A mina parecia bem séria e no fim me deu aquela rabuda no metrô.
Fala aí, meu nome é Alex e eu curto dar uma esbarrada nas mulheres no metrô. É verdade que a maioria não gosta, mas também é real que tem uma minoria que curte. Então, isso realmente aconteceu num sábado, quando eu tava voltando de Ecatepec pra casa. Desci as escadas do metrô San Lázaro. Naquela época já tinha separação de mulheres e homens no metrô, mas como a seção dos homens era no começo da estação, várias mulheres tinham preguiça de andar até o final e ficavam no início dos três vagões. Desci as escadas na direção Pino Suárez e vi que tava lotado, e tinha um monte de mina esperando o metrô. Fui andando pro início da estação, procurando algo que me agradasse. Tava nessa quando, na altura do segundo vagão, vi uma mina de uns 20 anos. Ela parecia séria, era morena, de óculos, cabelo preto liso, uma mina normal qualquer. Mas o que mais me chamou a atenção é que ela tinha um par de rabudas enfiadas numa legging marrom clara (quem que, tendo uma bunda grande, veste legging e ainda mais no metrô?), com uma jaqueta marrom. Só de ver ela, parei na hora pra entrar na mesma porta que ela. A gente tava esperando quando, de repente, ela me deu uma olhada, e não foi uma olhada safada, não. Foi tipo me encarando com estranheza. Acho que ela sacou que eu era mais um tarado dos que lotam o metrô. O metrô chegou finalmente, e eu entrei junto com ela, mas por causa da multidão, não consegui ficar atrás dela. Então comecei a me mexer, tentando chegar perto da retaguarda dela. Na estação seguinte, uma pessoa desceu, e rapidinho me posicionei pra ficar atrás dela. Ela virou pra me olhar com uma cara de estranheza, acho que sabia o que eu queria. Já atrás dela, baixei o olhar e vi aquela rabuda bem gostosa. Puta merda, era grande mesmo. Mas o melhor é que dava pra ver a fenda do cu dela, bem gostosa. Meu pau começou a endurecer. Já que tava com a bunda tão perto, pra esfregar nas mulheres eu uso uma calça de tecido bem fininho que eu mesmo desgastei. Quando fica dura, dá pra ver o pau inteiro, até a cabeça aparece claramente. Como ela parecia muito séria e nem tava maquiada, fiquei com um pouco de medo de começar. Então comecei a esfregar minha cabeça na bunda direita dela, dei uns encostadinhas pra ver como ela reagia, e ela não reagiu. Aliás, ela tava conversando com uma amiga. Vendo que não teve reação, comecei a passar meu pau na bunda direita dela. Era uma delícia sentir meu pau amassado naquela bundona e, bom, ela não virava nem fazia nada. Nessa altura, meu pau já tava bem duro, apontando pro céu. Aí decidi meter minha cabeça entre as nádegas dela. Comecei com umas encostadas no cu dela e fiquei olhando pro meu celular pra disfarçar um pouco. Eu enfiava meu pau, enterrando a cabeça no cu dela e tirando pra ver a reação. Ela não reagiu, e nessa altura era impossível que ela não tivesse percebido que eu tava enfiando meu pau. Ela continuou conversando com a amiga como se nada tivesse acontecendo. Assim chegamos na Estação Merced. Nesse ponto, ela já sabia que era meu pau que tava cutucando a bunda dela, então isso me deu confiança. Tinha um monte de gente na estação Merced e claramente ouvi ela falar pra amiga: "Tá cheio de gente, vem, vamos pra trás." De repente, vi que ela se moveu pra trás na minha direção (muito convenientemente) com aquela bundona. Eu recebi ela com meu pau bem duro. Foi uma delícia sentir aquela bundona tentando achar meu pau pra se enfiar e minha desesperação pra acertar o cu dela e meter tudo de uma vez, aproveitando o empurra-empurra que se formou com quem tava entrando. De repente, senti que meu pau entrou até o fundo do cu dela. Senti a glória da minha cabeça na entrada do cu dela. Assim, empurrei com força meu pau, amassando o máximo que podia aquela bundona. Já não era mais uma esbarrada; praticamente o que impedia meu pau de entrar no cu dela era a calcinha e a legging. Assim ficamos parados por um minuto, eu com meu pau bem duro enfiado até o cu dela e ela praticamente atravessada pelo meu pau, me movi pra trás e me acomodei de novo na bunda dela, assim continuamos até o metrô fechar as portas. Tava um calor do caralho e eu sentia meu pau molhado pelo calorzinho da bunda dela, então decidi tirar pra respirar. Vi que meu pau tava gigante e curvado, com a cabeça bem inchada, nem com minha ex quando eu comia ela tinha ficado tão gostoso assim. Depois tinha aquela bunda com um par de nalgas grandes e uma racha deliciosa, era uma visão extraordinária cheia de tesão. Depois que meu pau respirou, peguei ele e apontei pra baixo de um jeito que minha cabeça apontasse direto pro cu dela e enfiei com força, como se quisesse atravessar ela. Qualquer mulher teria pulado, mas ela engoliu tudo sem fazer um único movimento ou reclamação. Uma vez dentro, comecei a fazer um movimento de vai-e-vem devagar, uau, me senti nas nuvens. Amassar aquelas nalgas enormes mais o calor daquele cu fez cócegas nos meus ovos. Como sabia que ia gozar, enfiei com força, amassando as nalgas dela o máximo que pude. Meu pau começou a soltar porradas de leite pra caralho até eu me esvaziar completamente. O metrô já tinha parado na estação Pino Suárez e eu ainda tava enfiado no cu dela. Como não subiu muita gente, ela falou pra amiga dela: — Vem, vamos sentar. E foram pro corredor dos bancos. Peguei e tampei minha mancha de porra com a camiseta comprida que tava usando e, na pressa, tirei a jaqueta e coloquei na mão pra me esconder. Como já tinha saciado minha vontade de bunda, decidi descer rapidinho em Pino Suárez antes que as portas fechassem. Foi assim minha experiência, uma das mais próximas de ter sexo anal no metrô. A verdade é que acho que ela não vestiu aquela malha pra entrar no metrô e levar pau no cu, simplesmente tive o momento certo com a bunda certa e as coisas rolaram. Muita coisa nessa vida. Sempre vou ficar com a dúvida de por que ela relaxou a bunda daquele jeito. Nos meus anos pegando mulher, poucas relaxaram o cu como ela fez. É difícil nesses tempos de feminazi uma mulher decidir emprestar a bunda dela pra ser usada por um estranho, mas a conclusão é que, mesmo sendo difícil, ainda existem.
Fala aí, meu nome é Alex e eu curto dar uma esbarrada nas mulheres no metrô. É verdade que a maioria não gosta, mas também é real que tem uma minoria que curte. Então, isso realmente aconteceu num sábado, quando eu tava voltando de Ecatepec pra casa. Desci as escadas do metrô San Lázaro. Naquela época já tinha separação de mulheres e homens no metrô, mas como a seção dos homens era no começo da estação, várias mulheres tinham preguiça de andar até o final e ficavam no início dos três vagões. Desci as escadas na direção Pino Suárez e vi que tava lotado, e tinha um monte de mina esperando o metrô. Fui andando pro início da estação, procurando algo que me agradasse. Tava nessa quando, na altura do segundo vagão, vi uma mina de uns 20 anos. Ela parecia séria, era morena, de óculos, cabelo preto liso, uma mina normal qualquer. Mas o que mais me chamou a atenção é que ela tinha um par de rabudas enfiadas numa legging marrom clara (quem que, tendo uma bunda grande, veste legging e ainda mais no metrô?), com uma jaqueta marrom. Só de ver ela, parei na hora pra entrar na mesma porta que ela. A gente tava esperando quando, de repente, ela me deu uma olhada, e não foi uma olhada safada, não. Foi tipo me encarando com estranheza. Acho que ela sacou que eu era mais um tarado dos que lotam o metrô. O metrô chegou finalmente, e eu entrei junto com ela, mas por causa da multidão, não consegui ficar atrás dela. Então comecei a me mexer, tentando chegar perto da retaguarda dela. Na estação seguinte, uma pessoa desceu, e rapidinho me posicionei pra ficar atrás dela. Ela virou pra me olhar com uma cara de estranheza, acho que sabia o que eu queria. Já atrás dela, baixei o olhar e vi aquela rabuda bem gostosa. Puta merda, era grande mesmo. Mas o melhor é que dava pra ver a fenda do cu dela, bem gostosa. Meu pau começou a endurecer. Já que tava com a bunda tão perto, pra esfregar nas mulheres eu uso uma calça de tecido bem fininho que eu mesmo desgastei. Quando fica dura, dá pra ver o pau inteiro, até a cabeça aparece claramente. Como ela parecia muito séria e nem tava maquiada, fiquei com um pouco de medo de começar. Então comecei a esfregar minha cabeça na bunda direita dela, dei uns encostadinhas pra ver como ela reagia, e ela não reagiu. Aliás, ela tava conversando com uma amiga. Vendo que não teve reação, comecei a passar meu pau na bunda direita dela. Era uma delícia sentir meu pau amassado naquela bundona e, bom, ela não virava nem fazia nada. Nessa altura, meu pau já tava bem duro, apontando pro céu. Aí decidi meter minha cabeça entre as nádegas dela. Comecei com umas encostadas no cu dela e fiquei olhando pro meu celular pra disfarçar um pouco. Eu enfiava meu pau, enterrando a cabeça no cu dela e tirando pra ver a reação. Ela não reagiu, e nessa altura era impossível que ela não tivesse percebido que eu tava enfiando meu pau. Ela continuou conversando com a amiga como se nada tivesse acontecendo. Assim chegamos na Estação Merced. Nesse ponto, ela já sabia que era meu pau que tava cutucando a bunda dela, então isso me deu confiança. Tinha um monte de gente na estação Merced e claramente ouvi ela falar pra amiga: "Tá cheio de gente, vem, vamos pra trás." De repente, vi que ela se moveu pra trás na minha direção (muito convenientemente) com aquela bundona. Eu recebi ela com meu pau bem duro. Foi uma delícia sentir aquela bundona tentando achar meu pau pra se enfiar e minha desesperação pra acertar o cu dela e meter tudo de uma vez, aproveitando o empurra-empurra que se formou com quem tava entrando. De repente, senti que meu pau entrou até o fundo do cu dela. Senti a glória da minha cabeça na entrada do cu dela. Assim, empurrei com força meu pau, amassando o máximo que podia aquela bundona. Já não era mais uma esbarrada; praticamente o que impedia meu pau de entrar no cu dela era a calcinha e a legging. Assim ficamos parados por um minuto, eu com meu pau bem duro enfiado até o cu dela e ela praticamente atravessada pelo meu pau, me movi pra trás e me acomodei de novo na bunda dela, assim continuamos até o metrô fechar as portas. Tava um calor do caralho e eu sentia meu pau molhado pelo calorzinho da bunda dela, então decidi tirar pra respirar. Vi que meu pau tava gigante e curvado, com a cabeça bem inchada, nem com minha ex quando eu comia ela tinha ficado tão gostoso assim. Depois tinha aquela bunda com um par de nalgas grandes e uma racha deliciosa, era uma visão extraordinária cheia de tesão. Depois que meu pau respirou, peguei ele e apontei pra baixo de um jeito que minha cabeça apontasse direto pro cu dela e enfiei com força, como se quisesse atravessar ela. Qualquer mulher teria pulado, mas ela engoliu tudo sem fazer um único movimento ou reclamação. Uma vez dentro, comecei a fazer um movimento de vai-e-vem devagar, uau, me senti nas nuvens. Amassar aquelas nalgas enormes mais o calor daquele cu fez cócegas nos meus ovos. Como sabia que ia gozar, enfiei com força, amassando as nalgas dela o máximo que pude. Meu pau começou a soltar porradas de leite pra caralho até eu me esvaziar completamente. O metrô já tinha parado na estação Pino Suárez e eu ainda tava enfiado no cu dela. Como não subiu muita gente, ela falou pra amiga dela: — Vem, vamos sentar. E foram pro corredor dos bancos. Peguei e tampei minha mancha de porra com a camiseta comprida que tava usando e, na pressa, tirei a jaqueta e coloquei na mão pra me esconder. Como já tinha saciado minha vontade de bunda, decidi descer rapidinho em Pino Suárez antes que as portas fechassem. Foi assim minha experiência, uma das mais próximas de ter sexo anal no metrô. A verdade é que acho que ela não vestiu aquela malha pra entrar no metrô e levar pau no cu, simplesmente tive o momento certo com a bunda certa e as coisas rolaram. Muita coisa nessa vida. Sempre vou ficar com a dúvida de por que ela relaxou a bunda daquele jeito. Nos meus anos pegando mulher, poucas relaxaram o cu como ela fez. É difícil nesses tempos de feminazi uma mulher decidir emprestar a bunda dela pra ser usada por um estranho, mas a conclusão é que, mesmo sendo difícil, ainda existem.
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