me abaixei, praticamente me deitando na mesa, e enfiei ele na minha boca. Ouvi um suspiro saindo da boca de José. Acho que ele não imaginava que ia terminar o expediente assim. Por sua vez, por trás, aproveitando que eu estava quase completamente deitada na mesa, Juan Carlos separou minhas nádegas e deu uma longa lambida na minha buceta, subindo até lamber meu cu.
José foi, aos poucos, se sentindo mais à vontade naquela situação. Acho que ter o pau dele na minha boca, brincando com a minha língua, ajudava. Ele puxou a calça pra baixo e começou a brincar com meu cabelo e segurar minha cabeça. Eu, por minha vez, tentava enfiar tudo. o que aquela pica podia na minha boca até meu nariz roçar os pelos da virilha dele. Juan Carlos, por sua vez, parou de me lamber pra começar a me foder. Ele devia estar muito tarado pelo jeito que me penetrava, já que fazia com bastante rapidez, tanto que às vezes perdia a coordenação dos movimentos de tanto tentar ir rápido. Ele tinha se deitado sobre mim, com a barriga apoiada na curva que se formava entre minhas costas e minha bunda. O rosto dele estava do lado do meu, vendo como eu chupava a pica do meu parceiro, enquanto ele grunhia e bufava no meu ouvido.
— Vou gozar… — grunhiu Juan Carlos.
Não é que ele tivesse aguentado muito, mas acho que o tesão que ele tava desde de manhã fazia ele ficar tão excitado que umas poucas enfiadas já bastavam pra gozar.
Ele tirou rápido a pica da minha buceta e puxou a camisinha. Começou a bater uma, mas umas duas sacudidas foram suficientes pra o primeiro jato de porra sair da pica dele, espirrando numa das minhas nádegas e nas minhas costas. Outro jato brotou do pau dele, mas dessa vez caiu na escrivaninha. José olhava impressionado com o que tava rolando. Achava totalmente foda que eu tava fodendo com uma colega e o chefe naquele momento. Depois que os pequenos espasmos que acompanharam a gozada do meu chefe pararam, ele se aproximou de mim e, com a ponta da pica, espalhou a porra que tinha na minha nádega por toda a superfície do meu cu enquanto o pau dele murchava.
Depois me fez levantar e, me segurando pelo cabelo, aproximou meu rosto da escrivaninha.
— Limpa — disse, se referindo às gotas de porra que tinham caído na mesa.
Olhei pro José e sorri. Estiquei a língua e comecei a catar os gotões de cum que tinham caído na mesa. José me olhava surpreso, acho que porque não sabia o quão puta eu podia ser. Limpei a mesa e brinquei com a porra na minha língua enquanto meus dois homens me olhavam e, pra terminar meu show, engoli o que tinha na boca. Ambos sorriram.
- Porra! Que vontade de te foder hoje eu tava – disse Juan Carlos. – Hoje você vai ter sorte, José, essa putinha hoje não foi fodida no cu. Te deixo as honras.
José ficou surpreso. Não acreditava que aquilo estivesse realmente acontecendo. Juan Carlos me mandou deitar de barriga pra cima na mesa do escritório. Ele, por trás, segurava meus tornozelos, deixando minha buceta e meu cu completamente expostos pro meu colega. José pegou o pau dele, molhado com minha saliva, e apoiou a glande no meu cu. Empurrou um pouquinho e meu cu engoliu por completo a cabeça da vara dele. José sorriu com a facilidade do meu cu pra ser fodido. Tirou a pica e, antes de meter de novo, enfiou na minha buceta, uma estocada rápida, mas suficiente pra encher de meus fluidos e servir de lubrificante pra apoiar de novo no meu cu e enterrar um pouco mais fundo que da primeira vez. Repetiu o processo várias vezes, se deliciando nisso, e cada vez ia penetrando mais fundo em mim. Quando já tinha enfiado a pica toda no meu cu e as bolas dele descansavam na minha bunda, ele se aproximou pra me dar um beijo leve nos lábios e começou a foder meu cu sem piedade. Imagino que não quis me beijar mais pra não pegar sem querer algum resto de porra do Juan Carlos que eu tinha tido na boca momentos antes.
Ele fodava com força, por causa da excitação que tava e porque queria terminar logo aquilo pra não sermos pegos. De novo, a excitação nos fez ser imprudentes e eu nem lembrava onde tava e o que podia acontecer, nem me segurei pra gemer o mínimo que fosse. Tava muito puta e, já que tinha a oportunidade de foder o gostosão da escola, não ia desperdiçar aquela chance. Enquanto ele continuava fodendo meu cu, eu tentava tirar a camiseta dele. Queria ver aquele corpo que fazia a maioria das minhas colegas suspirar. José, sem parar de me penetrar, tirou a camiseta. O corpo dele era de matar. Não Excessivamente musculoso, mas com uns peitorais e uns abdominais bem definidos. Os abdominais dele eram o que mais me deixava louca. Bem definidos, dava pra sentir como se contraíam a cada estocada, ainda mais marcados pelo suor que já brilhava na pele de todo mundo por causa do esforço da foda e do calor que em junho já começava a apertar. Eu passava a mão na barriga dele, sentindo a tableta de chocolate bem definida, enquanto ele me fazia gozar com o pau dele dentro do meu cu. Não dava pra evitar, e com a outra mão que me sobrava, eu alternava entre enfiar os dedos na minha buceta e esfregar com força o meu clitóris. Juan Carlos já tinha soltado minhas pernas fazia um tempo, não ia tentar fugir, ainda mais quando eu tava adorando tudo aquilo, e sentou na cadeira dele contemplando o espetáculo.
José acelerava o ritmo. Todos os músculos dele se tensionavam a cada estocada. Eu sentia que ele ia gozar, e eu também, então agarrei as nádegas dele e puxei ele mais pra perto, pra ele enfiar bem fundo.
— Meu Deus! — exclamou José, jogando a cabeça pra trás e depois se deitando sobre mim, apoiando a testa no meu ombro.
Ele tinha gozado dentro do meu cu. Ficamos naquela posição por uns minutos. Os dois encharcados de suor. Ele deitado sobre mim e eu ainda puxando as nádegas dele pra perto, pra manter ele bem dentro. Quando recuperamos um pouco o fôlego, ele tirou o pau do meu cu. Tava meio murcho. Instintivamente, eu me ajoelhei no chão. Peguei o pau dele e meti na boca. Caprichei pra deixar bem limpinho. A sensibilidade que ele tinha na cabeça depois de gozar fazia José dar espasmos cada vez que eu passava a língua na cabeça do pau dele. Aos poucos, o pau dele foi murchando dentro da minha boca. Enquanto isso, do meu cu começaram a escorrer fios grossos de porra que caíam no chão. Quando me levantei, a porra escorreu pelo lado de dentro das minhas coxas. Procurei alguma coisa pra me limpar, mas Juan Carlos me segurou.
— Não. Você vai pra casa assim. Assim. Seu maridinho vai ter uma provinha pra comprovar o quanto você foi puta essa tarde. E a calcinha vou dar pro José, já que ele estreou com você hoje.
Ele se aproximou do José, que já estava se vestindo, e deu minha calcinha pra ele.
— Pra você ter uma lembrança — disse.
José, sorrindo, guardou no bolso da calça. Eu ajeitei o vestido que, durante toda aquela trepada, tinha ficado amassado em volta da minha cintura. Coloquei e vi como estava todo fodido e cheio de rugas. Comecei a sentir vergonha pensando no que as pessoas iam achar ao me ver naquele estado. Além disso, sentia a umidade nas minhas coxas e meu sutiã também tinha sumido. Quando me viu procurando, Juan Carlos soltou uma gargalhada.
— Se tá procurando o sutiã, tô com ele aqui. Vou ficar com ele. Assim, com a calcinha que peguei outro dia, já tenho o conjunto completo.
Resignada, tive que ir embora assim depois de nos despedirmos; com o vestido amassado, sem calcinha, as coxas molhadas da gozada do José e os peitos balançando ao andar por não ter sutiã.
…
Eram quase cinco horas quando meu celular vibrou. Tava terminando um relatório, mas a curiosidade me fez largar tudo pra ver a mensagem que tinha acabado de chegar. Era do Juan Carlos. O texto vinha com duas imagens. Na primeira, dava pra ver minha mulher em cima de uma mesa, agarrando a bunda de um cara jovem enquanto ele, pelado, metia nela. A segunda era uma da Alba de cócoras no chão com a pica do moleque na boca.
“Você tem uma puta de verdade em casa. Assim que viu o guri, não hesitou em procurar a pica dele. Tô te mandando ela bem fudida e com uma peça de roupa a menos… hehe. Aliás, se quiser meter a mão nela quando ver, te aconselho a dar uma lavada primeiro. Tá meio suja a vagabunda ;P”
2 comentários - Meu chefe come minha mulher (parte 9)
Me encantaría que lo hagas pero con el marido sometido, que lo tenga en castidad, y lo haga hacer todo lo que hizo Alba por ejemplo.. que lo feminice, lo haga hacer cosas humillantes..
Me calientan mucho tus historias.. la manera de escribir es lo mejor que leí de esta temática 🙂