Nessa ocasião, vou contar pra vocês sobre a Kari e a mãe dela. Eu tinha 26 anos quando comecei a trabalhar num cyber café. Era o gerente, e o dono me dava toda a liberdade e confiança do mundo. Por aquele cyber café passaram muitas mulheres e muitas aventuras, mas essa aventura em especial é uma das minhas favoritas. Num dia qualquer, eu tava fazendo manutenção nas máquinas. Enquanto formatava um computador, apareceu uma mensagem dizendo: "Obrigado pela foto". Aí eu abri o e-mail e vi as fotos. Era uma garota de uns 16 anos, muito gostosa, alta, cabelo curto. Já tinha visto ela por ali, mas as fotos que ela mandou mostravam o lado mais sensual dela. Várias das fotos eram em poses sexys de calcinha e sutiã, e algumas semi-nua. (Ela deixou o e-mail aberto na máquina.)
Passaram-se semanas, e um dia essa pessoa entrou. O nome dela era Karina. Eu cumprimentei ela e falei "bom dia". Aí deu um problema no computador dela, e eu me aproximei e falei: "Posso ajudar?". Ela virou e falou pra amiga do lado: "Que olhos bonitos". Escapou dela. Aí eu ri na hora. Naquela época, eu controlava os computadores e podia mandar mensagem pra qualquer um deles, dizendo que o tempo tinha acabado. Então aproveitei e, na máquina onde ela tava, mandei uma mensagem: "Obrigado pelas palavras que você disse". Ela leu, virou e ficou vermelha. Foi aí que eu pensei: "Já era". Continuamos conversando por aquele chat privado, e a coisa ficou muito boa. Convidei ela pro cinema, e ela aceitou.
Chegou o dia que convidei ela pro cinema. Ela chegou com uma saia rodada de babado e uma blusa de alcinha curta. Pra falar a verdade, tava muito calor naquele dia. Eu cumprimentei ela e a amiga dela. Fazer o quê, veio com chaperona. A conversa tava muito animada. Nós três assistindo ao filme, mas conversando entre a gente, o papo ficou muito bom. A amiga dela percebeu as indiretas que eu tava jogando pra Karina, então decidiu ir ao banheiro e nos deixar sozinhos. Foi aí que aproveitei, agarrei ela e comecei... pra beijar, não me importo com a idade, ela tinha 16, eu tinha uns vinte e poucos sem perceber, a amiga dela vinha andando e nos viu se beijando, ela não ligou e sentou do nosso lado, então a gente continuava e continuava. Fomos deixar ela em casa, e aí eu me ofereci pra levar ela, e no caminho encostei o carro e falei que queria terminar o que a gente começou no cinema, e ela topou. Começamos a nos beijar e nos beijar, e nos beijar, e as carícias apareceram, mas infelizmente, a coisa parou por aí. Os dias foram passando e nossos encontros ficaram cada vez mais safados. Vale dizer que eu morava numa casa alugada com meu amigo, ou seja, praticamente morava sozinho. Convidei ela três vezes pra minha casa. Na primeira vez, sem esperar nada, meu colega não estava, então na sala da casa começamos a cena de beijos, foram muito quentes, ela subiu em cima de mim, continuamos e continuamos e continuamos, tirei a blusa dela, deixei ela de calcinha, seguimos e seguimos, não passou disso porque ouvimos carros e ela se afastou, tava nervosa. Na segunda vez, fomos pra uma festa e depois falei: "vamos embora cedo e vamos pra minha casa". Então fomos, meu colega tava no quarto dele fazendo a mesma coisa que eu queria fazer, mas com outra pessoa. Entramos no quarto, começamos a nos despir e aí sim, fomos além. Ela não quis falar, mas eu já sabia que não era a primeira vez dela, mesmo tendo 16 anos. Na terceira vez, falamos pra mãe dela que íamos comer pizza. Ela não tava em casa, mas ligamos pra ela. Então chegamos em casa e nem fomos na pizzaria, fomos direto pra casa e começamos a fazer de tudo. Pedi uma vez, e outra, e outra. Se não me engano, foram umas cinco vezes que eu comi ela. Recebi uma ligação umas oito da noite, era a mãe dela, perguntando onde ela tava, e ela falou que a gente tava comendo pizza. A mãe disse: "eu também quero pizza, pode trazer quando Vamos, então a gente parou o que tava fazendo, se vestiu, foi comprar uma pizza e fomos pra casa da mãe dela. Pra ser sincero, eu nunca tinha conhecido ela até aquela ocasião. Chegamos lá era mais ou menos meia-noite e começamos a conversar com a senhora. A verdade é que o papo dela era muito agradável. Deu meia-noite e a gente continuou batendo papo, sem parar. Eu liguei pro meu parceiro falando que ia ficar mais um tempinho, aí minha namorada disse pra eu dormir na casa dela. Eu falei que não podia ficar sem a permissão da mãe dela, e a mãe respondeu que tudo bem, desde que fosse no sofá. Aceitei, mas a conversa continuou e a gente foi pro quarto das duas, porque elas dividiam a cama, e colocamos um filme. Eu tava na beirada, minha namorada no meio e a mãe dela do outro lado, as duas de pijama. A gente tava vendo um filme e de repente senti minha namorada pegar no meu pau por baixo do cobertor. Ela começou a me masturbar, e eu só sentia a mão dela. O cobertor deslizava, tava bem na cara. De repente, a mãe dela falou: "Já volto, vou na lavanderia porque tô secando uma roupa". Saiu, e assim que ela saiu, minha namorada se jogou em cima de mim e começou a me chupar inteiro. Eu me deixei levar. Quando minha sogra voltou, ela já tinha parado, mas eu ainda não tinha gozado. Minha sogra se acomodou no lugar dela e a gente continuou vendo o filme. Minha namorada quis ir no banheiro, então foi. Minha sogra, sem querer, viu a parte que tava dura debaixo do cobertor e disse: "O filme é bom, né?" e começou a rir. "Sim, muito bom", respondi. Não notei nada de estranho, até que olhei pro rosto dela e vi que ela tava olhando.
Passaram duas semanas e o namoro tava indo muito bem. Um dia, recebo uma ligação de um número desconhecido. Atendi e era a mãe da minha namorada. Ela tava chorando, preocupada. Perguntei o que tinha acontecido e ela disse que tinha brigado com a filha. Não quis me contar. Eu não tinha comentado que também tinha brigado com ela, mas falei pra ela não se preocupar que eu ligaria pra ela e... Perguntei onde ela estava, já que tinha saído de casa cedo e não tinha voltado. Aí liguei pra ela, ela atendeu e na conversa me disse que não estava na cidade, que tinha ido pra uma praia perto da cidade. A praia mais próxima era umas três horas de distância, e ela foi com as amigas, foi o que me disse. Liguei de volta pra mãe da minha namorada e falei pra ela não se preocupar, que ela estava bem, mas eu ainda estava preocupado. Mas por ela (minha sogra), se quisesse que eu fosse fazer companhia, eu iria. Ela topou na hora e eu fui.
A verdade, com trânsito ou sem trânsito, a casa dela ficava a uns 45 minutos. Não sei se foi o tesão ou a vontade de ver minha sogra, mas voei, cheguei em 15 minutos. Elas moravam numa casa bem humilde, então tive que entrar até bater na porta da frente. Bati e ela disse "pode entrar". Entrei e, quando estava na sala, ela estava saindo do quarto vestindo uma pijama curta que mais parecia uma calcinha, e uma blusa de alcinha. Ela correu e me abraçou.
Ela: "Que bom que você veio, estava preocupada com a minha filha, mas agora que você está aqui, já me sinto bem."
Eu, sem mais, abracei ela pela cintura e falei: "Pra isso que eu sirvo, pra qualquer coisa que precisar." O corpo dela roçava no meu, os peitos dela batiam no meu peito e eu sentia absolutamente tudo. Ela não estava de sutiã quando abracei. Abracei ela pela cintura e, com meus dedos, acabei tocando a parte de baixo, onde ela não tinha calcinha. Aí ela me disse: "Quer sentar?" Eu respondi que sim. Sentei no sofá e ela disse: "Já volto, vou pagar a TV porque estava vendo um filme." Antes dela sair, perguntei qual filme era. Ela falou o nome, mas eu não conhecia. Falei: "Ah, adoro esse filme. Põe pausa, vai gostar." Ela disse: "Se quiser, vem ver comigo, sem problema nenhum." Eu topei na hora.
Quando entrei no quarto, ela foi me puxando pela mão do sofá até o quarto dela. A verdade é que senti ela animada. Quando entramos no quarto, ela se virou e me abraçou de novo, e disse:
"Obrigada, obrigada. valeu (ela me deu muitos beijos)
valeu, eu disse pra ela que não precisava agradecer, aí ela subiu na cama, o panorama que eu vi foi grandioso, ela subiu ficando de quatro, vendo tudo, tudinho, me perguntou se eu queria beber, eu respondi que sim, adoraria, ela desceu e, como estava descalça, eu falei brincando pra ela não andar, descansar senão ia ficar doente, ela respondeu: não tenho chinelos, se quiser pode me levar até a cozinha, a gente riu e ela ficou parada, aí disse: então eu te levo, eu ia abraçar ela como um bebê, mas ela me abraçou pela frente e subiu as pernas dizendo: me leva, eu não tive escolha e tive que segurar ela pelos quadris, fomos até a geladeira, ela desceu e eu já ia embora, aí ela, de sacanagem, falou: vai me deixar aqui descalça? então eu levei ela de volta, quando a gente tava quase chegando no quarto, ela jogou as latas na cama e eu fui segurando ela por baixo das nádegas, digamos assim, e quando eu ia empurrar pra levantar ela, um dos meus dedos, ou melhor, vários dedos, se aproximaram da virilha dela, com meus dedos consegui tocar o aveludado que ela tinha entre as pernas e ela suspirou. Pedi desculpa, mas não tirei os dedos dali. Ela disse que não tinha problema. Só com cuidado, não se preocupa, eu abri minhas mãos como se tivessem grudado na bunda dela e abri tudo. Foi aí que ela suspirou, eu falei que aquilo soou muito gostoso, o que ela fez, e então joguei ela na cama, a única coisa que ela disse foi: bom, se você gostou do que tocou e do que ouviu, isso vai gostar ainda mais, ela tira o short e fala: é toda sua, vem, e eu desci pra chupar toda a parte íntima dela, eu dava e dava, e ela gemendo, foi uma noite fantástica, a gente fez uma atrás da outra, atrás da outra, o tempo voou.
Se a memória não me falha, a gente transou umas quatro vezes, ela ficou satisfeita, eu disse que já ia embora e ela concordou. Me abraçou e me agradeceu de novo, falou: por favor, não para de vir, eu respondi que sim, quando Eu ia embora, ouvi um carro parar na frente de casa e me assustei.
Era minha namorada, rápido, falei pra minha sogra que a filha dela já tava chegando e que ela ia me matar, vamos fazer alguma coisa, dorme no sofá, finge que tá dormindo e eu saio e falo que você veio me cuidar porque tava preocupado comigo. E foi assim: eu fingi que tava dormindo, ela chegou e falou "vamos dormir", ele veio e quis ficar aqui porque se preocupou, então foram pra cama. Deixei passar 10 minutos e, bem na hora que eu ia embora, ouvi a porta do quarto abrir. Era minha namorada, ela se aproximou, começou a pegar na minha rola e começou a chupar. Eu tava sentindo uma delícia, me levantei, sentei e falei: "Ei, sua mãe vai nos ver, e se ela ver é falta de educação deixar ela assim". Comecei a rir e ela disse: "Não se preocupa, ela tá dormindo". Aí eu falei de novo: "Sim, mas e se ela acordar?" Ela respondeu: "Vamos fazer uma coisa, vamos nos vigiar". Paramos, entramos no quarto e na beirada da cama ela começou a chupar de novo. Enquanto ela chupava, eu tava olhando pra minha sogra, que tava me encarando fixamente. Enquanto ela me chupava, minha sogra se levantou, acendeu a luz e disse: "O que tá acontecendo aqui?" Quando olhei pro rosto da minha namorada, vi que ela tava completamente bêbada. Pra ser sincero, acho que ela nem lembrou que tava me chupando, mas eu entrei na onda com meu dedo. Falei pra minha sogra calar a boca e vir. Ela se aproximou e comecei a beijá-la enquanto minha namorada me chupava gostoso na cena. Fiquei tão tesudo que peguei minha namorada pelos cabelos e levantei ela, e com a outra mão puxei minha sogra pra baixo. Ela começou a me chupar enquanto minha namorada me beijava. Minha namorada olhou pra mãe dela e falou: "Ei, o que tá rolando?" Como se tivesse caído uma ficha, mas não ligou. Eu falei: "Deixa ela", e seguimos naquela noite, verdade.
Passaram-se semanas, e um dia essa pessoa entrou. O nome dela era Karina. Eu cumprimentei ela e falei "bom dia". Aí deu um problema no computador dela, e eu me aproximei e falei: "Posso ajudar?". Ela virou e falou pra amiga do lado: "Que olhos bonitos". Escapou dela. Aí eu ri na hora. Naquela época, eu controlava os computadores e podia mandar mensagem pra qualquer um deles, dizendo que o tempo tinha acabado. Então aproveitei e, na máquina onde ela tava, mandei uma mensagem: "Obrigado pelas palavras que você disse". Ela leu, virou e ficou vermelha. Foi aí que eu pensei: "Já era". Continuamos conversando por aquele chat privado, e a coisa ficou muito boa. Convidei ela pro cinema, e ela aceitou.
Chegou o dia que convidei ela pro cinema. Ela chegou com uma saia rodada de babado e uma blusa de alcinha curta. Pra falar a verdade, tava muito calor naquele dia. Eu cumprimentei ela e a amiga dela. Fazer o quê, veio com chaperona. A conversa tava muito animada. Nós três assistindo ao filme, mas conversando entre a gente, o papo ficou muito bom. A amiga dela percebeu as indiretas que eu tava jogando pra Karina, então decidiu ir ao banheiro e nos deixar sozinhos. Foi aí que aproveitei, agarrei ela e comecei... pra beijar, não me importo com a idade, ela tinha 16, eu tinha uns vinte e poucos sem perceber, a amiga dela vinha andando e nos viu se beijando, ela não ligou e sentou do nosso lado, então a gente continuava e continuava. Fomos deixar ela em casa, e aí eu me ofereci pra levar ela, e no caminho encostei o carro e falei que queria terminar o que a gente começou no cinema, e ela topou. Começamos a nos beijar e nos beijar, e nos beijar, e as carícias apareceram, mas infelizmente, a coisa parou por aí. Os dias foram passando e nossos encontros ficaram cada vez mais safados. Vale dizer que eu morava numa casa alugada com meu amigo, ou seja, praticamente morava sozinho. Convidei ela três vezes pra minha casa. Na primeira vez, sem esperar nada, meu colega não estava, então na sala da casa começamos a cena de beijos, foram muito quentes, ela subiu em cima de mim, continuamos e continuamos e continuamos, tirei a blusa dela, deixei ela de calcinha, seguimos e seguimos, não passou disso porque ouvimos carros e ela se afastou, tava nervosa. Na segunda vez, fomos pra uma festa e depois falei: "vamos embora cedo e vamos pra minha casa". Então fomos, meu colega tava no quarto dele fazendo a mesma coisa que eu queria fazer, mas com outra pessoa. Entramos no quarto, começamos a nos despir e aí sim, fomos além. Ela não quis falar, mas eu já sabia que não era a primeira vez dela, mesmo tendo 16 anos. Na terceira vez, falamos pra mãe dela que íamos comer pizza. Ela não tava em casa, mas ligamos pra ela. Então chegamos em casa e nem fomos na pizzaria, fomos direto pra casa e começamos a fazer de tudo. Pedi uma vez, e outra, e outra. Se não me engano, foram umas cinco vezes que eu comi ela. Recebi uma ligação umas oito da noite, era a mãe dela, perguntando onde ela tava, e ela falou que a gente tava comendo pizza. A mãe disse: "eu também quero pizza, pode trazer quando Vamos, então a gente parou o que tava fazendo, se vestiu, foi comprar uma pizza e fomos pra casa da mãe dela. Pra ser sincero, eu nunca tinha conhecido ela até aquela ocasião. Chegamos lá era mais ou menos meia-noite e começamos a conversar com a senhora. A verdade é que o papo dela era muito agradável. Deu meia-noite e a gente continuou batendo papo, sem parar. Eu liguei pro meu parceiro falando que ia ficar mais um tempinho, aí minha namorada disse pra eu dormir na casa dela. Eu falei que não podia ficar sem a permissão da mãe dela, e a mãe respondeu que tudo bem, desde que fosse no sofá. Aceitei, mas a conversa continuou e a gente foi pro quarto das duas, porque elas dividiam a cama, e colocamos um filme. Eu tava na beirada, minha namorada no meio e a mãe dela do outro lado, as duas de pijama. A gente tava vendo um filme e de repente senti minha namorada pegar no meu pau por baixo do cobertor. Ela começou a me masturbar, e eu só sentia a mão dela. O cobertor deslizava, tava bem na cara. De repente, a mãe dela falou: "Já volto, vou na lavanderia porque tô secando uma roupa". Saiu, e assim que ela saiu, minha namorada se jogou em cima de mim e começou a me chupar inteiro. Eu me deixei levar. Quando minha sogra voltou, ela já tinha parado, mas eu ainda não tinha gozado. Minha sogra se acomodou no lugar dela e a gente continuou vendo o filme. Minha namorada quis ir no banheiro, então foi. Minha sogra, sem querer, viu a parte que tava dura debaixo do cobertor e disse: "O filme é bom, né?" e começou a rir. "Sim, muito bom", respondi. Não notei nada de estranho, até que olhei pro rosto dela e vi que ela tava olhando.
Passaram duas semanas e o namoro tava indo muito bem. Um dia, recebo uma ligação de um número desconhecido. Atendi e era a mãe da minha namorada. Ela tava chorando, preocupada. Perguntei o que tinha acontecido e ela disse que tinha brigado com a filha. Não quis me contar. Eu não tinha comentado que também tinha brigado com ela, mas falei pra ela não se preocupar que eu ligaria pra ela e... Perguntei onde ela estava, já que tinha saído de casa cedo e não tinha voltado. Aí liguei pra ela, ela atendeu e na conversa me disse que não estava na cidade, que tinha ido pra uma praia perto da cidade. A praia mais próxima era umas três horas de distância, e ela foi com as amigas, foi o que me disse. Liguei de volta pra mãe da minha namorada e falei pra ela não se preocupar, que ela estava bem, mas eu ainda estava preocupado. Mas por ela (minha sogra), se quisesse que eu fosse fazer companhia, eu iria. Ela topou na hora e eu fui.
A verdade, com trânsito ou sem trânsito, a casa dela ficava a uns 45 minutos. Não sei se foi o tesão ou a vontade de ver minha sogra, mas voei, cheguei em 15 minutos. Elas moravam numa casa bem humilde, então tive que entrar até bater na porta da frente. Bati e ela disse "pode entrar". Entrei e, quando estava na sala, ela estava saindo do quarto vestindo uma pijama curta que mais parecia uma calcinha, e uma blusa de alcinha. Ela correu e me abraçou.
Ela: "Que bom que você veio, estava preocupada com a minha filha, mas agora que você está aqui, já me sinto bem."
Eu, sem mais, abracei ela pela cintura e falei: "Pra isso que eu sirvo, pra qualquer coisa que precisar." O corpo dela roçava no meu, os peitos dela batiam no meu peito e eu sentia absolutamente tudo. Ela não estava de sutiã quando abracei. Abracei ela pela cintura e, com meus dedos, acabei tocando a parte de baixo, onde ela não tinha calcinha. Aí ela me disse: "Quer sentar?" Eu respondi que sim. Sentei no sofá e ela disse: "Já volto, vou pagar a TV porque estava vendo um filme." Antes dela sair, perguntei qual filme era. Ela falou o nome, mas eu não conhecia. Falei: "Ah, adoro esse filme. Põe pausa, vai gostar." Ela disse: "Se quiser, vem ver comigo, sem problema nenhum." Eu topei na hora.
Quando entrei no quarto, ela foi me puxando pela mão do sofá até o quarto dela. A verdade é que senti ela animada. Quando entramos no quarto, ela se virou e me abraçou de novo, e disse:
"Obrigada, obrigada. valeu (ela me deu muitos beijos)
valeu, eu disse pra ela que não precisava agradecer, aí ela subiu na cama, o panorama que eu vi foi grandioso, ela subiu ficando de quatro, vendo tudo, tudinho, me perguntou se eu queria beber, eu respondi que sim, adoraria, ela desceu e, como estava descalça, eu falei brincando pra ela não andar, descansar senão ia ficar doente, ela respondeu: não tenho chinelos, se quiser pode me levar até a cozinha, a gente riu e ela ficou parada, aí disse: então eu te levo, eu ia abraçar ela como um bebê, mas ela me abraçou pela frente e subiu as pernas dizendo: me leva, eu não tive escolha e tive que segurar ela pelos quadris, fomos até a geladeira, ela desceu e eu já ia embora, aí ela, de sacanagem, falou: vai me deixar aqui descalça? então eu levei ela de volta, quando a gente tava quase chegando no quarto, ela jogou as latas na cama e eu fui segurando ela por baixo das nádegas, digamos assim, e quando eu ia empurrar pra levantar ela, um dos meus dedos, ou melhor, vários dedos, se aproximaram da virilha dela, com meus dedos consegui tocar o aveludado que ela tinha entre as pernas e ela suspirou. Pedi desculpa, mas não tirei os dedos dali. Ela disse que não tinha problema. Só com cuidado, não se preocupa, eu abri minhas mãos como se tivessem grudado na bunda dela e abri tudo. Foi aí que ela suspirou, eu falei que aquilo soou muito gostoso, o que ela fez, e então joguei ela na cama, a única coisa que ela disse foi: bom, se você gostou do que tocou e do que ouviu, isso vai gostar ainda mais, ela tira o short e fala: é toda sua, vem, e eu desci pra chupar toda a parte íntima dela, eu dava e dava, e ela gemendo, foi uma noite fantástica, a gente fez uma atrás da outra, atrás da outra, o tempo voou.
Se a memória não me falha, a gente transou umas quatro vezes, ela ficou satisfeita, eu disse que já ia embora e ela concordou. Me abraçou e me agradeceu de novo, falou: por favor, não para de vir, eu respondi que sim, quando Eu ia embora, ouvi um carro parar na frente de casa e me assustei.
Era minha namorada, rápido, falei pra minha sogra que a filha dela já tava chegando e que ela ia me matar, vamos fazer alguma coisa, dorme no sofá, finge que tá dormindo e eu saio e falo que você veio me cuidar porque tava preocupado comigo. E foi assim: eu fingi que tava dormindo, ela chegou e falou "vamos dormir", ele veio e quis ficar aqui porque se preocupou, então foram pra cama. Deixei passar 10 minutos e, bem na hora que eu ia embora, ouvi a porta do quarto abrir. Era minha namorada, ela se aproximou, começou a pegar na minha rola e começou a chupar. Eu tava sentindo uma delícia, me levantei, sentei e falei: "Ei, sua mãe vai nos ver, e se ela ver é falta de educação deixar ela assim". Comecei a rir e ela disse: "Não se preocupa, ela tá dormindo". Aí eu falei de novo: "Sim, mas e se ela acordar?" Ela respondeu: "Vamos fazer uma coisa, vamos nos vigiar". Paramos, entramos no quarto e na beirada da cama ela começou a chupar de novo. Enquanto ela chupava, eu tava olhando pra minha sogra, que tava me encarando fixamente. Enquanto ela me chupava, minha sogra se levantou, acendeu a luz e disse: "O que tá acontecendo aqui?" Quando olhei pro rosto da minha namorada, vi que ela tava completamente bêbada. Pra ser sincero, acho que ela nem lembrou que tava me chupando, mas eu entrei na onda com meu dedo. Falei pra minha sogra calar a boca e vir. Ela se aproximou e comecei a beijá-la enquanto minha namorada me chupava gostoso na cena. Fiquei tão tesudo que peguei minha namorada pelos cabelos e levantei ela, e com a outra mão puxei minha sogra pra baixo. Ela começou a me chupar enquanto minha namorada me beijava. Minha namorada olhou pra mãe dela e falou: "Ei, o que tá rolando?" Como se tivesse caído uma ficha, mas não ligou. Eu falei: "Deixa ela", e seguimos naquela noite, verdade.
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