Oii, como vocês estão? Me chamo Pilar, tenho 18 e já sou meio antiga aqui no site. Postei uns contos contando minhas experiências sexuais da adolescência. E vim postar de novo uma das melhores, da primeira vez que fui dançar.
Pra contextualizar, era a primeira vez que eu ia pra festas de formatura. Sempre fui uma das mais gostosas do meu colégio, mas só tava começando a pensar em ir pra balada, então decidi ir com minha melhor amiga pra essa festa.
A real é que muitos caras queriam me pegar, e eu sabia disso. A gente se encontrou na casa da minha amiga pra se preparar pra essa noite linda, e ficamos poderosas. Ela vestiu um vestidinho fluorescente lindo que realçava muito o corpo dela, mas não era tão curto. Mais comportado.
Eu resolvi me arriscar um pouco mais e coloquei um top preto decotado, umas botinhas lindas, passei batom vermelho nos lábios, vesti uma calcinha fio dental preta de renda e enfiei um shortinho preto de cintura alta que, sinceramente, marcava tudo, mesmo eu tentando disfarçar. Finalizei com uma jaquetinha de couro, porque tinha ficado doente.
A real é que eu tava uma gostosa do caralho.
Fizemos prévia com outros dois caras na casa de um deles, e ela se deu super bem com um (a ponto de transarem no banheiro, uns loucos ajsjsjjs) enquanto eu fiquei com o outro. Mas não deixei ele me comer, a verdade é que queria ir dançar e não me fazia mal aquela mistura tão gostosa de tesão (porque esse cara não parava de passar a mão na minha pussy com as duas mãos por cima do shortinho) e álcool. Nos ofereceram fernet, tomei da jarra e já tava bem alterada. Além disso, eu já tinha um alvo em mente, um formando que depois vou falar pra vocês.
Então decidimos sair com esse cara pro baile. Fomos de mãos dadas e juro que todo mundo me olhava. Me senti a maior puta.
Quando chegamos no baile e entramos, soltei a mão desse cara, não sem antes beijá-lo mais uma vez e pedir desculpa, falando que tinha que ir com minhas amigas (mentira, kkk).
A noite foi linda, tava praticamente sozinha porque minha amiga não veio, tinha muitos casais e grupinhos, e nada, dancei com desconhecidos. Fiquei com uns 13-14, acho, me pagaram drinks, dancei pra caralho e fui bem vadia até as 3 da manhã. Muitos se aproveitavam da situação pra pegar na minha bunda, um pouco nos peitos, me agarrar pelo pescoço, meter língua. E eu só me deixava levar pela situação. Tava fervendo de tesão, precisava de uma boa pica.
Tive que sentar porque não aguentava mais e tava entediada com o otário que tava me beijando, e com as músicas.
Quando sento, ouço: "Pilar, o que você tá fazendo aqui?"
E era o Valentín, o formando que eu gostava, que me tirou pra dançar de novo. E assim ficamos. É como se aquilo me acendesse, e foi um vai e vem constante onde ele queria me beijar e eu não deixava, gostava de ter o controle da situação, rebolando muito, dançando colado, encostando minha cintura e minha buceta no volume dele (acreditem, ele ficou duro o tempo todo que dançamos, coitadinho, kkk).
Chegou num ponto que era tudo muito óbvio e já tava cada vez mais tarde. então tomei a iniciativa e fui pra um lugar escuro ficar com ele.
não consigo explicar como esse cara me beijava bem. ele mandava a língua do jeito que queria, tinha uma mão na minha bunda e a outra no meu pescoço, o que me deixava a mil. e eu, já toda virada, não parei de roçar de leve na pica dele kkkkkkkk
ele falava umas coisas no meu ouvido tipo «me dá um pouco de vergonha ter uns anos a menos que você, mas você é muito gostosa», «você não sabe como me deixa duro», e por aí vai.
até que num momento ele fala «por que a gente não vai pra outro lugar?»
sinceramente, nem pensei, olhei pra ele com carinha de inocente e falei que sim, meio na dúvida.
mas no fundo, o que eu mais queria era foder. não comia há semanas e aquela noite já tava super tarada.
fomos voando. parávamos em cada esquina pra ficar e eu, mesmo morrendo de frio, não parava de imaginar o que podia rolar.
sem saber bem o que fazer, acabamos numa praça a duas quadras da balada, numa árvore escura. e aí desandou tudo. mas tudo mesmo
ele me pegou pelo cabelo bem forte, colocando minha bundinha minúscula contra a pica dele enquanto me enforcava, falando «você não sabe a pica que vai chupar, gatinha, vou te comer a noite toda e você vai ser minha putinha», enquanto me apertava. ele me soltou, deu um tapa na minha bunda que deixou minha raba toda marcada e me encostou na árvore enquanto, sem eu perceber, puxou a pica dele. e a realidade, eu não conseguia entender.
era perfeita, uns 19-20 cm, meio gordinha, cheia de veias, sem um pelo e levemente torta.
mas quando parei de ficar besta com aquele pedaço, ele já tava me fazendo chupar. e não consigo explicar como eu me molhei.
ele me fez chupar a pica dele desesperadamente. queria me matar de vez em quando kkkk, eu até chorava.
não conseguia enfiar ela inteira de jeito nenhum, mas fiz o melhor que pude. primeiro, ele comeu minha boquinha com força pra caralho. me teve do jeito que queria, e fui tomando o controle da situação, chupando ele muito bem, fazendo movimentos circulares, batendo uma pra ele, e principalmente olhando fixo com minha melhor cara de vadia.
arranquei vários gemidos roucos dela que faziam parecer que ela ia gozar toda ali. mas de repente ela tirou, me deu um tapa e falou na lata «vadia, tira tudo, quero ver essa calcinha fio dental»
eu falei desafiando «tira você tudo se tiver coragem»
e na hora ela subiu meu top de um puxão, não sem antes pegar um pouco nas minhas tetas (eu não tava de sutiã, detalhe ksks)
ela foi descendo pela minha barriga até meu shortinho, rasgando literalmente minha calcinha fio dental de tanta força que fez pra puxar as duas peças. quando ela viu minha buceta rosadinha falou «você não pode ser tão vadia assim, abre bem as pernas»
obedeci toda excitada e juro que ela me fez o melhor sexo oral que já recebi na vida. além de ter me chupado outras vezes (porque depois disso a gente ficou e transamos muito e bem gostoso), essa foi foda. ela chupou toda minha buceta, enfiava a língua do jeito que queria, como se tivesse me comendo. e eu gozei na boca dela assim que ela enfiou 2 dedos e começou a meter e tirar bem rápido. molhei tudo, a cara dela, a boca dela, e as gotinhas de lubrificação escorriam pela minha perna até tocar meu shortinho. nunca na minha vida tinha gritado daquele jeito, porque não eram gemidos, eram berros. eu tava louca. detalhe, ela não parou de elogiar minha buceta, falando que nunca tinha comido uma buceta rosada tão linda. eu tenho ela bem pequenininha na verdade, e vivo me depilando. então tava orgulhosa ksks.
ela tava me virando do avesso na real. e eu já não aguentava mais honestamente, tava entregue pra ela. quando menos esperei, ela se levantou com força, me beijou uns segundos e falou «levanta bem vadia, puta piranha igual você come de pé», e quando fico na ponta dos pés encostada na pobre árvore «não trouxe camisinha, depois te pago a pílula»
não falei nada porque juro que não conseguia nem falar. tava entregue ao prazer, toda descabelada, molhada, putona. só aceitei com a cabeça, com um cara que nunca tinha conversado e que eu gostava só de ver ele.
Ele se aproximou, me colocou de frente pra ele, e me levantou ainda mais na ponta dos pés pra minha buceta ficar na altura ideal, ajustou a rola gorda dele, e começou a meter de pouquinho. Tava doendo pra caralho, e ele, todo descontrolado, soltava: «ai, mina, não pode ser tão apertada assim, vou te destruir». A gente se olhava nos olhos e era uma foda única, porra. Foi devagarzinho, mas cada sentada que ele dava, minha buceta ia engolindo mais daquela piroca. Até que ele me olhou nos olhos, me segurou firme pela cintura, e sem falar uma palavra, enfiou uma sentada que me fez ver estrelas de tanta dor, mas era uma dor que eu amava, que eu curtia. Que eu sonharia em reviver. E aí foi tudo pro caralho. Ele começou a me comer com ódio, como se eu fosse uma puta, e nunca mais vou esquecer os gemidos roucos de safado dele, muito menos o som das nossas cadeiras batendo, como se a gente tivesse batendo numa mesa ou algo assim. Ele tava me dando porrada de pau, e eu não aguentava mais, gritava igual uma puta: «me come, filho da puta, vai» «ai sim, por favor, come toda a minha buceta» «vai, não para nunca» «ai sim, ai assim, assim, assim, ai assim, aiiiiiiii»
Meio mundo deve ter ouvido, kkkk, era escandaloso.
Eu tinha perdido total noção de tempo e espaço. Tinha esquecido completamente que a gente tava num lugar público e que podiam facilmente encher o saco. E tenho certeza que nos viram, mas não tava nem aí. E já não sentia mais dor. Eu tinha gozado pelo menos 3 vezes naquela rola linda. E já tava saindo toda cremosa de dentro de mim, como se fosse uma porra branquinha.
Valentin cada vez metia mais forte, mas dava pra ver que ele não aguentava mais, e de repente, ele fala: «vou gozar, puta, vou gozaaaar», não deu tempo de pedir pra ele tirar. Ele me inundou. Largou literalmente 7 jatos de porra grossa e fervendo dentro de mim. Juro pra vocês, minha buceta era um inferno. Entre meus fluidos, a porra dele e tudo, queimava. Ele foi perdendo a força e saindo de dentro de mim, e quando tirou, saiu com um jorro de porra comprido de tanto me comer. Porque literalmente caí, ficamos uns 20 minutos naquela posição.
ele terminou de tirar o pau dele, um pouco mais murcho e não tão duro, com a cabecinha cheia de porra grossa.
e eu ali estava de pernas abertas, em pé, toda suada, com a buceta arrombada e escorrendo gozo que descia pelas minhas pernas.
sentei na grama e quase dormi. Valen não falou nada, só se limpou como pôde.
me levantou como pôde, enfiou os dedos em mim por mais um tempinho enquanto eu não dizia nada, tava morta de cansaço mesmo. mas feliz. me ajudou a me arrumar. não consegui me limpar, óbvio, mas fazer o quê.
ajeitei o top, vesti a calcinha arrombada (inútil) e coloquei o shortinho de novo, dessa vez muito mais apertado que antes. Marcava tudo e metade da minha bunda ficava de fora.
Nós viramos, eu disfarçando a dor e a alegria, vitorioso.
Eu tava muito feliz, pra ser sincera, fiquei beijando ele por mais um tempinho, mas já tava tudo acabando, porque meu pai vinha me buscar de carro às 6 da manhã, exatamente como combinamos quando saí de casa. Quando ele chegou, me abraçou e perguntou se eu tinha me comportado bem. Eu me fiz de sonsa e disse que sim, que as meninas tinham ficado lá dentro, mas que foi muito legal, disfarçando meu cansaço e a dor na buceta que eu tava kkkk. Me dava muito tesão saber que minha buceta ainda tava cheia de porra, e que eu tava toda melada.
Chegamos em casa, subi pro meu quarto, tirei as botas, a jaqueta, o top, a calcinha fio dental e o shortinho alto, pelada total. Aí desliguei a TV até o dia seguinte.
Não consegui ir pra escola porque tava me sentindo muito mal, só tinha dormido uma hora e meia e, sério, tava doendo tudo. O pior é que não tinha tomado anticoncepcional…
Ok, se vocês gostaram, me deem 10 pontos, comentem e obrigada por chegar até aqui ❤️
Pra contextualizar, era a primeira vez que eu ia pra festas de formatura. Sempre fui uma das mais gostosas do meu colégio, mas só tava começando a pensar em ir pra balada, então decidi ir com minha melhor amiga pra essa festa.
A real é que muitos caras queriam me pegar, e eu sabia disso. A gente se encontrou na casa da minha amiga pra se preparar pra essa noite linda, e ficamos poderosas. Ela vestiu um vestidinho fluorescente lindo que realçava muito o corpo dela, mas não era tão curto. Mais comportado.
Eu resolvi me arriscar um pouco mais e coloquei um top preto decotado, umas botinhas lindas, passei batom vermelho nos lábios, vesti uma calcinha fio dental preta de renda e enfiei um shortinho preto de cintura alta que, sinceramente, marcava tudo, mesmo eu tentando disfarçar. Finalizei com uma jaquetinha de couro, porque tinha ficado doente.
A real é que eu tava uma gostosa do caralho.
Fizemos prévia com outros dois caras na casa de um deles, e ela se deu super bem com um (a ponto de transarem no banheiro, uns loucos ajsjsjjs) enquanto eu fiquei com o outro. Mas não deixei ele me comer, a verdade é que queria ir dançar e não me fazia mal aquela mistura tão gostosa de tesão (porque esse cara não parava de passar a mão na minha pussy com as duas mãos por cima do shortinho) e álcool. Nos ofereceram fernet, tomei da jarra e já tava bem alterada. Além disso, eu já tinha um alvo em mente, um formando que depois vou falar pra vocês.Então decidimos sair com esse cara pro baile. Fomos de mãos dadas e juro que todo mundo me olhava. Me senti a maior puta.
Quando chegamos no baile e entramos, soltei a mão desse cara, não sem antes beijá-lo mais uma vez e pedir desculpa, falando que tinha que ir com minhas amigas (mentira, kkk).
A noite foi linda, tava praticamente sozinha porque minha amiga não veio, tinha muitos casais e grupinhos, e nada, dancei com desconhecidos. Fiquei com uns 13-14, acho, me pagaram drinks, dancei pra caralho e fui bem vadia até as 3 da manhã. Muitos se aproveitavam da situação pra pegar na minha bunda, um pouco nos peitos, me agarrar pelo pescoço, meter língua. E eu só me deixava levar pela situação. Tava fervendo de tesão, precisava de uma boa pica.
Tive que sentar porque não aguentava mais e tava entediada com o otário que tava me beijando, e com as músicas.
Quando sento, ouço: "Pilar, o que você tá fazendo aqui?"
E era o Valentín, o formando que eu gostava, que me tirou pra dançar de novo. E assim ficamos. É como se aquilo me acendesse, e foi um vai e vem constante onde ele queria me beijar e eu não deixava, gostava de ter o controle da situação, rebolando muito, dançando colado, encostando minha cintura e minha buceta no volume dele (acreditem, ele ficou duro o tempo todo que dançamos, coitadinho, kkk).
Chegou num ponto que era tudo muito óbvio e já tava cada vez mais tarde. então tomei a iniciativa e fui pra um lugar escuro ficar com ele.
não consigo explicar como esse cara me beijava bem. ele mandava a língua do jeito que queria, tinha uma mão na minha bunda e a outra no meu pescoço, o que me deixava a mil. e eu, já toda virada, não parei de roçar de leve na pica dele kkkkkkkk
ele falava umas coisas no meu ouvido tipo «me dá um pouco de vergonha ter uns anos a menos que você, mas você é muito gostosa», «você não sabe como me deixa duro», e por aí vai.
até que num momento ele fala «por que a gente não vai pra outro lugar?»
sinceramente, nem pensei, olhei pra ele com carinha de inocente e falei que sim, meio na dúvida.
mas no fundo, o que eu mais queria era foder. não comia há semanas e aquela noite já tava super tarada.
fomos voando. parávamos em cada esquina pra ficar e eu, mesmo morrendo de frio, não parava de imaginar o que podia rolar.
sem saber bem o que fazer, acabamos numa praça a duas quadras da balada, numa árvore escura. e aí desandou tudo. mas tudo mesmo
ele me pegou pelo cabelo bem forte, colocando minha bundinha minúscula contra a pica dele enquanto me enforcava, falando «você não sabe a pica que vai chupar, gatinha, vou te comer a noite toda e você vai ser minha putinha», enquanto me apertava. ele me soltou, deu um tapa na minha bunda que deixou minha raba toda marcada e me encostou na árvore enquanto, sem eu perceber, puxou a pica dele. e a realidade, eu não conseguia entender.
era perfeita, uns 19-20 cm, meio gordinha, cheia de veias, sem um pelo e levemente torta.
mas quando parei de ficar besta com aquele pedaço, ele já tava me fazendo chupar. e não consigo explicar como eu me molhei.
ele me fez chupar a pica dele desesperadamente. queria me matar de vez em quando kkkk, eu até chorava.
não conseguia enfiar ela inteira de jeito nenhum, mas fiz o melhor que pude. primeiro, ele comeu minha boquinha com força pra caralho. me teve do jeito que queria, e fui tomando o controle da situação, chupando ele muito bem, fazendo movimentos circulares, batendo uma pra ele, e principalmente olhando fixo com minha melhor cara de vadia.
arranquei vários gemidos roucos dela que faziam parecer que ela ia gozar toda ali. mas de repente ela tirou, me deu um tapa e falou na lata «vadia, tira tudo, quero ver essa calcinha fio dental»
eu falei desafiando «tira você tudo se tiver coragem»
e na hora ela subiu meu top de um puxão, não sem antes pegar um pouco nas minhas tetas (eu não tava de sutiã, detalhe ksks)
ela foi descendo pela minha barriga até meu shortinho, rasgando literalmente minha calcinha fio dental de tanta força que fez pra puxar as duas peças. quando ela viu minha buceta rosadinha falou «você não pode ser tão vadia assim, abre bem as pernas»
obedeci toda excitada e juro que ela me fez o melhor sexo oral que já recebi na vida. além de ter me chupado outras vezes (porque depois disso a gente ficou e transamos muito e bem gostoso), essa foi foda. ela chupou toda minha buceta, enfiava a língua do jeito que queria, como se tivesse me comendo. e eu gozei na boca dela assim que ela enfiou 2 dedos e começou a meter e tirar bem rápido. molhei tudo, a cara dela, a boca dela, e as gotinhas de lubrificação escorriam pela minha perna até tocar meu shortinho. nunca na minha vida tinha gritado daquele jeito, porque não eram gemidos, eram berros. eu tava louca. detalhe, ela não parou de elogiar minha buceta, falando que nunca tinha comido uma buceta rosada tão linda. eu tenho ela bem pequenininha na verdade, e vivo me depilando. então tava orgulhosa ksks.
ela tava me virando do avesso na real. e eu já não aguentava mais honestamente, tava entregue pra ela. quando menos esperei, ela se levantou com força, me beijou uns segundos e falou «levanta bem vadia, puta piranha igual você come de pé», e quando fico na ponta dos pés encostada na pobre árvore «não trouxe camisinha, depois te pago a pílula»
não falei nada porque juro que não conseguia nem falar. tava entregue ao prazer, toda descabelada, molhada, putona. só aceitei com a cabeça, com um cara que nunca tinha conversado e que eu gostava só de ver ele.
Ele se aproximou, me colocou de frente pra ele, e me levantou ainda mais na ponta dos pés pra minha buceta ficar na altura ideal, ajustou a rola gorda dele, e começou a meter de pouquinho. Tava doendo pra caralho, e ele, todo descontrolado, soltava: «ai, mina, não pode ser tão apertada assim, vou te destruir». A gente se olhava nos olhos e era uma foda única, porra. Foi devagarzinho, mas cada sentada que ele dava, minha buceta ia engolindo mais daquela piroca. Até que ele me olhou nos olhos, me segurou firme pela cintura, e sem falar uma palavra, enfiou uma sentada que me fez ver estrelas de tanta dor, mas era uma dor que eu amava, que eu curtia. Que eu sonharia em reviver. E aí foi tudo pro caralho. Ele começou a me comer com ódio, como se eu fosse uma puta, e nunca mais vou esquecer os gemidos roucos de safado dele, muito menos o som das nossas cadeiras batendo, como se a gente tivesse batendo numa mesa ou algo assim. Ele tava me dando porrada de pau, e eu não aguentava mais, gritava igual uma puta: «me come, filho da puta, vai» «ai sim, por favor, come toda a minha buceta» «vai, não para nunca» «ai sim, ai assim, assim, assim, ai assim, aiiiiiiii»
Meio mundo deve ter ouvido, kkkk, era escandaloso.
Eu tinha perdido total noção de tempo e espaço. Tinha esquecido completamente que a gente tava num lugar público e que podiam facilmente encher o saco. E tenho certeza que nos viram, mas não tava nem aí. E já não sentia mais dor. Eu tinha gozado pelo menos 3 vezes naquela rola linda. E já tava saindo toda cremosa de dentro de mim, como se fosse uma porra branquinha.
Valentin cada vez metia mais forte, mas dava pra ver que ele não aguentava mais, e de repente, ele fala: «vou gozar, puta, vou gozaaaar», não deu tempo de pedir pra ele tirar. Ele me inundou. Largou literalmente 7 jatos de porra grossa e fervendo dentro de mim. Juro pra vocês, minha buceta era um inferno. Entre meus fluidos, a porra dele e tudo, queimava. Ele foi perdendo a força e saindo de dentro de mim, e quando tirou, saiu com um jorro de porra comprido de tanto me comer. Porque literalmente caí, ficamos uns 20 minutos naquela posição.
ele terminou de tirar o pau dele, um pouco mais murcho e não tão duro, com a cabecinha cheia de porra grossa.
e eu ali estava de pernas abertas, em pé, toda suada, com a buceta arrombada e escorrendo gozo que descia pelas minhas pernas.
sentei na grama e quase dormi. Valen não falou nada, só se limpou como pôde.
me levantou como pôde, enfiou os dedos em mim por mais um tempinho enquanto eu não dizia nada, tava morta de cansaço mesmo. mas feliz. me ajudou a me arrumar. não consegui me limpar, óbvio, mas fazer o quê.
ajeitei o top, vesti a calcinha arrombada (inútil) e coloquei o shortinho de novo, dessa vez muito mais apertado que antes. Marcava tudo e metade da minha bunda ficava de fora.
Nós viramos, eu disfarçando a dor e a alegria, vitorioso.Eu tava muito feliz, pra ser sincera, fiquei beijando ele por mais um tempinho, mas já tava tudo acabando, porque meu pai vinha me buscar de carro às 6 da manhã, exatamente como combinamos quando saí de casa. Quando ele chegou, me abraçou e perguntou se eu tinha me comportado bem. Eu me fiz de sonsa e disse que sim, que as meninas tinham ficado lá dentro, mas que foi muito legal, disfarçando meu cansaço e a dor na buceta que eu tava kkkk. Me dava muito tesão saber que minha buceta ainda tava cheia de porra, e que eu tava toda melada.
Chegamos em casa, subi pro meu quarto, tirei as botas, a jaqueta, o top, a calcinha fio dental e o shortinho alto, pelada total. Aí desliguei a TV até o dia seguinte.
Não consegui ir pra escola porque tava me sentindo muito mal, só tinha dormido uma hora e meia e, sério, tava doendo tudo. O pior é que não tinha tomado anticoncepcional… Ok, se vocês gostaram, me deem 10 pontos, comentem e obrigada por chegar até aqui ❤️
8 comentários - Festa de Formatura Gostosa
Cómo me calienta leer las cosas que te hacen y como te dejan toda llena de leche
van 10