É inacreditável como a percepção que a gente tem de uma pessoa pode mudar por causa de um fato ou momento específico. Não sei o quão comum isso é ou quantos já passaram por algo parecido com o que rolou comigo recentemente. Vou dar um contexto. Eu trabalho no negócio da família desde que me entendo por gente, ou seja, a vida toda. E lá é normal conhecer muita gente, já que é um comércio. Por ali, num dos negócios vizinhos, sempre trabalhou uma senhora que tem uma filha um pouco mais nova que eu. Não sou bom em calcular idades, mas lembrando que quando eu ia pra escola ela usava uniforme, acho que ela é uns cinco anos mais nova, no máximo.
O negócio é que ela é uma mulher jovem, solteira, mas de rosto pouco bonito. O corpo é do tipo que os anglo-saxões chamariam de "petite", ou seja: pequeno. Corpo magro, pele clara. Cabelo cacheado e castanho. Ela tem uns 1,55m, peito pequeno mas firme, e quadris pouco definidos, mas ainda assim dá pra ver a bunda firme. Talvez o ponto menos favorecido dela seja o rosto, cheio de espinhas.
A questão é que por anos ela passou despercebida pra mim. Era só uma garota que trabalhava perto de mim e, por isso, eu via ela passar direto, sozinha ou com a mãe. Em algumas ocasiões, precisei ir comprar insumos pro meu negócio com eles e só. Se existia algo entre a gente, era uma relação formal e de negócios, pode-se dizer. Tanto que, se eu encontrasse ela na rua, nem nos cumprimentávamos nem nos olhávamos. Mas acho que isso vai mudar radicalmente depois do que aconteceu outro dia.
Eu fui, como de costume, comprar uns insumos que precisava pro meu negócio. Tava chuviscando e era um dia bem tranquilo pras vendas, não se via gente em quase nenhuma loja. Talvez nesse ponto você precise saber que, embora eu more numa cidade pequena, o negócio da família fica numa pequena área comercial onde tem um mercado e lojas vizinhas. pelo menos uns três quarteirões. Eu trabalho especificamente no mercado, e a loja onde ela trabalha fica bem em frente ao nosso ponto, só que do outro lado da rua.
Quando cheguei, notei que na loja só tinha duas pessoas atendendo: ela e outra senhora que costuma trabalhar lá. Fui direto na prateleira onde estava uma das coisas que eu precisava e comecei a olhar os preços pra decidir.
Aí a mina passou do meu lado e só falou:
— Boa tarde.
— Boa tarde, tudo bem? — respondi.
E na sequência, ela subiu uma escadinha que dá pra um "mezanino" onde eles guardam mercadoria. E foi ali que tudo mudou, esse foi o ponto exato em que a gente deixou de ser só dois conhecidos pra virar algo mais, algo que eu ainda não consigo definir...
Olhei ela subindo a escada. Ela tava de saia e tênis esportivo. Subiu apressada, mas quando chegou quase no último degrau, virou e me pegou olhando. Até aquele momento, eu ainda não tinha visto nada que não pudesse ter visto do chão. Mesmo assim, fiquei meio sem graça por ter ficado de voyeur. Me senti meio vulgar e idiota, desviei o olhar na hora, mas acho que esse gesto me entregou ainda mais e me colocou num lugar onde nunca pensei que estaria com ela...
Aí percebi que, de forma sutil, ela levantou um pouco a saia e fez um barulhinho. Num gesto quase involuntário, eu olhei... e o que vi foi lindo.
Ela de costas, a uns dois metros de altura, tava me mostrando a bunda. Como se tivesse desfilando a calcinha pra mim. Branca, de um branco impecável, com uma leve transparência que eu não consegui ver direito, mas minhas mãos automaticamente sentiram um formigamento que as levou a imaginar a textura e a sensação de percorrer aquelas pernas até chegar naquela calcinha texturizada.
As nádegas dela, como eu já tinha dito antes, eram pequenas, mas firmes e com um formato bonito. A calcinha tipo fio dental valorizava bem e quase pedia pra ser tocada. Ela tinha uma pinta na bunda. esquerda. Uma pinta pequena, mas com um formato bem definido. Fiquei excitado na hora. Ela terminou de subir e, lá de cima, me lançou um olhar discreto.
Ela sumiu da minha vista e eu fiquei ali, besta, sem saber o que fazer. Me mexia, pegava o que ia comprar e pagava, ficava esperando? No baixo ventre, uma sensação gostosa de aperto me indicava que eu estava excitado com o que tinha acontecido, algo totalmente inesperado e com uma mulher que eu nunca tinha visto com desejo. Aquela surpresa rápida era como uma descoberta que me levava ao êxtase de voyeur, pelo repentino e inesperado. Ouvi que ela vinha de novo... sutilmente, olhei pra escada. Queria mostrar que estava ali, que queria mais, que não tinha sido suficiente, ou pelo menos queria confirmar que o que vi não tinha sido um engano.
Ela parou na beira da escada, me olhou intensamente, mordiscou o lábio e levantou a saia de novo, agora pra eu ver de frente. A calcinha dela agora escondia o que tinha se tornado minha nova obsessão. Como seria a buceta dela? Qual seria o cheiro? Qual seria a sensação de acariciar por cima da calcinha? Será que ela deixaria eu fazer um oral? Eram muitas dúvidas. O branco imaculado da calcinha deixava transparecer um pouco do preto dos pelos pubianos dela, que, embora bem desenhados e aparados, tinham presença na feminilidade dela.
Ela desceu e passou por mim sem dizer nada.
Paguei e falei: obrigado. Num tom meio sufocado, sem querer. E fiquei feito um idiota pensando: o que eu devia fazer ou não fazer na próxima vez que a visse? Devia dizer que queria mais? Devia agradecer por aquele show que ela me deu?
O que vocês acham que eu deveria fazer?
J2026
O negócio é que ela é uma mulher jovem, solteira, mas de rosto pouco bonito. O corpo é do tipo que os anglo-saxões chamariam de "petite", ou seja: pequeno. Corpo magro, pele clara. Cabelo cacheado e castanho. Ela tem uns 1,55m, peito pequeno mas firme, e quadris pouco definidos, mas ainda assim dá pra ver a bunda firme. Talvez o ponto menos favorecido dela seja o rosto, cheio de espinhas.
A questão é que por anos ela passou despercebida pra mim. Era só uma garota que trabalhava perto de mim e, por isso, eu via ela passar direto, sozinha ou com a mãe. Em algumas ocasiões, precisei ir comprar insumos pro meu negócio com eles e só. Se existia algo entre a gente, era uma relação formal e de negócios, pode-se dizer. Tanto que, se eu encontrasse ela na rua, nem nos cumprimentávamos nem nos olhávamos. Mas acho que isso vai mudar radicalmente depois do que aconteceu outro dia.
Eu fui, como de costume, comprar uns insumos que precisava pro meu negócio. Tava chuviscando e era um dia bem tranquilo pras vendas, não se via gente em quase nenhuma loja. Talvez nesse ponto você precise saber que, embora eu more numa cidade pequena, o negócio da família fica numa pequena área comercial onde tem um mercado e lojas vizinhas. pelo menos uns três quarteirões. Eu trabalho especificamente no mercado, e a loja onde ela trabalha fica bem em frente ao nosso ponto, só que do outro lado da rua.
Quando cheguei, notei que na loja só tinha duas pessoas atendendo: ela e outra senhora que costuma trabalhar lá. Fui direto na prateleira onde estava uma das coisas que eu precisava e comecei a olhar os preços pra decidir.
Aí a mina passou do meu lado e só falou:
— Boa tarde.
— Boa tarde, tudo bem? — respondi.
E na sequência, ela subiu uma escadinha que dá pra um "mezanino" onde eles guardam mercadoria. E foi ali que tudo mudou, esse foi o ponto exato em que a gente deixou de ser só dois conhecidos pra virar algo mais, algo que eu ainda não consigo definir...
Olhei ela subindo a escada. Ela tava de saia e tênis esportivo. Subiu apressada, mas quando chegou quase no último degrau, virou e me pegou olhando. Até aquele momento, eu ainda não tinha visto nada que não pudesse ter visto do chão. Mesmo assim, fiquei meio sem graça por ter ficado de voyeur. Me senti meio vulgar e idiota, desviei o olhar na hora, mas acho que esse gesto me entregou ainda mais e me colocou num lugar onde nunca pensei que estaria com ela...
Aí percebi que, de forma sutil, ela levantou um pouco a saia e fez um barulhinho. Num gesto quase involuntário, eu olhei... e o que vi foi lindo.
Ela de costas, a uns dois metros de altura, tava me mostrando a bunda. Como se tivesse desfilando a calcinha pra mim. Branca, de um branco impecável, com uma leve transparência que eu não consegui ver direito, mas minhas mãos automaticamente sentiram um formigamento que as levou a imaginar a textura e a sensação de percorrer aquelas pernas até chegar naquela calcinha texturizada.
As nádegas dela, como eu já tinha dito antes, eram pequenas, mas firmes e com um formato bonito. A calcinha tipo fio dental valorizava bem e quase pedia pra ser tocada. Ela tinha uma pinta na bunda. esquerda. Uma pinta pequena, mas com um formato bem definido. Fiquei excitado na hora. Ela terminou de subir e, lá de cima, me lançou um olhar discreto.
Ela sumiu da minha vista e eu fiquei ali, besta, sem saber o que fazer. Me mexia, pegava o que ia comprar e pagava, ficava esperando? No baixo ventre, uma sensação gostosa de aperto me indicava que eu estava excitado com o que tinha acontecido, algo totalmente inesperado e com uma mulher que eu nunca tinha visto com desejo. Aquela surpresa rápida era como uma descoberta que me levava ao êxtase de voyeur, pelo repentino e inesperado. Ouvi que ela vinha de novo... sutilmente, olhei pra escada. Queria mostrar que estava ali, que queria mais, que não tinha sido suficiente, ou pelo menos queria confirmar que o que vi não tinha sido um engano.
Ela parou na beira da escada, me olhou intensamente, mordiscou o lábio e levantou a saia de novo, agora pra eu ver de frente. A calcinha dela agora escondia o que tinha se tornado minha nova obsessão. Como seria a buceta dela? Qual seria o cheiro? Qual seria a sensação de acariciar por cima da calcinha? Será que ela deixaria eu fazer um oral? Eram muitas dúvidas. O branco imaculado da calcinha deixava transparecer um pouco do preto dos pelos pubianos dela, que, embora bem desenhados e aparados, tinham presença na feminilidade dela.
Ela desceu e passou por mim sem dizer nada.
Paguei e falei: obrigado. Num tom meio sufocado, sem querer. E fiquei feito um idiota pensando: o que eu devia fazer ou não fazer na próxima vez que a visse? Devia dizer que queria mais? Devia agradecer por aquele show que ela me deu?
O que vocês acham que eu deveria fazer?
J2026
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