Neste interlúdio, conta-se a noite que a Alba passou com as meninas, acontecendo simultaneamente ao episódio 6.
Na quarta-feira, depois do trabalho, marquei de encontrar o Pablo. Não nos víamos desde aquela noite fantástica de sábado. Foi uma ótima ideia tentar reconciliá-lo com meu marido. Já que o Juan tinha descoberto que gostava de me compartilhar com outros homens, por que não fazer isso com quem tinha sido seu amigo? É verdade que o Pablo não era só amigo dele, era também seu chefe. E que as primeiras vezes que transamos, eu estava traindo o Juan. Ele não sabia de nada. Deixei-me levar pelo Pablo. Ele tem muita lábia e, além disso, é muito atraente. Quando o Juan me apresentou pra ele em casa, no dia que veio ver o jogo, ele me chamou a atenção como homem. Realmente, ele é muito gostoso. Ele pediu meu número de telefone e eu dei sem problemas. Achei que, sendo amigo do meu marido e já que nos conhecíamos, era bom ter o número dele por qualquer eventualidade. Mas a partir daí, ele começou a me mandar mensagem. No começo, nada demais, coisas normais entre amigos. Mas logo começou a mudar de assunto e foi me conquistando, pode-se dizer. Eu não ia deixar o Juan, isso eu tinha claro. Eu o amava e ainda amo. Mas o Pablo me tentou de um jeito que eu quis experimentar ficar com ele. E foi maravilhoso. Depois a coisa se complicou. Depois de mais algumas gozadas, uma noite ele convidou dois amigos para uma pequena orgia na casa dele. Foi incrível. No começo fiquei meio assustada, rodeada por tantos homens, mas no final gostei muito. O Pablo, que é um ótimo amante, é igualmente fofoqueiro e contou tudo pro Juan. O que é que eu estou dizendo, contar! Mostrou em vídeo, já que me filmou sem eu saber. Mostrou porque, aparentemente, num ataque de arrogância, ele tinha dito pro meu marido que era capaz de me fazer traí-lo, o que ele conseguiu, e meu marido, por sua vez, o encorajou a tentar, confiando em mim. Coitado!
A questão é que uma noite ele jogou isso na minha cara. Eu não sabia onde me enfiar. Nem preciso dizer. Ele me pegou. A verdade é que tudo saiu do controle. Eu amava o Juan, amava mesmo, mas me deixei levar por todo aquele mundo que estava descobrindo. Da noite pro dia, tinha transado com três caras diferentes que me fizeram gozar de mil jeitos e experimentei coisas que nunca tinha pensado em experimentar. E gostei. Isso me cegou e não pensei nas consequências. Por sorte, o Juan ainda me amava e confessou que, mesmo magoado pela minha traição, ficava excitado me vendo com outros homens. Naquela mesma noite, ele me "castigou" com uns desconhecidos numa área de descanso pra caminhoneiros. Ele me levou lá e fez eu transar com dois caminhoneiros que, imagino, devem ter surtado ao me ver chegar e querer chupar eles assim, do nada. Foi uma loucura total, eu sei, mas me fez me sentir uma puta e isso me deixou com muito tesão. O Juan também gostou, então começamos uma nova vida sexual tentando esquecer os erros do passado.
Mas chegando nesse ponto, onde meu marido me surpreende trazendo desconhecidos pra casa, como meu primeiro negro que eu transei, Tafari, por que ele não deixava eu voltar com o Pablo? Eles obviamente terminaram mal. E eu, mesmo magoada no começo por causa da boca grande do Pablo, admito que sentia falta dele. Tinha algo proibido com ele, algo que me dava muito tesão. Eu gostava de transar com ele porque foi ele quem me perverteu. Não só isso, por ser o chefe do meu marido, tinha um toque de humilhação pra ele que eu adorava. Isso me excitava demais. Também é verdade que me fazia pensar que era uma pessoa ruim por humilhá-lo assim, mas é que só de pensar na situação já me dava tesão. Então decidi que os dois tentassem uma reconciliação. Assim, meu marido poderia me compartilhar com o Pablo e eu poderia transar com ele de um jeito "legal". Na verdade, falei com o Pablo pra ele convidar uma amiga que conhecesse pra se juntar à festa, assim meu marido também poderia experimentar outras mulheres e eu não me sentiria tão mal por transar com o Pablo na frente dele. A reconciliação foi um sucesso, a poeira baixou e experimentei uma mulher pela primeira vez. Não foi uma experiência nada ruim. Na verdade, naquela noite mandei uma mensagem para a Sofia para agradecê-la por ter ido e por como ela se comportou comigo. Ela foi muito doce. Eu tinha o telefone dela porque o Pablo, antes da festa na casa dele, me passou para que a gente conversasse e nos conhecêssemos antes daquela noite. Assim não seria tão estranho a gente se pegar e eu também poderia explicar do que se tratava tudo aquilo e o propósito. Tudo correu bem como eu disse, se não fosse mais uma vez pelo bocão do Pablo, que contou pra ela que a ideia de convidar a Sofia foi minha, o que fez com que ela soubesse que eu ainda estava falando com o Pablo pelas costas dela, fazendo com que ela desconfiasse de mim de novo. Embora pareça que a raiva dela passou rápido.
Mandei uma mensagem para o Pablo dizendo o quanto ele foi burro por contar para o Juan. Ele pensou que assim estava me fazendo um favor. Tive que dar uma bronca nele, mas como sempre, com palavras bonitas ele consegue me convencer de que na quarta-feira eu o espere ao sair do trabalho para me buscar e me compensar por tudo aquilo.
Saí da escola e fui até onde em algumas ocasiões ele tinha me esperado, a algumas ruas de distância da escola, para que ninguém pudesse nos ver e assim começar qualquer rumor que pudesse afetar meu casamento e minha reputação como professora na escola. Ele estava dentro do carro, esperando. Quando me viu, apareceu um grande sorriso no rosto dele. Entrei no carro e nos beijamos.
— Como você está? — perguntou.
— Muito bem. E você?
— Com muita vontade de te ver. Desde sábado ando pensando em você.
— Eu também — respondi. — Foi muito legal a festinha os quatro juntos.
— Mas hoje é só para nós...
— Bom, mas você sabe que hoje tem que ser bem rapidinho.
— Por quê? Não quero, quero a noite toda com você... — reclamou o Pablo.
— Não. Você sabe que já tive bastante confusão com o Juan para estragar mais ainda. Já é bastante eu estar aqui com você sem que ele saiba. Então bem rapidinho para ele não desconfiar.
— Você gosta de meter uns belos chifres nele, hein? Te deixa louco que eu seja um puto corno…
- Cala a boca! – falei, interrompendo ele com um beijo. Quando ele falava assim do meu marido, eu não conseguia evitar de ficar excitada. Me deixava com muito tesão.
Pablo ligou o carro e fomos para uma área afastada da cidade, bem perto de onde eu tinha estado com aqueles caminhoneiros. Lá, como adolescentes, transamos rapidinho no banco de trás do carro. Depois, depois de nos arrumarmos como deu, ele me deixou perto de casa, a algumas quadras do meu prédio, para que nenhum vizinho fofoqueiro pudesse ver como ou quem me deixava na porta. Essa coisa de ser infiel é muito estressante se você não quer levantar suspeitas.
Já em casa, enquanto esperava o Juan voltar do trabalho, meu celular começou a apitar. Tinha vários mensagens no WhatsApp que a Sofia me mandou. Com ela eu tenho conversado todo dia desde sábado. Gostei muito dela e nos demos super bem. A mensagem da Sofia dizia:
“Oi, linda. Tudo bem? Olha, o que você acha de passarmos a tarde de amanhã juntas? Pensei que podemos ir fazer compras e jantar por aí. E se depois tivermos vontade, podemos tomar uns drinks à noite. Topa? Vai vir uma amiga minha.”
“Oi. Amanhã, quinta? Tá bom, me parece ótimo. Mas algo tranquilo, porque sexta eu trabalho. Não quero chegar muito tarde em casa.” Respondi.
“Relaxa, vai ser de boa. É só pra gente se ver um pouco e ficar juntas um tempinho. Não vou te sequestrar a noite toda, pode ficar tranquila… Hahahaha ;)”. Ela respondeu.
Quando o Juan chegou, contei o plano do dia seguinte. Ele não fez objeções. Nunca me impede de sair com minhas amigas. Nesse sentido, ele sempre me deu muita liberdade.
Na quinta, quando saí da escola, corri pra casa pra me arrumar. Cheguei em casa, larguei minhas coisas e tomei um banho rápido. Escolhi um look meio informal. Um vestidinho com botas altas e uma jaqueta de couro. Terminando de me maquiar, mandei uma mensagem pro Juan:
“Amor, já tô saindo. Vou sair com as meninas. Mesmo que não chegue muito tarde, não fica acordado me esperando, só por precaução. Te amo.”
Saí de casa e esperei no Portal. A Sofia ia vir me buscar para me pegar. Esperei cinco minutos quando um carro vermelho pequeno estacionou em fila dupla. De dentro do carro pude ver a Sofia acenando e me esperando com um grande sorriso. Corri até o carro e entrei. Ia cumprimentá-la com dois beijos nas bochechas, mas ela me surpreendeu com um beijo terno nos lábios. Embora no início tenha ficado um pouco perplexa, logo entendi que depois do que fizemos no sábado não havia problema em dar um beijo nos lábios.
- Como você está? Veio muito gata – ela me disse.
- Bem. Você também veio muito gata. Gosto da blusa que está usando – respondi.
- Combinei direto no shopping com a Marta, então vamos para lá. Marta é a garota que te falei que também viria. Ela é muito legal. Vocês vão se dar super bem, com certeza.
Chegamos ao shopping onde passaríamos a tarde vendo roupas e comprando. Na porta vimos uma garota meio gordinha, mais cheinha, com óculos de acetato que esperava fumando perto da entrada.
- Olha, essa é a Marta – Sofia me indicou – Vem, vou te apresentar.
Depois de nos aproximarmos, Sofia fez as respectivas apresentações:
- Marta, essa é a Alba, a garota de quem te falei.
- Oi! – cumprimentou enquanto nos damos dois beijos, agora sim, na bochecha. – Tudo bem? A Sofia tem falado muito de você ultimamente.
- Sério? Imagina o que ela te contou… – disse brincando.
- Relaxa, tudo de bom – ela sorriu.
Assim começou nossa tarde de compras. Praticamente entramos em todas as lojas e experimentamos uma infinidade de roupas. Acabei comprando uma blusa. Poderia ter comprado muito mais, mas me contive. Marta procurou uns sapatos. E quem não se conteve nem um pouco comprando foi a Sofia. No final estávamos todas carregadas com as sacolas dela para que ela pudesse levar tudo.
Deixamos as coisas no carro da Sofia e decidimos ir jantar em um italiano que a Marta conhecia. Era bem perto da zona de bares, caso depois a gente se animasse a sair para tomar alguma coisa. não ter que mover o carro. Lá no restaurante pedimos umas saladas de entrada e umas pizzas para dividir. Entre fofocas e risadas tiramos uma selfie. Aproveitei a foto em que aparecíamos as três para mandar para o Juan. Assim ele saberia o que eu estava fazendo naquele momento, esclareceria suas dúvidas se ele pensasse que eu poderia estar por aí dando mole e também veria a Sofia. Talvez assim, lembrando do trepão que ele deu nela, conseguisse animar a noite dele.
Terminamos de jantar e com a barriga cheia do tiramisú da sobremesa que dividimos entre as três fomos ver qual era a vibe numa quinta-feira à noite. Entramos num pub. Embora não estivesse lotado, os grupinhos que estavam lá eram formados por universitários na casa dos vinte que já estavam estendendo os dias de saída para as quintas. Entre tantos pivetes não é que estávamos realmente confortáveis, então tomamos o mojito que havíamos pedido enquanto dançávamos e ríamos, o que era a delícia dos jovens que nos olhavam e se a vergonha não os segurasse com certeza já teriam se aproximado da gente para tentar conseguir a presa da noite.
Saímos de lá e vimos que nos outros bares a clientela era do mesmo tipo, então não estávamos muito animadas para ficar por ali.
—Ei, o que vocês acham de ir pra minha casa e continuar a festa lá sem tantos pivetes punheteiros?
Pra Sofia e pra mim pareceu uma boa. Quase preferíamos a tranquilidade de uma casa pra conversar tomando alguma coisa do que ficar lá fora. Então pegamos o carro da Sofia e fomos pra casa da Marta.
Subimos pro apartamento dela. Ela nos fez passar pra sala guardando nossos casacos no quarto. Colocou música enquanto nos sentávamos na sala e acendeu um cigarro. Sofia acendeu outro.
—Você não fuma? —perguntou Marta enquanto ia preparar as taças na cozinha.
—Bom. Não costumo. Em alguma ocasião fumei um —confessei.
Sofia, aproveitando que Marta estava na cozinha, sentou-se ao meu lado. Tirou o cigarro da boca e o aproximou dos meus lábios. Dei uma Calada. Antes que eu pudesse soltar a fumaça, ela me beijou, compartilhamos a fumaça e foi a Sofia quem exalou a fumaça da minha tragada. Olhei para a cozinha para ver se a Marta podia ter nos pegado nos beijando, mas ela ainda estava ocupada lá dentro. Sofia virou minha cabeça e me beijou de novo. Eu estava tensa, caso a Marta aparecesse e nos visse assim, mas Sofia, tocando meu peito por cima do vestido, disse:
— Relaxa. A Marta não vai falar nada — e piscou o olho para mim.
Continuou me beijando. Reconheço que relaxei e fechei os olhos, me deixando levar.
— Nossa, nossa… Não esperaram por mim — a voz da Marta me tirou daquele transe.
Me afastei envergonhada da Sofia, toda vermelha de vergonha.
— Calma, te falei que a Marta não ia falar nada por a gente se beijar. Não queria dizer nada de ruim — comentou Sofia.
— É, calma. Me irrita que não tenham me esperado, mas podem continuar enquanto eu olho.
Sofia se afastou de mim e, agarrando o pescoço da Marta, também a beijou. Foi um beijo longo onde trocaram línguas. Marta apertava a coxa da Sofia. Depois daquele beijo demorado, Marta se levantou, deu uma última tragada no cigarro e se aproximou de mim. Eu continuava parada no meu canto do sofá, sem saber muito bem o que dizer ou fazer. Não precisei dizer nem fazer nada, a Marta fez por mim. Ela ficou na minha frente e soprou toda a fumaça na minha cara; sem esperar, fechei os olhos e, antes que pudesse abri-los, ela já estava me beijando. Sem o menor pudor, enquanto me beijava, ela tocava meus peitos e minhas pernas, subindo pelas minhas coxas em busca da minha bunda. Eu não ofereci resistência em nenhum momento. A surpresa inicial deu lugar a um gosto agradável pelo que aquela mulher estava fazendo comigo. Marta se jogou sobre mim. Eu me recostei no sofá e minha nova amiga gordinha se acomodou em cima de mim, sem parar de me beijar e me tocar. Em um certo momento, vi que Sofia estava nos observando de uma poltrona, sentada, de calcinha enquanto terminava de fumar e esfregava a boceta, metendo a mão por dentro do fio-dental. Não sei quando ela tinha tirado a roupa.
— Já viu que o que eu conto para minhas amigas sobre — Você é sempre boa — disse Sofia, sorrindo.
Marta, sem parar de me beijar nem por um segundo, começou a me despir. Naquela altura, os beijos de Marta já haviam me deixado com a virilha toda molhada, e eu ajudei, tirando minha roupa e fazendo o mesmo com a dela. Sofia se aproximou por trás e desabotoou o sutiã de Marta. Dois peitos imensos caíram sobre mim. Nunca tinha tocado num peito daquele tamanho, mas instintivamente levei um à boca. Marta sorriu assim que fiz isso.
— Você a ensinou bem, hein — comentou Marta, divertida, para Sofia.
— Acho que essa coisa de se envolver com mulheres é algo que ela já guardava há tempos. Também não deu tempo de ensinar tudo que eu queria naquela noite — respondeu Sofia.
Enquanto as ouvia, não parava de lamber aqueles mamilos largos e escuros.
— Então vamos ter que ensiná-la — comentou Marta.
Ela pegou seus grandes seios e enterrou meu rosto entre eles. Movia as tetas de um lado para o outro, com minha cabeça no meio de ambas, recebendo os impactos. Agarrou meu cabelo e esmagou meu rosto contra uma de suas tetas. Chupava e sugava aquela teta que enchia minha boca de carne.
— Você vai fazer tudo que eu mandar — disse Marta.
Não tive coragem de responder àquela mulher. Simplesmente balancei a cabeça. Marta levantou um dos braços e pude ver todos os pelos que escondia naquela axila.
— Chupa! — ordenou.
E sem me dar mais tempo, plantou a axila no meu rosto. Não tive outra saída senão chupar aquela pelambreira. Lambeu aqueles pelos, levemente salgados pelo suor.
— A Marta é uma verdadeira hippie — riu Sofia, aludindo às axilas peludas da minha nova amiga. — Na verdade, muito mais que você.
Imagino que ela estava se referindo à sua buceta. Quando Sofia e eu nos pegamos pela primeira vez, ela comentou sobre os pelos do meu púbis. Sem dúvida, devia estar se referindo a isso.
Continuei chupando as axilas de Marta. Já tinha trocado de braço, e aquela sensação de fazer algo sujo e humilhante, e me ver obrigada a isso, estava me deixando cada vez mais excitada, então chupei as axilas com verdadeiro deleite. Enquanto isso, percebi como alguém, sem dúvida a Sofia, puxou minha calcinha para baixo, me deixando completamente nua. Marta finalmente me libertou da tarefa de lamber suas axilas e se levantou do sofá para ficar de pé. Ela estava apenas de calcinha, que começou a tirar. Sofia estava totalmente nua, assim como eu, e aproveitou que eu estava deitada no sofá para se posicionar entre minhas pernas e começar a chupar minha buceta.
Voltei a sentir aquelas sensações que a língua dela despertava em mim. Era uma forma diferente de chupar minha buceta. Mais delicada, muito mais experiente. Era como se ela soubesse por onde passar a língua para me fazer gozar. Os homens com quem estive, incluindo meu marido, me chuparam muito bem, mas Sofia superava todos. Possivelmente porque ela era mulher e, portanto, tinha uma sensibilidade e um conhecimento especial para isso. Marta já tinha tirado a calcinha e, da poltrona, nos observava se masturbando. Ela intercalava esfregadas no clitóris com dedos que entravam dentro de sua buceta. Agora entendi o que Sofia quis dizer antes sobre ela ser muito mais hippie do que eu. A buceta da Marta era uma verdadeira selva de pelos. Parecia que ela nunca tinha depilado. Era realmente espesso, combinando com suas axilas, e se estendia até as virilhas. Ela mantinha totalmente natural. Ela se masturbava com vontade, vendo Sofia chupar minha buceta, me fazendo contrair em espasmos de prazer e soltar gemidos que não conseguia reprimir. Comecei a gritar quando senti o primeiro orgasmo. Ela tinha combinado as lambidas na minha buceta com um dedo que entrava e saía da minha vagina. Aquele dedo sabia por onde explorar e, junto com a língua da Sofia no meu clitóris, me fizeram explodir em um tremendo orgasmo.
Comecei a gritar de prazer. Marta se aproximou de mim, subiu no sofá e, agachando-se nele, apoiando-se em um dos braços, disse:
— Tenho que te fazer calar. Você geme muito alto, vamos ver o que os vizinhos vão pensar de mim.
E ela esmagou a buceta na minha cara. Sabia o que queria e estava disposta a fazer. No sábado passado, quando transei com a Sofia, ela tinha chupado minha buceta, a primeira mulher a fazer isso, mas eu não cheguei a provar a dela. Então, a primeira buceta que eu ia provar seria a da Marta. Soltei a língua e dei a primeira lambida naquela buceta peluda. O sabor era salgado e ácido, parecia novo, mas de jeito nenhum desagradável, então continuei lambendo. Enquanto isso, a Marta movia os quadris, esfregando a buceta no meu rosto, para que minha língua não deixasse nem um centímetro sem lamber, chegando até a lamber seu cu e ânus, tão peludo e descuidado quanto a buceta.
—Está no mesmo lugar de sempre? —ouvi a Sofia perguntar.
—Sim, no mesmo lugar —respondeu a Marta.
E a Sofia saiu da sala pelo corredor. Não pude saber para onde foi, porque a Marta se reposicionou, inclinando-se para frente, enquanto brincava e chupava minha buceta, que ainda estava sensível do orgasmo anterior. Assim começou um 69 gostoso entre a Marta e eu. Eu gostava da sensação de comer uma buceta. De passar minha língua por toda a extensão da fenda, de chupar um clitóris, de enfiar a língua dentro da vagina e de morder suavemente os lábios. Reconheço que gosto de foder com mulheres.
A Sofia voltou para a sala. O que ela fez me deixou alucinada. Ela tinha voltado do quarto, para onde tinha ido, com um cinto de arreio na mão. Dele saía um grande pau de borracha de uns 20 centímetros. A Marta se levantou, me deixando deitada de costas no sofá. Pegou o arreio que a Sofia ofereceu e começou a colocá-lo, enquanto a Sofia me beijava, compartilhando os fluidos da buceta da Marta que estavam nos meus lábios. Ela me colocou de quatro, com a cabeça entre suas pernas, já que ela tinha se sentado em uma ponta do sofá. Com a delicadeza que faltava à Marta, a Sofia empurrou suavemente minha cabeça em direção à sua buceta. Eu ia provar o sabor da sua fenda, aquele cunilíngue eu devia a ela desde sábado. Enquanto chupava a buceta depilada da Sofia, vi a Marta já com o cinto de pegação colocado. Os pelos da sua buceta apareciam pelas tiras do arnês. Ela se posicionou atrás de mim e, sem nenhuma delicadeza ou consideração, enfiou aquela rola de borracha enorme na minha buceta. É verdade que a excitação e a saliva das minhas amigas, que já tinham lambido minha buceta, facilitaram a entrada do consolo dentro de mim. Marta, de joelhos, movia os quadris me comendo com força e batia nas minhas nádegas. De vez em quando, agarrava meu cabelo e empurrava minha cabeça contra a buceta da Sofia.
Fazendo o mesmo que elas tinham feito comigo, comecei a combinar lambidas com um dedo dentro da buceta da Sofia. Sofia gemía e tocava os seios, beliscando os mamilos, então enfiei dois e depois três dedos. Marta não parava de me comer por trás com aquele cinto.
— Enfia mais um, vamos! — Marta me instigou.
Obedecendo, enfiei mais um. A boceta dilatada da Sofia aceitou sem problemas o quarto dedo dentro dela. Tinha metade da mão dentro da sua buceta. Nunca tinha enfiado tantos dedos ao mesmo tempo em mim mesma, mas Sofia os mantinha dentro sem nenhum problema; na verdade, parecia estar adorando.
— Continua assim! — disse Marta, tirando aquela pica de mim e ajoelhando-se em frente à buceta da Sofia junto comigo.
Ela me fez tirar a mão de lá e, no lugar, enfiou a dela. Sem dúvida, muito mais experiente no que ia tentar em seguida. Ela ficou masturbando Sofia com aqueles quatro dedos por um bom tempo, acostumando a vagina dela àquele volume e pressão. Eu observava atenta a cena, com o rosto bem perto da buceta da Sofia, que não tinha aberto os olhos em nenhum momento e não parava de suspirar. Marta começou a deslizar o polegar, o único dedo que ainda estava fora, em direção à borda da vagina da Sofia e, pouco a pouco, conseguiu fazê-lo entrar até ter o punho inteiro dentro da minha amiga. Nunca tinha visto uma coisa assim, um punho inteiro dentro de uma buceta. Quando a buceta dela se adaptou ao punho, Marta começou um movimento rápido Da frente para trás com seu braço para masturbar Sofia assim. Ela esfregava o clitóris enquanto isso. Eu também esfregava o meu com força, vendo tudo aquilo. Estava muito excitada.
Era certo que Marta e Sofia já tinham transado em outras ocasiões. Se conheciam bem e tinham aprendido a reconhecer seus sinais corporais. Marta sabia que o orgasmo estava prestes a chegar, então tirou o punho da buceta e, metendo apenas dois dedos em forma de gancho para estimular a parede da vagina que fica voltada para o umbigo, começou a masturbá-la o mais rápido que seu braço permitia. Eu fazia o mesmo, já que ver Sofia se contorcendo daquele jeito me deixava muito tesuda. Marta continuou punhetando ela com aquele frenesi. Sofia gritava e, agarrando Marta pelo pulso, tirou a mão dela e começou a esfregar a própria buceta. Sem me dar tempo para reagir devido à velocidade de Marta, ela agarrou meu cabelo e aproximou meu rosto da buceta de Sofia, que em questão de segundos começou a jorrar um grande jato de líquido morno que me encharcou completamente. Enquanto Sofia expelia aquela quantidade abundante de líquido, Marta segurava minha cabeça, divertida, contra o jato para que eu o recebesse por inteiro.
Finalmente acabou. Eu tinha o rosto e o cabelo encharcados daquela gozada e saboreava as gotas que dos meus lábios entravam na minha boca. Marta ria divertida com o espetáculo. Sofia, por sua vez, continuava tendo pequenos espasmos enquanto sorria com um rosto totalmente relaxado. Nós três nos levantamos e nos beijamos. Juntas. Ao mesmo tempo. Um beijo a três vias onde as três línguas se buscavam e esfregavam. Relaxadas no sofá, terminamos aquelas taças que Marta tinha preparado e as três, eu incluída, já que a situação pedia, fumamos um cigarro.
Olhei o relógio. Era uma e meia da madrugada, e eu tinha que acordar cedo no dia seguinte. Sofia e eu nos vestimos, Marta decidiu continuar nua, já que estava em sua casa e, segundo comentou, possivelmente ao deitar daria um último uso a aquela pica de borracha do arnês. Nos despedimos da Marta com um beijo e fomos embora. A Sofia me levou para casa no carro dela. Ela me deixou na porta e nos despedimos com um beijo longo, jurando que a noite de garotas de hoje teríamos que repetir. Devia ser umas duas da madrugada quando entrei o mais silenciosamente possível em casa. Fui para o quarto onde o João dormia placidamente. Me despi em silêncio. Percebi que o cabelo ainda estava um pouco sujo em algumas partes por causa da gozada da Sofia, mas tomaria um banho de manhã. Agora era hora de dormir e tentar descansar antes do despertador tocar.
Na quarta-feira, depois do trabalho, marquei de encontrar o Pablo. Não nos víamos desde aquela noite fantástica de sábado. Foi uma ótima ideia tentar reconciliá-lo com meu marido. Já que o Juan tinha descoberto que gostava de me compartilhar com outros homens, por que não fazer isso com quem tinha sido seu amigo? É verdade que o Pablo não era só amigo dele, era também seu chefe. E que as primeiras vezes que transamos, eu estava traindo o Juan. Ele não sabia de nada. Deixei-me levar pelo Pablo. Ele tem muita lábia e, além disso, é muito atraente. Quando o Juan me apresentou pra ele em casa, no dia que veio ver o jogo, ele me chamou a atenção como homem. Realmente, ele é muito gostoso. Ele pediu meu número de telefone e eu dei sem problemas. Achei que, sendo amigo do meu marido e já que nos conhecíamos, era bom ter o número dele por qualquer eventualidade. Mas a partir daí, ele começou a me mandar mensagem. No começo, nada demais, coisas normais entre amigos. Mas logo começou a mudar de assunto e foi me conquistando, pode-se dizer. Eu não ia deixar o Juan, isso eu tinha claro. Eu o amava e ainda amo. Mas o Pablo me tentou de um jeito que eu quis experimentar ficar com ele. E foi maravilhoso. Depois a coisa se complicou. Depois de mais algumas gozadas, uma noite ele convidou dois amigos para uma pequena orgia na casa dele. Foi incrível. No começo fiquei meio assustada, rodeada por tantos homens, mas no final gostei muito. O Pablo, que é um ótimo amante, é igualmente fofoqueiro e contou tudo pro Juan. O que é que eu estou dizendo, contar! Mostrou em vídeo, já que me filmou sem eu saber. Mostrou porque, aparentemente, num ataque de arrogância, ele tinha dito pro meu marido que era capaz de me fazer traí-lo, o que ele conseguiu, e meu marido, por sua vez, o encorajou a tentar, confiando em mim. Coitado!
A questão é que uma noite ele jogou isso na minha cara. Eu não sabia onde me enfiar. Nem preciso dizer. Ele me pegou. A verdade é que tudo saiu do controle. Eu amava o Juan, amava mesmo, mas me deixei levar por todo aquele mundo que estava descobrindo. Da noite pro dia, tinha transado com três caras diferentes que me fizeram gozar de mil jeitos e experimentei coisas que nunca tinha pensado em experimentar. E gostei. Isso me cegou e não pensei nas consequências. Por sorte, o Juan ainda me amava e confessou que, mesmo magoado pela minha traição, ficava excitado me vendo com outros homens. Naquela mesma noite, ele me "castigou" com uns desconhecidos numa área de descanso pra caminhoneiros. Ele me levou lá e fez eu transar com dois caminhoneiros que, imagino, devem ter surtado ao me ver chegar e querer chupar eles assim, do nada. Foi uma loucura total, eu sei, mas me fez me sentir uma puta e isso me deixou com muito tesão. O Juan também gostou, então começamos uma nova vida sexual tentando esquecer os erros do passado.
Mas chegando nesse ponto, onde meu marido me surpreende trazendo desconhecidos pra casa, como meu primeiro negro que eu transei, Tafari, por que ele não deixava eu voltar com o Pablo? Eles obviamente terminaram mal. E eu, mesmo magoada no começo por causa da boca grande do Pablo, admito que sentia falta dele. Tinha algo proibido com ele, algo que me dava muito tesão. Eu gostava de transar com ele porque foi ele quem me perverteu. Não só isso, por ser o chefe do meu marido, tinha um toque de humilhação pra ele que eu adorava. Isso me excitava demais. Também é verdade que me fazia pensar que era uma pessoa ruim por humilhá-lo assim, mas é que só de pensar na situação já me dava tesão. Então decidi que os dois tentassem uma reconciliação. Assim, meu marido poderia me compartilhar com o Pablo e eu poderia transar com ele de um jeito "legal". Na verdade, falei com o Pablo pra ele convidar uma amiga que conhecesse pra se juntar à festa, assim meu marido também poderia experimentar outras mulheres e eu não me sentiria tão mal por transar com o Pablo na frente dele. A reconciliação foi um sucesso, a poeira baixou e experimentei uma mulher pela primeira vez. Não foi uma experiência nada ruim. Na verdade, naquela noite mandei uma mensagem para a Sofia para agradecê-la por ter ido e por como ela se comportou comigo. Ela foi muito doce. Eu tinha o telefone dela porque o Pablo, antes da festa na casa dele, me passou para que a gente conversasse e nos conhecêssemos antes daquela noite. Assim não seria tão estranho a gente se pegar e eu também poderia explicar do que se tratava tudo aquilo e o propósito. Tudo correu bem como eu disse, se não fosse mais uma vez pelo bocão do Pablo, que contou pra ela que a ideia de convidar a Sofia foi minha, o que fez com que ela soubesse que eu ainda estava falando com o Pablo pelas costas dela, fazendo com que ela desconfiasse de mim de novo. Embora pareça que a raiva dela passou rápido.
Mandei uma mensagem para o Pablo dizendo o quanto ele foi burro por contar para o Juan. Ele pensou que assim estava me fazendo um favor. Tive que dar uma bronca nele, mas como sempre, com palavras bonitas ele consegue me convencer de que na quarta-feira eu o espere ao sair do trabalho para me buscar e me compensar por tudo aquilo.
Saí da escola e fui até onde em algumas ocasiões ele tinha me esperado, a algumas ruas de distância da escola, para que ninguém pudesse nos ver e assim começar qualquer rumor que pudesse afetar meu casamento e minha reputação como professora na escola. Ele estava dentro do carro, esperando. Quando me viu, apareceu um grande sorriso no rosto dele. Entrei no carro e nos beijamos.
— Como você está? — perguntou.
— Muito bem. E você?
— Com muita vontade de te ver. Desde sábado ando pensando em você.
— Eu também — respondi. — Foi muito legal a festinha os quatro juntos.
— Mas hoje é só para nós...
— Bom, mas você sabe que hoje tem que ser bem rapidinho.
— Por quê? Não quero, quero a noite toda com você... — reclamou o Pablo.
— Não. Você sabe que já tive bastante confusão com o Juan para estragar mais ainda. Já é bastante eu estar aqui com você sem que ele saiba. Então bem rapidinho para ele não desconfiar.
— Você gosta de meter uns belos chifres nele, hein? Te deixa louco que eu seja um puto corno…
- Cala a boca! – falei, interrompendo ele com um beijo. Quando ele falava assim do meu marido, eu não conseguia evitar de ficar excitada. Me deixava com muito tesão.
Pablo ligou o carro e fomos para uma área afastada da cidade, bem perto de onde eu tinha estado com aqueles caminhoneiros. Lá, como adolescentes, transamos rapidinho no banco de trás do carro. Depois, depois de nos arrumarmos como deu, ele me deixou perto de casa, a algumas quadras do meu prédio, para que nenhum vizinho fofoqueiro pudesse ver como ou quem me deixava na porta. Essa coisa de ser infiel é muito estressante se você não quer levantar suspeitas.
Já em casa, enquanto esperava o Juan voltar do trabalho, meu celular começou a apitar. Tinha vários mensagens no WhatsApp que a Sofia me mandou. Com ela eu tenho conversado todo dia desde sábado. Gostei muito dela e nos demos super bem. A mensagem da Sofia dizia:
“Oi, linda. Tudo bem? Olha, o que você acha de passarmos a tarde de amanhã juntas? Pensei que podemos ir fazer compras e jantar por aí. E se depois tivermos vontade, podemos tomar uns drinks à noite. Topa? Vai vir uma amiga minha.”
“Oi. Amanhã, quinta? Tá bom, me parece ótimo. Mas algo tranquilo, porque sexta eu trabalho. Não quero chegar muito tarde em casa.” Respondi.
“Relaxa, vai ser de boa. É só pra gente se ver um pouco e ficar juntas um tempinho. Não vou te sequestrar a noite toda, pode ficar tranquila… Hahahaha ;)”. Ela respondeu.
Quando o Juan chegou, contei o plano do dia seguinte. Ele não fez objeções. Nunca me impede de sair com minhas amigas. Nesse sentido, ele sempre me deu muita liberdade.
Na quinta, quando saí da escola, corri pra casa pra me arrumar. Cheguei em casa, larguei minhas coisas e tomei um banho rápido. Escolhi um look meio informal. Um vestidinho com botas altas e uma jaqueta de couro. Terminando de me maquiar, mandei uma mensagem pro Juan:
“Amor, já tô saindo. Vou sair com as meninas. Mesmo que não chegue muito tarde, não fica acordado me esperando, só por precaução. Te amo.”
Saí de casa e esperei no Portal. A Sofia ia vir me buscar para me pegar. Esperei cinco minutos quando um carro vermelho pequeno estacionou em fila dupla. De dentro do carro pude ver a Sofia acenando e me esperando com um grande sorriso. Corri até o carro e entrei. Ia cumprimentá-la com dois beijos nas bochechas, mas ela me surpreendeu com um beijo terno nos lábios. Embora no início tenha ficado um pouco perplexa, logo entendi que depois do que fizemos no sábado não havia problema em dar um beijo nos lábios.
- Como você está? Veio muito gata – ela me disse.
- Bem. Você também veio muito gata. Gosto da blusa que está usando – respondi.
- Combinei direto no shopping com a Marta, então vamos para lá. Marta é a garota que te falei que também viria. Ela é muito legal. Vocês vão se dar super bem, com certeza.
Chegamos ao shopping onde passaríamos a tarde vendo roupas e comprando. Na porta vimos uma garota meio gordinha, mais cheinha, com óculos de acetato que esperava fumando perto da entrada.
- Olha, essa é a Marta – Sofia me indicou – Vem, vou te apresentar.
Depois de nos aproximarmos, Sofia fez as respectivas apresentações:
- Marta, essa é a Alba, a garota de quem te falei.
- Oi! – cumprimentou enquanto nos damos dois beijos, agora sim, na bochecha. – Tudo bem? A Sofia tem falado muito de você ultimamente.
- Sério? Imagina o que ela te contou… – disse brincando.
- Relaxa, tudo de bom – ela sorriu.
Assim começou nossa tarde de compras. Praticamente entramos em todas as lojas e experimentamos uma infinidade de roupas. Acabei comprando uma blusa. Poderia ter comprado muito mais, mas me contive. Marta procurou uns sapatos. E quem não se conteve nem um pouco comprando foi a Sofia. No final estávamos todas carregadas com as sacolas dela para que ela pudesse levar tudo.
Deixamos as coisas no carro da Sofia e decidimos ir jantar em um italiano que a Marta conhecia. Era bem perto da zona de bares, caso depois a gente se animasse a sair para tomar alguma coisa. não ter que mover o carro. Lá no restaurante pedimos umas saladas de entrada e umas pizzas para dividir. Entre fofocas e risadas tiramos uma selfie. Aproveitei a foto em que aparecíamos as três para mandar para o Juan. Assim ele saberia o que eu estava fazendo naquele momento, esclareceria suas dúvidas se ele pensasse que eu poderia estar por aí dando mole e também veria a Sofia. Talvez assim, lembrando do trepão que ele deu nela, conseguisse animar a noite dele.
Terminamos de jantar e com a barriga cheia do tiramisú da sobremesa que dividimos entre as três fomos ver qual era a vibe numa quinta-feira à noite. Entramos num pub. Embora não estivesse lotado, os grupinhos que estavam lá eram formados por universitários na casa dos vinte que já estavam estendendo os dias de saída para as quintas. Entre tantos pivetes não é que estávamos realmente confortáveis, então tomamos o mojito que havíamos pedido enquanto dançávamos e ríamos, o que era a delícia dos jovens que nos olhavam e se a vergonha não os segurasse com certeza já teriam se aproximado da gente para tentar conseguir a presa da noite.
Saímos de lá e vimos que nos outros bares a clientela era do mesmo tipo, então não estávamos muito animadas para ficar por ali.
—Ei, o que vocês acham de ir pra minha casa e continuar a festa lá sem tantos pivetes punheteiros?
Pra Sofia e pra mim pareceu uma boa. Quase preferíamos a tranquilidade de uma casa pra conversar tomando alguma coisa do que ficar lá fora. Então pegamos o carro da Sofia e fomos pra casa da Marta.
Subimos pro apartamento dela. Ela nos fez passar pra sala guardando nossos casacos no quarto. Colocou música enquanto nos sentávamos na sala e acendeu um cigarro. Sofia acendeu outro.
—Você não fuma? —perguntou Marta enquanto ia preparar as taças na cozinha.
—Bom. Não costumo. Em alguma ocasião fumei um —confessei.
Sofia, aproveitando que Marta estava na cozinha, sentou-se ao meu lado. Tirou o cigarro da boca e o aproximou dos meus lábios. Dei uma Calada. Antes que eu pudesse soltar a fumaça, ela me beijou, compartilhamos a fumaça e foi a Sofia quem exalou a fumaça da minha tragada. Olhei para a cozinha para ver se a Marta podia ter nos pegado nos beijando, mas ela ainda estava ocupada lá dentro. Sofia virou minha cabeça e me beijou de novo. Eu estava tensa, caso a Marta aparecesse e nos visse assim, mas Sofia, tocando meu peito por cima do vestido, disse:
— Relaxa. A Marta não vai falar nada — e piscou o olho para mim.
Continuou me beijando. Reconheço que relaxei e fechei os olhos, me deixando levar.
— Nossa, nossa… Não esperaram por mim — a voz da Marta me tirou daquele transe.
Me afastei envergonhada da Sofia, toda vermelha de vergonha.
— Calma, te falei que a Marta não ia falar nada por a gente se beijar. Não queria dizer nada de ruim — comentou Sofia.
— É, calma. Me irrita que não tenham me esperado, mas podem continuar enquanto eu olho.
Sofia se afastou de mim e, agarrando o pescoço da Marta, também a beijou. Foi um beijo longo onde trocaram línguas. Marta apertava a coxa da Sofia. Depois daquele beijo demorado, Marta se levantou, deu uma última tragada no cigarro e se aproximou de mim. Eu continuava parada no meu canto do sofá, sem saber muito bem o que dizer ou fazer. Não precisei dizer nem fazer nada, a Marta fez por mim. Ela ficou na minha frente e soprou toda a fumaça na minha cara; sem esperar, fechei os olhos e, antes que pudesse abri-los, ela já estava me beijando. Sem o menor pudor, enquanto me beijava, ela tocava meus peitos e minhas pernas, subindo pelas minhas coxas em busca da minha bunda. Eu não ofereci resistência em nenhum momento. A surpresa inicial deu lugar a um gosto agradável pelo que aquela mulher estava fazendo comigo. Marta se jogou sobre mim. Eu me recostei no sofá e minha nova amiga gordinha se acomodou em cima de mim, sem parar de me beijar e me tocar. Em um certo momento, vi que Sofia estava nos observando de uma poltrona, sentada, de calcinha enquanto terminava de fumar e esfregava a boceta, metendo a mão por dentro do fio-dental. Não sei quando ela tinha tirado a roupa.
— Já viu que o que eu conto para minhas amigas sobre — Você é sempre boa — disse Sofia, sorrindo.
Marta, sem parar de me beijar nem por um segundo, começou a me despir. Naquela altura, os beijos de Marta já haviam me deixado com a virilha toda molhada, e eu ajudei, tirando minha roupa e fazendo o mesmo com a dela. Sofia se aproximou por trás e desabotoou o sutiã de Marta. Dois peitos imensos caíram sobre mim. Nunca tinha tocado num peito daquele tamanho, mas instintivamente levei um à boca. Marta sorriu assim que fiz isso.
— Você a ensinou bem, hein — comentou Marta, divertida, para Sofia.
— Acho que essa coisa de se envolver com mulheres é algo que ela já guardava há tempos. Também não deu tempo de ensinar tudo que eu queria naquela noite — respondeu Sofia.
Enquanto as ouvia, não parava de lamber aqueles mamilos largos e escuros.
— Então vamos ter que ensiná-la — comentou Marta.
Ela pegou seus grandes seios e enterrou meu rosto entre eles. Movia as tetas de um lado para o outro, com minha cabeça no meio de ambas, recebendo os impactos. Agarrou meu cabelo e esmagou meu rosto contra uma de suas tetas. Chupava e sugava aquela teta que enchia minha boca de carne.
— Você vai fazer tudo que eu mandar — disse Marta.
Não tive coragem de responder àquela mulher. Simplesmente balancei a cabeça. Marta levantou um dos braços e pude ver todos os pelos que escondia naquela axila.
— Chupa! — ordenou.
E sem me dar mais tempo, plantou a axila no meu rosto. Não tive outra saída senão chupar aquela pelambreira. Lambeu aqueles pelos, levemente salgados pelo suor.
— A Marta é uma verdadeira hippie — riu Sofia, aludindo às axilas peludas da minha nova amiga. — Na verdade, muito mais que você.
Imagino que ela estava se referindo à sua buceta. Quando Sofia e eu nos pegamos pela primeira vez, ela comentou sobre os pelos do meu púbis. Sem dúvida, devia estar se referindo a isso.
Continuei chupando as axilas de Marta. Já tinha trocado de braço, e aquela sensação de fazer algo sujo e humilhante, e me ver obrigada a isso, estava me deixando cada vez mais excitada, então chupei as axilas com verdadeiro deleite. Enquanto isso, percebi como alguém, sem dúvida a Sofia, puxou minha calcinha para baixo, me deixando completamente nua. Marta finalmente me libertou da tarefa de lamber suas axilas e se levantou do sofá para ficar de pé. Ela estava apenas de calcinha, que começou a tirar. Sofia estava totalmente nua, assim como eu, e aproveitou que eu estava deitada no sofá para se posicionar entre minhas pernas e começar a chupar minha buceta.
Voltei a sentir aquelas sensações que a língua dela despertava em mim. Era uma forma diferente de chupar minha buceta. Mais delicada, muito mais experiente. Era como se ela soubesse por onde passar a língua para me fazer gozar. Os homens com quem estive, incluindo meu marido, me chuparam muito bem, mas Sofia superava todos. Possivelmente porque ela era mulher e, portanto, tinha uma sensibilidade e um conhecimento especial para isso. Marta já tinha tirado a calcinha e, da poltrona, nos observava se masturbando. Ela intercalava esfregadas no clitóris com dedos que entravam dentro de sua buceta. Agora entendi o que Sofia quis dizer antes sobre ela ser muito mais hippie do que eu. A buceta da Marta era uma verdadeira selva de pelos. Parecia que ela nunca tinha depilado. Era realmente espesso, combinando com suas axilas, e se estendia até as virilhas. Ela mantinha totalmente natural. Ela se masturbava com vontade, vendo Sofia chupar minha buceta, me fazendo contrair em espasmos de prazer e soltar gemidos que não conseguia reprimir. Comecei a gritar quando senti o primeiro orgasmo. Ela tinha combinado as lambidas na minha buceta com um dedo que entrava e saía da minha vagina. Aquele dedo sabia por onde explorar e, junto com a língua da Sofia no meu clitóris, me fizeram explodir em um tremendo orgasmo.
Comecei a gritar de prazer. Marta se aproximou de mim, subiu no sofá e, agachando-se nele, apoiando-se em um dos braços, disse:
— Tenho que te fazer calar. Você geme muito alto, vamos ver o que os vizinhos vão pensar de mim.
E ela esmagou a buceta na minha cara. Sabia o que queria e estava disposta a fazer. No sábado passado, quando transei com a Sofia, ela tinha chupado minha buceta, a primeira mulher a fazer isso, mas eu não cheguei a provar a dela. Então, a primeira buceta que eu ia provar seria a da Marta. Soltei a língua e dei a primeira lambida naquela buceta peluda. O sabor era salgado e ácido, parecia novo, mas de jeito nenhum desagradável, então continuei lambendo. Enquanto isso, a Marta movia os quadris, esfregando a buceta no meu rosto, para que minha língua não deixasse nem um centímetro sem lamber, chegando até a lamber seu cu e ânus, tão peludo e descuidado quanto a buceta.
—Está no mesmo lugar de sempre? —ouvi a Sofia perguntar.
—Sim, no mesmo lugar —respondeu a Marta.
E a Sofia saiu da sala pelo corredor. Não pude saber para onde foi, porque a Marta se reposicionou, inclinando-se para frente, enquanto brincava e chupava minha buceta, que ainda estava sensível do orgasmo anterior. Assim começou um 69 gostoso entre a Marta e eu. Eu gostava da sensação de comer uma buceta. De passar minha língua por toda a extensão da fenda, de chupar um clitóris, de enfiar a língua dentro da vagina e de morder suavemente os lábios. Reconheço que gosto de foder com mulheres.
A Sofia voltou para a sala. O que ela fez me deixou alucinada. Ela tinha voltado do quarto, para onde tinha ido, com um cinto de arreio na mão. Dele saía um grande pau de borracha de uns 20 centímetros. A Marta se levantou, me deixando deitada de costas no sofá. Pegou o arreio que a Sofia ofereceu e começou a colocá-lo, enquanto a Sofia me beijava, compartilhando os fluidos da buceta da Marta que estavam nos meus lábios. Ela me colocou de quatro, com a cabeça entre suas pernas, já que ela tinha se sentado em uma ponta do sofá. Com a delicadeza que faltava à Marta, a Sofia empurrou suavemente minha cabeça em direção à sua buceta. Eu ia provar o sabor da sua fenda, aquele cunilíngue eu devia a ela desde sábado. Enquanto chupava a buceta depilada da Sofia, vi a Marta já com o cinto de pegação colocado. Os pelos da sua buceta apareciam pelas tiras do arnês. Ela se posicionou atrás de mim e, sem nenhuma delicadeza ou consideração, enfiou aquela rola de borracha enorme na minha buceta. É verdade que a excitação e a saliva das minhas amigas, que já tinham lambido minha buceta, facilitaram a entrada do consolo dentro de mim. Marta, de joelhos, movia os quadris me comendo com força e batia nas minhas nádegas. De vez em quando, agarrava meu cabelo e empurrava minha cabeça contra a buceta da Sofia.
Fazendo o mesmo que elas tinham feito comigo, comecei a combinar lambidas com um dedo dentro da buceta da Sofia. Sofia gemía e tocava os seios, beliscando os mamilos, então enfiei dois e depois três dedos. Marta não parava de me comer por trás com aquele cinto.
— Enfia mais um, vamos! — Marta me instigou.
Obedecendo, enfiei mais um. A boceta dilatada da Sofia aceitou sem problemas o quarto dedo dentro dela. Tinha metade da mão dentro da sua buceta. Nunca tinha enfiado tantos dedos ao mesmo tempo em mim mesma, mas Sofia os mantinha dentro sem nenhum problema; na verdade, parecia estar adorando.
— Continua assim! — disse Marta, tirando aquela pica de mim e ajoelhando-se em frente à buceta da Sofia junto comigo.
Ela me fez tirar a mão de lá e, no lugar, enfiou a dela. Sem dúvida, muito mais experiente no que ia tentar em seguida. Ela ficou masturbando Sofia com aqueles quatro dedos por um bom tempo, acostumando a vagina dela àquele volume e pressão. Eu observava atenta a cena, com o rosto bem perto da buceta da Sofia, que não tinha aberto os olhos em nenhum momento e não parava de suspirar. Marta começou a deslizar o polegar, o único dedo que ainda estava fora, em direção à borda da vagina da Sofia e, pouco a pouco, conseguiu fazê-lo entrar até ter o punho inteiro dentro da minha amiga. Nunca tinha visto uma coisa assim, um punho inteiro dentro de uma buceta. Quando a buceta dela se adaptou ao punho, Marta começou um movimento rápido Da frente para trás com seu braço para masturbar Sofia assim. Ela esfregava o clitóris enquanto isso. Eu também esfregava o meu com força, vendo tudo aquilo. Estava muito excitada.
Era certo que Marta e Sofia já tinham transado em outras ocasiões. Se conheciam bem e tinham aprendido a reconhecer seus sinais corporais. Marta sabia que o orgasmo estava prestes a chegar, então tirou o punho da buceta e, metendo apenas dois dedos em forma de gancho para estimular a parede da vagina que fica voltada para o umbigo, começou a masturbá-la o mais rápido que seu braço permitia. Eu fazia o mesmo, já que ver Sofia se contorcendo daquele jeito me deixava muito tesuda. Marta continuou punhetando ela com aquele frenesi. Sofia gritava e, agarrando Marta pelo pulso, tirou a mão dela e começou a esfregar a própria buceta. Sem me dar tempo para reagir devido à velocidade de Marta, ela agarrou meu cabelo e aproximou meu rosto da buceta de Sofia, que em questão de segundos começou a jorrar um grande jato de líquido morno que me encharcou completamente. Enquanto Sofia expelia aquela quantidade abundante de líquido, Marta segurava minha cabeça, divertida, contra o jato para que eu o recebesse por inteiro.
Finalmente acabou. Eu tinha o rosto e o cabelo encharcados daquela gozada e saboreava as gotas que dos meus lábios entravam na minha boca. Marta ria divertida com o espetáculo. Sofia, por sua vez, continuava tendo pequenos espasmos enquanto sorria com um rosto totalmente relaxado. Nós três nos levantamos e nos beijamos. Juntas. Ao mesmo tempo. Um beijo a três vias onde as três línguas se buscavam e esfregavam. Relaxadas no sofá, terminamos aquelas taças que Marta tinha preparado e as três, eu incluída, já que a situação pedia, fumamos um cigarro.
Olhei o relógio. Era uma e meia da madrugada, e eu tinha que acordar cedo no dia seguinte. Sofia e eu nos vestimos, Marta decidiu continuar nua, já que estava em sua casa e, segundo comentou, possivelmente ao deitar daria um último uso a aquela pica de borracha do arnês. Nos despedimos da Marta com um beijo e fomos embora. A Sofia me levou para casa no carro dela. Ela me deixou na porta e nos despedimos com um beijo longo, jurando que a noite de garotas de hoje teríamos que repetir. Devia ser umas duas da madrugada quando entrei o mais silenciosamente possível em casa. Fui para o quarto onde o João dormia placidamente. Me despi em silêncio. Percebi que o cabelo ainda estava um pouco sujo em algumas partes por causa da gozada da Sofia, mas tomaria um banho de manhã. Agora era hora de dormir e tentar descansar antes do despertador tocar.
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