ATENÇÃO
Tudo que vocês estão prestes a ver não é real, é uma fantasia. As pessoas e todo o conteúdo são gerados por IA.
Eram 4 da manhã, tive uma briga feia com minha mulher. Ela se trancou no quarto e disse pra eu nem chegar perto, que fosse dormir lá fora ou no sofá. Não conseguia dormir, tava muito puto, nervoso. Resolvi sair pra caminhar um pouco pra tentar clarear a mente. Calcei o tênis, guardei o celular no bolso e, soltando um suspiro forte, abri a porta e fui pro corredor. Comecei a andar quando percebi que a porta da vizinha tava aberta. Minha vizinha, que me deixava louco.
Ela deve ter uns vinte e poucos anos, um corpaço. Toda vez que cruzo com ela, fico olhando de cima a baixo, morreria pra passar um dia com ela, mas nessa altura do campeonato já era, além disso minha mulher me mataria. Quatro da manhã, achei muito estranho a porta toda aberta. Por curiosidade, espiei e vi tudo bagunçado, coisas jogadas no chão. "O que será que aconteceu?" me perguntei. "Vou dar uma olhada, quem sabe não tem algo rolando." Entrei pra dentro e fui vendo, parecia que não tinha ninguém. "Capaz que entraram pra roubar", pensei ao não ver ninguém e toda aquela bagunça. Do lado, vi uma porta que também estava aberta, espiei e só vi uma figura na cama, então já era, entrei pra ver.
Lá estava ela dormindo, com aquela rabuda. Tava um cheirão de álcool, então percebi que ela devia ter saído pra festa e voltado toda bêbada. Ver aquela rabuda com aqueles shorts curtinhos deixou meu pau durasso, sabia que tinha que ir embora mas não consegui me segurar, era a única chance que eu tinha. Estendi minha mão
Apoiei minha mão na bunda dela devagar, ela nem percebeu. Quando me toquei, fui apertando mais forte, fui acariciando aquela raba firme mas macia. Não podia acreditar, sabia que tava errado mas não conseguia parar, tava com o pau duro demais, não aguentava. Enfiei a mão na minha calça de moletão e comecei a bater uma como um louco. Mas pensei que dava pra ir mais longe: "E se eu tirar o short dela, será que ela percebe?" Tava alucinado, não aguentei, peguei o short dela devagar, fui puxando pra baixo lentamente. Ela ficou de costas, mas continuava completamente dormindo, tava apagada.
Ficou com a bunda completamente de fora. Eu não aguentava mais, tava muito nervoso e tesudo, isso era doentio demais, nem nos meus melhores sonhos. Tinha uma rabuda bem treinada e firme. Não conseguia me segurar, tava com o pau durasso.
Eu peguei na bunda dela de novo, ela era toda minha. Fiquei acariciando enquanto via a buceta aparecendo "Só um pouquinho, preciso só de um pouquinho" falei baixinho, já tava louco, morrendo de vontade de enfiar meus dedos ali enquanto me masturbava. Não aguentei mais. Bem devagar, fui passando a mão, até chegar nos lábios, comecei a suar que nem testemunha falsa. Com cuidado, fui enfiando os dedos, que raspavam nos lábios secos dela, num ritmo lento, bem devagar, fui mexendo os dedos. Ouvi ela murmurar bem baixinho, me assustei, mas escutei ela balbuciar o nome do namorado "Ramiro..." Eu conheço o namorado dela, já cruzei com ele várias vezes, ela tava sonhando ou pensando que era ele enfiando os dedos nela. Aproveitei e abri um pouco mais as pernas dela, suavemente, enfiei os dedos de novo devagar, no ritmo, ela murmurou baixinho. A buceta dela foi inchando aos poucos e senti meus dedos começando a molhar devagar. Enfiei a mão de novo no meu pau e comecei a me masturbar enquanto olhava pra aquela bundona e meus dedos entrando na buceta dela. Ela tava completamente molhada, meus dedos cheios do suco dela, tirei e chupei os dedos, tão gostoso. Ela tava molhada demais e eu sentia que continuar me masturbando não tava me satisfazendo, precisava enfiar o pau dentro, se os dedos passaram, capaz de dar pra comer ela também.
Devagar fiquei atrás dela, abri um pouco as pernas dela, ela tava toda molhada, o rabo inteiro úmido. Com a pica dura pra caralho, encostei devagar nos lábios dela que escorregavam. Aquele rabão empinado e aquela figura de costas, não aguentei e meti a cabeça devagar enquanto segurava as nádegas dela. Ela gemeu um pouco, mas continuou dormindo. Enfiei a pica dentro da buceta toda molhada e quente, a buceta apertava minha pica e eu me mexia devagar dentro dela. Ouvia ela balbuciar baixinho dormindo. De cima, via o rabo dela quicando enquanto segurava as nádegas com as duas mãos, o calor ia subindo, não acreditava no que tava fazendo. Essa puta tava totalmente entregue pra mim. A buceta apertava e chupava minha pica que tava cheia dos sucos dela, o rabo macio dela acariciava meu corpo a cada penetrada. De tanto bater punheta antes, sentia que tava chegando no ápice, não aguentava mais, apertei meus lábios com os dentes pra não fazer barulho porque sabia que o que ia vir ia ser forte, nunca senti minha pica e meu corpo assim como nessa situação. Sem pensar, enfiei até o fundo e deixei tudo sair, senti minha porra explodindo dentro, um arrepio forte no corpo, eu fazendo força pra não gritar de tesão, uma das melhores sensações da minha vida. Minhas mãos apertaram tão forte o rabo dela que ficaram marcadas. Ofegante, tirei a pica de dentro, olhei pra buceta dela e vi litros de porra caindo nas pernas dela e se espalhando pelos lençóis. Segurei minha cabeça, me dando conta do que tinha acabado de fazer, subi rápido o moletom e saí voando dali.
Tudo que vocês estão prestes a ver não é real, é uma fantasia. As pessoas e todo o conteúdo são gerados por IA.
Eram 4 da manhã, tive uma briga feia com minha mulher. Ela se trancou no quarto e disse pra eu nem chegar perto, que fosse dormir lá fora ou no sofá. Não conseguia dormir, tava muito puto, nervoso. Resolvi sair pra caminhar um pouco pra tentar clarear a mente. Calcei o tênis, guardei o celular no bolso e, soltando um suspiro forte, abri a porta e fui pro corredor. Comecei a andar quando percebi que a porta da vizinha tava aberta. Minha vizinha, que me deixava louco.
Ela deve ter uns vinte e poucos anos, um corpaço. Toda vez que cruzo com ela, fico olhando de cima a baixo, morreria pra passar um dia com ela, mas nessa altura do campeonato já era, além disso minha mulher me mataria. Quatro da manhã, achei muito estranho a porta toda aberta. Por curiosidade, espiei e vi tudo bagunçado, coisas jogadas no chão. "O que será que aconteceu?" me perguntei. "Vou dar uma olhada, quem sabe não tem algo rolando." Entrei pra dentro e fui vendo, parecia que não tinha ninguém. "Capaz que entraram pra roubar", pensei ao não ver ninguém e toda aquela bagunça. Do lado, vi uma porta que também estava aberta, espiei e só vi uma figura na cama, então já era, entrei pra ver.
Lá estava ela dormindo, com aquela rabuda. Tava um cheirão de álcool, então percebi que ela devia ter saído pra festa e voltado toda bêbada. Ver aquela rabuda com aqueles shorts curtinhos deixou meu pau durasso, sabia que tinha que ir embora mas não consegui me segurar, era a única chance que eu tinha. Estendi minha mão
Apoiei minha mão na bunda dela devagar, ela nem percebeu. Quando me toquei, fui apertando mais forte, fui acariciando aquela raba firme mas macia. Não podia acreditar, sabia que tava errado mas não conseguia parar, tava com o pau duro demais, não aguentava. Enfiei a mão na minha calça de moletão e comecei a bater uma como um louco. Mas pensei que dava pra ir mais longe: "E se eu tirar o short dela, será que ela percebe?" Tava alucinado, não aguentei, peguei o short dela devagar, fui puxando pra baixo lentamente. Ela ficou de costas, mas continuava completamente dormindo, tava apagada.
Ficou com a bunda completamente de fora. Eu não aguentava mais, tava muito nervoso e tesudo, isso era doentio demais, nem nos meus melhores sonhos. Tinha uma rabuda bem treinada e firme. Não conseguia me segurar, tava com o pau durasso.
Eu peguei na bunda dela de novo, ela era toda minha. Fiquei acariciando enquanto via a buceta aparecendo "Só um pouquinho, preciso só de um pouquinho" falei baixinho, já tava louco, morrendo de vontade de enfiar meus dedos ali enquanto me masturbava. Não aguentei mais. Bem devagar, fui passando a mão, até chegar nos lábios, comecei a suar que nem testemunha falsa. Com cuidado, fui enfiando os dedos, que raspavam nos lábios secos dela, num ritmo lento, bem devagar, fui mexendo os dedos. Ouvi ela murmurar bem baixinho, me assustei, mas escutei ela balbuciar o nome do namorado "Ramiro..." Eu conheço o namorado dela, já cruzei com ele várias vezes, ela tava sonhando ou pensando que era ele enfiando os dedos nela. Aproveitei e abri um pouco mais as pernas dela, suavemente, enfiei os dedos de novo devagar, no ritmo, ela murmurou baixinho. A buceta dela foi inchando aos poucos e senti meus dedos começando a molhar devagar. Enfiei a mão de novo no meu pau e comecei a me masturbar enquanto olhava pra aquela bundona e meus dedos entrando na buceta dela. Ela tava completamente molhada, meus dedos cheios do suco dela, tirei e chupei os dedos, tão gostoso. Ela tava molhada demais e eu sentia que continuar me masturbando não tava me satisfazendo, precisava enfiar o pau dentro, se os dedos passaram, capaz de dar pra comer ela também.
Devagar fiquei atrás dela, abri um pouco as pernas dela, ela tava toda molhada, o rabo inteiro úmido. Com a pica dura pra caralho, encostei devagar nos lábios dela que escorregavam. Aquele rabão empinado e aquela figura de costas, não aguentei e meti a cabeça devagar enquanto segurava as nádegas dela. Ela gemeu um pouco, mas continuou dormindo. Enfiei a pica dentro da buceta toda molhada e quente, a buceta apertava minha pica e eu me mexia devagar dentro dela. Ouvia ela balbuciar baixinho dormindo. De cima, via o rabo dela quicando enquanto segurava as nádegas com as duas mãos, o calor ia subindo, não acreditava no que tava fazendo. Essa puta tava totalmente entregue pra mim. A buceta apertava e chupava minha pica que tava cheia dos sucos dela, o rabo macio dela acariciava meu corpo a cada penetrada. De tanto bater punheta antes, sentia que tava chegando no ápice, não aguentava mais, apertei meus lábios com os dentes pra não fazer barulho porque sabia que o que ia vir ia ser forte, nunca senti minha pica e meu corpo assim como nessa situação. Sem pensar, enfiei até o fundo e deixei tudo sair, senti minha porra explodindo dentro, um arrepio forte no corpo, eu fazendo força pra não gritar de tesão, uma das melhores sensações da minha vida. Minhas mãos apertaram tão forte o rabo dela que ficaram marcadas. Ofegante, tirei a pica de dentro, olhei pra buceta dela e vi litros de porra caindo nas pernas dela e se espalhando pelos lençóis. Segurei minha cabeça, me dando conta do que tinha acabado de fazer, subi rápido o moletom e saí voando dali.
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