Toda vez que meu caminhoneiro vinha na minha cidade, a gente se via pra transar, sempre no caminhão dele na beira da estrada. Fazia quase seis meses que ele não vinha, e a gente só se escrevia e se esquentava por mensagem, trocava foto quente, ele me mandava vídeo batendo punheta pras minhas fotos e essas coisas. Uma tarde, chegou uma mensagem, abri e era uma foto de uma mina rodeada de paus, e uma mensagem que dizia: "assim que quero te ter no meu caminhão, que você seja uma putinha e cheia de vários paus". Falei que era excitante, mas que por enquanto só queria ser a putinha dele e tal. Passaram vários dias de mensagens, até que ele me manda um vídeo dele comendo a buceta da mulher dele. Dava pra ouvir os gemidos, os gritos de prazer e como ela pedia pra ele ir devagar, e também ele falando "cê gosta, putinha? vou encher essa sua bunda pequena" e essas coisas. Foi algo que me esquentou de um jeito inexplicável. Daí a pouco, uma foto da buceta da mulher dele aberta. Caminhoneiro: "assim que quero te deixar, guria". Eu: "não tenho coragem, teu pau é muito grosso". Caminhoneiro: "teu namoradinho já fez o caminho pro meu pau?" Eu: "sim, mas não tem comparação". Caminhoneiro: "terça que vem eu vou e a gente se vê, bebezinha". Eu: "hummm, já quero que seja terça". Na terça, às 9 da manhã, chega uma mensagem: "tô na beira da estrada". Era um dia horrível, igual hoje, garoa, chuva, garoa, e assim a hora toda, não dava pra sair, mas minha vontade era maior. 2 da tarde, garoa forte, shortinho curto, uma regata e uma jaquetinha, peguei minha bike e saí com a desculpa de pedalar como todo dia. Cheguei toda molhada, sem avisar, entrei no pátio e fui direto pro caminhão dele, larguei a bike e abri a porta. Ele tava deitado só de cueca. Caminhoneiro: "oi, guria, nem a água te para, hein?" Eu: "queria te ver, tava com muita vontade". Caminhoneiro: "de mim ou dele?" E puxou o pau pra fora. Eu: "hummm, dos dois". Tirei a jaqueta e a regata e fui direto chupar o pau dele. Caminhoneiro: "hummm, guria, cê tá toda molhadinha". Tirei o pau da boca, tirei o shortinho e fiquei pelada, só de tênis. Ele começou a chupar minha buceta e, de tão excitada que eu tava, gozei. Caminhoneiro: "APA". nena, tu tava muito gostosa Eu- siii, me come logo Cam- si nena, quer meu pau? Eu- siii, enfia logo, por favor Mandei uma foto, dei um grito e ele começou a me comer como a puta que eu sou, gozei de novo e ele não aguentou e gozou dentro de mim, encheu minha buceta de porra, sentia escorrendo um monte de porra. A gente deitou, e como se faltasse algo, começou a chover bem forte. Eu queria mais, então comecei a beijar ele e passar a mão pra ele ficar duro de novo, assim, meio dormindo, enfiei tudo na boca enquanto amassava as bolas dele, senti ele começando a acordar na minha boca e tirei, fiquei chupando as bolas dele enquanto batia uma pra ele, quando ficou duro, sentei e enfiei tudo na minha buceta. Cam- mm nena, que gostosa você tá, é uma puta linda. Virei, ele me colocou de quatro e começou a me comer, de repente parou, tirou o pau e começou a tocar minha pussy, amei, mas me assustei quando ele passou a língua no meu cuzinho, tentei me afastar mas ele me segurou. Cam- isso vai te dar prazer, puta. Eu- tô com medo, nunca chuparam meu cuzinho. Cam- relaxa. Estiquei o máximo que pude meu cuzinho e me deixei levar, tava excitadíssima, sentia os dedos dele roçando meu clitóris e a língua fazendo pressão no meu cuzinho pequeno, depois senti o dedo dele no meu cuzinho, eu só gemia e gemia. Cam- cê gosta, bebê? Eu- sim, adoro como você mexe no meu cuzinho com o dedo. Cam- já tem dois dedos inteiros, bebê. Eu- nem senti, dois dedos são mais grossos que o do meu ex. Cam- que puta você é, hoje você vai embora com o cuzinho arrombado, ouviu? Eu- vai doer muito. Mas no fundo queria sentir aquele pau no meu cuzinho. Ele me empurrou pra ficar de bruços, abriu bem minhas pernas e se jogou em cima de mim. Beijava minha nuca, minhas orelhas, eu tava em outro mundo, senti a cabeça dele fazendo pressão na minha entrada. Cam- quer que eu arrombe seu cuzinho ou não? Eu- sim, arromba meu cuzinho como se fosse sua mulher. Ele empurrou e a cabeça entrou, eu gritei, doeu pra caralho. Eu- tira, não aguento, tá doendo. Cam- shhhhhh, calma, relaxa. Eu- tá doendo, é muito. GRANDEEE! Ele enfiou tudo de uma vez, eu gritei, tentei me soltar mas não conseguia. Cam- era assim que você queria? Assim que eu como a sua mulher? Ele começou a meter e tirar. Eu- tá doendo, tira, não aguento. Lágrimas escorriam, mas por algum motivo eu não queria que ele parasse. Ele me manteve assim por um bom tempo, a dor começou a passar e eu só sentia prazer, comecei a gemer e a curtir. Cam- você gosta, sua puta? Eu- sim, papi, adoro. Cam- como você aperta minha pica com essa bunda minúscula. Eu- hmm, me come, me come, abre bem minha bunda pequena, adoro ser sua puta. Ele tirou de repente e sentou no banco do caminhão, colocou o celular no painel e ligou a câmera. Sentei em cima dele, ele enfiou na minha buceta e com as mãos abria minha bunda. Ele tirou e colocou a cabeça na entrada do meu cu, comecei a enfiar devagarzinho sozinha, montei na pica dele com minha bunda pequena, gritei que nem uma puta, tô me rasgando toda de dor, sou sua puta e sempre vou ser. Gozamos juntos, sentia minha bunda ardendo, aberta, ele abria com as mãos. Saí de cima e me joguei na cama, não aguentava mais. Cam- quer ver como ficou sua bunda, puta? Eu- tô com vergonha. Ele pegou o celular e vimos o vídeo que ele gravou, enquanto eu montava, minha bunda se abria como nunca imaginei, engolia uma pica inteira que parecia uma garrafinha de refrigerante de gorda, e vi a porra escorrendo da minha bunda. Me vesti, me despedi e tentei subir na bike pra voltar, mas não consegui, tava doendo a bunda kkkk, fui andando no meio da chuva e o cara da entrada do posto me olhou e falou: "até aqui dava pra ouvir você gritando, menina". Fiquei com muita vergonha e fui embora, tive que andar o caminho todo por causa da dor. P.S.: aos poucos fui me tornando a puta do posto, mas isso é história pra outro relato.



9 comentários - A bunda do caminhoneiro
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